severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.902,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 11.059,00 à campanha de Juliana Cardoso (PT) e recebeu de volta R$ 843,52 como despesa de campanha, ambos em 2018. O valor de retorno é muito inferior ao doado (cerca de 7,6%), o que é compatível com um simples pagamento por serviço prestado, e não com um retorno do dinheiro doado. Não há elementos que sugiram um esquema de devolução ou fraude, mas também não há contexto suficiente para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 21.741,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT de SP (Juliana Cardoso e Eduardo Suplicy) e uma empresa de tecnologia. As doações entre os dois candidatos são de valores baixos (R$ 600 e R$ 200) e podem ser apoio mútuo dentro do mesmo partido. A empresa BG Studios recebeu R$ 843,52 da campanha de Juliana e doou R$ 20.098,00 para Suplicy, mas o valor doado é maior que o recebido, o que não configura devolução disfarçada. O montante total é modesto e compatível com serviços de tecnologia para campanha.
severidade alta2 nósR$ 10.500,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 6.000 de Caio para Luiz Paulo em 2022 e uma despesa de R$ 15.000 de Luiz Paulo para Caio em 2018 — anos diferentes e valores distintos, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado. Não há informação sobre vínculo partidário, parentesco ou natureza do serviço prestado, então não dá para afirmar se é ressarcimento, pagamento por serviço ou algo que mereça checagem.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois deputados federais do PT de SP e uma terceira pessoa (Caio Rioei Yamaguchi Ferreira), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 15.000) e compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 12.812,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PSB) e uma empresa, com dinheiro saindo de Luiz Paulo para a empresa, da empresa para Augusto e de Augusto de volta para Luiz Paulo. A empresa recebeu R$ 4.860,84 de Luiz Paulo em 2018 e depois doou R$ 2.875,00 para Augusto em 2022, enquanto Augusto doou R$ 5.000,00 para Luiz Paulo em 2018. O fato de o ciclo fechar entre pessoas sem partido/coligação em comum e envolver uma empresa que presta serviços de tecnologia merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 27.256,82
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa doa ao candidato e o mesmo candidato paga despesas à mesma empresa, com valores que se aproximam (R$ 21.118,00 doados em 2018 contra R$ 4.860,84 pagos no mesmo ano). Não há coligação ou partido em comum que explique naturalmente a reciprocidade, e a empresa é do ramo de tecnologia/consultoria, sem relação óbvia com a atividade parlamentar. O padrão de dinheiro saindo e voltando para a mesma cadeia merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 37.687,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de SP e uma terceira pessoa (Isabel Ruas Pereira Coelho) que não aparece como candidata, mas recebeu doação de Nabil e prestou despesa a Luiz Paulo. Os valores são modestos (R$ 37,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Não há informação sobre o vínculo de Isabel com as campanhas nem sobre a natureza do serviço prestado, impedindo tanto uma explicação rotineira clara quanto a identificação de um fato anômalo específico.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 25.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT de SP e um terceiro nome (Edilson Henrique Mineiro) que aparece como doador de Nabil Bonduki em 2024/2026 e como recebedor de despesa de Luiz Paulo em 2018. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 15 mil), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: uma doação de R$ 3.000 de Ricardo Dias Rocha para Evelyn Silva do Nascimento Vicente da Silva e três despesas de campanha dela para ele, totalizando R$ 27.000. Não há informação sobre partido ou coligação de Ricardo, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um padrão comum (ex.: prestador de serviços contratado por campanha que também doou) ou algo que mereça checagem. Os valores são modestos e a diferença entre doação e despesa não configura retorno quase idêntico. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 16.313,38
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do PT em SP e um candidato do próprio PT, configurando repasse partidário legítimo. O valor de volta é irrisório (R$ 1,90) comparado à doação recebida (R$ 16.311,48), sugerindo um pequeno ressarcimento ou estorno, não um ciclo de devolução significativa. Não há indício de empresa externa ou fornecedor sem relação com a campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 201.323,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades do PT (direção estadual, um candidato a prefeito e uma candidata a vereadora), o que é compatível com repasses internos do partido e devoluções de sobra. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são muito díspares (R$ 185.883,95, R$ 200,00 e R$ 15.240,00), sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. Não há elemento concreto que force um lado ou outro.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 63.214,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio diretório estadual do PT e um candidato do mesmo partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. Os valores são modestos (R$ 9,1 mil recebidos em doações e R$ 54,1 mil em despesas pagas ao diretório), compatíveis com contribuições estatutárias ou ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valores milionários nem de fornecedor fora do ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 39.818,25
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio diretório estadual do PT de São Paulo e um candidato do mesmo partido (Jilmar Augustinho Tatto, PT-SP). Doações de diretório partidário a candidato da mesma legenda são prática comum e legal, e a despesa de volta ao diretório pode ser repasse de sobra de campanha ou contribuição estatutária. Não há entidades de fora do partido nem valores desproporcionais que sugiram algo atípico.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 943.264,06
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção estadual do PT de São Paulo repassando recursos ao próprio candidato do partido (Luiz Marinho) e o candidato pagando despesas de volta à direção partidária. Esse é um padrão comum e legítimo: repasses de recursos do partido a candidatos da mesma legenda e pagamentos de despesas compartilhadas (como cessão de espaço, materiais ou serviços) à estrutura partidária. Não há entidades de fora do partido, e os valores e anos são compatíveis com múltiplas eleições.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 820.286,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PT): a direção estadual repassou recursos ao candidato Luiz Marinho, que pagou uma despesa de pequeno valor a Luiz Carlos Facina, e este, dois anos depois, pagou uma despesa à direção estadual. Os valores são muito assimétricos (R$ 810 mil de repasses partidários contra R$ 500 e R$ 9,5 mil), o que é típico de fluxos de financiamento partidário e não de um esquema de lavagem. A diferença temporal e a natureza das transações (doação partidária vs. despesas de campanha) tornam o loop uma coincidência contábil plausível dentro da mesma agremiação.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 266.663,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de São Paulo: a direção estadual do partido repassou recursos a Paulo Cayres (R$ 132,8 mil) e Luiz Marinho pagou despesas à mesma direção estadual (R$ 132,9 mil), valores praticamente idênticos. Isso é compatível com o fluxo normal de repasses partidários e prestação de contas entre candidatos e a direção estadual, não com um esquema de lavagem. A doação de R$ 900 de Paulo Cayres a Luiz Marinho em 2020 é de baixo valor e dentro da mesma legenda.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 28.036,23
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção estadual do PT de São Paulo e uma candidata do mesmo partido, com doações do partido à candidata e uma despesa da candidata de volta ao partido. Esse tipo de movimentação é comum em campanhas: repasses de recursos partidários e pagamentos de despesas à estrutura partidária (ex.: cessão de espaço, serviços, devolução de sobra). Os valores são modestos (cerca de R$ 28 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem indício de ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 29.459,53
IA · deepseek-flash O fluxo é entre a direção estadual do PT em SP e um candidato do mesmo partido, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários para campanhas. O valor de volta (R$ 9.486,51) é menor que o recebido (R$ 19.973,02) e pode ser devolução de sobra ou ressarcimento de despesa, prática rotineira em prestações de contas. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou valores atípicos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 249.582,14
IA · deepseek-flash O fluxo é majoritariamente de mão única: o diretório estadual do PT repassou R$ 249.557,29 ao candidato Douglas Martins Izzo (PT-SP) em 2022, e o candidato devolveu apenas R$ 24,85 ao diretório. O valor de retorno é ínfimo (0,01% do total) e compatível com um ressarcimento pontual ou devolução de sobra, não com um ciclo fechado de recursos. Como doador e candidato pertencem ao mesmo partido, o repasse é o padrão legítimo de financiamento partidário a candidatos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 40.916,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PT de São Paulo repassando doações à candidata Ana Maria do Carmo Rosseto (PT) e esta registrando uma despesa de volta à mesma direção. É um padrão comum em campanhas: repasse de recursos do partido ao candidato e devolução/ressarcimento de sobra ou pagamento de despesa à estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 25,8 mil de doações e R$ 15,1 mil de despesa) e a diferença entre eles é compatível com sobra não utilizada.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 56.319,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, um vereador e um deputado federal do mesmo partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 56 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. A direção estadual aparece tanto doando quanto recebendo, o que é típico de fluxos de recursos partidários.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 28.562,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PT de São Paulo e uma candidata do mesmo partido (PT), o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários para campanhas. A candidata recebeu R$ 6.311,48 como doação e teve R$ 22.250,78 em despesas pagas pela direção estadual, resultando em um fluxo líquido da direção para a candidata, não um retorno de dinheiro à origem. O valor total movimentado (R$ 28.562,26) é modesto e compatível com despesas de campanha, sem indícios de anormalidade.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 14.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas: NILSA HELENA RUSE doa R$ 4.200 à campanha de PAOLA e, na sequência, a campanha de PAOLA paga R$ 10.000 a NILSA como despesa. Não há informação de partido/coligação comum entre elas que explique o fluxo como repasse interno, e o valor pago de volta é mais que o dobro do doado, o que foge do padrão de simples ressarcimento ou devolução de sobra. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por NILSA à campanha.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.732,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Fernando Antônio da Silva doou R$ 10.680,00 a Francisco Pereira de Sousa Filho em 2018, e este pagou R$ 4.052,60 a Fernando em 2022 como despesa. Os valores são modestos, as transações ocorreram em anos diferentes e não há informação sobre partido ou coligação de Fernando, nem sobre a natureza do serviço prestado. Sem esses dados, não há um fato concreto que caracterize padrão anômalo nem que permita explicá-lo como rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 27.781,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 8.421,12 em 2018 e uma despesa de R$ 19.360,34 em 2022, em sentidos opostos. Não há informação sobre partido ou coligação de APARECIDO ALVES TENORIO, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo. O intervalo de quatro anos e a diferença de valores também não permitem afirmar que seja um loop fechado típico. Faltam elementos concretos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: ERISVALDO SOARES DOS SANTOS doa R$ 6.000 à campanha de FRANCISCO PEREIRA DE SOUSA FILHO e, no mesmo ano de 2022, a campanha paga exatamente o mesmo valor de volta a ERISVALDO como despesa. Não há informação de partido/coligação comum entre eles que explique a devolução, e o valor idêntico de ida e volta chama atenção. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.347,34
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 18.347,34 entre o candidato Francisco Pereira de Sousa Filho (PSB) e Herienilton Brito Silva, com doações em um sentido e despesas no outro, nos mesmos anos (2018 e 2022). Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo entre as duas pessoas, nem sobre a natureza dos serviços prestados. O valor é modesto e o padrão pode ser explicado por contratação de serviços de campanha com posterior doação, mas a ausência de detalhes impede uma conclusão segura.
severidade alta2 nósR$ 10.159,00
severidade alta2 nósR$ 10.800,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 49.635,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com vínculos partidários e familiares claros (mesmo sobrenome CAMPOS DE ALBUQUERQUE, ambos no partido UNIÃO em SP), o que é um padrão comum em campanhas de aliados. Os valores são modestos (R$ 49,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A doação de Marciene para Edvam e a despesa de Edvam para Ueliton podem ser explicadas por repasses dentro do mesmo grupo político ou ressarcimentos de campanha.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 38.608,91
IA · deepseek-flash O loop envolve pessoas com sobrenome comum (Campos de Albuquerque) e mesmo partido (UNIÃO), o que é compatível com doações entre familiares ou aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 38,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.010,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 13.010,00 entre duas pessoas de partidos diferentes (PL e PSL), mas em anos distintos (2018 e 2024) e com valores desproporcionais: a doação de R$ 11.510,00 é quase 8 vezes maior que a despesa de R$ 1.500,00. Não há coligação ou partido comum explícito, porém a diferença temporal e a assimetria de valores impedem tanto uma explicação simples e rotineira quanto a caracterização de um fato claramente anômalo. O caso merece uma checagem humana para esclarecer a natureza dessas transações.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre Vitor Hugo Riccomini (PL) e pessoas com nomes muito parecidos (Mateus/Matheus Sousa dos Santos), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não formam um loop curto e fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 4.000) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte, sem indicar empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há elemento concreto que fuja do padrão comum de relacionamento entre candidato e apoiadores/fornecedores recorrentes.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de doações entre duas campanhas de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PSB), com valores modestos (R$ 20 mil de Jonas para Dario em 2020/2024 e R$ 10 mil de Dario para Jonas em 2022). Não há coligação ou partido comum declarado, mas também não há indício de valores anômalos, fornecedor estranho ou desvio de finalidade. A movimentação pode ser explicada por relações políticas locais ou devolução de apoio, mas o ciclo fechado entre partidos distintos merece uma checagem humana leve para confirmar a motivação.
severidade alta3 nósR$ 10.500,00
severidade alta2 nósR$ 10.008,85
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.774,55
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (Bernardelli), sugerindo relação familiar, e valores modestos (R$ 2.000 a R$ 5.000 em doações; R$ 2.327 a R$ 2.447 em despesas). Doações de familiares a candidatos e pagamentos de campanha a familiares (ex.: serviços de campanha) são padrões comuns e legítimos na prestação de contas. Não há indício de empresa, fornecedor de ramo estranho ou valor fora de escala que justifique alerta.
severidade alta3 nósR$ 10.300,00
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 26.408,99
IA · deepseek-flash O loop envolve MARLY GOMES CALDAS e VALDEMIR GOMES CALDAS, que compartilham o sobrenome e provavelmente são parentes próximos, o que é um padrão comum em campanhas (doação de familiar e pagamentos a familiar). Os valores são modestos (R$ 3.000 de doação e R$ 23.408,99 em despesas ao longo de 2020/2022) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 36.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PODE e PROS) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são modestos (R$ 29.900 e R$ 6.500) e as transações são de naturezas distintas (5 despesas de uma campanha e 1 despesa da outra), sem indicar um fluxo circular típico de devolução. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e em sentidos opostos: uma despesa de R$ 10.000 paga por Juliana a Natanael em 2022 e uma doação de R$ 2.500 de Natanael a Juliana em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Natanael, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo. O valor total é baixo e a defasagem temporal enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato, mas a ausência de dados sobre a relação entre os dois deixa o caso sem explicação clara.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pontas: uma despesa de R$ 10.000 paga por Juliana a Marcos Junior em 2022 e uma doação de R$ 1.000 de Marcos Junior a Juliana em 2024. As transações ocorrem em anos diferentes, com valores e direções distintos, e não há informação sobre partido/coligação de Marcos Junior nem sobre a natureza do serviço prestado. Sem esses elementos, não há fato concreto que caracterize padrão circular fechado no mesmo pleito ou desproporção inexplicável.
severidade alta2 nósR$ 10.400,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 17.190,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Marcos Roberto dos Santos doa R$ 2.190 à campanha de Maria das Graças e, no mesmo ano de 2020, recebe R$ 15.000 como despesa paga por essa mesma campanha. Não há informação de partido ou coligação comum que explique a reciprocidade, e o valor que sai é quase sete vezes maior que o que entra. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Marcos à campanha.
severidade alta2 nósR$ 10.100,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 35.000,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, uma delas candidata a prefeito, com valores modestos (R$ 10 mil de doação e R$ 25 mil de despesa). Não há informação sobre partido ou coligação do doador/fornecedor, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. O sinal, por si só, não apresenta fato que destoe de um padrão comum de relacionamento entre campanha e apoiador.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 37.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 12.000 em 2022 e uma despesa de R$ 25.000 em 2024, valores modestos e em anos diferentes. Não há informação sobre partido ou coligação de Sandro Magalhães Reis Albok, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo legítimo ou coincidência. O próprio resumo reconhece que pode ser ressarcimento ou coincidência, e os fatos disponíveis não bastam para apontar um indício concreto que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 91.914,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a direção municipal do PSDB de Caraguatatuba repassando R$ 84.414,00 ao candidato Mateus Veneziani da Silva (PSD) em 2020, e o candidato pagando R$ 7.500,00 de despesa à mesma direção municipal. O valor de retorno é cerca de 9% do valor recebido, compatível com ressarcimento de despesa ou devolução de sobra, e não com um ciclo fechado de valores equivalentes. A diferença de partido (PSDB vs PSD) pode indicar coligação local, o que é comum em eleições municipais.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.345,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades, mas duas delas são do mesmo partido (PT) e a terceira é a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos. Os valores são modestos (R$ 12,3 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de campanhas de uma mesma legenda, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.