severidade média5 nósIA: bizarroR$ 65.340,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 65 mil, com dinheiro saindo de Rafael Barros Gomes (PSOL) para Áurea Carolina (PSOL), passando por uma empresa de intermediação cultural (EVOE) e retornando à cadeia via Izabella Lourença (PSOL) e uma despesa a Marcela Linhares. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, o elo central é uma empresa privada de serviços culturais que recebe despesa de campanha e depois aparece como doadora de outra campanha, criando um circuito fechado que não se explica apenas por coincidência de coligação. O valor de R$ 8.105,61 pago à EVOE e a subsequente doação de R$ 29.034,02 da EVOE a Izabella merecem checagem humana para verificar se há relação contratual ou de intermediação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.900,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21.900,10, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. Três dos envolvidos são do PSOL/MG, o que permite explicar parte das movimentações como aliança partidária ou repasses internos, mas a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando quanto recebendo, sem que os fatos esclareçam a natureza desses pagamentos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito acima do resto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar a razão dos pagamentos à EVOE.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 44.946,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44.946,51, com todas as pessoas físicas filiadas ao PSOL/MG, o que poderia sugerir um padrão de mesma coligação. No entanto, a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA aparece como doadora de JORGETANIA (R$ 17.948,00) e também como recebedora de despesa de AUREA (R$ 8.105,61), criando um fluxo de ida e volta entre a mesma empresa e o grupo. Além disso, RAFAEL doa R$ 9.605,00 para AUREA, mas não há explicação simples para esse repasse dentro do ciclo, já que ambos são candidatos do mesmo partido em anos diferentes. O conjunto de transações em sentidos opostos e a intermediação da empresa cultural justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.988,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44.988,68, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária legítima. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo despesa de outra, padrão que pode ser contratação de serviços culturais, mas não há detalhamento do objeto ou valores de mercado para avaliar. Sem informações sobre a natureza dos serviços e sem valores claramente anômalos, não há fato concreto que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 37.676,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37,6 mil, com dinheiro saindo de Rafael Barros Gomes (PSOL-MG) para Áurea Carolina (PSOL-MG), passando pela empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais, indo para Pollyana do Amaral Ferreira (PSOL-MG) e retornando à cadeia. Embora todos os políticos sejam do PSOL-MG, o loop fecha entre campanhas e uma empresa de intermediação de serviços culturais, o que não é um padrão rotineiro de repasse partidário ou devolução de sobra. O fato de a empresa EVOE receber despesa de Áurea e doar para Pollyana, enquanto esta paga despesa a uma campanha que doa a Rafael, cria um circuito fechado que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.676,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos e direção estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE aparece como fornecedora da campanha de Áurea e doadora de Gustavo, o que pode ser um fornecedor que também apoia candidatos do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 28,6 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.613,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21,6 mil, com dinheiro saindo de Rafael Barros Gomes (PSOL) para Áurea Carolina (PSOL), passando por uma empresa de serviços culturais (EVOE) e retornando à cadeia via Kênia Ribeiro (PSOL) e uma empresa sem nome. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, o retorno do dinheiro a uma campanha anterior por meio de uma empresa de intermediação cultural e de uma empresa sem nome não tem explicação simples e merece checagem humana. A quantia de R$ 8.105,61 paga por Áurea Carolina à EVOE é a maior transação e pode indicar um contrato de serviço, mas o fato de a EVOE ter doado R$ 2.215,00 a Kênia Ribeiro no mesmo ano fecha um loop que não é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.174,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e há uma empresa de intermediação de serviços culturais que recebeu despesas de campanha e doou para uma candidata do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 29 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que pode ser explicado por repasses partidários, contratação de serviços e doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com a atividade, mas a existência de um ciclo fechado entre as mesmas pessoas e empresa justifica uma checagem manual para confirmar a regularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 23.978,10
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre campanhas do PSOL em MG, mas o elo de entrada é uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) que doa R$ 4.160 a uma candidata e depois recebe R$ 8.105,61 de despesas de outra campanha do mesmo partido — ou seja, a empresa aparece nos dois lados do fluxo. Além disso, a candidata Leandra Du Art paga despesa à campanha de Dário Ricardo de Moura, que por sua vez doa a Rafael Barros Gomes, que doa a Áurea Carolina, que paga a EVOE, fechando o loop. O valor total é modesto, mas a presença de uma empresa privada no centro do ciclo e a mistura de anos (2018 e 2020) dificultam uma explicação simples de mera coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 31.146,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 31 mil, mas o elo mais chamativo é a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA: ela doa R$ 4.160 para a campanha de Leandra Du Art e, na mesma cadeia, recebe R$ 8.105,61 como despesa da campanha de Áurea Carolina. Ou seja, uma empresa de intermediação cultural aparece doando para uma candidata e sendo paga por outra campanha do mesmo partido, o que não tem explicação óbvia apenas pela coligação. Além disso, Rafael Barros Gomes doa R$ 9.605 para Áurea Carolina em 2020, mas a cadeia fecha com o dinheiro voltando ao PSOL estadual, sugerindo um circuito fechado que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.986,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018/2020, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de despesas. Os valores são modestos (R$ 11.986,45 no total) e as transações se distribuem em anos diferentes, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.113,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos (R$ 34 mil no total). Três dos quatro candidatos são do PSOL de MG, o que pode explicar a circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, e a empresa EVOE tanto doou quanto recebeu pagamentos, o que é compatível com prestação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.148,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PSOL em MG, com valores modestos (R$ 19 mil no total) e transações em anos diferentes (2018 e 2020). As setas podem ser explicadas por doações internas entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha, mas a existência de um loop fechado com um intermediário sem partido identificado (MAURICIO LINO MOREIRA) impede descartar totalmente a necessidade de checagem. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.886,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre campanhas do PSOL em MG em anos diferentes (2018 e 2020), com valores que não retornam integralmente ao ponto de partida. A maioria das entidades compartilha partido (PSOL) e/ou cargo/UF, o que é compatível com repasses internos legítimos, mas a presença de uma empresa sem nome e de uma pessoa física (Débora Luana da Costa) sem vínculo partidário explícito impede uma explicação totalmente simples. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.013,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) que doou R$ 22.361,00 para a campanha de Rafael Barros Gomes (PSOL/MG) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 547,00 como despesa da campanha de Sandra Maria da Silva (PSOL/MG). Além disso, Rafael Barros Gomes doou R$ 9.605,00 para Aurea Carolina em 2020, e Aurea pagou despesa a Débora Luana da Costa, que havia doado para Sandra em 2018. Embora todos os políticos sejam do PSOL/MG, o fluxo de recursos entre uma empresa e campanhas, com valores desproporcionais (doação de R$ 22 mil versus despesa de R$ 547), e a conexão indireta via Débora, justificam uma checagem humana para verificar a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.048,87
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais, e a movimentação ocorre dentro do mesmo partido/coligação em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). O fluxo inclui doações da direção estadual para candidatos, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha, padrão comum em coligações proporcionais. Os valores são modestos (R$ 19 mil no total) e compatíveis com transferências internas de campanha, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.915,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Rafael Barros Gomes, Áurea Carolina e Dario Ricardo Braga de Moura), o que dá uma explicação partidária plausível para parte das transferências. Porém, a maior transação (R$ 9.605,00 de Rafael para Áurea em 2020) é de uma ordem de grandeza acima das demais e ocorre em ano eleitoral diferente do restante, e o ciclo inclui entidades sem nome/partido identificado (uma empresa e dois CPFs), dificultando verificar se o loop é apenas coincidência entre aliados. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, mas também não dá para descartar sem checar a natureza dessas entidades intermediárias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.880,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em anos diferentes (2018 e 2020), o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 24.880 no total) e as transações têm quantidades pequenas, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão esperado para justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósR$ 10.755,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.417,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Rafael Barros Gomes, Áurea Carolina e Dario Ricardo Braga de Moura), o que dá uma explicação partidária plausível para as transferências entre eles. Porém, a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando R$ 22.361,00 a Rafael quanto recebendo R$ 551,97 de Dario, e há uma entidade intermediária sem nome (CNPJ 31181353000169) no meio da cadeia, o que dificulta uma leitura puramente rotineira. Os valores são modestos e o ciclo se estende por 2018-2020, sem um fato isolado que salte aos olhos como anômalo. Não há elemento concreto suficiente para classificar como bizarro nem para descartar como totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.786,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018/2020, com valores baixos (R$ 11,7 mil no total) e transações que se parecem com doações e despesas entre campanhas do mesmo partido/coligação. As duas empresas sem nome no cadastro não têm CNPJ revelado nas transações, mas os valores são compatíveis com repasses internos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.913,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,9 mil, com um núcleo de três candidatos do PSOL de MG (Rafael Barros Gomes, Sandra Maria da Silva e Áurea Carolina) e duas empresas. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais doou R$ 22,3 mil a Rafael, mas também recebeu R$ 547 de Sandra, criando um fluxo de mão dupla entre uma campanha e uma empresa que não aparece como doadora dos demais. Além disso, há transações cruzadas entre candidatos do mesmo partido em anos diferentes (2018 e 2020) e uma doação de uma campanha de 2018 (Pollyana do Amaral Ferreira) para Sandra, o que foge do padrão de simples repasse partidário. O conjunto fecha um loop com valores e sentidos variados, justificando checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.948,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,9 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo porque o dinheiro circula dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão legítimo e comum. Não há fornecedor externo com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem empresa que doou e recebeu de volta quase o mesmo montante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.466,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018/2020, com valores modestos (R$ 11,4 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha. A maior transação (R$ 9.605,00 de Rafael para Áurea) é uma doação entre candidatos do mesmo partido, o que é comum em coligações. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.467,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,4 mil, com transações que atravessam anos diferentes (2018 e 2020) e incluem uma empresa de serviços culturais (EVOE) que doa R$ 22,3 mil a um candidato do PSOL e depois recebe R$ 201 de despesa de outro candidato do mesmo partido. A presença de uma empresa intermediadora de serviços culturais doando quantia relevante a um candidato e o fechamento do loop entre campanhas do PSOL de MG, embora possível em uma coligação, não tem explicação simples evidente (não é repasse partidário, nem devolução de sobra). O valor de R$ 22,3 mil doado pela EVOE é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.601,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,6 mil, com a maior parte do fluxo (R$ 22,3 mil) saindo de uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) para o candidato Rafael Barros Gomes, que depois doa R$ 9,6 mil para Áurea Carolina. O retorno à EVOE se dá por despesas de apenas R$ 155,60 de Gustavo Ribeiro, e há ainda uma campanha de terceira (Pollyana do Amaral) no meio do loop. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, o encadeamento empresa→candidato→candidato→empresa em anos diferentes (2018 e 2020) e com valores muito díspares não tem explicação simples e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.995,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18.995,72 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre candidatos da mesma coligação e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como fornecedor sem relação com o serviço, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A movimentação é compatível com a rotina de campanhas de um mesmo partido, embora a existência de um loop justifique uma conferência manual para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.016,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que se trate de movimentação entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre membros de um mesmo grupo político, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem verificar a relação entre a empresa EVOE e os demais envolvidos.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 45.900,89
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas e empresas ligadas ao PSOL de MG, o que poderia sugerir uma rede de aliados, mas chama atenção que uma empresa (EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS) doe R$ 22.361,00 para a campanha de Rafael Barros Gomes e depois receba R$ 1.509,89 da campanha de Jorgetania da Silva Ferreira, configurando um fluxo de ida e volta entre campanhas e uma empresa privada. Além disso, há doações entre campanhas de candidatos do mesmo partido em anos diferentes (2018 e 2020), o que não é típico de simples repasse partidário. O valor total de R$ 45.900,89 não é alto, mas a estrutura circular envolvendo uma empresa de serviços culturais e campanhas do PSOL merece verificação humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.971,86
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais (Rafael Barros Gomes, Aurea Carolina, Jorgetania da Silva Ferreira e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 29,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.015,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas e uma empresa sem nome identificado, todas ligadas ao PSOL de MG, o que é compatível com um grupo político pequeno que troca recursos entre si. Os valores são modestos (R$ 25 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados do mesmo partido, mas a ausência de nomes de algumas entidades e a mistura de tipos (doação e despesa) impedem uma explicação totalmente simples.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 36.980,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais e atuaram juntas em eleições de 2018 e 2020, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 36.980 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo refletir repasses internos de campanha, ressarcimentos ou apoio mútuo. Não há indício de empresa privada recebendo de volta valores expressivos ou de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.855,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais e atuaram juntas em eleições nos mesmos anos (2018 e 2020), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 22.855 no total) e as transações incluem tanto doações quanto uma despesa de campanha, padrão comum em prestações de contas de campanhas pequenas. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 45.517,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 45,5 mil, com dinheiro saindo de uma campanha e retornando à mesma cadeia. O ponto que mais chama atenção é a empresa EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS LTDA: ela doa R$ 22,3 mil para a campanha de Rafael Barros Gomes, mas também recebe R$ 551,97 em despesas da campanha de Dario Ricardo Braga de Moura, criando um fluxo de ida e volta entre doador e fornecedor. Embora todos os candidatos sejam do PSOL/MG e haja valores modestos, a coincidência de uma empresa cultural doar para uma campanha e ser paga por outra campanha do mesmo grupo partidário justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.281,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 23,2 mil no total) e as transações ocorrem entre 2018 e 2020, anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, Rafael Barros Gomes, Sandra Maria da Silva e Áurea Carolina são todos do PSOL/MG, o que torna plausível que sejam repasses internos do partido ou entre candidatos aliados. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 45.408,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e envolve R$ 45,4 mil, mas o ponto que chama atenção é a empresa EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS LTDA: ela doa R$ 22,3 mil para a campanha de Rafael Barros Gomes e, na mesma cadeia, recebe R$ 547 de despesa paga pela campanha de Sandra Maria da Silva. Uma empresa de intermediação de serviços culturais aparecer doando para campanha e também como fornecedora pagã por campanha do mesmo grupo partidário não tem explicação óbvia e merece checagem humana. As demais setas são compatíveis com doações entre candidatos do PSOL/MG, mas o nó envolvendo a EVOE é o fato concreto que justifica priorizar o caso.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.443,87
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL de Minas Gerais, e as transações ocorrem entre campanhas do mesmo partido em 2018 e 2020. O fluxo inclui doações da direção estadual para candidatos, repasses entre candidatos da mesma chapa e despesas de campanha, padrão comum em coligações partidárias. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos e ressarcimentos, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.858,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PSOL de MG, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 39,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A empresa EVOE aparece como doadora de R$ 22,3 mil para Rafael e recebedora de R$ 506 de Herlen, valores desproporcionais entre si e sem indício de retorno do mesmo montante. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre as pessoas e a empresa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.522,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32,5 mil, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Três das quatro pessoas são do PSOL de MG, o que pode explicar doações entre aliados, mas a empresa EVOE aparece doando R$ 22,3 mil a um candidato e recebendo R$ 356 de outro, sem que se saiba seu ramo ou vínculo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, ciclo curto e fechado entre sem partido comum), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.343,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são candidatos do PSOL em MG, o que torna plausível que as transações decorram de articulação partidária ou reembolsos internos. A empresa EVOE aparece tanto como doadora de campanha quanto como fornecedora de despesas, o que pode ser coincidência ou indício de contratação, mas não há valores discrepantes nem fornecedor de ramo alheio ao serviço. O elo com JOÃO MARIA DE ALMEIDA ROCHA, que não tem partido informado, quebra parcialmente a cadeia, mas não há elementos suficientes para afirmar que o padrão fuja do rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.615,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto: há doações e despesas entre campanhas do mesmo partido (PSOL-MG) em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados. O valor total é baixo (R$ 14.615,00) e não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem fornecedor com ramo estranho. Faltam dados para afirmar que o ciclo é artificial ou que há algo além de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.580,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são do PSOL de MG, e as transações ocorrem em 2018 e 2020, anos eleitorais. O fluxo é compatível com doações e despesas entre campanhas aliadas do mesmo partido, incluindo repasses para candidaturas conjuntas e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 26,5 mil no total) e não há indício de enriquecimento ou desvio. O ciclo fechado é explicável pela rede de alianças partidárias.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.455,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são candidatos do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais, o que torna plausível que as movimentações decorram de alianças internas, repasses partidários ou ressarcimentos entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 12.455 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de uma rede de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.117,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35 mil, mas os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo ano. Três dos cinco atores são do PSOL/MG, o que permite explicar parte das doações como articulação interna de campanha, e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, padrão compatível com prestadora de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo alheio, ciclo imediato), mas a presença de uma empresa intermediária no meio do loop e a mistura de doações e despesas entre as mesmas pessoas justificam uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.158,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, com valores pequenos e pulverizados. Três dos cinco nomes são do PSOL de MG, o que sugere uma rede partidária comum, mas há uma empresa de intermediação cultural (EVOE) e uma campanha de outro partido (Dário Ricardo Braga de Moura) no meio, sem vínculo explícito. O volume e a dispersão temporal (2018-2020) não mostram um padrão claro de retorno de recursos, mas também não permitem descartar coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.470,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, e a direção estadual do partido aparece como origem e destino de recursos. Os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre candidatos e órgão partidário do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.330,50
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior parte do valor (R$ 22.361,00) sai da empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA diretamente para o candidato Rafael Barros Gomes (PSOL/MG), que depois doa R$ 9.605,00 para Aurea Carolina (PSOL/MG), a qual paga despesa à campanha de Dario Ricardo Braga de Moura, que doa para Leandra Du Art (PSOL/MG), que por sua vez paga despesa de volta à EVOE. Há um elo (a campanha de Dario Ricardo Braga de Moura) sem partido/coligação declarado no conjunto, e a empresa EVOE aparece tanto como doadora de valor alto quanto como recebedora de despesa de campanha, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.497,82
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais (Rafael Barros Gomes, Leandra Du Art e Áurea Carolina são candidatos do partido, e a Direção Estadual é o próprio órgão partidário). O fluxo de recursos entre candidatos da mesma legenda, incluindo doações de uma campanha para outra e despesas pagas a diretórios, é um padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem indício de ciclo fechado suspeito. A presença de uma entidade sem nome (CNPJ 31182373000154) não é suficiente para tornar o caso bizarro, pois pode ser um fornecedor ou prestador de serviço da campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.475,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34,4 mil, mas as transações estão distribuídas em anos diferentes (2018 e 2020) e há vínculos partidários claros: Rafael, Sandra e Áurea são todos do PSOL de MG. A maior parte do valor (R$ 22,3 mil) é uma doação da empresa EVOE para Rafael, e o restante são valores pequenos entre campanhas do mesmo partido, o que pode ser repasse interno ou ressarcimento. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo com uma empresa de serviços culturais pagando despesas de campanha merece uma olhada humana para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.511,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 19,5 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha. A presença de uma entidade sem nome (possivelmente fornecedor) e de um comitê eleitoral de outro candidato do partido não é suficiente para caracterizar algo atípico. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo de dinheiro para fora do círculo partidário.