severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.606,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PSC nacional e municipal) e candidatos filiados ao PSC, o que é compatível com repasses internos e devoluções de sobra. Porém, há um candidato de outro partido (PSD) no meio da cadeia e os valores são pequenos e dispersos, sem um fato concreto que destoe claramente. Não há elemento suficiente para afirmar que é bizarro nem para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 594.006,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PSC) e uma candidata do PSD, mas as transações são de naturezas distintas: doação da direção nacional para uma candidata, despesa mínima dela para a direção municipal, doação da direção municipal para um candidato e despesa deste para a direção nacional. Os valores são muito díspares (R$ 570 mil, R$ 20 mil, R$ 4 mil e R$ 6,19), e não há indício de que o dinheiro retorne de forma equivalente ou que haja um conluio fechado. A movimentação pode ser explicada por repasses partidários rotineiros e despesas de campanha, mas a presença de uma candidata de outro partido no ciclo impede uma conclusão automática de que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 111.645,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades partidárias (Direção Nacional do PSC, órgão municipal do PSC) e dois candidatos de partidos diferentes (PRD e UNIÃO), mas os valores e a direção das transações não formam um retorno claro do mesmo montante. A maior transação é uma doação de R$ 96.000 da Direção Nacional para Rodolfo, enquanto o retorno à Direção Nacional é uma despesa de R$ 15.000 de Maria José, o que não configura devolução do mesmo valor. Sem detalhes sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre os candidatos e as entidades, não há um fato concreto que destoe de um padrão rotineiro de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 395.708,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSC, NOVO, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação por mesma coligação ou repasse partidário direto. Porém, os valores são muito díspares (R$ 320 mil, R$ 18 mil, R$ 1,7 mil, R$ 50 mil, R$ 6 mil) e há um intermediário sem partido identificado (Marcelo Anderson), o que impede afirmar que se trata de um loop fechado e coordenado. Não há um fato único e contundente que caracterize 'bizarro', mas também não é possível descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 402.508,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 402 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. As entidades têm partidos diferentes (PSC, NOVO, PL), o que dificulta uma explicação por coligação, mas também não há um fato agudo que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece apenas registro, sem priorização clara para checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 57.006,19
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades do mesmo partido (PSC), o que poderia ser rotina partidária, mas há dois pontos que chamam atenção: o valor de R$ 20.000 pago por Manoel Hosana Passos Junior (deputado estadual do PSC) de volta ao Diretório Nacional é uma ordem de grandeza maior que as demais transações do loop (R$ 15.000, R$ 18.000, R$ 4.000 e R$ 619), e o elo entre Allan Campelo (PODE) e Alessandra Campelo (PSD) envolve partidos diferentes do PSC, quebrando a explicação simples de 'mesma coligação'. Além disso, a despesa de R$ 6,19 de Alessandra para a direção municipal é um valor irrisório que destoa do restante e não se encaixa claramente como ressarcimento ou contribuição partidária. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.883,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Silva, Pedroso) e valores modestos (R$ 14,8 mil no total), o que sugere possível rede familiar. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e partidos diferentes (PODE, PL, PSC), sem que os fatos permitam afirmar se há coordenação ou apenas coincidência. Não há um fato concreto que destoe (valor, fornecedor, ciclo curto) para justificar priorização, nem elementos suficientes para descartar.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.721,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Gilberto Nascimento Silva e Gilberto Nascimento Silva Junior, além de Ariely Pedroso Silva Preter e Lindomirian Pedroso Silva), mas os partidos são diferentes (PODE, PL, PSC) e os anos variam (2018 a 2024), o que dificulta explicar como um fluxo rotineiro de mesma coligação. Além disso, há transações que parecem devolver valores entre os mesmos elos (ex.: Gilberto Silva doa a Jonatas Falcão em 2018 e Jonatas Falcão doa a Gilberto Junior em 2024; Ariely paga Lindomirian e Lindomirian doa a Gilberto Silva), formando um loop fechado com valores expressivos. Isso justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.600,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes coincidentes (Gilberto Nascimento Silva, Gilberto Nascimento Silva Junior e Ariely Pedroso Silva Preter), mas os partidos são diferentes (PODE, PL e PSC), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), formando um loop que atravessa eleições e partidos diferentes. O valor total de R$ 15.600,60 não é alto, mas a combinação de parentesco aparente, partidos distintos e ciclo fechado entre campanhas justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.261,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenomes em comum (Silva, Pedroso Silva) e valores modestos (R$ 14,2 mil no total), o que é compatível com movimentação entre parentes ou aliados políticos próximos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre campanhas da mesma região, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.007.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 981 mil da direção nacional para Roberto, R$ 1 milhão de Marcelo para a direção nacional, e valores pequenos de R$ 5 mil a R$ 15,6 mil entre os demais). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PODE/PODEMOS) entre algumas entidades, mas também a presença de Roberto Alves de Lucena (REPUBLICANOS) e de Claudio Ricardo Boutros sem partido informado. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.952.380,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção nacional do mesmo partido (PODE/PODEMOS), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a sigla. Os valores são compatíveis com transferências partidárias (R$ 950 mil da Direção Nacional para um candidato e R$ 1 milhão de devolução/despesa do candidato à direção), e as demais transações são de baixo valor. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço; o loop parece refletir a mesma cadeia partidária, não um esquema fechado entre desconhecidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.954.260,00
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades do mesmo partido (PODE/PODEMOS) e valores que, embora altos, são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos distintos (2022, 2024, 2026) e não formam um ciclo fechado de curto prazo, o que enfraquece a ideia de circularidade suspeita. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente sem checagem manual.
severidade média4 nósR$ 10.000,59
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 767.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PODEMOS, PSB, PSDB, UNIÃO) e valores que somam R$ 767,5 mil, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e incluem repasses de direções partidárias, o que é comum em financiamento eleitoral. Não há um único fato que destoe claramente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. A mistura de partidos e a ausência de vínculo explícito entre todos os elos impedem tanto uma explicação simples quanto a identificação de um indício forte. Falta contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre os agentes para uma triagem conclusiva.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.261.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PODE) e inclui repasses da Direção Nacional para candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, embora a doação da Direção Nacional a Alessandra (R$ 1,25 milhão) seja a maior. Não há um fato concreto que fuja do roteiro partidário típico, mas a existência de um loop fechado entre pessoas do mesmo partido merece uma checagem para confirmar se são apenas repasses internos ou se há algo além.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 246.454,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PODE) e inclui repasses da Direção Nacional, o que é um padrão legítimo e comum. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e os valores não são idênticos, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe claramente de práticas rotineiras de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 3.915.475,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo partido (PODEMOS/PODE) e uma candidata de outro partido (PSDB), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2026) e os valores não formam um loop fechado com retorno idêntico. As doações da direção nacional para Ricardo Teobaldo e da direção estadual para Patrícia são típicas de repasses partidários, e as despesas de volta às direções podem ser ressarcimentos ou contribuições estatutárias. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas a presença de uma candidata de outro partido no ciclo impede uma explicação totalmente automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 257.988,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 245 mil, R$ 10 mil, R$ 2,9 mil e R$ 832) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de curto prazo. As entidades têm partidos variados (PODEMOS, MDB, UNIÃO, PODE), mas há sobreposição parcial (PODEMOS/PODE) e todos atuam em GO, o que poderia explicar conexões legítimas. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão de doações entre aliados, nem elementos que tornem a explicação simples imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 246.808,32
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PODEMOS, MDB, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de uma mesma coligação ou conta partidária única. Porém, a maior transação (R$ 245 mil) é uma doação da Direção Nacional do PODEMOS a José Nelto, e as demais são valores pequenos (R$ 500, R$ 832, R$ 1.300), sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.614.450,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de movimentação entre PODEMOS, Orlando Morando Junior (MDB), Carla Sardano Morando (PSD), Claudemir Carlos Correia e Marcelo de Lima Fernandes (PODE), mas as transações listadas não fecham um loop claro e direto entre as mesmas entidades. Há vínculos familiares prováveis (Orlando e Carla Morando) e repasses de direção partidária, além de valores e anos distintos, o que dificulta tanto confirmar um padrão rotineiro quanto apontar um fato específico anômalo. Faltam dados sobre a relação partidária/coligação entre todos os elos e sobre a natureza exata de cada pagamento para uma triagem mais segura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PROGRESSISTAS, AVANTE e PDT) e valores de ordens de grandeza distintas (R$ 35.000 da direção nacional para Rosy Mary, R$ 2.000 de Rosy Mary para Paulo Estevam, R$ 100 de Paulo Estevam para Roberci e R$ 16,25 de Roberci para a direção nacional). O elo de retorno à direção nacional é de valor irrisório (R$ 16,25), o que enfraquece a ideia de um loop financeiro relevante. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor milionário ou fornecedor de ramo incompatível), mas a mistura de partidos e a assimetria extrema dos valores impedem classificar como rotineiro sem checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 252.391,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PP/Progressistas), com a direção nacional repassando recursos a candidatos e estes pagando despesas de volta à estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 500 e R$ 174) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal fechado. O valor mais alto (R$ 250.000) é uma doação da direção nacional a um candidato a prefeito, padrão comum em campanhas majoritárias. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 21 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: a doação da Direção Nacional do PP a Cleide Neves Guarda (PP) e a despesa de Roberci Nunes da Silva (PDT) à Direção Nacional são compatíveis com repasses partidários rotineiros. As demais transações (doação de Paulo Estevam de Souza a Roberci e despesa de Cleide a Paulo) não têm partido/coligação informados, mas os valores são baixos e podem ser ressarcimentos ou apoios entre candidatos da mesma região. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, nem um elo claramente inexplicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.616,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PROGRESSISTAS, MDB e PDT), mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma doação de R$ 20.000 da Direção Nacional do PROGRESSISTAS para um vereador do MDB, o que pode ser repasse partidário legítimo, e as demais são despesas de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação entre campanhas e partidos, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 432.616,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe. Não há um elo claramente anômalo, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 430.616,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PL, PDT) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 429 mil da Direção Nacional para Jacqueline) domina o total, enquanto as demais somam apenas R$ 1.616,25. Sem detalhes sobre a natureza dos repasses (ex.: doação oficial, ressarcimento, prestação de serviços), não há um fato concreto que caracterize ciclo fechado suspeito nem que o torne claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.536,25
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 16.536,25 entre entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PL) e a direção nacional do Progressistas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores são modestos. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A conexão entre as entidades é indireta e pode refletir coincidências de prestação de contas ou ressarcimentos partidários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT e Direção Nacional do Progressistas), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do fluxo (R$ 35.000) é uma doação da Direção Nacional para um candidato do PP, padrão comum de repasse partidário, e as demais transações somam valores baixos. Não há um fato concreto que destoe claramente de uma movimentação rotineira de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 36.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT e Direção Nacional do Progressistas), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), com a maior parte sendo doações partidárias rotineiras (Direção Nacional para candidato). Não há um fato concreto e gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.016.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PSDB, PT) e valores muito díspares, mas as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2024) e podem refletir repasses partidários, ressarcimentos ou doações entre aliados. O valor principal (R$ 1.012.040,00) é uma doação da direção nacional do PP a Alcides Ribeiro Filho, o que é um padrão comum, e as demais transações são de pequeno valor. Não há um fato concreto que force uma checagem imediata, nem elementos suficientes para descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.015.161,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PSDB, PT), o que dificulta uma explicação por coligação única, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 1.012.040,00) é uma doação da direção nacional do PP a Alcides Ribeiro Filho, enquanto as demais somam apenas alguns milhares. As transações menores (R$ 1.625, R$ 1.500, R$ 1.505,65) podem ser ressarcimentos ou despesas rotineiras de campanha, e a conexão entre elas não é clara o suficiente para afirmar que há um loop suspeito. Sem mais contexto sobre a natureza desses pagamentos, não há um fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.020.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PSDB, MDB) e valores muito díspares: uma doação de R$ 1.012.040 da direção nacional do PP a Alcides Ribeiro Filho (PSDB) em 2018, seguida de repasses de R$ 5.000 e R$ 3.000 a outros nomes, e uma despesa de R$ 16,25 de Roberci ao PP. O elo de maior valor é uma doação partidária oficial, não uma transação entre campanhas, e os demais valores são pequenos e compatíveis com ressarcimentos ou apoios pontuais. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não dá para descartar sem verificar a origem do repasse de R$ 1 milhão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.015.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PDT e a direção nacional do Progressistas) e valores que não formam um ciclo fechado claro: a maior parte do volume (R$ 1.012.040) é uma doação da direção nacional ao candidato Alcides Ribeiro Filho, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não há evidência de que os repasses entre candidatos de partidos diferentes tenham relação direta com o valor recebido da direção nacional. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos (ex.: serviços, cessão de espaço, etc.), não é possível afirmar se há um padrão anômalo ou apenas coincidências entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.014.656,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PDT e PROGRESSISTAS) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1.012.040,00 de um lado e R$ 10,00 a R$ 1.500,00 de outro) e as transações não formam um ciclo fechado e coerente no mesmo período, sugerindo possível artefato de agregação de dados. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop suspeito típico (mesmo grupo, mesmo ano, valores equivalentes).
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.032.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PDT e direção nacional do Progressistas) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1.012.040,00 de doação nacional para Alcides contra R$ 16,25 e R$ 100,00 nas demais pontas) e o elo 'WALLACE BRAZ FRANCISCO' aparece apenas como intermediário sem vínculo partidário declarado, dificultando afirmar se há um ciclo fechado intencional ou apenas coincidência de registros públicos. Não há um fato único e concreto que caracterize padrão anômalo claro, nem elementos suficientes para descartar a estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.023.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PSDB, NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, a maior parte do valor (R$ 1.012.040,00) é uma doação direta da direção nacional do PP a Alcides Ribeiro Filho, e as demais transações são de valores muito menores e em anos variados, sem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores. Não há um fato concreto que destoe de forma clara (como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.021.156,25
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT, PSDB, AGIR) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, o valor dominante (R$ 1.012.040,00) é uma doação da direção nacional do PP a Alcides Ribeiro Filho em 2018, e as demais transações são de baixa monta (R$ 10 a R$ 8.000), sem ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo pleito. A conexão entre as pontas é tênue e pode refletir apenas coincidências de registros públicos ao longo de vários anos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.116,25
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 21 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Osmar Florindo Santana é do PP e recebeu doação da direção nacional do Progressistas, partido ao qual o PP é aliado/federado em vários contextos. A transação de Roberci Nunes da Silva (PDT) para a direção nacional do PP, por valor pequeno (R$ 16,25), pode ser ressarcimento ou despesa administrativa, e a doação de Paulo Estevam de Souza a Roberci é de apenas R$ 100. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma base aliada, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza exata de cada lançamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 21 mil no total) e entidades ligadas ao mesmo espectro político em Goiás (PP e PDT), com transações em anos diferentes (2018 e 2020). A maior parte do fluxo é uma doação da direção nacional do PP a Osmar Florindo Santana (R$ 20 mil), que depois paga despesa a Wallace Braz Francisco, que doa a Roberci Nunes da Silva, que faz despesa à direção nacional. Não há um fato agudo que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é um padrão claramente rotineiro de repasse partidário. Fica no meio: vale checagem se houver outros sinais, mas isoladamente não é alarmante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.115,90
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT e Direção Nacional do Progressistas) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno da mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 10.000,00 de doação e R$ 999,65 de despesa) e a cadeia pode ser explicada por doações entre candidatos de municípios próximos ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 11.116,25 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: a direção nacional do PP doou a um candidato do PP, e há um candidato do PDT na cadeia. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, nem valores de ordem de grandeza superior. Faltam elementos para dizer se é coincidência ou algo a checar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.616,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (Progressistas, PDT e MDB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal claro. A maior parte do volume (R$ 30.000) é uma doação da Direção Nacional a FABIO ROSA FLORENTINO, e o retorno à Direção Nacional é de apenas R$ 16,25, o que não configura devolução expressiva. Não há um fato concreto que destoe de padrões rotineiros de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 31 mil e passa por direção nacional do partido, doações entre candidatos de partidos diferentes (PDT e MDB) e um valor de R$ 1.000 que sai de um candidato e volta para outro. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo fechado sem elo partidário), mas também não há explicação simples e clara para o loop completo. Faltam dados sobre a natureza da despesa de R$ 1.000 e sobre a relação entre os candidatos para decidir se é apenas movimentação rotineira de campanha ou algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 26 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PP, PDT e direção nacional do Progressistas), o que poderia indicar tanto repasses partidários rotineiros quanto uma coincidência entre campanhas. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e os valores individuais são pequenos, sem um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento de campanha. Não há elemento claro que justifique priorização manual, mas também não é possível descartar completamente a estranheza do ciclo fechado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 21 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PP, PDT) em Goiás, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A doação da Direção Nacional do PP a uma candidata do PP é um repasse partidário típico, e a despesa de Roberci (PDT) à Direção Nacional pode ser devolução ou contribuição partidária. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a interligação entre campanhas de partidos distintos via um intermediário comum (Paulo Estevam de Souza) merece uma checagem simples.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP, PDT e direção nacional do Progressistas), mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação da direção nacional a uma candidata do PP e a despesa de um candidato do PDT à direção nacional podem ter explicações legítimas, como repasses partidários ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas a mistura de partidos e a sequência circular justificam uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.616,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PDT e direção nacional do Progressistas), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 37,6 mil no total), as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024 e há um intermediário (PAULO ESTEVAM DE SOUZA) que não aparece como entidade formal, dificultando caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do padrão de doações e despesas miúdas entre campanhas municipais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: o PP nacional doou a Emivaldo Noleto Rocha (PP), e Roberci Nunes da Silva (PDT) aparece tanto recebendo quanto pagando despesas à direção nacional. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre os intermediários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.116,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 16 mil no total) e entidades com vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PP e PDT em Goiás, além da direção nacional do PP). As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e incluem uma doação de apenas R$ 100,00, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses e despesas miúdas entre campanhas, mas também não dá para descartar coincidência sem checar os vínculos entre os intermediários.