severidade média5 nósIA: plausívelR$ 131.407,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-MG, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual ao candidato Eduardo Evangelista (R$ 125 mil), padrão comum de repasse de recursos do partido a candidatos. As demais transações são de baixo valor (R$ 25 a R$ 6.098) e podem ser explicadas por doações entre aliados, pagamento de serviços de consultoria e ressarcimentos, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 131.403,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de repasses partidários e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 131 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A empresa ELEGIS aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outro, mas o valor é baixo e pode ser prestação de serviços de consultoria. Não há fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 131.435,39
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais: a direção estadual do partido, três candidatos filiados e uma empresa de consultoria/tecnologia. As transações são de baixo valor (R$ 250 a R$ 125.000) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos por serviços de campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor fora do ramo; o ciclo parece refletir a movimentação normal de recursos dentro de um mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 131.372,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais: a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos do próprio partido, um candidato doando a outro da mesma sigla e uma empresa de consultoria/tecnologia (ELEGIS) prestando serviços e recebendo pagamentos de campanhas do PSOL. Os valores são modestos (R$ 131 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2024, sem concentração temporal ou montante anômalo. O padrão é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e contratação de fornecedor especializado em gestão de campanha, sem fato concreto que fuja do rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.278,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores baixos (R$ 12,2 mil no total) e transações típicas de campanha: doação partidária a candidata, doação entre militantes e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos à candidata Izabella (R$ 10,1 mil), padrão comum de financiamento partidário. O retorno à direção é de apenas R$ 39,81, valor irrelevante que pode ser ressarcimento ou sobra. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.292,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores baixos (R$ 12,3 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos e despesas de campanha a fornecedores/pessoas físicas. O retorno ao partido é de apenas R$ 53,36, compatível com ressarcimento ou devolução de sobra. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.508,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são filiadas ao PSOL em MG (a quinta, Daniel Lages Wardil, é do PSTU), o que torna plausível que se trate de movimentação dentro do mesmo campo político/coligação. Os valores são modestos (R$ 18,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo milhões), mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar vínculos e motivações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.522,18
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente quadros do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,5 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. A maior parte do fluxo é a direção estadual do PSOL repassando recursos a uma candidata do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário. A presença de um candidato do PSTU (Daniel Lages Wardil) numa única doação de R$ 980 em 2024 não chega a configurar ciclo fechado entre pessoas sem vínculo, já que há trânsito entre partidos de esquerda e valores irrisórios.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.524,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL em Minas Gerais, com a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e estes fazendo doações entre si — padrão comum em coligações partidárias. As transações são de baixo valor (total ~R$ 18,5 mil) e espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A única entidade de outro partido (PSTU) fez uma doação de R$ 980 em 2024, valor irrelevante e compatível com apoio entre aliados de esquerda.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.520,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL em Minas Gerais, com uma única exceção (Daniel Lages Wardil, do PSTU), e valores modestos (R$ 18,5 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses internos de partido/coligação, mas também não é possível descartar coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.552,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL em Minas Gerais, com uma única entidade de outro partido (PSTU), e valores modestos (R$ 18,5 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses internos de partido/coligação, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.489,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Porém, há dois pontos que impedem uma explicação totalmente simples: a entrada de Daniel Lages Wardil (PSTU) doando para um candidato do PSOL em 2024, e o fato de Izabella Romualdo ter pago R$ 7.000 a Wardil em 2022, sem que os fatos expliquem a natureza desse gasto. Os valores são modestos e o loop pode ser coincidência contábil entre campanhas da mesma federação/coligação, mas a mistura de partidos e a direção dos fluxos merecem uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.648,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com repasses do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em coligações. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.662,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo, mas isso é esperado quando todos pertencem à mesma estrutura partidária e há repasses internos e contratações de serviços entre aliados. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.664,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com repasses de direção partidária a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.660,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. Doações da direção partidária para candidatos do próprio partido e repasses entre correligionários são padrões comuns e legítimos. O maior valor (R$ 16 mil) é uma despesa de campanha de Izabella para Marcela, que não fecha o ciclo de volta ao partido, enfraquecendo a ideia de loop fechado. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.692,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses/despesas da direção partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.629,03
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 26,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. O fluxo predominante é a direção estadual repassando recursos a candidatos do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário, e as demais transações são doações de baixo valor entre filiados e um pagamento de despesa à direção. Não há fornecedor externo, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que dificulte a explicação.
severidade média5 nósR$ 10.144,63
severidade média5 nósR$ 10.158,18
severidade média5 nósR$ 10.160,68
severidade média5 nósR$ 10.156,17
severidade média5 nósR$ 10.188,34
severidade média5 nósR$ 10.125,03
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.101,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de MG em 2018, com valores modestos (R$ 14 mil no total) e transações que somam doações e despesas entre campanhas do mesmo partido/coligação. O fluxo inclui um valor maior (R$ 12 mil) pago por Áurea à campanha de Rafael Barros Gomes, que não faz parte do ciclo de retorno, sugerindo repasses internos ou ressarcimentos típicos de coligações. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo; a estrutura é compatível com movimentação lícita entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 14.112 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Três das pessoas físicas são filiadas ao PSOL/MG, o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados, mas a empresa sem nome e o candidato Rafael Barros Gomes não têm partido informado, impedindo confirmar se há coligação comum. Não há um fato agudo (valor fora de escala, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado) que force a triagem como bizarro, mas também não dá para descartar sem checar os vínculos partidários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.725,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são pessoas físicas/campanhas do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais, o que torna plausível uma explicação por aliança partidária ou ressarcimento interno. Os valores são modestos (R$ 21,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.325,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 11.325,00, mas os valores são pequenos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, não configurando um loop curto e fechado no mesmo período. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/MG) em parte da cadeia, o que oferece explicação plausível via coligação ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.490,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14.490 no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PC do B), mas há vínculos partidários entre Dario e Áurea (ambos PSOL/MG) e a empresa sem nome pode ser apenas um fornecedor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, nem valores de ordem de grandeza superior. Portanto, não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.121,45
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral, o que é compatível com repasses e despesas entre campanhas aliadas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações incluem doações e despesas típicas de campanha, como pagamento a fornecedores. O ciclo fechado pode ser explicado por movimentação financeira dentro de uma mesma coligação, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.112,00, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PSOL de MG, o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação/partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe claramente do que se espera de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PSOL de MG, o que é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 14.112 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.375,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PSOL de MG, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 15.375 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas de uma mesma coligação/partido, mas também não é possível afirmar com certeza que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.112,00, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. Há vínculos partidários (PSOL e PT) e uma empresa sem nome identificado, mas os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha. Não há um fato agudo que destoe, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósR$ 10.785,50
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.485,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,4 mil no total) e todas as transações ocorrem em 2018, entre campanhas de MG. Dário e Áurea são ambos do PSOL-MG, e Andréia é do PT-MG, partidos que frequentemente atuam em coligações ou campos aliados no estado. As transações parecem doações entre candidatos e despesas de campanha, padrão comum em eleições proporcionais, sem valores discrepantes ou fornecedores fora de contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.901,45
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais e atuaram como candidatos em 2018, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 13,9 mil no total) e as transações ocorrem dentro do mesmo ano eleitoral, sem indícios de empresa comercial estranha ao ramo ou valores muito acima do mercado. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidaturas da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PSOL de MG, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 14.112 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PSOL de MG, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14.112 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.862,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13.862) e pessoas/entidades que compartilham o mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e incluem tanto doações quanto despesas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de uma rede de campanha partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.137,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas do PSOL em MG, com valores modestos (R$ 250 a R$ 12.000). A maioria das conexões ocorre dentro do mesmo partido (PSOL/MG), o que é um padrão comum e legítimo de apoio mútuo entre candidatos. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.001,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as transações parecem ser doações mútuas e pagamentos de despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.112,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são candidatos do PSOL de MG em 2018, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido/coligação. A maior transação (R$ 12.000 de Áurea para a campanha de Rafael Barros Gomes) é uma despesa de campanha, não uma doação de volta, e os valores são modestos (R$ 14.112 no total). Não há um fato concreto que fuja do padrão de repasses e despesas entre campanhas do mesmo campo político, mas a presença de uma empresa sem nome e de um candidato de 2020 no ciclo impede descartar totalmente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.287,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 13.287,00, com valores individuais modestos (R$ 237 a R$ 12.000). As entidades nomeadas são todas do PSOL/MG, o que permite explicar o fluxo como movimentação entre campanhas aliadas ou ressarcimentos internos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.766,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro campanhas do PSOL em MG no mesmo ano (2018), com valores modestos (R$ 13,7 mil no total). As transações são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, mas a cadeia fecha um loop completo entre as mesmas entidades, o que pode ser coincidência ou merecer conferência. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo ou ordem de grandeza), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.757,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 4 entidades e R$ 13.757,00, com transações entre campanhas do PSOL em MG (Sandra Maria da Silva e Áurea Carolina) e terceiros sem partido identificado. As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e valores modestos, o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há explicação simples e direta para o encadeamento exato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.598,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro campanhas de 2018 em MG, com valores baixos (R$ 11.598 no total) e transações cruzadas entre candidatos de partidos diferentes (PSOL e PT). Não há um fato isolado que destoe — como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou empresa devolvendo milhões —, mas também não há vínculo partidário/coligação explícito que explique naturalmente o loop. O caso é limítrofe e merece apenas uma checagem humana leve, sem prioridade alta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.237,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 20 a R$ 20.199,71) e anos diferentes (2018 e 2026), com entidades de partidos distintos (PSOL, PDT, PT) e uma empresa de tecnologia. A maior transação é uma doação de R$ 20.199,71 do APOIA.SE para Erivan Hilário em 2026, enquanto as demais são de 2018 e de baixo valor, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de doações e despesas de campanha, mas a combinação de entidades sem vínculo partidário claro e a diferença temporal impede uma explicação simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 163.751,05
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e valores de ordens de grandeza muito distintas: R$ 133 mil da direção partidária para Marivaldo, R$ 30 mil de despesa dele para um terceiro, e apenas R$ 858 de despesa de Maria José para a direção. O elo de fechamento é irrisório (R$ 858) e a conexão entre Marivaldo (PT) e Maria José (PSOL) se dá por um intermediário sem partido identificado, o que enfraquece a leitura de ciclo fechado e intencional. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar triagem como bizarro, mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.851,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas do PSOL/DF em 2018, com repasses da direção estadual para candidatos e uma doação entre candidatos do mesmo partido, o que é padrão legítimo. O elo mais destoante é a despesa de R$ 30.000 de Marivaldo (PT) para 'FRANCISCO FERREIRA' em 2022, que não fecha claramente o ciclo com os demais e pode ser apenas homonímia ou registro incompleto. Não há um fato isolado que force a conclusão de 'bizarro', mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a identidade desse fornecedor.