severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 131.507,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas entidades com sobrenome idêntico (MATTOS) e valores desproporcionais: a campanha de Wanderson repassa R$ 1.507,33 a Hudson, enquanto Hudson paga R$ 130.000,00 em despesas à campanha de Wanderson — uma diferença de quase 100x. A relação familiar aparente e o fluxo financeiro assimétrico entre campanhas de cargos diferentes (estadual vs. federal) dificultam a explicação por mera coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza dessas despesas e a ligação entre os candidatos.
severidade alta2 nósR$ 10.180,00
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em Rondônia, com valores modestos (R$ 11 mil no total) e partidos diferentes (PRP e MDB), o que à primeira vista poderia sugerir um loop fechado. No entanto, as transações estão espalhadas por anos distintos (2016, 2018, 2020, 2024) e incluem tanto doações quanto despesas de campanha, o que é compatível com movimentações rotineiras de prestação de contas ao longo de vários pleitos. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 52.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas em Rondônia, sendo que duas são candidatos de partidos diferentes (PL e PSC) em 2022. A maior transação é uma doação de R$ 50.000 de Jaime para Evandro, enquanto as demais somam valores bem menores (R$ 350 e R$ 2.500), o que não configura um retorno significativo do dinheiro ao doador original. Sem informações sobre vínculo partidário/coligação entre os três ou sobre a natureza do gasto de Evandro com Alessandre, não há fato concreto que destoe de uma movimentação possível entre aliados.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 52.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PL e PSC) em Rondônia, mas os valores são modestos e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral de 2022. A doação de R$ 50.000 de Jaime para Evandro é a maior quantia, enquanto as demais são de R$ 350 e R$ 2.500, o que não configura um padrão de valores desproporcionais. Sem mais contexto sobre a relação entre as partes ou a natureza do serviço prestado por Adriana, não há um fato concreto que torne o caso claramente bizarro ou claramente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 53.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas em 2022: Jaime Bagattoli (PL) doa R$ 50.000 a Evandro Padovani (PSC), que paga R$ 2.500 a Eliete Cesar Rosa de Freitas, que por sua vez doa R$ 700 a Bagattoli. Embora os valores de retorno sejam pequenos, o loop envolve candidatos de partidos diferentes (PL e PSC) e uma terceira pessoa sem partido/cargo declarado, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário. O fato de o dinheiro retornar, ainda que em montante menor, à campanha de origem justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas candidata (Jaime Bagattoli, PL-RO) e a outra sem partido/cargo informado, o que impede verificar se há vínculo partidário ou coligação que explique a movimentação. Os valores são modestos (R$ 1.000 de doação e R$ 20.000 de despesa) e a diferença de ordem de grandeza entre eles não é, por si só, anômala. Sem saber a natureza do gasto (ex.: serviço prestado por Akkari à campanha) nem a relação entre as partes, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 76.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas físicas, todas ligadas ao PL de Rondônia em 2022, e os valores são modestos (R$ 2.000, R$ 74.000 e R$ 800). A doação de Jaime a Eliane (R$ 74.000) é compatível com repasse entre aliados do mesmo partido, e a despesa de R$ 800 de Eliane a Sebastião é pequena e pode ser um pagamento ou ressarcimento pontual. Não há indício de empresa ou fornecedor fora do ramo, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 58.060,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas ligadas ao PL em Rondônia, com transações em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 37.060) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de doações entre dois candidatos de partidos diferentes (PL e PTB) em Rondônia, no mesmo ano de 2022, totalizando R$ 15.000. Não há informação sobre coligação comum, parentesco ou relação comercial que explique o fluxo de ida e volta. O valor é baixo e o padrão de doações mútuas entre candidatos não é, por si só, incomum, mas a ausência de vínculo partidário declarado impede uma explicação simples.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três campanhas de partidos diferentes (PL, PTB e DC) na mesma UF e no mesmo ano, sem coligação ou conta partidária comum que explique a triangulação. O valor de R$ 10.000 sai de Jaime para Anderson como doação e retorna de Anderson para Alex como despesa, com Alex devolvendo R$ 4.000 a Jaime, formando um loop fechado e curto. A coincidência de valores e a ausência de vínculo partidário declarado entre os três justificam uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 26.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas delas (Jaime Bagattoli e Lucivaldo Fabrício de Melo) são do mesmo partido (PL) em Rondônia, o que oferece uma explicação plausível de articulação política local. Os valores são modestos (R$ 2.000, R$ 2.500 e R$ 4.000) e as transações ocorreram em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há elemento concreto que destoe do que se espera de doações e despesas entre aliados políticos na mesma região.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, uma doação de R$ 900,00 de Arnaldo para Silmar e uma despesa de R$ 20.000,00 de Silmar para Arnaldo, ambas em 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Arnaldo nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo atípico. O valor da despesa é cerca de 22 vezes maior que a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações da campanha não dá para classificar como bizarro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 34.422,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio candidato e a direção municipal do seu partido (UNIÃO), em Rolim de Moura/RO, no mesmo ano de 2024. O dinheiro saiu da conta partidária para o candidato (doação de R$ 11.412,00 em 7 repasses) e voltou como despesa de campanha paga pelo candidato à direção municipal (R$ 23.010,00 em 2 pagamentos). Esse tipo de fluxo entre candidato e órgão partidário é comum em campanhas municipais — repasses de recursos e ressarcimentos/rateios de despesas — e não há indício de terceiros ou de ramo estranho.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 98.763,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas (Leonardo, Paulo Roberto e Thiago) e R$ 98.763,00, com valores muito díspares: Leonardo pagou R$ 90.000,00 a Thiago em despesas (2022/2024), Thiago doou R$ 8.000,00 a Paulo Roberto (2026) e Paulo Roberto doou R$ 763,00 a Leonardo (2018). O elo de maior valor (Leonardo -> Thiago) é classificado como 'despesa', mas o retorno via doações não fecha o mesmo montante, e a ordem temporal é invertida (a doação de Paulo a Leonardo é de 2018, antes das despesas de 2022/2024). Além disso, Leonardo e Paulo Roberto são ambos do PODE/RO, mas Thiago não aparece com partido/cargo, o que enfraquece a explicação de simples repasse partidário. O conjunto de fatos justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento de Leonardo a Thiago e a conexão com as doações posteriores.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 93.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Thiago doou R$ 3.000 para a campanha de Leonardo em 2022, e Leonardo pagou R$ 90.000 em despesas a Thiago nos anos de 2022 e 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Thiago, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor de volta é 30 vezes maior que o da ida, mas isso pode ser explicado por prestação de serviços em campanha, e não há dados sobre a natureza dessas despesas.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 304.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PODE e AVANTE), mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e os valores são desproporcionais: a maior parte (R$ 297.500,00) é uma despesa de Leonardo para a direção estadual, enquanto as doações de retorno somam apenas R$ 7.000,00. Não há evidência de um loop fechado de curto prazo com valores equivalentes, e a diferença de partidos e anos dificulta caracterizar um padrão típico de coligação. Os fatos não são suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício claro de anormalidade.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 305.785,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE-RO), o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um retorno exato do montante doado. Não há indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 998.185,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE) em Rondônia, o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. A transação de 2018 (R$ 685) é de baixo valor e fora do ciclo principal de 2022, enquanto os valores de 2022 (R$ 700 mil da direção para a candidata e R$ 297,5 mil do candidato para a direção) são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que dificulte a explicação.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.244.417,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do PODEMOS em Rondônia e um candidato do mesmo partido (PODE), o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos da própria legenda. O retorno de parte do valor (R$ 297,5 mil) do candidato para a direção estadual pode ser explicado como devolução de sobra de campanha ou ressarcimento, prática prevista na legislação eleitoral. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou de valores desproporcionais.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 308.263,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do mesmo partido (PODE) em Rondônia, o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não são equivalentes, afastando a ideia de devolução circular de mesmo montante. A maior transação é uma despesa de Leonardo para a direção estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse estatutário.
severidade alta2 nósR$ 10.900,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 36.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (PODE e PSB) e de anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de coordenação imediata. A transação de ida é uma doação de R$ 1.300,00 e a de volta é uma despesa de R$ 35.000,00, valores de ordens de grandeza diferentes e com naturezas distintas (doação vs. pagamento por serviço/produto). Sem detalhes sobre a natureza da despesa e sem vínculo partidário ou coligação comprovada, não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas com o mesmo sobrenome (Moraes), sugerindo vínculo familiar, e o valor total é baixo (R$ 17 mil). A campanha de Leonardo pagou R$ 16.500 a Elizete, que devolveu R$ 500 como doação — padrão compatível com reembolso de despesa ou devolução de sobra, não com um esquema de lavagem. Não há indício de empresa, fornecedor estranho ou valor fora de escala que justifique priorização.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 20.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PODE e AGIR) e em anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. O valor de saída (R$ 17.000 em despesas pagas por Leonardo a Rubnilson) é mais de 5 vezes maior que a doação inicial de Rubnilson a Mairon (R$ 150) e mais de 50 vezes a doação de Mairon a Leonardo (R$ 3.000), o que dificulta explicar o loop como mero ressarcimento ou coincidência de aliados. A assimetria de valores e a ausência de elo partidário entre os três justificam uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 201.235,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Expedito Gonçalves Ferreira Junior (PSD) e Ieda Pacheco Chaves (UNIÃO), partidos diferentes, e uma terceira pessoa (ALECSANDRA GONÇALVES RODRIGUES) que não aparece como candidata. O valor de R$ 200.000,00 doado por Ieda a Expedito em 2018 é de ordem de grandeza muito superior às outras transações do loop (R$ 435,42 e R$ 800,00), e o retorno do dinheiro se dá por meio de uma despesa de campanha a uma pessoa física com sobrenome coincidente com o do candidato. Isso dificulta a explicação como simples repasse partidário ou coincidência entre coligações.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas apenas duas têm partido identificado (ambas PSD/RO), e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 1.200, R$ 10.000, R$ 3.000) e a terceira entidade não tem nome nem partido, impossibilitando avaliar vínculo. Não há fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre aliados, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 75.944,00
IA · deepseek-flash O loop envolve Expedito Gonçalves Ferreira Junior (PSD-RO) e Expedito Gonçalves Ferreira Netto, nomes que sugerem parentesco próximo (provavelmente pai e filho ou tio e sobrinho). A transação maior é uma doação de R$ 71.944,00 feita por Netto à campanha de Junior em 2022, e a menor é uma despesa de R$ 4.000,00 paga pela campanha de Junior a Netto no mesmo ano. Doações de familiares a candidatos e pequenos ressarcimentos/pagamentos a parentes são padrões comuns em campanhas, e o valor da despesa é modesto frente à doação, não configurando um ciclo fechado de valor equivalente.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 252.633,75
IA · deepseek-flash O loop envolve três pessoas em anos diferentes (2018 e 2020) e partidos distintos (PSD e UNIÃO), sem coligação comum evidente. O valor de R$ 250.000 doado por Hildon a Expedito em 2018 é a maior transação, mas as demais são de pequeno porte (R$ 783,75 e R$ 1.850). A defasagem temporal e a ausência de vínculo partidário claro entre os envolvidos não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem, mas também não há um fato agudo que caracterize 'bizarro'.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 256.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD e UNIÃO) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, o valor dominante (R$ 250 mil) é uma doação de Hildon a Expedito em 2018, e as outras transações são de baixo valor (R$ 1 mil e R$ 5,2 mil), sem indício de retorno financeiro significativo ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre políticos da mesma região, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 277.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PSD e UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 250 mil) é uma doação de Hildon a Expedito em 2018, enquanto as demais são valores muito menores e de anos posteriores, sem conexão temporal direta. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre políticos da mesma região, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 40.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: José Robério Alves Gomes doou R$ 20.000 à campanha de Expedito Gonçalves Ferreira Júnior em 2018, e em 2022 a campanha de Expedito pagou R$ 20.000 a José Robério como despesa. Não há informação sobre partido ou coligação de José Robério, nem sobre a natureza do serviço prestado em 2022, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e o intervalo de quatro anos entre as transações enfraquece a ideia de ciclo curto e fechado. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 15.370,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com sobrenomes idênticos (DAS NEVES), sugerindo relação familiar próxima, e valores modestos (R$ 15.370 no total). As transações são doações de Richardson para Juliane em 2020 e 2024, e uma despesa de Juliane para Richardson em 2024, o que pode ser um ressarcimento ou pagamento por serviço de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valores muito acima do padrão.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 26.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Sirley Adorno de Souza doou R$ 6.200 à campanha de Jacqueline Ferreira Gois (PSDB) e, no mesmo ano de 2024, a campanha pagou R$ 20.000 a Sirley como despesa. Não há informação sobre partido de Sirley nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um reembolso, pagamento por serviço de campanha ou algo que mereça checagem. O valor de R$ 20.000 é cerca de três vezes a doação, mas sem contexto de mercado ou de outras transações da cadeia não é possível dizer que seja anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.098,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades (Laerte Gomes e Max Luciano dos Santos Holanda) com transações de ida e volta no mesmo ano (2022), mas os valores são modestos (R$ 1.818 de doação e R$ 10.280 de despesas) e não há informação sobre partido ou coligação de Max Luciano. A diferença de valores e a ausência de dados sobre a relação entre eles impedem afirmar se é um padrão legítimo (ex.: prestação de serviços com devolução de sobra) ou algo que mereça checagem. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 12.000 doados e R$ 2.000 pagos como despesa) e em anos distintos (2018/2024 vs 2020). Não há informação sobre partido ou coligação de Roberto Santos Almeida, nem sobre a natureza da despesa, o que impede avaliar se há vínculo político ou se é mero ressarcimento. O valor total de R$ 14.000 não é uma ordem de grandeza acima do comum, e a diferença temporal enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 21 mil entre duas pessoas físicas, com valores próximos (R$ 11 mil de doação e R$ 10 mil de despesa) e em anos diferentes (2020/2024 vs 2022). Não há informação sobre partido ou coligação do segundo envolvido, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. O valor é baixo e compatível com movimentações rotineiras de campanha, mas a ausência de contexto sobre a relação entre as partes deixa o caso em aberto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades: Erivaldo Pedro da Silva doou R$ 1.800 à campanha de José Eurípedes Clemente e, no mesmo ano, recebeu R$ 11.000 como despesa paga pela campanha. Não há informação sobre o partido de Erivaldo nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha que também fez uma doação — padrão relativamente comum. O valor total é baixo (R$ 12.800) e a diferença entre doação e pagamento não configura retorno do mesmo montante. Sem esses elementos, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 27.800,00
IA · deepseek-flash O loop envolve dois irmãos (mesmo sobrenome CRISPIN DIAS) que são figuras políticas na mesma região de RO, e o valor total é modesto (R$ 27.800). A doação de EDILSON para ISMAEL em 2022 (R$ 25.300) é o maior fluxo e pode ser apoio familiar/aliado dentro da mesma base política, enquanto os valores menores com ADAO TRESSMANN (R$ 1.000 e R$ 1.500) são compatíveis com despesas de campanha de baixo custo. Não há indício de empresa fachada, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 28.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve ISMAEL CRISPIN DIAS (PP) e EDILSON CRISPIN DIAS (PODE), com sobrenomes iguais, sugerindo possível relação familiar, o que tornaria doações entre parentes um padrão comum. Porém, o terceiro elo é MARINA CATARINA PINTO (doação para Edilson em 2024) e MARINA CATARINA PINTO SILVA (recebeu despesa de Ismael em 2022), nomes muito similares mas não idênticos, e não há informação de partido/coligação dela. O valor total é baixo (R$ 28.800) e as transações estão espalhadas em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. Faltam dados para afirmar se há vínculo partidário ou se é mera coincidência de nomes.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 28.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (ISMAEL e EDILSON CRISPIN DIAS), sugerindo parentesco, e valores modestos (R$ 25.300 de doação entre eles e R$ 1.500 de ida e volta via MARILENE). A doação de EDILSON a ISMAEL em 2022 é compatível com apoio familiar entre candidatos de partidos diferentes em Rondônia. O trecho via MARILENE é pequeno e pode ser ressarcimento ou pagamento de despesa de campanha, sem sinal de valor atípico.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 144.377,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades em Rondônia, mas as duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (MDB e PL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentação eleitoral rotineira entre pessoas da mesma região. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 53.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com R$ 38.000 doados por Ivani a Jidalias e R$ 15.000 pagos por Jidalias a Ivani como despesa, no mesmo ano de 2022. Não há informação sobre partido ou coligação de Ivani, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento legítimo, uma relação comercial normal ou algo que mereça checagem. O valor não é de ordem de grandeza discrepante e o fluxo é relativamente pequeno, mas a ausência de contexto sobre a ligação entre as partes deixa o caso em aberto.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 144.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas o valor dominante (R$ 140.000,00) é uma doação de MARLEI (PL) para JIDALIAS (MDB), partidos diferentes em RO, o que não é automaticamente explicável por coligação. As outras duas transações somam apenas R$ 4.412,00 e podem ser ressarcimento ou despesa comum, mas o fluxo de volta a JIDALIAS via SOLANGE não tem contexto suficiente para dizer se é coincidência ou algo a checar. Sem mais dados sobre vínculo entre as pessoas ou natureza do gasto, não dá para cravar nem 'plausível' nem 'bizarro'.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 57.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, JIDALIAS DOS ANJOS PINTO (MDB/RO) e MICHEL AGORRETA LIMA, com R$ 57.000 movimentados. Não há informação sobre partido, cargo ou coligação de MICHEL AGORRETA LIMA, nem sobre a natureza dos pagamentos de despesa (R$ 52.500 em 3 lançamentos) versus a doação recebida (R$ 4.500). Sem esses dados, não é possível dizer se há vínculo político legítimo ou se o fluxo é atípico.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 29.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas em 2022: Balthazar doou R$ 12.500 a Jidalias e Jidalias pagou R$ 16.500 a Balthazar como despesa, com valores da mesma ordem de grandeza. Não há informação sobre partido/coligação de Balthazar nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede dizer se é um repasse entre aliados, ressarcimento ou algo que mereça checagem. Os fatos, isoladamente, não apontam claramente para um padrão legítimo nem para algo anômalo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo curto entre duas pessoas físicas em 2022: Oseias de Oliveira doa R$ 8.000 a Jidalias dos Anjos Pinto (MDB-RO) e recebe de volta R$ 4.500 como despesa paga pela campanha. Não há informação sobre partido/coligação de Oseias nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um repasse comum entre aliados ou algo que mereça checagem. O valor é modesto e o intervalo é de um único ano, sem indício de empresa fachada ou preço fora de mercado. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 20.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (AVANTE) em Rondônia, o que é um padrão comum de repasses e apoios internos. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 20.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. A terceira entidade (Neyla Matos Lopes) aparece apenas como doadora e fornecedora, sem vínculo partidário explícito, mas o volume total é baixo e compatível com movimentação rotineira de campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 21.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (AVANTE/RO) e um terceiro nome sem partido informado, com valores baixos (R$ 300 a R$ 20.000) e defasados no tempo (2018, 2020, 2022). A doação de Jair para Breno em 2020 e a despesa de Breno para Herivelton em 2022 são compatíveis com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados, mas o elo Herivelton->Jair em 2018 fecha o ciclo sem que se saiba a relação partidária de Herivelton. Não há valor fora de escala nem fornecedor de ramo estranho que force um alerta.