severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 33.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD, PODE, PDT) e em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Por outro lado, dois dos envolvidos compartilham o sobrenome CAMPELO DA SILVA, sugerindo possível vínculo familiar, e os valores são modestos (R$ 33,25 mil no total). Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para cravar nem 'plausível' nem 'bizarro'.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (PSD e PDT) e cargos distintos, mas as transações ocorrem em anos separados (2018 e 2022), não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 6.000 e R$ 5.250) e a diferença de direção e tipo (despesa em 2018, doação em 2022) pode ser explicada por movimentações normais entre campanhas ao longo do tempo. Não há elemento concreto que force uma checagem manual, nem dados suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 52.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 52,5 mil no total) e pessoas com o mesmo sobrenome (Campelo da Silva), sugerindo possível relação familiar. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), o que é compatível com movimentações normais de campanha ao longo do tempo. A doação de R$ 50 mil de Dawglish para Alessandra em 2018 e a despesa de R$ 2 mil de Allan para Dawglish em 2020 não configuram um retorno significativo ou desproporcional. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores que fujam do padrão.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 68.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades têm o mesmo sobrenome (CAMPELO DA SILVA) e atuam no mesmo estado (AM), o que sugere relação familiar próxima. Doações entre parentes em campanhas diferentes são comuns e podem ser explicadas por apoio familiar, ainda que os partidos sejam distintos (PSD e PODE). O valor total de R$ 68 mil não é exorbitante e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 23.956,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes coincidentes (Campelo da Silva) e partidos diferentes (PSD, PODE, PDT), o que poderia sugerir relação familiar, mas não há confirmação. Os valores são modestos (R$ 23.956 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações entre candidatos da mesma região, mas também não é possível afirmar que seja um padrão legítimo comum sem mais contexto.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 19.918,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes coincidentes (Campelo da Silva), mas partidos diferentes (PSD e PODE) e anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 18.000, R$ 706 e R$ 1.212) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, empresa devolvendo milhões), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 26.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três políticos do Amazonas, dois deles do mesmo partido (UNIÃO), o que é um padrão comum em coligações. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são relativamente baixos (R$ 500 a R$ 20.000), sem indício de desproporção. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de doações entre aliados políticos, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas em campanhas de 2020 no AM, mas os partidos são diferentes (AGIR e MDB) e não há coligação declarada nos dados. Os valores são modestos (R$ 9.600, R$ 3.000 e R$ 1.000) e as transações são de tipos distintos (doação e despesa), o que dificulta tanto afirmar padrão legítimo claro quanto apontar um fato anômalo específico. Sem mais contexto sobre vínculos entre as pessoas ou sobre a natureza da despesa, não dá para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Vanilso Monteiro da Silva (candidato a prefeito pelo UNIÃO no AM) e Cleuto Costa de Oliveira. Em 2020, Vanilso pagou R$ 7.000 a Cleuto como despesa; em 2024, Cleuto doou R$ 5.100 a Vanilso. Não há informação sobre partido de Cleuto nem sobre a natureza do serviço prestado em 2020, o que impede avaliar se é um ressarcimento/relação comercial normal ou algo a checar. O valor é baixo e as transações estão em anos distintos, sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas de partidos diferentes (PSC e PRTB), sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. Além disso, há uma assimetria grande: Raquel doa R$ 300 a Robson, mas Robson paga R$ 15.000 a Raquel como despesa — 50 vezes mais. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou devolução de sobra, e merece checagem humana para entender a natureza do pagamento.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósR$ 10.000,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 112.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PRB) e anos distintos, o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são assimétricos (R$ 2.000 de doação contra R$ 110.500 em despesas) e as transações ocorrem em anos eleitorais variados, sem indicar um retorno financeiro claro ao doador original. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com partidos diferentes (Sebastião é PL, Marcia é REPUBLICANOS) e em anos distintos (2020, 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, a transação de volta (Marcia -> Júlio César) é uma despesa de R$ 20.000,00, cem vezes maior que a doação inicial de R$ 200,00, e o retorno se dá como pagamento de campanha, não como doação. Esse desequilíbrio de valores e a ausência de vínculo partidário claro entre os envolvidos justificam uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas os valores são modestos (R$ 3.000 de doação e R$ 8.000 em despesas) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), não configurando um loop curto e fechado no mesmo pleito. Não há informação sobre partido ou coligação de Marcelo Augusto Jansen Sodré, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. Sem esse dado, não há fato concreto que justifique priorização nem que permita descartar o sinal como rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 36.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Nícia Andrea Mota Medeiros e Klinger Moreira da Costa), com valores próximos: R$ 16.750 doados de Klinger para Nícia e R$ 19.800 pagos como despesa de Nícia para Klinger, em 2020 e 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Klinger, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão pode ser explicado por ressarcimento, prestação de serviços ou apoio mútuo entre aliados, mas a ausência de contexto partidário e a coincidência temporal deixam o caso sem elementos suficientes para classificar como bizarro ou claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Fernando doou R$ 9.300 à campanha de Nicia em 2020 e, quatro anos depois, a campanha de Nicia pagou R$ 2.000 a Fernando como despesa. Não há informação sobre partido/coligação de Fernando nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede dizer se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e as transações estão separadas por quatro anos, o que enfraquece a leitura de 'loop' imediato.
severidade alta2 nósR$ 10.666,67
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 32.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (LEITE), sugerindo relação familiar próxima, o que é um padrão comum em financiamento de campanha. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.500 e R$ 30.000), sem indícios de empresa ou fornecedor sem relação. Não há elemento que fuja do que se espera de movimentação entre familiares em campanhas.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 300.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSD e uma candidata do União Brasil no AM, mas os valores e a direção das transações são compatíveis com repasses partidários e posterior devolução/ressarcimento de sobra de campanha. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço, preço fora de mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O padrão é comum em prestações de contas, embora mereça conferência documental pela diferença de partidos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 100.020,95
IA · deepseek-flash O fluxo mostra uma doação da direção estadual do PSD ao candidato Lucenildo (União) e uma despesa de valor irrisório (R$ 20,95) do candidato de volta à direção estadual. A diferença de partido entre doador e candidato é comum em coligações proporcionais ou majoritárias, e o valor de retorno é tão pequeno que não configura um ciclo financeiro relevante. Não há indício de que o dinheiro tenha voltado de forma substancial ou que a transação fuja do padrão de repasses partidários.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 14.500 entre duas pessoas de partidos diferentes (PSD e PPS), mas em anos distintos: a doação de Israel para Rosaria é de 2018, enquanto as despesas de Rosaria para Israel ocorrem em 2018 e 2022. Não há coligação ou partido comum declarado, porém os valores são baixos e a diferença temporal enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculo entre eles, não dá para classificar como claramente rotineiro nem como claramente estranho.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 25.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenome DONADON (MELKISEDEK e ROSANI) e um terceiro, JEVERSON LEANDRO COSTA, que não aparece como candidato ou partido no resumo. O dinheiro sai de MELKISEDEK como despesa para JEVERSON, que doa para ROSANI, que doa de volta para MELKISEDEK, fechando um loop de R$ 25.400 em anos diferentes (2018 e 2022). Apesar de ROSANI e MELKISEDEK serem de partidos diferentes (PSD e PDT), o vínculo familiar e o retorno do dinheiro à origem justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 26.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e ROSANI DONADON) e um terceiro, JORGE TONEL, com partidos diferentes (PDT e PSD) e sem coligação declarada nos dados. O dinheiro sai de MELKISEDEK para TONEL como despesa em 2018, TONEL doa o mesmo valor a ROSANI em 2020, e ROSANI doa de volta a MELKISEDEK em 2018 — um loop fechado de R$ 26.500 com valores que batem exatamente (R$ 4.000). A coincidência de valores idênticos e o ciclo entre pessoas sem vínculo partidário explícito justificam uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e RAQUEL) e um terceiro, JORGE ALBERTO MURARO TONEL, sem partido/coligação informada em comum. O dinheiro sai de MELKISEDEK como despesa para JORGE, que doa para RAQUEL, que doa de volta para MELKISEDEK, fechando o loop em anos diferentes (2018 e 2024). A coincidência de sobrenome e o retorno do valor à origem justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PRD e PSC) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, os valores são modestos (R$ 12.412 no total) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesas), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 36.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com partidos diferentes (PRD e PSD) e valores que não fecham: Rosani pagou R$ 23.000 a Jorge, mas Raquel doou R$ 9.200 a Rosani e recebeu R$ 4.400 de Jorge, deixando um descompasso de R$ 9.400 sem explicação aparente. Além disso, as doações de Raquel para Rosani ocorrem em 2020 e 2022, enquanto a despesa de Rosani para Jorge é de 2020/2022 e a doação de Jorge para Raquel é de 2024, formando um ciclo temporalmente fragmentado. A diferença de partido e a ausência de coligação declarada entre as entidades dificultam uma explicação simples de repasse partidário ou ressarcimento.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 48.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Donadon) e partidos diferentes (PRD e PSD), sem coligação declarada nos dados. O terceiro elo, Carlos Augusto de Carvalho França, recebeu R$ 29.000,00 em despesas da campanha de Rosani e depois doou R$ 10.000,00 para Raquel, fechando o loop. A soma de R$ 48.200,00 em transações cruzadas entre candidatos de partidos distintos e um fornecedor/receptor não identificado merece checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade alta2 nósR$ 10.400,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 20.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a campanha de Raquel Donadon recebe R$ 10.000 de Carlos Augusto de Carvalho França e devolve exatamente o mesmo valor a ele como despesa, no mesmo ano de 2024. Não há informação de vínculo partidário, coligação ou relação comercial entre as partes que explique naturalmente essa ida e volta de valor idêntico. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre doador e campanha.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 31.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Carlos Augusto de Carvalho França doou R$ 2.800 à campanha de Rosani Donadon (PSD-RO) em 2022, e a campanha de Rosani pagou R$ 29.000 a Carlos em 2020 e 2022. Não há informação sobre o partido de Carlos nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um repasse legítimo (ex.: fornecedor que também doou) ou algo que mereça checagem. O valor de volta é cerca de 10x a doação, mas sem contexto de mercado ou vínculo partidário não dá para classificar como bizarro.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PTB e PSC) e anos distintos (2018 e 2020), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a movimentação. O dinheiro sai de uma doação a Graciele Kurtz, passa como despesa a Gilson Stefanes e retorna como despesa a Carlos Augusto Carvalho França, fechando o loop. A coincidência de nomes e a direção circular justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.510,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PTB e CIDADANIA) e anos distintos (2016-2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 5.000 e R$ 1.510) e as transações estão espaçadas no tempo, podendo refletir relações pessoais ou devoluções. Não há um fato agudo que destoe do padrão de pequenas doações entre candidatos da mesma região.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.385,56
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 12.385,56 de Michelle Cesariano para Cassia Gomes dos Santos e uma despesa de R$ 1.000,00 no sentido inverso, ambas em 2018. Não há informação sobre partido ou coligação de Michelle, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo entre elas. O valor de volta é cerca de 8% do valor doado, o que não configura retorno quase integral, mas a relação entre as duas transações não é esclarecida pelos dados.
severidade alta3 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 32.596,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RO), o que é um padrão comum em movimentações entre aliados políticos. O valor total é relativamente baixo (R$ 32.596,00) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2026), não configurando um ciclo curto e fechado. A doação de Lhano para Fátima (R$ 17.596,00) e a despesa de Fátima para Lhano (R$ 15.000,00) podem ser explicadas por ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.280,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 21.280 entre Fátima Cleide e Helenice, com uma doação de R$ 6.280 em 2018 e duas despesas de R$ 5.000 (2018) e R$ 10.000 (2022) no sentido inverso. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou natureza dos serviços prestados que permita classificar como padrão legítimo ou como algo que exija checagem prioritária.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Fátima Cleide e Fernando Silva, com doações de Fernando para a campanha de Fátima e uma despesa da campanha de Fátima para Fernando. Os valores são modestos (R$ 14.900 e R$ 1.000 doados; R$ 5.000 de despesa) e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem indicar um loop fechado de curto prazo. Não há informação sobre vínculo partidário ou relação entre as partes que permita classificar como padrão legítimo ou como algo que exija checagem imediata.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.790,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (NOVO e MDB) e valores modestos (R$ 13.790 no total), com transações em anos distintos (2020, 2024 e 2026). Não há um fato concreto que destoe — como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado no mesmo pleito —, mas também não há uma explicação simples e clara (mesma coligação ou conta partidária) que justifique o retorno do dinheiro à origem. O caso fica no meio: não é claramente rotineiro nem claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas: Marilene Siqueira de Almeida doou R$ 6.800 a Luis Eduardo Schincaglia (NOVO-RO) em 2026, e Schincaglia pagou R$ 4.700 a Marilene como despesa em 2022. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e imediato. Não há informação sobre vínculo partidário, parentesco ou relação comercial entre as partes que permita classificar como padrão legítimo ou como algo que exija checagem prioritária.
severidade alta2 nósR$ 10.526,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 24.220,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: uma campanha (ELEICAO 2020 AFFONSO ANTONIO CANDIDO) doa R$ 12.120,00 a JOAQUIM TEIXEIRA DOS SANTOS (PL-RO) e, no mesmo ano de 2022, ele devolve R$ 12.100,00 à mesma campanha como despesa. Os valores são quase idênticos e o retorno ocorre em sentido inverso, o que não se explica por mera coincidência de coligação ou repasse partidário. A entidade 'empresa' sem nome (CNPJ 47574436000158) aparece no resumo do loop, mas não nas transações detalhadas, o que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.016,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Márcia Regina de Souza Silva e Evaldo Alcantra/Alves), com valores modestos (R$ 3.850 de doação em 2024 e R$ 8.166,66 de despesa em 2026). Não há informação sobre partido ou coligação de Evaldo, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou coincidência. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como padrão legítimo nem como algo claramente anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas com sobrenome Fonseca em comum, mas partidos diferentes (MDB e UNIÃO) e cargos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. As transações são de anos diferentes (2020 e 2022) e valores moderados (R$ 4 mil e R$ 15 mil), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há elemento concreto que destoe do padrão de doações entre aliados ou parentes, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar o vínculo entre eles.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas (Isau Raimundo da Fonseca e Ana Paula Alves de Moraes/Morais) com transações de baixo valor (R$ 6.000, R$ 8.000 e R$ 2.000) em anos distintos (2020 e 2024). Não há informação sobre partido ou coligação de Ana Paula, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O padrão pode ser explicado por devolução de sobra, ressarcimento ou relação pessoal, mas também não há elemento concreto que force uma checagem manual.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Edson doa R$ 3.000 à campanha de Silvia e, no mesmo ano (2022), a campanha de Silvia paga R$ 9.000 a Edson. Não há informação de partido/coligação comum para Edson, e o valor pago de volta é o triplo do doado, o que dificulta explicar como simples coincidência ou repasse partidário. Esse retorno financeiro ampliado para o doador no mesmo exercício merece checagem humana.