severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 114.289,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 114 mil, mas os valores são muito desiguais: a maior transação (R$ 113 mil) é uma doação do diretório estadual ao candidato Marcio Miranda, e as demais são pequenas (R$ 450 a R$ 500). As entidades têm partidos diferentes (PTB, MDB, DEM) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a cadeia fechada merece uma olhada rápida para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 171.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas de partidos diferentes (MDB e PSDB) e anos distintos (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações somam valores díspares e incluem uma despesa de R$ 160.000,00 ao diretório estadual do PSDB, que pode ser repasse partidário rotineiro. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar completamente sem checar vínculos e contextos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 83.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (PTB, PODE, PSDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2022), com valores que variam de R$ 600 a R$ 60.000, e o dinheiro retorna à campanha de origem após passar por terceiros. A ausência de uma explicação simples (mesma coligação, conta partidária única) e o formato de loop fechado justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 24.000 e quatro transações de baixo valor, distribuídas entre 2020 e 2024, com dois anos de intervalo entre algumas etapas. As entidades centrais são de partidos diferentes (PTB e PODE) e cargos distintos, mas os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 252.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 252 mil, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas de partidos diferentes (PTB e PODE), em anos distintos (2020 e 2022). Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha no Pará, sem indício de retorno exato ou desproporcional. Faltam dados que liguem diretamente as pontas do ciclo (ex.: vínculo entre Melina e Francil da, ou entre Maria de Nazaré e Alessandra) para afirmar que é um padrão legítimo ou anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, PODE, PSDB) no Pará, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 15.000) e há doações e despesas misturadas, padrão compatível com relações políticas locais rotineiras. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo ano), mas também não dá para descartar sem checar as coligações e vínculos entre os nomes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PTB, PSDB, MDB) e valores modestos (R$ 16.800 no total), com transações espaçadas entre 2020 e 2022. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que dificulta caracterizar um loop fechado de dinheiro. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas de uma mesma região, mas também não há elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, MDB, PODE) no Pará, mas os valores são baixos (R$ 17.200 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há nomes que aparecem com grafias ligeiramente diferentes (MARIA DE NAZARE ARAUJO DE OLIVEIRA vs. MARIA DE NAZARÉ GUIMARÃES PEREIRA), sugerindo possível confusão de homônimos ou erro de registro. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmas pessoas) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.880,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, MDB, SOLIDARIEDADE) no Pará, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 380 a R$ 9.600) e as setas incluem doações de terceiros (BENIVALDO, MILA) que não fazem parte do núcleo político, sugerindo que o 'ciclo' pode ser artefato da reconstrução da cadeia. Não há um fato agudo que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não dá para descartar sem checar os vínculos entre essas campanhas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatas de partidos diferentes (PSB e PSDB) e em anos distintos (2018 e 2020). As transações são de baixo valor (R$ 2.000 a R$ 6.900) e podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre pessoas que talvez mantenham relação pessoal ou comercial, sem que haja um elo partidário ou coligação evidente. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do normal ou fornecedor com ramo incompatível, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSB e PSDB) e valores modestos (R$ 15.100 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são majoritariamente despesas de campanha a fornecedores/pessoas físicas que também doaram para outras campanhas, um padrão relativamente comum em prestações de contas. Não há um fato agudo — como valores muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado no mesmo ano — que force uma checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.840,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2020, mas as duas entidades identificadas pertencem a partidos diferentes (UNIÃO e MDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, os valores não são simétricos: DENIS paga R$ 5.000 a THATIELLY, que doa R$ 2.640 a ANTONIA, que paga R$ 4.000 a GEIVAN, que doa R$ 1.200 a DENIS — um fluxo de ida e volta com intermediários sem partido/coligação comum declarada. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 20 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: o PSL aparece como partido de Yonildo e como direção estadual que repassou recursos, enquanto Manoel Claudio é da União (sucessor do PSL no PA). As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e podem refletir repasses partidários rotineiros, doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima do padrão, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (UNIÃO, AVANTE e PSB-PA) e valores modestos (R$ 22 mil no total), com transações em anos distintos (2018 e 2020). As setas podem ser explicadas por doações partidárias rotineiras e despesas de campanha, mas a conexão entre os atores não é clara o suficiente para afirmar que é um padrão legítimo ou um loop suspeito. Faltam detalhes sobre a relação entre as pessoas e os partidos para uma triagem mais conclusiva.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSD/PA) e pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo), sugerindo rede familiar ou de aliados próximos. Os valores são modestos (R$ 30,7 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem concentração temporal anômala. O padrão é compatível com doações e despesas entre membros de um mesmo grupo político local, sem fato que destoe do comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Neves/Figueiredo), o que é um padrão comum em campanhas municipais de pequeno porte. Os valores são modestos (R$ 30.720 no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício forte de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa devolvendo valor recebido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Neves/Figueiredo), o que é um padrão comum em campanhas municipais de pequeno porte. Os valores são modestos (R$ 30.720 no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há indício claro de fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto, mas também não há informação suficiente sobre vínculo partidário/coligação entre todos os envolvidos para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com sobrenomes que sugerem laços familiares (Neves/Figueiredo), mas as duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (PROS e PSD), o que enfraquece a explicação por coligação. O valor mais alto do loop é uma despesa de R$ 10.000 paga por Túlio a Neley, enquanto as demais transações são de R$ 500 a R$ 1.992, uma diferença de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, o loop fecha entre 2020 e 2024, com doações e despesas cruzadas entre as mesmas pessoas, o que justifica um humano olhar com atenção.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (TULIO DIAS DAS NEVES e PEDRO CAETANO PEREIRA DA SILVA) são candidatos de partidos diferentes (PSD e PROS) no mesmo município/UF em 2020. As transações somam R$ 30.720, com valores díspares: uma doação de R$ 19.920 de RENATA NEVES FIGUEIREDO a TULIO, uma despesa de R$ 10.000 de TULIO a NELEY, e movimentações menores entre os demais. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um padrão comum e legítimo (como mesma coligação ou repasse partidário), nem para identificar um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 30.720 no total) e pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo), sugerindo possível relação familiar ou de aliados próximos, o que é comum em campanhas municipais. As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e misturam doações e despesas, sem um padrão claro de retorno imediato do dinheiro à mesma campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não dá para afirmar que é apenas coincidência rotineira.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Neves/Figueiredo), mas as duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (PROS e PSD), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, há uma assimetria grande: Túlio doa R$ 10.000 a Neley, enquanto Diógenes recebe apenas R$ 500 dela e paga R$ 300 a Renata, fechando o loop com valores muito díspares. O conjunto merece checagem humana para entender a relação entre os envolvidos e a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.360,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (TULIO e MANOEL) são candidatos de partidos diferentes (PSD e PROS) no mesmo estado (PA). As transações são de valores modestos (R$ 30.360 no total) e incluem doações e despesas, o que poderia ser explicado por relações pessoais ou prestação de serviços. No entanto, a existência de um ciclo fechado entre candidatos de partidos distintos, com uma despesa de R$ 10.000 de TULIO para NELEY (que depois doa para MANOEL) e uma doação de R$ 19.920 de RENATA para TULIO, não é claramente rotineira nem claramente suspeita. Faltam informações sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as partes para uma conclusão mais firme.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas com sobrenomes que sugerem parentesco (Neves/Figueiredo) e partidos diferentes (PSD e PROS), sem coligação declarada nos dados. O valor de R$ 10.000 pago por Túlio Dias das Neves a Neley Silva das Neves Figueiredo em 2024 é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop (R$ 500 e R$ 300), e o retorno do dinheiro à mesma cadeia em ciclo fechado merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto de fatos foge do padrão simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 30.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PSD e PROS) e valores desproporcionais: Túlio doa R$ 10.000 a Neley, enquanto Ivanildo paga apenas R$ 300 a Renata e Neley doa R$ 500 a Ivanildo. A assimetria de uma ordem de grandeza entre as pontas do loop, somada à ausência de coligação/partido comum declarada entre as entidades, dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. Vale checagem humana para entender a relação entre essas pessoas e a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes claramente aparentados (Neves/Figueiredo) e todos os três candidatos identificados são do mesmo partido (PSD) no Pará, o que é compatível com um grupo familiar atuando em campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 97,5 mil no total, com transações individuais de R$ 300 a R$ 75 mil) e as movimentações se distribuem por vários anos (2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado. O padrão se explica por doações e despesas entre parentes do mesmo campo político, sem fornecedor externo com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes claramente aparentados (Neves/Neves Figueiredo), mas os partidos declarados são diferentes (PSD e PROS), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor de R$ 75.000 doado por Nilton a Tulio é de uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 500 a R$ 11.728), concentrando a movimentação. A cadeia fecha em ciclo curto entre aparentados, com uma despesa de Tulio para Neley e doações de Renata para Nilton, sugerindo possível repasse intrafamiliar que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes repetidos (Neves/Figueiredo) e partidos diferentes (PSD e PROS), sem coligação comum declarada. A maior transação é uma doação de R$ 75.000 de Nilton para Tulio, mas o retorno se dá por uma despesa de R$ 10.000 de Tulio para Neley, e há ainda doações de Renata para Nilton e despesa de José Maria para Renata, formando um circuito fechado de valores entre as mesmas famílias. Apesar de valores unitários não serem absurdos, o encadeamento circular entre candidatos de partidos distintos e aparentemente sem vínculo formal merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes claramente aparentados (Neves/Figueiredo), mas as entidades formais têm partidos diferentes (PSD e PROS) e cargos distintos, o que enfraquece a explicação por 'mesma coligação'. O valor mais alto do loop é uma doação de R$ 75.000 de Nilton para Tulio, enquanto as demais transações são de R$ 500 a R$ 11.728, uma diferença de ordem de grandeza que chama atenção. O fechamento do ciclo entre 2020 e 2024, com dinheiro retornando à mesma cadeia familiar, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Neves/Figueiredo e valores que retornam à mesma cadeia, mas o elo mais forte é a doação de R$ 75.000 de Nilton para Tulio (mesmo partido PSD), enquanto o retorno a Nilton vem de Renata Neves Figueiredo (R$ 11.728) e há despesas de campanha pagas a membros da própria família. A concentração de transações entre parentes próximos e a diferença de magnitude entre ida e volta justificam checagem humana para saber se há repasse familiar ou apenas coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo) e valores desproporcionais: Nilton doa R$ 75.000 a Tulio, enquanto Fabiano (PROS) paga apenas R$ 300 a Renata e Tulio paga R$ 10.000 a Neley. A diferença de partido (PSD x PROS) e a assimetria extrema entre as pontas do loop dificultam explicar tudo como simples repasse de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a relação familiar e a origem/destino desses recursos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo) e valores que retornam à mesma cadeia, mas as entidades centrais têm partidos diferentes (PSD e PROS), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A maior transação (R$ 75.000 de Nilton para Tulio) é uma doação entre candidatos de partidos distintos, e o loop fecha com uma despesa de Tulio para Neley, que por sua vez doou para Diógenes, que pagou despesa a Renata, que doou de volta a Nilton. Esse encadeamento circular entre campanhas sem vínculo partidário explícito merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.168,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo) e partidos diferentes (PSD e PROS), sem coligação declarada que explique a circulação. Chama atenção o volume de R$ 75.000 doado por Nilton a Tulio (mesmo partido, PSD) e o retorno de R$ 11.728 de Renata Neves Figueiredo a Nilton, além de uma despesa de R$ 10.000 de Tulio a Neley Silva das Neves Figueiredo. A soma fecha um loop de R$ 97 mil entre cinco entidades, o que justifica checagem humana sobre a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo) e valores modestos, o que sugere possível rede familiar. Porém, há partidos diferentes (PSD e PROS) e a maioria das entidades não tem partido/cargo informado, dificultando avaliar se há vínculo legítimo. Os valores são baixos e compatíveis com apoios familiares, mas a existência de um ciclo fechado com múltiplas entidades sem clara coligação comum impede descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 97.528,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Neves/Figueiredo) e valores desproporcionais: Nilton doa R$ 75.000 a Tulio (mesmo partido PSD), enquanto as demais transações são de R$ 500 a R$ 11.728. Além disso, há um salto de partido (PSD → PROS) e de UF não informada, e o retorno do dinheiro se dá por meio de terceiros sem partido declarado, o que dificulta explicar como simples repasse partidário. O conjunto sugere um núcleo familiar movimentando recursos entre campanhas, merecendo checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 135.514,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros da mesma família (Zahluth Barbalho) e aliados, todos do MDB no Pará, o que é um padrão comum em campanhas familiares. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor muito acima do mercado. O loop pode ser explicado por movimentações normais entre campanhas da mesma coligação/família.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 133.314,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros da mesma família (Zahluth Barbalho) e aliados, todos do MDB do Pará, com doações e despesas que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns. Os valores são compatíveis com transações eleitorais típicas e não há indício de empresa ou fornecedor fora do contexto. A cadeia fecha, mas dentro de um grupo político coeso, o que é um padrão legítimo e comum.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 135.514,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três membros da mesma família (Zahluth Barbalho) do MDB do Pará, o que poderia ser explicado por aliança familiar/partidária, mas há um fato que chama atenção: JADER FONTENELLE BARBALHO doa R$ 58.714,00 a ELCIONE, e HELDER paga R$ 70.000,00 a JOSE ANTONIO LIMA DE SOUZA, que por sua vez havia doado R$ 2.000,00 a JADER — valores de ordens de grandeza muito diferentes entre si e sem relação clara com o serviço prestado. Além disso, FELIPE RODRIGUES DIAS aparece como doador de HELDER e depois como recebedor de despesa de ELCIONE, fechando um subciclo entre pessoas sem cargo/partido identificado. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza dessas despesas e a ligação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 268.915,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 268.915,00, com transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que dificulta explicar como um simples ressarcimento ou repasse partidário. Chama atenção que Jader Fontenelle Barbalho (MDB) doe R$ 58.714,00 a Elcione Barbalho (MDB) em 2022, e Elcione pague R$ 200.000,00 a Wenderson Azevedo Chamon (campanha de deputado estadual) em 2018, fechando o loop via José Benito Priante Junior (MDB) e José Antônio Lima de Souza. Apesar de todos os políticos com partido identificado serem do MDB, a presença de uma entidade sem partido (00888109253) e a diferença de valores e anos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 133.014,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente membros da mesma família (Zahluth Barbalho) e seus aliados, todos do MDB do Pará, com transações que se estendem por vários anos (2018 a 2022). As doações e despesas entre candidatos da mesma coligação ou grupo político são comuns e podem ser explicadas por repasses partidários, ressarcimentos ou apoio mútuo. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a atividade, nem valores absurdamente discrepantes que fujam do padrão de campanhas no Pará.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 284.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do MDB no Pará (Helder Barbalho, Jader Barbalho e Igor Normando), com repasses intermediados pela direção estadual do partido, o que é um padrão comum de financiamento interno. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno exato ou desproporcional. A presença de um doador individual (José Antônio Lima de Souza) e de uma despesa de Igor para ele em 2024 não configura, por si só, um loop fechado suspeito. Não há elemento concreto que fuja do roteiro partidário-eleitoral usual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 70.175,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (MDB) no Pará, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. Porém, há um elo com o PARTIDO LIBERAL - PA, partido diferente, e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há valor de ordem de grandeza discrepante nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 87.480,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente políticos do MDB do Pará (Helder Barbalho, Jader Barbalho e José Priante), o que é compatível com doações e repasses internos de um mesmo grupo político. Porém, o ciclo também inclui uma empresa sem nome identificado e um candidato a deputado estadual (Paulo Sérgio Rodrigues Titan) que não aparece como entidade nomeada, e os valores e anos são heterogêneos (2018 e 2022), dificultando afirmar que se trata de mera coincidência ou de um padrão legítimo. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas a presença de elos não explicados impede classificar como plenamente plausível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 75.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo grupo familiar (Helder e Elcione Zahluth Barbalho, ambos MDB/PA), o que poderia sugerir coincidência entre aliados. Porém, o elo de saída é uma despesa de R$ 70.000 da campanha de Helder para José Antonio Lima de Souza, que havia doado apenas R$ 1.000 à campanha de Elcione em 2018 — uma diferença de duas ordens de grandeza. Além disso, o retorno ao ponto de partida (Antonio Correa dos Santos Neto) se dá por uma despesa de R$ 4.000 da campanha de Elcione, valor muito inferior ao que entrou. A assimetria extrema entre doação e despesa e o fechamento do ciclo entre pessoas físicas sem vínculo partidário declarado justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 73.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas da mesma família (Elcione e Helder Zahluth Barbalho, ambos MDB/PA), mas as outras duas (José Antônio Lima de Souza e Dennys Sousa da Silva) não têm partido/cargo informado, o que dificulta explicar o loop como mera coincidência de coligação. Além disso, há uma assimetria grande de valores: Helder paga R$ 70.000 a José Antônio, enquanto as demais transações são de R$ 600 a R$ 2.000, e o ciclo se fecha em anos diferentes (2018 e 2022), sugerindo que pode não ser um simples ressarcimento imediato. Isso justifica uma checagem humana para entender a relação entre os envolvidos e a natureza desses pagamentos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 75.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo grupo familiar (Helder e Elcione Zahluth Barbalho, ambos MDB/PA), o que poderia sugerir coordenação partidária legítima. Porém, o elo de saída é uma despesa de R$ 70.000 da campanha de Helder para José Antônio Lima de Souza, que havia doado apenas R$ 1.000 à campanha de Elcione, e o retorno ao ponto de partida se dá por uma despesa de R$ 4.000 de Elcione a Felipe Rodrigues Dias, que doou R$ 800 a Helder. A assimetria entre valores doados e valores pagos como despesa, sem que os fornecedores tenham vínculo partidário declarado, dificulta a explicação como simples repasse de coligação e merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 209.201,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 1.000, R$ 2.000, R$ 6.201 e R$ 200.000) e cruza anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais são do mesmo partido (MDB-PA), o que dá uma explicação plausível por aliança local, mas a transação de R$ 200.000 de Elcione para Wenderson é de ordem de grandeza muito superior às demais e não tem justificativa clara nos dados. Sem saber o ramo de atividade de Wenderson/empresa e a natureza do serviço, não dá para cravar se é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 73.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo grupo familiar (Helder e Elcione Zahluth Barbalho, ambos MDB/PA), o que poderia ser rotineiro, mas a transação de maior valor (R$ 70.000) é uma despesa de Helder para José Antonio Lima de Souza em 2022, enquanto a doação de José Antonio para Elcione foi de apenas R$ 1.000 em 2018. O loop fecha com valores muito desproporcionais e em anos distintos, sem que os fatos expliquem a natureza do serviço ou a razão do retorno. Isso justifica uma checagem humana para entender se há relação contratual ou apenas coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 254.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do MDB do Pará e a direção estadual do PHS, com valores e anos distintos (2018 e 2024). As transações podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha dentro de uma mesma coligação, mas a conexão entre o PHS e os candidatos do MDB não está clara nos dados. Não há um fato específico que destoe fortemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 45.150,00, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Helder e Marcio Rodrigues), mas também partidos distintos (PTB) e pessoas físicas sem partido identificado. Não há um fato agudo — como valores milionários, mesmo ano ou fornecedor fora do ramo — que force uma checagem imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.175,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 2.000, R$ 175, R$ 23.000 e R$ 15.000) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (MDB) e o repasse via direção estadual é um padrão comum e legítimo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.