severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.933,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 38,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Oswaldo Dias e Francisco Marcelo), mas também um elo com o PSD (João Veríssimo), e os intermediários sem partido declarado podem ser apenas prestadores de serviços ou doadores comuns. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima dos demais, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 75.605,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PT em Mauá/SP (candidatos a deputado estadual, prefeito e vereador, além da direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos, devoluções de sobra e despesas entre campanhas aliadas da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 75,6 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante. O loop é explicável por movimentação financeira rotineira dentro do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 73.355,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Mauá (SP) — candidatos a deputado estadual, prefeito e vereador, além da direção municipal do partido —, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 73 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior transação (R$ 65 mil de Francisco Marcelo para a direção municipal) é compatível com repasse de campanha a órgão partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.952,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e há um intermediário (JOSE CARLOS DE LOIOLA) que não aparece na lista de entidades, dificultando a caracterização de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 13.952,94 no total) e as conexões podem ser explicadas por relações partidárias ou alianças locais, já que PT e Solidariedade podem estar coligados em alguns pleitos. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um ciclo com intermediário não identificado merece uma checagem humana para confirmar se há vínculo legítimo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 32.470,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32.470,00, com transações que retornam à campanha de OSWALDO DIAS. Embora todos os candidatos identificados sejam do PT/SP, o que poderia sugerir uma coligação, a transação de maior valor (R$ 27.000,00) é uma despesa de FRANCISCO MARCELO DE OLIVEIRA para LILIAN DE OLIVEIRA DIAS, que não é candidata e cujo sobrenome coincide com o de OSWALDO DIAS, sugerindo possível vínculo familiar não esclarecido. Além disso, há valores expressivos de ida e volta entre as mesmas pessoas em anos distintos, o que foge do padrão de simples repasses partidários. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.220,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas ligadas a campanhas do PT em SP, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e envolvem valores desproporcionais: FRANCISCO MARCELO DE OLIVEIRA paga R$ 27.000 a LILIAN DE OLIVEIRA DIAS, enquanto as demais transações giram em torno de R$ 2.000 a R$ 7.620. O fato de o dinheiro retornar à mesma cadeia após passar por pessoas sem partido/cargo declarado e com valores muito díspares justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de anos diferentes (2018, 2020, 2024), com valores modestos (R$ 300 a R$ 9.000) e dois dos envolvidos são do PT de SP, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou pessoais. Porém, as transações não formam um loop claro no mesmo ano e não há informação suficiente sobre a relação entre os demais nomes para afirmar que é um padrão rotineiro ou algo que mereça atenção. Faltam elementos concretos que caracterizem um ciclo fechado e suspeito.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas ligadas a campanhas do PT em SP, com valores modestos (R$ 14.920 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2020. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que pode refletir ressarcimentos, pagamentos a prestadores ou coincidências dentro do mesmo grupo político. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como claramente rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são candidatos identificados, todos do PT de SP, o que poderia ser explicado por articulação partidária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 13.500 no total), sem um padrão claro de retorno imediato ou de valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe e justifique priorização, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.633,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 38,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e há partidos distintos (PT e PSD) na cadeia. As quantias são modestas e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas a existência de um ciclo fechado entre pessoas que não compartilham partido em todos os elos justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 75.305,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em Mauá/SP, com valores modestos (R$ 75,3 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop é curto, mas a coincidência de partido e a natureza das movimentações (doação de diretório para candidato, despesas de campanha) tornam a explicação simples plausível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 73.055,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Mauá (SP) em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 73 mil no total) e as transações maiores são do diretório municipal para candidatos, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem entidade sem vínculo partidário claro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.652,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 13.652,94, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e há partidos diferentes (PT e SOLIDARIEDADE) entre os participantes. Não há um padrão claro de retorno imediato ou de mesma coligação que explique o loop, mas também não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores modestos, tipos variados). A ausência de informações sobre vínculos entre as pessoas e a dispersão temporal tornam o caso ambíguo, sem elementos suficientes para priorizar como 'bizarro' ou descartar como 'plausível'.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 32.170,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32.170,00, com todos os políticos identificados sendo do PT de SP, o que poderia sugerir uma rede partidária comum. No entanto, o fluxo não é um simples repasse partidário: há doações de pessoas físicas (IVETE, LILIAN) que recebem despesas de campanha de volta, e a maior transação (R$ 27.000,00 de FRANCISCO para LILIAN) é uma despesa de campanha para uma doadora, o que foge do padrão típico de doação entre aliados. A presença de entidades sem nome/partido e a direção das setas (doador recebendo pagamento de campanha) justificam uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 38.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e fecha em um loop: Oswaldo Dias doa a Ivete, Ivete doa a Francisco Marcelo, e Francisco Marcelo paga despesas a Lilian de Oliveira Dias, que por sua vez doa a Oswaldo Dias. Apesar de Oswaldo e Francisco serem ambos do PT/SP, as outras duas entidades não têm partido/cargo declarado, e o fluxo de R$ 38.920 cruza anos e eleições diferentes (2018, 2020, 2024), o que dificulta explicar como mera coincidência de mesma coligação. O fato mais chamativo é o pagamento de R$ 27.000 de Francisco Marcelo a Lilian de Oliveira Dias, que antecede a doação dela a Oswaldo, fechando o ciclo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas ligadas ao PT em SP, com valores modestos (R$ 20.700 no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024, não num ciclo curto e fechado. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido, o que dá uma explicação simples (aliados políticos da mesma coligação), mas os outros dois elos são pessoas sem partido/cargo informado, o que impede afirmar que é apenas movimentação interna de coligação. Não há valor de ordem de grandeza destoante nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização clara.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 71.905,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Mauá, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é uma despesa de R$ 65.458,00 do candidato a prefeito para a direção municipal, valor que pode ser repasse estatutário ou ressarcimento, e as demais são doações de baixo valor entre aliados do mesmo partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor uma ordem de grandeza acima do restante que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 306.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são campanhas de candidatos do PT em SP em 2022, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação ou grupo político. Os valores são moderados (R$ 66,5 mil a R$ 150 mil) e as transações incluem tanto doações quanto despesas, padrão compatível com repasses internos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem conhecer os vínculos partidários exatos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 256.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 256,5 mil, com valores que praticamente se anulam: R$ 60 mil de Arlindo para Romulo, R$ 66,5 mil de Romulo para Alfredo, R$ 70 mil de Alfredo para Thainara e R$ 60 mil de Thainara de volta para Arlindo. Embora todos os candidatos identificados sejam do PT/SP, o retorno do dinheiro a Arlindo Chignalia Junior, que não aparece como candidato nem como partido, fecha um loop curto e simétrico que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas a coincidência de valores e a volta à origem justificam priorizar o caso.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 49.333,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas, mas as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020, 2024 e 2026), o que enfraquece a explicação de simples repasse dentro da mesma coligação no mesmo pleito. Além disso, há um salto de valor: R$ 3.000.000,00 doados por João Veríssimo a Rômulo em 2026, enquanto as demais transações do ciclo somam R$ 19.333,33. Esse desequilíbrio de ordem de grandeza e a mistura de partidos (PT e PSD) justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.233,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 48,2 mil, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado imediato. Ainda assim, chama atenção que JOAO VERISSIMO FERNANDES (PSD) doe R$ 30.000 a ROMULO CESAR FERNANDES (PT) em 2026, enquanto FRANCISCO MARCELO DE OLIVEIRA (PT) paga despesa de R$ 11.833,33 a RODRIGO ZERNERI em 2024, e este havia doado R$ 2.500 a JOAO VERISSIMO em 2020. Há partidos diferentes (PT e PSD) e valores que não fecham um ciclo claro de retorno, mas a existência de um loop fechado entre pessoas sem coligação explícita nos dados justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.243,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas com vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PT e PSD) e valores que variam de R$ 560 a R$ 30.000, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que dificulta caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.633,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 45,6 mil no total). Há vínculos partidários parciais (PT entre Francisco e Romulo) e a cadeia pode refletir doações e despesas normais de campanha ao longo do tempo, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 164.500,00, mas as transações não formam um loop perfeitamente fechado: há uma doação de ARLINDO CHIGNALIA JUNIOR para APARECIDA DA GRACA CARLOS e uma despesa de THAINARA KAROLINE FARIA para ARLINDO CHIGNALIA JUNIOR, que não estavam listados como entidades do ciclo. Os valores são modestos e as conexões podem ser explicadas por alianças partidárias (PT) e repasses internos de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.440,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17.440 no total) e pessoas físicas, algumas com variações de grafia nos nomes (CRISTIANO BATISTA ELIZEU / CRISTIANAO BATISTA ELIZEU / CRISTIANO BASTISTAELIZEU), o que sugere possível inconsistência de cadastro. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020, 2022, 2024) e envolvem tanto doações quanto despesas de campanha, padrão compatível com relações políticas locais ou prestação de serviços. Não há um fato agudo que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e documentada que elimine a curiosidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.090) e pessoas físicas ligadas ao PT em SP, com transações que podem ser explicadas como doações e despesas de campanha entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop fechado chama atenção, mas a ausência de informações sobre a natureza dos serviços e a existência de vínculos partidários comuns tornam o caso ambíguo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.440,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de SP (Alfredo Alves Cavalcante e Eduardo Cosme de Almeida Cardoso) e dois intermediários sem partido/cargo informado, com valores baixos (R$ 12.440 no total) e em anos diferentes (2020, 2022 e 2024). As transações são de naturezas distintas (doação e despesa) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, o que enfraquece a leitura de 'loop' suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 90.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2022, mas o valor que sai de Alfredo Alves Cavalcante (R$ 4.000) é 16 vezes menor que o que retorna a ele via Rômulo Cesar Fernandes (R$ 66.500), o que não é um simples ressarcimento. Além disso, a maior transação da cadeia é uma doação de R$ 66.500 de Rômulo para Alfredo, enquanto a campanha de Rômulo recebe apenas R$ 20.000 de Orlando, criando um desequilíbrio que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o padrão de valores e o fechamento do loop entre as mesmas pessoas justificam olhar mais de perto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 218.923,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três são candidatos do PT de São Paulo, o que torna plausível uma explicação por aliança partidária ou coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio de grande monta. A empresa sem nome identificado e a variação de sobrenomes (Caires/Cayres) impedem uma conclusão definitiva, mas não há um fato concreto que destoe de um padrão rotineiro de movimentação entre correligionários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 107.123,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT de São Paulo em 2022, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 40.600) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos. Não há indício de empresa fachada, valor fora de escala ou fornecedor sem relação com o serviço. O fato de o ciclo fechar entre pessoas do mesmo partido e mesma eleição torna a explicação rotineira mais provável que uma anomalia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.423,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não formam um loop fechado com retorno do mesmo montante. As entidades identificadas são todas do PT de SP, o que permite explicar parte das movimentações como repasses internos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 132.623,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 132 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades compartilham vínculos partidários (PT) e há doações para campanhas de aliados, padrão comum em coligações. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 96.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 96.800, mas os valores individuais são modestos (R$ 500 a R$ 70.000) e todas as pessoas identificadas são filiadas ao PT de São Paulo, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. O elo de maior valor (R$ 70.000 de Alfredo Alves Cavalcante para a campanha de Thainara Karoline Faria) é uma despesa de campanha, não uma doação de volta ao ponto de origem, e os demais elos são de anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto — como fornecedor de ramo alheio, valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou ausência total de vínculo partidário — que force uma checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 306.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT em SP no mesmo ano (2022), com valores moderados (R$ 66,5 mil a R$ 150 mil) e transações que podem ser explicadas por repasses internos entre aliados da mesma coligação, como doações e despesas de campanha. Não há indício de empresa fachada ou valor fora de ordem de grandeza. O padrão é compatível com movimentação rotineira de campanha, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.590,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.590 no total) e apenas dois candidatos identificados, ambos do PT de SP, o que poderia ser explicado por articulação dentro do mesmo partido. As transações são de anos diferentes (2020 e 2022) e incluem tanto doações quanto despesas, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão legítimo comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.522,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, PODE, PMDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coordenação de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e as transações são de tipos variados (doações e despesas), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de partidos distintos e o fechamento do ciclo em anos diferentes impede uma explicação rotineira imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, MDB) e valores modestos (R$ 18 mil no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe — como valor muito acima do padrão, fornecedor fora do ramo ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo. Ainda assim, a existência de um ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos justifica uma olhada rápida, sem que se possa afirmar que é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, MDB) e valores modestos (R$ 15.850 no total), com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. Não há um fato concreto que destoe — como valor de ordem de grandeza acima do resto, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo — nem um padrão claramente legítimo (mesma coligação, repasse partidário) que explique tudo. Os indícios são fracos demais para priorizar, mas também não permitem descartar de plano.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são modestos (R$ 41,4 mil no total) e as transações são de tipos variados (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos e anos distintos impede descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27.000,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022 e 2024) e entre partidos diferentes (PSB, UNIÃO, PODE), sem coligação ou vínculo partidário evidente que explique o loop. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte, não havendo um fato concreto que destoe do padrão. A defasagem temporal e a ausência de informações sobre a relação entre as pessoas físicas e as campanhas impedem tanto uma explicação simples quanto a identificação de um indício claro de anormalidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 175.192,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSB, PMB, REDE) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser doações/despesas rotineiras entre candidatos e direções partidárias, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de coincidência forçada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 176.192,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PSB, CIDADANIA, REDE) e valores muito díspares: R$ 3.000 de Marivaldo para Eduardo em 2018, R$ 161.579,99 da direção estadual para Wagner em 2022, R$ 606 de Wagner para Marivaldo em 2022 e R$ 6.499,73 de Eduardo para a direção estadual em 2024. As transações ocorrem em anos distintos e os valores não formam um loop fechado de mesma magnitude, o que enfraquece a hipótese de ciclo circular. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de doações partidárias e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSB, UNIÃO, PODE) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 500 a R$ 12.000) e as transações estão espalhadas no tempo, podendo refletir relações pessoais ou devoluções pontuais. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PL) em São Paulo, o que oferece uma explicação simples: troca de recursos entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 5.000) e as transações ocorrem todas em 2024, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome idêntico (RUBINELLI) e partidos diferentes (PTB e REDE), o que já sugere possível vínculo familiar, mas não é uma explicação automática. O ponto que mais chama atenção é a doação de R$ 8.000 de ANTONIO MARCOS BARBOSA para WAGNER RUBINELLI, enquanto FERNANDO RODRIGUES RUBINELLI pagou apenas R$ 530 a ANTONIO MARCOS BARBOSA como despesa — uma assimetria de mais de 15x dentro do mesmo loop. Além disso, o ciclo fecha entre pessoas físicas sem coligação/partido comum declarado, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações de baixo valor (R$ 2.000 a R$ 26.000) e anos diferentes (2018 e 2022), sem que se possa afirmar que formam um loop fechado no mesmo período. Caroline e Robson têm sobrenome 'Freires' em comum e atuam no mesmo estado (AP), mas em partidos distintos (PPS e REDE), o que não permite descartar nem confirmar relação de coligação ou grupo político. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de ordem de grandeza anômala. Faltam dados sobre a natureza dos serviços prestados e vínculos entre os envolvidos para uma triagem mais conclusiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PPS e REDE) em anos distintos (2018 e 2022), com valores pequenos e sem relação temporal direta entre as transações. As quantias são modestas (R$ 2.000 a R$ 26.000) e podem refletir doações e despesas rotineiras entre pessoas físicas ligadas às campanhas, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que destoe do comum ou que sugira um conluio, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.140,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas sem partido/coligação em comum declarada (PPS e REDE) e fecha em 2018 com valores que somam R$ 21.140,00, incluindo uma doação de R$ 12.000,00 de Robson para Caroline. O elo de 2022 (Antonia -> Jairo -> Robson) usa o mesmo intermediário Jairo, mas em anos e partidos diferentes, o que dificulta a leitura de simples repasse partidário. Não há explicação óbvia de mesma coligação ou conta nacional que cubra todo o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PROS, REPUBLICANOS, MDB) e pessoas físicas sem vínculo partidário declarado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. Além disso, há um fluxo de R$ 15.000,00 de RAYFRAN para ITAILENE, que depois doa R$ 1.200,00 a RENALDO, e este paga despesa a AMOS, que doa a RAIMUNDA — fechando o loop com valores que não guardam proporção clara. A combinação de partidos distintos e a ausência de justificativa contratual aparente para os pagamentos justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PROS e MDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a circulação de recursos. Além disso, o fluxo não é um simples repasse dentro da mesma campanha: há uma despesa de R$ 10.000 da campanha de RAIMUNDA para ITAILENE, que depois doa R$ 1.200 a RENALDO, cuja campanha paga R$ 3.000 a AMOS, que doa R$ 1.000 de volta a RAIMUNDA — fechando o loop em anos diferentes (2020 e 2024). Esse encadeamento entre pessoas sem partido/coligação comum e com valores que retornam à origem merece checagem humana.