severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.076,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são modestos. Três candidatos são do PSOL/MG, o que pode indicar relação partidária legítima, mas a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, e há uma entidade sem nome e outra campanha (Dario Ricardo) fora do PSOL. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não é possível descartar coincidência ou explicar totalmente o loop.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.512,82
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários entre candidatos aliados. Os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.656,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre Rafael Barros Gomes (PSOL) e Áurea Carolina (PSOL), mas Andreia de Jesus é do PT e as empresas não têm partido declarado. O valor total é modesto e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por prestação de serviços culturais, mas não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.128,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e os valores são díspares: a maior parte (R$ 22,3 mil) é doação da EVOE a Rafael Barros Gomes, enquanto as demais somam valores pequenos. Três candidatos são do PSOL/MG, o que poderia explicar parte da circulação como apoio mútuo dentro do mesmo partido, mas a empresa EVOE e a entidade sem nome não têm vínculo partidário declarado. Não há um fato único e contundente que caracterize ciclo fechado e suspeito, nem elementos que permitam descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 35.438,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 35,4 mil, com dinheiro saindo de uma empresa (EVOE) para um candidato do PSOL, passando por outros candidatos do mesmo partido e voltando para a própria EVOE via despesa de campanha. Embora haja elo partidário entre os candidatos (PSOL/MG), a presença de uma empresa intermediária de serviços culturais no centro do loop, recebendo de volta parte do que doou, não tem explicação simples e merece checagem humana. O valor de R$ 22,3 mil doado pela EVOE a Rafael Barros Gomes é a maior transação da cadeia e retorna parcialmente à empresa, o que foge do padrão de meras coincidências entre aliados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.509,36
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais (Rafael Barros Gomes, Aurea Carolina, Jorgetania da Silva Ferreira e a direção estadual do partido), o que explica a circulação de recursos dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), compatíveis com doações internas, repasses partidários e despesas de campanha. O ciclo fechado é típico de movimentação entre aliados do mesmo partido, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.393,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos, mas a presença de uma empresa de intermediação cultural (EVOE) que doa para um candidato e recebe despesas de outro no mesmo grupo gera um circuito fechado que merece verificação. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes, dificultando caracterizar um esquema coordenado. Não há um fato isolado que seja claramente anômalo, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de doações e despesas entre os mesmos atores justifica uma olhada humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.541,53
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL de Minas Gerais, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum de repasse de recursos entre candidatos e direção partidária. Os valores são modestos (R$ 19,5 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop envolve a direção estadual e candidatos do mesmo partido, podendo ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo de campanha.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.084,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34 mil, com a empresa EVOE aparecendo nas duas pontas: recebe despesa de Gustavo (R$ 155,60) e doa R$ 22.361,00 para Rafael, que por sua vez doa R$ 9.605,00 para Áurea, que paga despesa à campanha de Dário Ricardo. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, a assimetria de valores (doação de R$ 22 mil da EVOE vs. despesa de R$ 155,60 de Gustavo) e o fato de a EVOE ser uma intermediadora de serviços culturais sem relação óbvia com as campanhas justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.478,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de Minas Gerais (candidatos, direção estadual e comitê eleitoral), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem indício de retorno financeiro pessoal. A presença de uma empresa sem nome e de um comitê eleitoral como elos da cadeia é esperada em prestações de contas, não configurando anomalia.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 34.231,25
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior transação é uma doação de R$ 22.361,00 da empresa EVOE para Rafael Barros Gomes (PSOL), enquanto a mesma empresa recebe de volta apenas R$ 1.465,25 de Pollyana do Amaral Ferreira (PSOL) — uma assimetria de mais de 15x que não se explica por mera coincidência de coligação. Além disso, a empresa EVOE atua como intermediadora de serviços culturais, ramo sem relação evidente com campanhas políticas, e o loop envolve partidos diferentes (PSOL e PCB), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno partidário. O conjunto de fatos justifica uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.379,03
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do PSOL de Minas Gerais, com uma única exceção (Júlia Maria Simão da Rocha, do PCB), o que é compatível com alianças de esquerda e repasses internos de campanha. Os valores são modestos (R$ 18,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sugerindo doações entre aliados e despesas de campanha, não um esquema de lavagem. A presença de uma candidata de outro partido (PCB) em uma única doação de R$ 500 para Pollyana pode ser explicada por afinidade ideológica ou apoio pontual, sem indicar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.066,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11 mil, com valores pequenos e a maioria das pessoas ligadas ao PSOL em MG, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos internos. Porém, há uma candidata do PCB (Júlia) no meio da cadeia e uma empresa sem nome identificado, além de datas que misturam 2018 e 2020, dificultando afirmar que é um padrão rotineiro. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre sem vínculo), mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.686,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.686,45, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades com partido identificado são todas do PSOL/MG, o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária legítima. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.813,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) que doou R$ 22.361,00 a Rafael Barros Gomes (PSOL) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 547,00 de despesa da campanha de Sandra Maria da Silva (PSOL). Além disso, Rafael Barros Gomes doou R$ 9.605,00 a Aurea Carolina (PSOL) em 2020, e Aurea pagou despesa a Josiane Lopes da Silva, que havia doado a Sandra em 2018. O loop fecha com valores expressivos e uma empresa que simultaneamente doa e recebe recursos de campanhas, o que não é um padrão rotineiro e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.848,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 18,8 mil no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo porque a direção estadual do PSOL aparece tanto como doadora quanto como recebedora de despesa de uma candidata, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos partidários. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.566,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PSOL de MG em 2018, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 11.566,45 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentações entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 33.567,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,5 mil, com um núcleo de campanhas do PSOL/MG em 2018-2020, mas a empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 22,3 mil a Rafael Barros Gomes e recebendo R$ 201 de Bruno Henrique Nogueira Cardoso, o que fecha um loop entre uma empresa privada e campanhas do mesmo partido. A Aurea Carolina, do PSOL, doa R$ 9,6 mil a Rafael e paga despesa de R$ 1,1 mil à campanha de Juhlia Santos, enquanto Bruno recebe R$ 300 dessa mesma campanha, criando um encadeamento que não se explica apenas por coligação. O valor total não é alto, mas a presença de uma empresa de serviços culturais doando a candidatos e recebendo de volta, ainda que valor pequeno, justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.448,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16,4 mil, com um loop fechado: Rafael Barros Gomes paga despesa à EVOE, que doa a Dario Braga de Moura, que doa a Kenia Ribeiro, que paga despesa à direção estadual do PSOL, que doa de volta a Rafael. Apesar de todos os candidatos serem do PSOL/MG, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais recebendo despesa de campanha e doando valores maiores a outro candidato no mesmo ciclo chama atenção e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.475,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (EVOE Intermediação de Serviços Culturais) que recebe R$ 2.080,92 de um candidato do PSOL e devolve R$ 6.214,40 ao também candidato Dário Ricardo Braga de Moura, ambos do PSOL/MG, mas o ramo de 'serviços culturais' não tem relação óbvia com a atividade de campanha. Além disso, o valor que a empresa devolve é cerca de três vezes maior que o que recebeu, o que dificulta explicar como simples ressarcimento ou repasse partidário. O loop fecha com recursos voltando à direção estadual do PSOL, mas a passagem por uma empresa privada de ramo alheio e o salto de valor justificam checagem humana.
severidade média4 nósR$ 10.705,32
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.670,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são modestos (R$ 22,6 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com duas campanhas do PSOL/MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima do resto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não há uma explicação simples e documentada (mesma coligação, repasse partidário, ressarcimento) que cubra todas as setas. O caso fica no meio: merece uma olhada se houver outros sinais, mas por si só não é claramente bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.345,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11,3 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e valores pequenos, típicos de campanhas municipais/estaduais. Três dos quatro políticos são do PSOL de MG, o que torna plausível que sejam aliados ou da mesma coligação, e a empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósR$ 10.506,77
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.489,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 16,4 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato do mesmo partido, o que é compatível com um fornecedor que também apoia aliados políticos. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.491,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, o que poderia ser explicado por uma rede de aliados do mesmo partido. No entanto, a presença de uma empresa de intermediação de serviços culturais recebendo despesa de campanha e doando para outro candidato do mesmo partido não é um padrão trivial e merece verificação. Os valores são modestos (R$ 16,5 mil no total) e não há indício claro de irregularidade, mas a cadeia fechada entre pessoas e entidades com vínculos partidários comuns justifica uma checagem humana para descartar coincidência ou confirmar a normalidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.487,18
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e R$ 16,4 mil, mas o ponto que chama atenção é a empresa EVOE INTERMEDIAÇÃO DE SERVIÇOS CULTURAIS LTDA: ela recebe R$ 2.080,92 de despesa da campanha de Rafael Barros Gomes e devolve R$ 6.214,40 em doações a Dario Braga de Moura, ambos do PSOL-MG. Não há explicação simples para uma empresa de intermediação cultural aparecer doando valor três vezes maior do que recebeu, dentro do mesmo ciclo curto de 2018. Os demais elos (doações entre candidatos do mesmo partido e repasse à direção estadual) são compatíveis com articulação partidária, mas a passagem pela EVOE merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.519,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 16,5 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo como doadora e fornecedora de serviços culturais, algo que pode ser explicado por contratação de serviços para campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo atípico de grandes valores.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.456,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, mas o valor é modesto (R$ 6,2 mil e R$ 2,1 mil) e pode refletir contratação de serviços culturais. O fechamento do loop se dá por uma despesa de apenas R$ 20,21 paga ao diretório estadual, valor irrisório que não sugere movimentação relevante.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 117.944,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 117.944,92, com um salto de escala: a EVOE Intermediação de Serviços Culturais doou R$ 98.594,00 à campanha de Áurea Carolina (PSOL/MG), enquanto as demais transações do loop são de R$ 250 a R$ 2.080. Além disso, a EVOE aparece como fornecedora (recebendo despesa de Rafael Barros Gomes) e como doadora da mesma cadeia, o que fecha um ciclo curto entre campanhas do PSOL/MG. O ramo da empresa (intermediação de serviços culturais) não tem relação óbvia com o serviço prestado a uma campanha eleitoral, e o valor está uma ordem de grandeza acima do resto das transações. Isso justifica checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 118.094,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a EVOE doou R$ 98.594,00 a Áurea, enquanto Rafael pagou apenas R$ 2.080,92 à EVOE e recebeu R$ 1.000,00 de Christiano. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/MG) em 2018, o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo entre quatro entidades com valores tão assimétricos merece uma checagem humana para confirmar se há apenas coincidência de coligação ou algo a esclarecer.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 130.044,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG em 2018, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 1.300 no total) e a empresa EVOE aparece como doadora de Áurea, não como beneficiária final do loop. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 119.594,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito desiguais: a empresa EVOE doou R$ 98.594,00 para Áurea (PSOL), enquanto Rafael (PSOL) pagou apenas R$ 2.080,92 à mesma empresa e Áurea gastou R$ 300,00 com uma pessoa física. As entidades compartilham o mesmo partido (PSOL) e atuam em MG, o que permite explicar parte das transações como movimentação dentro do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas o fechamento do ciclo com valores tão díspares merece uma checagem humana para confirmar se é apenas coincidência de rede partidária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 119.644,92
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas as transações não formam um loop direto e sim uma cadeia com valores muito díspares: a EVOE doou R$ 98.594,00 para Áurea, enquanto Rafael pagou apenas R$ 2.080,92 à EVOE e Dário doou R$ 250,00 a Rafael. A EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais que doa quase R$ 100 mil a uma candidata do PSOL, mas recebe de volta um valor 47 vezes menor de um candidato do mesmo partido, sem que os fatos expliquem a assimetria. Além disso, Áurea paga despesa à campanha de Leandrinha, que doou a Dário, criando um ciclo indireto entre campanhas do PSOL/MG, mas a magnitude da doação da EVOE destoa do restante e não há indicação de que seja conta partidária ou coligação formal. Isso justifica uma checagem humana para entender a origem e a motivação desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 118.756,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 118.756,37, mas as transações não formam um loop fechado claro: a maior parte do valor (R$ 98.594,00) é uma doação da EVOE para AUREA, enquanto as demais transações somam valores muito menores e não retornam integralmente à origem. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL) e há sobreposição temporal (2018), o que permite explicar como movimentação entre aliados da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.610,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PSOL de MG (Rafael, Dario e Maria Aparecida), o que permite explicar parte das transações como movimentação entre aliados do mesmo partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto recebendo despesa de campanha (R$ 2.080,92 de Rafael) quanto doando para Maria Aparecida (R$ 8.780,00), o que pode ser um fornecedor que também apoia candidatos, mas o ramo de intermediação cultural não tem relação óbvia com o serviço prestado a uma campanha política. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026), enfraquecendo a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.321,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, o que poderia ser explicado por uma rede de aliados do mesmo partido. Porém, os valores e anos são díspares (R$ 250 a R$ 14.200) e as transações não formam um ciclo fechado no mesmo ano, dificultando ver um padrão claro de devolução ou repasse. Não há um fato único que destoe de forma evidente, mas também não há explicação simples e completa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.048,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16 mil, mas o elo mais chamativo é a empresa EVOE INTERMEDIACAO DE SERVICOS CULTURAIS LTDA: ela doa R$ 5.612,00 para a campanha de Sandra Maria da Silva e, na mesma cadeia, recebe R$ 2.080,92 como despesa da campanha de Rafael Barros Gomes. Uma empresa de intermediação de serviços culturais aparecer tanto doando para campanha quanto sendo fornecedora paga por outra campanha do mesmo partido no mesmo ano é um fato concreto que foge do padrão simples de repasse partidário ou doação entre aliados. O restante do loop (doações entre candidatos do PSOL/MG e repasse da direção estadual) é compatível com articulação partidária, mas o papel da EVOE merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.636,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Sandra e recebedora de despesa de Rafael, mas o valor é modesto (R$ 15,6 mil no total) e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.833,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 11,8 mil no total) e as transações incluem doações da direção partidária para candidatos e pagamentos a uma empresa de intermediação de serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa alheia ao contexto eleitoral.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.422,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece como doadora de uma candidata e fornecedora de despesas do outro, mas os valores são modestos (R$ 2.080,92 e R$ 1.395,00) e compatíveis com serviços de intermediação cultural, ramo plausível para campanhas. O fechamento do ciclo se dá por uma despesa de R$ 55,86 da candidata à direção partidária, valor irrisório que pode ser ressarcimento ou taxa. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de entidades sem relação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.131,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.131,02, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e entre partidos diferentes (PSOL e PT), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não se pode descartar coincidência ou ressarcimento sem checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.344,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39,3 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam partidos distintos (PSOL e PSTU), o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais recebe despesa de campanha de Rafael Barros Gomes (PSOL) em 2018 e, em 2020, aparece como 'EVOE Financiamento Coletivo' doando R$ 29 mil para Izabella Romualdo (PSOL), criando um vínculo financeiro direto entre uma campanha e uma entidade que depois doa para outra campanha. Além disso, há uma doação de Daniel Lages Wardil (PSTU) para Dario Braga de Moura (PSOL) em 2024, sem relação partidária óbvia, e uma despesa de Izabella para Daniel em 2022, fechando o ciclo com valores e anos que não se conectam naturalmente. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 48.364,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL-MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores e anos distintos (2018, 2020, 2022). As transações não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e a empresa EVOE aparece tanto como fornecedora de uma campanha quanto como doadora de outra, o que pode ser explicado por atuação no setor cultural. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou ramo completamente alheio, mas a recorrência de vínculos entre as mesmas pessoas e a empresa merece uma checagem manual para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.484,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 47,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e a maioria dos envolvidos é do PSOL/MG, o que permite explicar como rede de aliados. A empresa EVOE aparece como intermediadora de serviços culturais, ramo compatível com despesas de campanha, e os valores não são absurdamente díspares. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.245,92
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) em 2018, o que dificulta a explicação por coligação ou repasse partidário comum. Além disso, uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE) aparece no centro do loop, recebendo despesa de campanha e fazendo doações a uma candidata, sem relação óbvia com o ramo. O valor total é baixo, mas a combinação de partidos distintos e uma empresa intermediária sem vínculo claro justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.381,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL de Minas Gerais, e o partido estadual aparece como intermediário, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais recebeu despesa de Rafael Barros Gomes e doou para Jorgetania da Silva Ferreira, mas ambos são candidatos do mesmo partido, e o valor total é baixo (R$ 28 mil). Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas a existência de um ciclo fechado com uma empresa intermediária justifica uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.970,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL mineiro, uma empresa de intermediação de serviços culturais e a direção estadual do partido, todos conectados por doações e despesas em 2018 e 2020. As transações somam R$ 27.970,78, valor modesto, e podem ser explicadas por repasses partidários, contratação de serviços culturais ou ressarcimentos dentro do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com a atividade, mas a existência de um ciclo fechado entre poucos atores justifica uma checagem humana para confirmar a legitimidade das operações.
severidade média5 nósR$ 10.059,33
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 21.708,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de MG (Rafael, Pollyana e Dario) e uma empresa de intermediação de serviços culturais (EVOE), com R$ 21,7 mil circulando em 2018. A maior parte do valor (R$ 17.958) sai da EVOE para Pollyana, enquanto Rafael paga R$ 2.080,92 à mesma EVOE, criando um fluxo empresa→candidata e candidato→empresa que não se explica apenas por coligação. O elo com a campanha de Sandra Maria da Silva Andrade (não identificada como PSOL) e a ausência de nome para a empresa 31182128000147 dificultam a leitura de um padrão partidário simples. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses.