severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.663,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PT na Bahia (Mario Augusto, Luiz Carlos Caetano e Kaique Araujo são filiados ao PT; a Direção Estadual/Distrital é órgão partidário). O fluxo envolve doações e despesas entre candidatos do mesmo partido e a direção estadual, com valores compatíveis (R$ 1.015,50 a R$ 100.000,00) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). O ciclo fechado é típico de repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo entre correligionários, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão. Não há elemento concreto que fuja do padrão partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 287.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Waldenor, Luiz Carlos Caetano, Francina e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 150 mil) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2024, sem concentração temporal suspeita. O elo 'ELEIÇÃO 2018 RUI COSTA SANTOS GOVERNADOR' aparece como intermediário de doações e despesas de campanha, padrão comum em coligações majoritárias estaduais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.184.867,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Waldenor, Luiz Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Os valores são de ordens de grandeza distintas (de R$ 20 mil a R$ 1,5 milhão) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor discrepante que destoe do conjunto. O sinal merece registro, mas não há um fato concreto que fuja do padrão partidário-eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 321.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e a campanha de Rui Costa), o que é compatível com repasses internos, devoluções e despesas compartilhadas de uma mesma coligação. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 287.818,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Waldenor, Luiz Carlos Caetano, Kaique e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1 mil a R$ 150 mil) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor discrepante que destoe do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 237.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos a prefeito, vereador, deputado federal e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2.031, R$ 2.000, R$ 15.000, R$ 100.000) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.134.867,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (José Cerqueira, Luiz Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 20 mil, R$ 893 mil, R$ 10 mil, R$ 5,8 mil), sem um salto atípico que destoe do conjunto. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor quase idêntico ao doado. O loop parece mais um artefato de rastreamento entre campanhas da mesma coligação do que um indício que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 271.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do PT na Bahia, incluindo a direção estadual do partido e candidatos da mesma sigla, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ilícito ou desvio. O loop aparente pode ser explicado por coincidências de fluxos financeiros dentro do mesmo grupo político, não havendo um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 237.818,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e a coligação de Rui Costa), o que é um padrão comum de movimentação financeira dentro do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de empresa de ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 142 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 100 mil de Luiz Carlos Caetano para a campanha de Rui Costa) é uma despesa típica de apoio político, e as demais são doações de valores baixos. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.039.712,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia, o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (de R$ 5.850 a R$ 893 mil), mas a maior transação é uma doação da direção estadual para uma candidata, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente do esperado, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas coincidência rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 176.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1 mil a R$ 100 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor discrepante que destoe do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.663,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre aliados da mesma sigla. As transações são de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. O elo 'RUI COSTA DOS SANTOS' aparece como doador e como destino de despesa, mas isso é compatível com repasses dentro da mesma coligação estadual. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.189,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 142 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A presença da direção estadual do partido como intermediária é típica de repasses partidários, não um indício de irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.039.747,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Luis Carlos Caetano, Paulo Fernando Rangel de Lima, Ivoneide Souza Caetano e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1,04 milhão no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza discrepante ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 176.189,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT na Bahia (Luiz Carlos Caetano, Paulo Fernando Rangel de Lima, Rogério dos Santos Costa e a Direção Estadual do PT-BA), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000 por transação) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A presença da direção estadual do partido como intermediária reforça a explicação de fluxo financeiro partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 142.697,28
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT na Bahia (LUIZ CARLOS CAETANO, PAULO FERNANDO RANGEL DE LIMA, KAIQUE ARAUJO DA SILVA e a Direção Estadual do PT-BA), o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação/partido. As transações são de anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são compatíveis com doações e repasses partidários típicos, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo envolve também uma despesa de campanha para a eleição de Rui Costa (governador), que é uma figura do mesmo campo político, e não um retorno direto de dinheiro ao doador original. Não há indício de empresa de ramo estranho ou de valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósR$ 10.400,00
severidade média5 nósR$ 10.000,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 120.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT na Bahia, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a uma candidata. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 100 mil), compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 154.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários, devoluções de sobra e doações entre aliados do mesmo campo. A maior transação (R$ 100.000 de IVONEIDE para a Direção Estadual) é justamente um repasse a conta partidária, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 120.508,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são filiadas ao PT na Bahia, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 120,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de campanhas de um mesmo partido, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 118.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 100 mil de IVONEIDE SOUZA CAETANO para a Direção Estadual/Distrital, padrão comum de contribuição partidária. As demais movimentações são de baixo valor e ocorrem em anos distintos, sem concentração temporal que sugira triangulação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são filiadas ao PT na Bahia, e o elo central é a direção estadual do partido, que recebeu R$ 100 mil de IVONEIDE e repassou R$ 50 mil a ROGERIO — padrão típico de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 100 e R$ 1.000) e em anos distintos, sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza destoante, então os fatos não apontam para nada claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 118.608,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PT-BA) e uma direção estadual, o que é compatível com repasses partidários e devoluções de sobra, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.286,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT na Bahia (Luiz Carlos Caetano e Ivoneide Souza Caetano, aparentemente parentes) e dois intermediários sem partido/cargo informado, com valores que giram em torno de R$ 5.000 a R$ 6.000 por seta e fecham um loop em anos diferentes (2020, 2022, 2024). A coincidência de sobrenome entre os dois candidatos e o fato de o dinheiro retornar à mesma cadeia após passar por pessoas físicas sem vínculo partidário declarado dificultam a explicação como simples repasse de coligação. Não há prova de irregularidade, mas o padrão circular entre campanhas aparentemente familiares merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.386,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas filiadas ao PT na Bahia, com valores modestos (R$ 15.386 no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024 — não é um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com repasses internos de um mesmo grupo político ou ressarcimentos, mas a presença de uma entidade sem partido/cargo informado (LUCIANA DOS SANTOS DE SOUZA SANTANA) no meio da cadeia impede uma explicação totalmente automática. Não há valor fora de escala nem fornecedor de ramo incompatível que salte aos olhos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.886,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. As entidades nomeadas são todas do PT na Bahia, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas os valores e a direção das setas não formam um retorno claro e imediato à origem. Não há um fato concreto que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.386,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT na Bahia (LUIZ CARLOS CAETANO e IVONEIDE SOUZA CAETANO, aparentemente parentes pelo sobrenome), com valores modestos (R$ 15.386 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024). As setas alternam doações de terceiros e despesas pagas pelas campanhas, o que é compatível com prestação de serviços entre pessoas ligadas ao mesmo grupo político ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível —, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 127.886,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT na Bahia, e o elo central é a Direção Estadual/Distrital do partido, que aparece recebendo despesa de uma campanha e repassando doação a outra — padrão comum de conta partidária movimentando recursos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 161.886,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e não há indício de retorno financeiro direto ao doador original. O padrão é consistente com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 128.394,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia, incluindo a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e devoluções de sobra de campanha. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença de uma doação de pessoa física (LUCIANA) e de despesas pagas a ela também é comum em campanhas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.872,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. As três entidades nomeadas são todas do PT na Bahia, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão, como fornecedor de ramo incompatível ou valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas, todas do PT na Bahia, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), com valores moderados (R$ 1.000 a R$ 8.000), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 159.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (partido, direção estadual, candidatos e uma campanha majoritária do mesmo campo em 2018), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000 por transação) e as datas se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 118.000,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e distribuídos ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal ou valor atípico. A maior transação é uma despesa de R$ 100.000 de uma candidata a deputada federal para a direção estadual, o que pode ser repasse partidário ou contribuição estatutária. Não há indício de fornecedor estranho, preço fora de mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.619.884,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo partido (PT-BA), o que é um padrão comum: a direção estadual do partido repassa recursos a candidatos e estes devolvem sobras ou contribuem para o partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são compatíveis com movimentação partidária típica, sem indício de empresa privada devolvendo valor idêntico ou fornecedor fora do ramo. O loop aparente pode ser explicado por fluxos cruzados entre campanhas aliadas e a conta partidária, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 234.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PT na Bahia) e inclui a direção estadual do partido, que tipicamente repassa recursos a candidatos aliados. As transações somam valores modestos (R$ 2.031, R$ 1.300, R$ 1.000, R$ 100.000 e R$ 100.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A presença de uma entidade sem nome e de um doador identificado como 'ELEIÇÃO 2018 RUI COSTA DOS SANTOS GOVERNADOR' sugere registros de campanha majoritária, o que é comum em prestações de contas. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 159.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PT na Bahia (Luis Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano, Robinson Santos Almeida e a direção estadual do partido), o que é compatível com movimentações internas de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A doação de R$ 100.000 de Luis Carlos para Ivoneide (mesmo sobrenome, provável cônjuge) e a despesa de R$ 100.000 de Ivoneide à direção estadual são padrões comuns de repasse partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 169.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (Luis Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano, Rosemberg Evangelista Pinto e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 169 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 169.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. O valor total de R$ 169 mil é modesto e as maiores quantias são repasses da direção estadual do partido, padrão comum e legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 341.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT na Bahia (Luiz Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano, Afonso Bandeira Florence e a direção estadual do partido), o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e ressarcimentos. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1 mil a R$ 120 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor discrepante que destoe do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 341.310,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são compatíveis com transferências partidárias e despesas de campanha, sem indício de empresa privada devolvendo recursos ou fornecedor fora do ramo. A menção a 'ELEIÇÃO 2018 RUI COSTA DOS SANTOS GOVERNADOR' como origem/destino também se encaixa em movimentação de campanha majoritária do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 172.691,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e entidades todas ligadas ao PT na Bahia (Luiz Carlos Caetano, Ivoneide Souza Caetano, Maria del Carmen Fidalgo Sanchez Puga e a direção estadual do PT-BA), o que é um padrão comum de movimentação dentro do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 172 mil no total) e as transações incluem doações de direção partidária a candidatos e despesas de campanha, típicas de repasses internos. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 834.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e devoluções de sobra. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor (R$ 693 mil) é uma doação da direção estadual a um candidato do próprio partido, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor externo nem valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 152.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PT na Bahia, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A movimentação pode ser explicada por doações entre aliados, repasses da direção estadual e despesas de campanha, não havendo indício de anomalia grave que exija priorização imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 118.508,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades todas filiadas ao PT na Bahia, incluindo a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. A maior transação é uma despesa de R$ 100.000 da campanha de IVONEIDE para a direção estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse estatutário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 133.408,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT da Bahia, e o elo central é a direção estadual do partido, que recebe despesa de uma candidata e repassa doação a outro candidato — padrão comum de repasse partidário. As demais transações são doações entre candidatos do mesmo partido, em valores modestos (R$ 1 mil a R$ 16,5 mil), e o ciclo se fecha ao longo de vários anos (2018-2026), não num intervalo curto. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 164.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 1.000 a R$ 100.000) e anos distintos (2018-2022). A maior transação é um repasse da direção estadual do partido a um candidato, padrão comum de financiamento partidário. As demais movimentações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de valores.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 817.780,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PT da Bahia) e valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor (R$ 646.470,00) é uma despesa de Jaques Wagner para a campanha de Rui Costa em 2018, padrão comum de transferência entre campanhas aliadas. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto.