severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e valores baixos (R$ 16 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. As duas entidades identificadas são de partidos diferentes (PSD e MDB) e cargos distintos, mas o loop pode ser explicado por relações pessoais ou prestação de serviços entre indivíduos, sem vínculo partidário evidente. Não há um fato concreto que destoe (valores, ramo, ciclo curto) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, duas delas identificadas apenas por CPF, e transações de baixo valor (R$ 2.000 a R$ 9.500) em anos distintos (2018 e 2024). Não há partido ou coligação em comum entre as entidades identificadas (PSD e MDB), mas também não há indício de que os valores retornem à mesma campanha de origem — o ciclo é entre indivíduos, não entre campanhas. Sem mais contexto sobre quem são as pessoas sem nome e qual a natureza dos pagamentos, não dá para afirmar que foge do rotineiro nem que é claramente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.115,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 9.500) e as transações são de tipos variados (doações e despesas), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de coincidências entre campanhas ou ressarcimentos pontuais.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22.411,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Alessandra e Alberto), o que poderia explicar parte do fluxo, mas a conexão com Cássio (PSD) e os intermediários sem partido informado não permitem descartar coincidência ou ressarcimento. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.943,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores baixos (R$ 12.943 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PSD e MDB) e cargos/anos distintos, mas há sobreposição em SP e possíveis elos políticos locais que não podem ser confirmados só com esses dados. Não há um fato concreto e nomeável que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, empresa devolvendo milhões), nem uma explicação simples e clara como mesma coligação ou conta partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22.411,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (MDB entre Alessandra e Alberto; PSD de Cássio), porém as conexões intermediárias (Antonio Pio Neto, Maria Cremilda Couto) não têm partido informado, dificultando avaliar se é um loop intencional ou apenas coincidência de rede. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 66.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 500 a R$ 50.000) e entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, MDB), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação de R$ 50.000 de Alberto Mourão para Raquel Chini em 2020 é a maior, mas não há indício de que o dinheiro tenha retornado a ele. Sem informações sobre coligação ou vínculo entre as pessoas, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 69.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, MDB) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 50.000) e as transações estão espaçadas no tempo, sem um encadeamento rápido e fechado que caracterize um loop suspeito. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, valores baixos (R$ 3.000 a R$ 5.000) e anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações parecem doações e despesas comuns entre pessoas físicas ligadas a campanhas de partidos distintos (PSD e PSDB), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente a cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, MDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que dificulta explicar como um fluxo coordenado de mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 43,2 mil no total) e as transações são poucas e espaçadas no tempo, podendo refletir doações e despesas legítimas entre pessoas físicas que atuam na mesma região. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PSDB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 44,4 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados políticos ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.411,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PSDB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 44,4 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre pessoas físicas e prestação de serviços de campanha, sem um fato isolado que destoe. Não há um único elo com valor de ordem de grandeza superior nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSDB e PSD) e duas pessoas físicas sem partido/coligação declarada, com transações em anos distintos (2018 e 2022). O dinheiro sai de Giovanna (PSDB) para Leia, que doa para José Ricardo (PSD), que paga despesas a Almir, que doa de volta para Giovanna — fechando o loop. A diferença de partidos e a intermediação por pessoas sem vínculo partidário explícito dificultam a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.860,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de deputado estadual em SP com partidos diferentes (PSDB e PSD) e valores modestos (R$ 13.860 no total), o que poderia ser coincidência entre aliados ou ressarcimentos. Por outro lado, o fato de o dinheiro sair de uma campanha e retornar à mesma cadeia via terceiros sem partido/coligação declarada em comum merece uma checagem, mas os dados fornecidos não permitem afirmar se há vínculo legítimo ou não. Sem informações sobre a natureza dos serviços prestados ou relação entre as pessoas físicas, não dá para classificar como claramente rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média4 nósR$ 10.122,16
severidade média4 nósR$ 10.900,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33.450,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento claro de curto prazo. Há vínculos familiares aparentes (sobrenome TRIPOLI) e partidos distintos (PSDB, PSD, PV), o que não permite afirmar se é coincidência entre campanhas ou um loop relevante. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e valores modestos (R$ 900 a R$ 4.650), sem que se possa afirmar que há uma mesma coligação ou partido conectando todas as pontas. As duas entidades identificadas são do PV de SP, mas as outras duas não têm partido informado, e as transações são de naturezas distintas (doação e despesa) em pleitos distintos. Não há um fato agudo que destoe (valores, ramos ou vínculos), mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.850,00, com transações que atravessam anos e partidos diferentes (PSDB, PSD e PV), sem coligação comum evidente. Chama atenção que José Rubens (PSDB) pague despesa a Arianny, que depois doa a Monica (PV), que paga despesa a Leia, que doa a José Ricardo (PSD), que doa de volta a José Rubens — fechando o loop. A coincidência de sobrenomes entre José Rubens e José Ricardo Tripoli sugere possível vínculo familiar, mas a cadeia longa e cruzando legendas distintas merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 elos, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 11.500) e anos variados (2020 a 2026). Três entidades são do PT de SP, o que poderia explicar parte das movimentações como alinhamento partidário, mas os demais nomes não têm partido informado. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 18,2 mil no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. As duas entidades nomeadas são do mesmo partido (PT/SP), o que oferece uma explicação simples de circulação de recursos entre aliados. Os nomes nas transações não coincidem exatamente com as entidades listadas (variações de grafia), e os anos são dispersos (2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 5.000). Três entidades são do PT de SP, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas duas entidades intermediárias não têm partido/cargo informado, dificultando avaliar se há um padrão legítimo. Não há um fato agudo que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar as entidades sem nome.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas, com valores que variam de R$ 1.500 a R$ 5.000. As entidades identificadas são todas do PT de SP, o que permite explicar como movimentação entre aliados do mesmo partido, mas a presença de nomes sem partido/cargo (KATIA, FERNANDO) e a diferença de anos (2022, 2024, 2026) dificultam uma conclusão definitiva. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado entre não-aliados), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (Renata, João Ananias, Kátia e Paulo Batista), com valores modestos (R$ 700 a R$ 15.000) e em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026). João Ananias e Paulo Batista são ambos do PT/SP, o que dá uma explicação simples de rede partidária, mas as outras duas pessoas não têm partido informado e o fluxo fecha um loop. Não há um fato gritante (valores altos, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre estranhos), então não dá para cravar nem 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (Paulo Batista dos Reis e João Ananias Moreira Silva), ambas do PT de SP, e pessoas físicas sem partido declarado, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e as transações se distribuem em anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa devolvendo montante equivalente ao doado. Os fatos, isoladamente, não apontam para nada claramente anômalo nem para uma explicação totalmente trivial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Marcelo de Lima Fernandes e Danilo Lima de Ramos) são do mesmo partido (PODE) e atuam em São Paulo, o que poderia explicar trocas de recursos dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 600 a R$ 4.000), sem um padrão claro de devolução imediata ou de valores idênticos que caracterize um loop suspeito. Não há informação suficiente sobre as outras duas entidades (Mariana Thomaz e Talita Ferreira Chamon) para afirmar se são aliadas ou se há um vínculo partidário que justifique as movimentações.
severidade média4 nósR$ 10.730,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Marcelo de Lima Fernandes e Danilo de Lima Ramos) são do mesmo partido (PODE/SP) e aparecem como candidatos em anos distintos. As transações são de valores modestos (R$ 600 a R$ 10.000) e ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020, 2022, 2024), o que pode refletir apoio mútuo entre correligionários ou reembolsos de despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados partidários, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.630,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Marcelo de Lima Fernandes e Danilo Lima de Ramos) são do mesmo partido (PODE) e da mesma UF (SP), o que poderia explicar a circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. No entanto, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação suficiente sobre a relação entre as outras duas pessoas (Marcio Roberto da Silva e Ademir de Souza Leite) e as campanhas para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça atenção.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.140,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (Marcelo e Danilo, ambos do PODE/SP) e dois nomes sem partido/cargo informado, com valores modestos (R$ 20.140 no total) e transações espalhadas por 2020, 2022 e 2024. As setas não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e há indícios de que se trata de relações entre pessoas do mesmo grupo político (mesmo partido, mesma base territorial). Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.380,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do mesmo partido (PODE-SP) e dois intermediários, com valores baixos (R$ 11.380 no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024, não um ciclo curto e fechado. As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma rede política, sem nenhum fato concreto que destoe (valores, ramo ou temporalidade). Não há elemento que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.260,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do mesmo partido (PODE/SP) e dois intermediários sem partido identificado, com valores modestos (R$ 13.260 no total) e em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024). As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha dentro de uma mesma rede política, mas a ausência de informações sobre os intermediários e a direção do fluxo (despesas de campanha pagas a pessoas que depois doam a outros) impedem uma conclusão definitiva. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas campanhas identificadas (Marcelo de Lima Fernandes e Danilo de Lima Ramos), ambas do partido PODE em SP, o que oferece uma explicação simples de aliança partidária. As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 600 a R$ 4.000), sem indício de vínculo contratual ou empresarial que caracterize um loop suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não se pode afirmar que seja totalmente rotineiro sem verificar a relação entre as pessoas físicas não identificadas como candidatas.
severidade média4 nósR$ 10.630,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.640,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15.640 no total) e duas das entidades são do mesmo partido (PODE-SP), o que permite explicar parte das movimentações como relação entre aliados. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e envolvem pessoas físicas sem cargo/partido identificado nas pontas (Debora e Talita), o que enfraquece a leitura de um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado), mas também não há explicação simples e completa para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.170,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, sendo que duas delas (Marcelo de Lima Fernandes e Danilo Lima de Ramos) são do mesmo partido (PODE) e de São Paulo, o que poderia explicar trocas de recursos dentro de uma mesma coligação. No entanto, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são relativamente baixos (R$ 15.170 no total), sem um padrão claro de devolução imediata ou de valores idênticos. Não há um fato concreto que destoe de uma movimentação rotineira entre aliados políticos, mas também não é possível afirmar com segurança que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13.680 no total) e pessoas que compartilham o mesmo partido (PODE) em São Paulo, o que é compatível com movimentação rotineira entre aliados políticos. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024) e incluem tanto doações quanto despesas, sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são baixos (R$ 20.250 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (FABIO e MARCELO são ambos do PODE), mas CARLA é do PSD e os demais nomes não têm partido informado. Sem mais contexto sobre coligação ou tipo de despesa, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PSD, AVANTE) e valores baixos (R$ 3.000 a R$ 5.000), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há também uma entidade sem nome (02921443856) e outra (CLAUDEMIR CARLOS CORREIA) que aparece como destinatário de despesa e doador, sem cargo/partido informado. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo fechado no mesmo ano), mas a mistura de partidos e a presença de atores não identificados impedem uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 45 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (FABIO e MARCELO são ambos do PODE), mas CARLA é do PSD e os demais nomes não têm partido informado, dificultando uma explicação por mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, MDB) e valores modestos (R$ 45,7 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022 — não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As conexões podem ser explicadas por relações familiares (Carla Sardano Morando e Orlando Morando Junior compartilham sobrenome) e por alianças locais em SP, mas a presença de uma entidade sem nome na cadeia e a mistura de doações e despesas em anos distintos impedem uma conclusão clara. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo estranho, ciclo imediato), mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PSD, PODE, MDB, AVANTE) e valores modestos (R$ 42.950 no total), mas as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos familiares aparentes (Orlando Morando Junior e Carla Sardano Morando) e doações entre candidatos de um mesmo campo político podem ser legítimas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 70.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 70.450,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários e possivelmente familiares (Orlando Morando Junior e Carla Sardano Morando) que podem explicar doações entre aliados, e a cadeia não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.012.979,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito desiguais: a maior transação é uma despesa de R$ 1.000.100,00 paga por Geraldo Alckmin Filho à direção estadual do PSDB, enquanto as demais somam cerca de R$ 12.988,00. As entidades têm vínculos partidários claros (PSDB/PSB) e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral de 2018, sendo compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que os valores fechem um circuito suspeito.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.062.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1,06 milhão no total) e as transações podem ser compatíveis com repasses partidários, ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.033.063,01
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 1,03 milhão entre o diretório estadual do PSDB-SP, Paulo Alexandre Pereira Barbosa (PSD), Flávio Ramirez Jordão e Geraldo Alckmin (PSB), mas as transações listadas ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e envolvem valores e direções que não formam um loop claro e imediato. As entidades têm partidos distintos (PSDB, PSD, PSB), o que enfraquece a explicação por mera coincidência de coligação, porém a defasagem temporal e a ausência de detalhes sobre a natureza dos pagamentos impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.237.247,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PSB, PL, CIDADANIA) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem relação partidária óbvia que explique a cadeia. O valor pago por Alckmin à direção estadual (R$ 1.000.100,00) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de Alckmin e fornecedora de Bolsonaro, fechando o ciclo. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.057.237,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve figuras do mesmo campo político (PSDB/PSB) em São Paulo, com transações em anos distintos (2018 e 2020), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor de R$ 1 milhão pago por Alckmin à direção estadual em 2018 é uma despesa típica de campanha (ex.: repasse ao partido), e a doação de R$ 50 mil de Maria Cristina a Pesaro é modesta. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre campanhas da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.236.348,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por coligação única. Porém, os valores são muito díspares e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto e isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.539,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) e valores que variam de R$ 725 a R$ 20.010, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato único e concreto que destoe, como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece atenção apenas se houver outros indícios, mas os dados apresentados não permitem classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.