severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.721.064,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores que, embora somem R$ 7,7 milhões, são explicáveis por doações partidárias e repasses internos. A maior transação (R$ 1,6 milhão da UM A MAIS para Lula em 2022) é uma doação empresarial típica, e as demais são de baixo valor ou repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais. O loop pode ser coincidência de fluxos dentro da mesma coligação, sem indício claro de irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.734.564,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades majoritariamente ligadas ao PT (candidatos e direção partidária), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de tecnologia doando valores vultosos a Lula e recebendo despesas de campanha merece uma checagem manual para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 159.087,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas com sobrenomes Tenório/Cerqueira Tenório, mas em partidos diferentes (PP, MDB, PRD, PDT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Há um fluxo de R$ 46.000 e R$ 90.000 saindo da campanha de Olivia para Maurício (despesas), enquanto Maurício doa apenas R$ 333 para Augusto, e Augusto paga R$ 150 a Genilson, que doa R$ 2.000 a José, que doa R$ 20.604 a Olivia — valores muito desproporcionais entre as pontas. O loop fecha com transações de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sugerindo possível arranjo de repasses familiares que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 86.163,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PSD, PSB e PSDB) e valores que somam R$ 86 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e rápido. Além disso, há um intermediário (WALTER RODRIGO FREITAS) que não aparece como entidade na lista, e a maior parte do valor (R$ 66,7 mil) é uma doação da direção estadual para RODRIGO SANTOS CUNHA, que pode ser repasse partidário legal. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.583,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PL/AL, PRTB/DF), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas distintas (doações, despesas com Facebook e com uma financeira) e valores baixos, sem um fato concreto que destoe do padrão. O elo entre Leonardo e Carolina (mesmo sobrenome e mesmo partido/UF) sugere possível relação familiar, mas não há dados suficientes para afirmar que o loop seja anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.393,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 23.393,30) e pessoas físicas de partidos diferentes (PDT e REPUBLICANOS), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. As quantias são pequenas e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.412,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17,4 mil no total) e pessoas com sobrenome comum (Tarcizo e Tulio Sampaio Freire), o que sugere possível relação familiar, mas os partidos são diferentes (PV, Solidariedade, PP), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. As transações se distribuem entre 2020 e 2026, com uma doação de Nelson a Tarcizo e uma despesa de Tulio a Nelson, mas não há um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Sem mais contexto sobre vínculos familiares ou contratos, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.600 no total) e pessoas com sobrenome comum (Tarcizo e Tulio Sampaio Freire), o que sugere possível relação familiar ou de grupo político local em Alagoas. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os partidos são diferentes (PV, PP, Solidariedade), mas isso não é incomum em coligações municipais. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha de pequeno porte, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.320,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome igual (Tarcizo e Tulio Sampaio Freire), mas partidos diferentes (PV e Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a hipótese de coligação única. Os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações são poucas, com dois intermediários sem nome/partido visível. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para cravar nem rotina nem estranheza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.970,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos com sobrenome igual (Tarcizo e Tulio Sampaio Freire), mas de partidos diferentes (PV e Solidariedade), e dois intermediários sem partido informado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível descartar coincidência familiar.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PSD em Santa Catarina (Osni e Edilson), com valores modestos e compatíveis com repasses internos de direção municipal e pagamentos a uma mesma pessoa física (Fabiana). A maior transação é uma despesa de R$ 17.000 de Edilson para Fabiana, que também doou R$ 150 a Osni, padrão comum em campanhas do mesmo grupo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.364,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18.364,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (Emerson Maas e João Celso Cardoso são do MDB/SC), e os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores baixos (R$ 11.500 no total) e três pessoas físicas, duas delas do PL de SC, o que poderia ser explicado por aliança partidária ou ressarcimento. Porém, há um elo sem partido informado (ISMAEL GREIN) e o ciclo fecha entre 2018 e 2022, com transações de tipos variados (doação e despesa), sem que os fatos permitam afirmar se há padrão legítimo ou apenas coincidência. Não há elemento concreto que destoe (valor, ramo, ciclo curto fechado) a ponto de justificar priorização, mas também não há explicação simples evidente.
severidade média4 nósR$ 10.000,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 306.653,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT (Ideli Salvatti, Lula e Pedro Baldissera), o que permite explicar boa parte das movimentações como repasses internos do partido ou entre aliados. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares, sem um padrão claro de devolução de recursos. O elo mais frágil é a empresa RBC-VG, que recebeu apenas R$ 26,77 de Pedro Baldissera em 2018 e doou R$ 2.626,24 a Ideli no mesmo ano, mas isso pode ser mera coincidência de intermediação de financiamento coletivo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de Santa Catarina, a maioria do MDB, mas com um vereador do PPS e um prefeito do PSD, o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Os valores são modestos (R$ 12.800 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que dificulta caracterizar um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e evidente para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 701.371,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PT em Santa Catarina, com valores que parecem repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação de R$ 698.850,00 da direção estadual para Ana Paula, compatível com financiamento partidário. As demais transações são de pequeno valor (R$ 1.500,00 e R$ 2.184,00) e podem ser ressarcimentos ou pagamentos rotineiros entre aliados. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 155.583,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em Santa Catarina, o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 1.500 em doações individuais) e a maior transação é um repasse da direção estadual ao candidato Decio Nery de Lima, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 162.517,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e repasses partidários. A maior transação é da direção estadual para um candidato do próprio partido, padrão legítimo e comum. Não há fornecedor sem relação, valor fora de escala ou entidade externa ao grupo político.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 67.901,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-SC e PRTB-DF) e duas empresas, mas as transações são de anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno claro de mesmo montante. A Rinobox doou R$ 9.048 a Ana Paula em 2022, enquanto Danilo pagou apenas R$ 253,45 à mesma empresa no mesmo ano, e as despesas com Facebook são de anos anteriores ou posteriores. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns (doações de empresas a campanhas, gastos com impulsionamento no Facebook), mas também não há explicação simples e única que amarre o ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 65.434,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades com transações em anos distintos (2020, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As maiores movimentações são despesas com o Facebook (R$ 47.100 e R$ 10.000), típicas de campanhas digitais, e a doação da Rinobox a Decio Nery (R$ 5.581) pode ser apoio empresarial comum. Não há um fato isolado que destoe de padrões legítimos, mas a combinação de partidos diferentes (PT e PRTB) e a intermediação de uma empresa de soluções financeiras justificam uma checagem manual para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 701.371,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT de Santa Catarina, um padrão comum de repasses partidários entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 1.500, R$ 1.000 e R$ 21,84) e o único montante relevante (R$ 698.850,00) é a doação oficial da direção estadual à candidata, típica de campanha majoritária. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 155.583,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT de Santa Catarina, com valores baixos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e incluem doações e despesas típicas entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com a política, nem valores discrepantes que sugiram algo além da rotina partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 162.517,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Santa Catarina (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A maior parte do volume (R$ 154.446,00) é repasse da direção estadual para um candidato, típico de financiamento partidário.
severidade média4 nósR$ 10.196,46
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.988,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PV, PSB) e UFs diferentes (SC, DF), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 15.988 no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, empresa que doou milhões e recebeu de volta), então não dá pra afirmar que é bizarro nem que é claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 14.184,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são candidatos do mesmo partido (PT) em Santa Catarina, o que torna plausível que as doações reflitam articulação interna partidária ou apoio mútuo entre aliados. A empresa ELEGIS aparece como doadora de CEDENIR e recebedora de uma despesa de campanha de ANA PAULA, valores pequenos e compatíveis com serviços de consultoria/tecnologia. O total movimentado (R$ 14,1 mil) é baixo e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal que sugira um esquema de lavagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.710,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT de SC e duas empresas, com valores modestos (R$ 22,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2022 e 2024. As doações entre candidatos da mesma sigla e o pagamento a fornecedores são padrões comuns em campanhas, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) que doa e recebe de volta merece uma olhada, ainda que sem indício claro de irregularidade. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramo ou ciclo curtíssimo), então não dá para classificar como bizarro nem como plenamente rotineiro.
severidade média4 nósR$ 10.375,39
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.455,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT (SC e GO) e duas empresas, com valores modestos (R$ 16,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2022 e 2024. As setas não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano: a maior parte do fluxo (Rinobox -> Ana Paula e Edward -> Rinobox) é de 2022, enquanto a ligação Elejis -> Edward é de 2024, e o pagamento de Ana Paula à Elejis é de apenas R$ 1,09. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.988,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.988,20, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Três dos envolvidos são filiados ao PT, o que poderia explicar parte das conexões, mas as empresas ELEGIS e RINOBOX não têm partido declarado e aparecem tanto recebendo quanto doando, sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo a checar. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, ramo incompatível, ciclo curto e fechado) nem elementos suficientes para descartar a coincidência.
severidade média4 nósR$ 10.355,09
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.019,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As três pessoas físicas são todas do PT, embora de cargos e UFs distintos, o que poderia indicar uma rede partidária comum. Não há um fato agudo que destoe (como valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo fechado no mesmo ano), mas também não é possível descartar coincidência ou movimentação rotineira de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.305,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (NOVO, PT, REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de coordenação imediata. Os valores são pequenos e desproporcionais entre si, e a maior transação (R$ 53,9 mil da Rinobox para Lucas Gonzalez) não retorna à origem de forma equivalente. Não há um fato concreto que destoe claramente, mas também não há um padrão legítimo evidente que explique todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.575,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As três pessoas físicas são filiadas ao PT, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária, embora atuem em cargos e estados diferentes (SC e GO). Não há um fato agudo que force uma checagem imediata, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.391,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 20.689,00 de doação da Rinobox a Edward, R$ 636,49 de despesa de Ana Paula à Rinobox, R$ 50,00 de doação da Elegis a Ana Paula e R$ 16,35 de despesa de Edward à Elegis), sem que se veja um fluxo circular significativo de retorno. As entidades compartilham o PT e cargos similares, o que pode explicar conexões entre campanhas, mas a Rinobox é uma empresa de soluções financeiras e a Elegis de consultoria/tecnologia, ramos que não se conectam diretamente aos serviços típicos de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza superior ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.063,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e entre campanhas de partidos diferentes (PT e PSOL), sem um elo temporal ou partidário claro que feche um loop imediato. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, e não há indício de que as empresas tenham ramo incompatível ou que os montantes destoem do padrão. A cadeia pode ser coincidência entre campanhas ou resultado de ressarcimentos, mas os fatos disponíveis não permitem afirmar que há algo rotineiro nem genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.736,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PP, PL) e valores pequenos (R$ 15,7 mil no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. As maiores quantias são doações da Rinobox a Fabiano (R$ 14,8 mil), mas não há evidência de que a Rinobox tenha recebido de volta da cadeia — a única saída dela é para Fabiano, e a entrada vem de Ana Paula (R$ 636). O fechamento do ciclo depende de uma doação de R$ 50 da Elegis a Ana Paula, o que pode ser mera coincidência entre campanhas sem vínculo partidário comum. Não há um fato concreto que destoe (valores altos, mesmo partido, fornecedor sem relação) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.803,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15,8 mil, com valores pequenos e dispersos ao longo de 2022-2026. Três dos cinco nós são candidatos do PT (SC e GO), o que permite explicar parte das transações como movimentação dentro do mesmo partido, mas as duas empresas (Rinobox e ELEGIS) não têm relação partidária declarada e aparecem em pontas opostas do ciclo. Os valores são baixos e as transações estão espalhadas em anos diferentes, o que enfraquece a leitura de um loop fechado e intencional.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.063,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período. As conexões entre os agentes são indiretas e podem ser explicadas por relações comerciais ou partidárias comuns, sem um fato concreto que destoe (como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.034,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa com Facebook, pagamento a fintech) e valores baixos. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade; a conexão parece mais um artefato de como os dados foram encadeados do que um fluxo circular real.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 155.399,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT de SC e a direção estadual do partido, com valores pequenos (R$ 80 a R$ 2.575) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha rotineiras. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo estranho. O loop parece mais um artefato de agregação de transações esparsas do que um padrão fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.334,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e estados diferentes (PT-SC, PDT-SC, PRTB-DF) e duas empresas, com valores baixos e anos variados (2020 e 2022). As transações parecem ser doações e despesas normais de campanha, mas a conexão entre elas não forma um padrão claro de mesma coligação ou grupo político. Não há um fato específico que destoe (como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação), mas também não é possível explicar como um fluxo rotineiro óbvio.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 172.334,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem vínculo partidário comum (PT-SC e PRTB-DF) e valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 5,5 mil de doação da Rinobox a Decio vs. R$ 120 mil de despesa de Decio com Facebook/DLocal). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de mercado ou que configure ciclo curto e fechado entre os mesmos atores.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 273.424,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve parentes com sobrenome Berger (Dario Elias Berger e Djalma Vando Berger) e um candidato de outro partido (Juliano Duarte Campos, PSD), sem coligação ou partido comum evidente entre todos. A campanha de Djalma repassou R$ 170 mil a Juliano, que pagou R$ 2,5 mil a Augusto, que doou R$ 300 a Djalma, e Djalma ainda doou R$ 100 mil a Dario em 2024 — valores e direções que não se explicam por mera coincidência de coligação. O retorno de recursos à mesma cadeia em anos diferentes merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.200,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, há nomes ligeiramente diferentes (ADAM RUIZ ANDRADE DA COSTA vs ADAN RUIZ ANDRADE DA COSTA; DIEGO SOARES CARDOSO DE ANDRADE vs DIEGO SOARS CARDOSO DE ANDRADE) que podem indicar erro de grafia ou entidades distintas, dificultando a confirmação do ciclo. Não há um fato concreto e inequívoco que justifique priorização manual, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, a maioria das entidades é do partido REPUBLICANOS em SC, o que torna plausível que sejam aliados políticos e que as movimentações reflitam apoio mútuo ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 14.400 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (REPUBLICANOS entre Paulo e Sérgio) e nomes similares (Tiago Kuns dos Santos / Thiago Kunz dos Santos) que podem indicar confusão de cadastro ou relação legítima. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem checar os vínculos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas os valores são modestos (R$ 22,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Além disso, os dois candidatos identificados são de partidos diferentes (Republicanos e MDB), mas não há informação sobre coligação ou vínculo entre os demais envolvidos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, nem um elemento que force uma checagem manual prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.486,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos eleitorais diferentes (2020, 2022, 2024) e partidos distintos (PL e MDB), sem coligação comum evidente. Os valores são modestos (R$ 546 a R$ 9.600) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, mas a formação de um loop fechado entre os mesmos nomes chama atenção. Faltam dados sobre a relação entre as pessoas e a natureza dos serviços prestados para uma conclusão mais firme.