severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.500,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (MAURICIO), sugerindo possível relação familiar, o que é uma explicação comum e legítima para movimentações financeiras entre campanhas. Os valores são modestos (R$ 500 de doação e R$ 13.000 em despesas ao longo de três anos) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem ciclo curto e fechado. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a atividade, nem valor fora de ordem de grandeza. Os fatos não apontam claramente para algo rotineiro nem para algo bizarro.
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 28.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (PL e PATRIOTA) e de UFs diferentes (SP e RJ), sem coligação ou vínculo partidário comum indicado. Além disso, a doação de R$ 8.100 de Gustavo para Manoel em 2022 é seguida por uma despesa de R$ 20.000 de Manoel para Gustavo em 2024, valor 2,5 vezes maior e em ano eleitoral distinto, o que dificulta explicar como simples ressarcimento ou repasse partidário. A assimetria de valores e a ausência de elo partidário tornam o caso digno de checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 25.423,71
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o diretório estadual do PSB-SP e um candidato do PP, mas os valores são modestos (R$ 16,9 mil de doação e R$ 8,5 mil de despesa) e ocorrem no mesmo ano de 2018. A devolução parcial de recursos por candidato ao diretório partidário é prática comum em prestações de contas, e a diferença de partido pode ser explicada por migração partidária ou coligação local. Não há indício de ciclo fechado com valores idênticos ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 18.624,57
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o diretório estadual do PSL em SP e um candidato do mesmo partido (PSL), em 2018. O valor que retorna ao diretório (R$ 150,00) é muito pequeno frente à doação recebida (R$ 18.474,57), compatível com uma despesa de campanha paga ao partido, como cessão de espaço, material ou ressarcimento. Não há ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário nem valores equivalentes de ida e volta.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.949,14
IA · deepseek-flash O loop envolve o diretório estadual do PSL-SP e um candidato do Solidariedade, partidos diferentes, o que à primeira vista poderia chamar atenção. Porém, os valores de entrada e saída são idênticos (R$ 8.474,57) e ocorrem no mesmo ano (2018), padrão compatível com um repasse seguido de devolução/ressarcimento de sobra, prática comum em campanhas. Não há indício de desvio de finalidade, fornecedor estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 69.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PP, Republicanos, PL) e valores pequenos (R$ 1.000 a R$ 64.700), com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2024. Não há um padrão claro de devolução de valores altos ou de fornecedor sem relação com o serviço, e as doações entre candidatos de partidos distintos podem ocorrer em alianças locais ou ressarcimentos. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão legítimo nem que há algo claramente fora do comum.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 65.700,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas de partidos diferentes (PP e REPUBLICANOS), o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), com valores modestos (R$ 1.000 e R$ 64.700), e podem refletir devolução de sobra, ressarcimento ou doação entre aliados políticos sem vínculo partidário formal. Não há um fato concreto que destoe do padrão de transações eleitorais comuns, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 11.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas de partidos diferentes (PRD e PL) e anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária imediata. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 5.000) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não há explicação simples e evidente para o fechamento do ciclo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e R$ 14.000, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e em direções opostas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Além disso, os nomes 'PAULO HENRIQUE CAMPOS SORANZ' e 'PAULO HENRIQUE DE CAMPOS SORANZ' podem se referir à mesma pessoa, mas não há confirmação nos fatos. Sem partido/coligação comum explícito ou valores atípicos, não há elemento concreto que justifique priorização.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 14.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14.400 no total) e pessoas do mesmo partido (PT), o que é compatível com repasses internos, devoluções ou despesas de campanha entre aliados. As transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no tempo. A doação de LEANDRO CANDIDO SOARES a IZIDIO DE BRITO CORREIA (R$ 10.400 em 4 parcelas) é o elo mais relevante, mas dentro de um mesmo partido e com valores baixos, não há um fato que destoe do padrão comum.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.314,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas (Miriam Manetta Algarra, Maria de Lourdes Moraes e Jakeline M. Pinto) com valores modestos (R$ 1.064, R$ 1.250 e R$ 10.000), em anos diferentes (2020 e 2022). As transações podem ser explicadas por relações pessoais ou prestação de serviços entre candidatas de partidos distintos (REDE e PT), sem indicar necessariamente um esquema. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas movimentações de campanha, mas a ausência de vínculo partidário claro e a diferença de anos tornam o caso ambíguo.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.064,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas a vereadora em SP, de partidos diferentes (PT e REDE), o que à primeira vista dificulta a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 10,64 mil de doação e R$ 10 mil de despesa) e o fluxo ocorre em 2022, ano em que Miriam concorreu a deputada e Maria pode ter prestado serviço à campanha. Sem detalhes sobre a natureza da despesa (ex.: serviço de campanha) e sem outros elos na cadeia, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 12.964,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PT e REDE) e valores desproporcionais: uma despesa de R$ 10.000 de Miriam para Maria L. Moraes, enquanto as demais transações são de R$ 1.064 e R$ 1.900. A existência de um loop fechado entre campanhas sem coligação declarada e a diferença de ordem de grandeza justificam uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade alta2 nósR$ 10.800,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 32.270,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PT de Sorocaba, com valores modestos (R$ 32,3 mil no total) e transações em anos distintos (2020 e 2024). A doação da direção municipal a um vereador do próprio partido e o repasse dele a um candidato a prefeito do mesmo partido são padrões comuns de apoio interno em campanhas. O pagamento a um escritório de advocacia por um candidato a prefeito também é despesa típica de campanha, sem indício de anormalidade.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 78.735,68
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (BG Studios Tecnologia) doa R$ 72.569 ao candidato Raul Marcelo de Souza (PSOL-SP) e, no mesmo ano de 2018, o candidato paga R$ 6.166,68 de volta à mesma empresa como despesa. Não há informação de coligação/partido em comum que explique a reciprocidade, e o fluxo de retorno (candidato -> empresa) é incomum em prestação de contas, já que empresas não costumam receber pagamentos de campanha após doarem ao mesmo candidato. O valor da doação é uma ordem de grandeza maior que o da despesa, mas o simples fato de a mesma empresa doar e depois receber recursos da campanha no mesmo exercício merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 57.450,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e o diretório municipal do PSOL de Sorocaba, mesma agremiação partidária, o que é um padrão comum de movimentação interna. Os valores são modestos (R$ 50, R$ 17.400 e R$ 40.000) e as transações ocorreram em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A doação de R$ 17.400 de Rodrigo para Raul e a despesa de R$ 40.000 de Raul ao diretório podem ser explicadas por repasses internos ou ressarcimentos partidários.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 63.887,12
IA · deepseek-flash As três entidades são do mesmo partido (PSOL) em Sorocaba, e o fluxo envolve o diretório municipal repassando recursos a uma candidata a vice-prefeita e esta doando a um candidato a deputado federal do mesmo partido. O ciclo se fecha com uma despesa de campanha de Raul ao diretório, o que é compatível com repasses internos partidários e ressarcimentos. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2026), sem indício de empresa privada ou fornecedor alheio ao partido.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 265.189,90
IA · deepseek-flash O loop envolve o próprio diretório municipal do PSOL de Sorocaba e um candidato do mesmo partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos da mesma legenda. O valor de retorno (R$ 40.000) é menor que o total recebido (R$ 127.381,62), podendo ser um ressarcimento ou devolução de sobra, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020). Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou de valores desproporcionais.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas ao PSOL em SP, o que dá uma explicação partidária plausível para as transferências. Porém, os valores e as datas não fecham um ciclo curto: a despesa de Raul para Hugo é de 2018, a doação de Hugo para Rodrigo é de 2020, e as doações de Rodrigo para Raul são de 2022/2024, com valores desproporcionais (R$ 17.400 de Rodrigo para Raul contra R$ 2.600 de Raul para Hugo). Não há um fato claramente anômalo, mas também não é um padrão rotineiro de mesma coligação no mesmo pleito.
severidade alta3 nósR$ 10.600,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 23.000,00
IA · deepseek-flash O loop envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (JACOMUSSI) e o mesmo partido (PRD), o que sugere relação familiar e atuação política coordenada. As transações são de valores modestos (R$ 3.000 a R$ 16.000) e distribuídas em anos diferentes (2022 e 2024), padrão compatível com doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valor fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 10.000 de doação em 2022 e R$ 1.500 de despesa em 2018) e anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A doação de uma pessoa física para campanha é permitida e comum, e o reembolso/despesa de valor menor em ano anterior pode ter explicação rotineira (ex.: restituição, serviço prestado). Não há indício forte de irregularidade, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 25.339,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 25.339 no total) e pessoas com sobrenome comum (Auricchio), o que sugere possível relação familiar, mas os partidos são diferentes (PL e PSDB) e não há coligação declarada que explique a troca. A doação de R$ 24.400 de José Auricchio Júnior para Thiago Reis Auricchio em 2018 é o maior elo, mas o retorno via despesa a Luiz Antonio Cicaroni é de apenas R$ 500, tornando o 'loop' pouco fechado em termos de valores. Sem mais contexto sobre vínculos familiares ou empresariais, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 28.545,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 28,5 mil no total) e o elo intermediário (Viviane Rodrigues Campos) não tem partido/cargo informado, dificultando avaliar se há relação pessoal ou de campanha que explique as transações. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas no mesmo pleito), mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 28.445,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas com sobrenomes que sugerem parentesco (Auricchio), mas partidos diferentes (PL e PSDB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 24,4 mil, R$ 3 mil, R$ 1 mil) e as transações são de tipos variados (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que confirmem um padrão rotineiro.
severidade alta3 nósR$ 10.500,00
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 28.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas com partidos diferentes (PL e PSDB) e valores desproporcionais: José Auricchio Júnior doa R$ 24.400 a Thiago Reis Auricchio, enquanto Thiago paga R$ 4.000 a Cibele Telma Monteiro, que por sua vez doa R$ 3.000 a José. O sobrenome compartilhado (Auricchio) sugere possível relação familiar, mas a diferença de partido e a assimetria dos valores (a maior transação é uma doação entre campanhas de legendas distintas) dificultam a explicação como simples repasse partidário ou ressarcimento. Vale checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 29.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 29,5 mil no total) e pessoas com sobrenome comum (Auricchio), o que sugere possível relação familiar, mas os partidos são diferentes (PL e PSDB) e não há coligação declarada nos dados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, mas também não há explicação simples e clara para o ciclo fechado.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.700 no total) e pessoas com sobrenome comum (Auricchio), o que sugere possível relação familiar, mas os partidos são diferentes (PL e PSDB) e não há coligação declarada nos dados. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe (valor, fornecedor, ciclo curto) que justifique priorização, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 34.400,00
IA · deepseek-flash O caso envolve duas pessoas com o mesmo sobrenome (Auricchio), partidos diferentes (PL e PSDB) e cargos distintos, com doações cruzadas em anos diferentes (2018 e 2020). O valor total de R$ 34.400 não é alto e o fluxo pode ser explicado por relações familiares ou devolução de recursos, mas a ausência de coligação ou partido comum impede uma explicação simples e automática. Não há elemento claramente anômalo, como valores muito acima do padrão ou fornecedores sem relação, mas também não é possível afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 11.200 entre a campanha de JONAS DE SOUZA CAMISA NOVA (DEM) e ROBSON DE SOUZA LIMA, com uma doação de R$ 4.500 e três despesas somando R$ 6.700. Não há informação sobre partido, cargo ou vínculo de ROBSON, nem sobre a natureza dos serviços pagos, o que impede avaliar se é um ressarcimento, uma relação comercial normal ou algo atípico. O valor é baixo e o fluxo não é claramente fechado no mesmo ano, mas a ausência de contexto sobre a outra parte deixa o caso sem elementos suficientes para um juízo seguro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas em anos e cargos diferentes: uma doação de R$ 1.700 em 2018 (Margareth, vereadora, para Anita, então candidata a deputada estadual) e uma despesa de R$ 15.000 em 2020 (Anita para Margareth). Os partidos são diferentes (PL e PRB), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores e anos distintos não configuram um loop curto e fechado típico de alerta. Não há informação sobre a natureza do serviço/produto da despesa de 2020, o que impede avaliar se é um pagamento legítimo ou algo a checar.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.562,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Juscelino doa R$ 62,00 à campanha de Tabata e, no mesmo ano, recebe R$ 19.500,00 como despesa paga por essa campanha. A diferença de mais de 300 vezes entre o valor doado e o valor recebido de volta, sem que os fatos indiquem vínculo partidário ou coligação entre eles, dificulta a explicação como simples coincidência ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a razão do desequilíbrio.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 95.620,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma doação de R$ 10,00 de Stefani Martins Pereira para a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes e quatro despesas somando R$ 95.610,00 da campanha para Stefani, em anos distintos (2018, 2022, 2024, 2026). A diferença de ordem de grandeza entre os valores e a ausência de informações sobre a natureza dos serviços prestados ou vínculo partidário entre as partes impedem uma classificação como rotineira ou bizarra. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de mero ressarcimento ou de algo que exija checagem imediata.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 45.181,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a campanha de Tabata (PSB) e Mariana Ribeiro Lopes, sem indicação de partido/coligação comum. A campanha de Tabata pagou R$ 45.135,46 a Mariana, enquanto Mariana doou apenas R$ 46,00 de volta à campanha — uma assimetria de quase mil vezes. Isso não se explica por mera coincidência de coligação e merece checagem humana para entender a natureza do pagamento e o vínculo entre as duas.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.213,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes (PSB) e João Paschoal Pedote: ele doa R$ 46,00 à campanha e, no mesmo ano de 2024, recebe R$ 15.167,00 como despesa paga pela campanha. A assimetria é enorme — o valor que sai é cerca de 330 vezes o que entra — e não há nos fatos partido, coligação ou vínculo declarado que explique a relação. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 20.725,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes (PSB) e Gabriel Campos Rosa, sem indicação de partido ou coligação comum entre eles. A campanha recebeu uma doação de R$ 125,00 e pagou ao mesmo doador uma despesa de R$ 20.600,00 no mesmo ano, valor 164 vezes maior que a doação. Esse retorno financeiro quase imediato e de ordem de grandeza muito superior ao valor doado justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.926,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma pessoa (Christopher Loureiro Kapaz) nos dois sentidos: ele doou R$ 16,00 à campanha de Tabata em 2024 e, em 2022, recebeu R$ 11.910,00 como despesa paga pela campanha dela. A diferença de ordem de grandeza (cerca de 744 vezes) e a inversão de fluxo (a campanha paga um valor alto a quem depois faz uma doação simbólica) dificultam a explicação como simples coincidência ou ressarcimento. Não há informação de vínculo partidário ou coligação que explique a relação, o que justifica checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 26.357,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma pessoa (Júlia Cortez da Cunha Cruz / Júlia Cortez Cruz) em papéis alternados: recebeu R$ 26.237,00 como despesa da campanha de Tabata em 2022 e depois doou valores pequenos (R$ 30,00 em 2024 e R$ 90,00 em 2026) para a mesma campanha. O valor que fecha o loop é uma despesa paga pela campanha, não uma doação de volta, e as doações posteriores são de baixíssimo valor, compatíveis com apoio de pessoa física. Não há indício de que o dinheiro tenha retornado em montante equivalente, o que enfraquece a hipótese de ciclo fechado relevante.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.530,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes (PSB) e Vinicius Bassiquetto Elia: ele doa R$ 30,00 à campanha e, no mesmo ano de 2024, a campanha paga R$ 19.500,00 a ele como despesa. A diferença de mais de 600 vezes entre o valor doado e o valor recebido de volta, sem que os fatos indiquem vínculo partidário/coligação ou serviço prestado, dificulta a explicação como simples coincidência ou ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 31.070,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes (PSB) e Danielle dos Santos Britto, sem indicação de partido ou coligação comum. A campanha pagou R$ 31.000,00 em despesas a Danielle, que por sua vez doou R$ 70,00 à campanha — um fluxo de saída e retorno que merece checagem manual. Não há explicação simples nos dados, como mesma coligação ou repasse partidário.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.035,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata Claudia Amaral de Pontes (PSB) e Milena Oliveira Santana, sem partido/coligação informados. A campanha recebeu R$ 35,00 de Milena e pagou R$ 15.000,00 a ela no mesmo ano (2026), uma assimetria de mais de 400x entre o que entrou e o que saiu. Não há indicação de que Milena seja fornecedora com serviço compatível ou aliada do mesmo grupo, o que dificulta a explicação como mera coincidência ou ressarcimento.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 69.125,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma pessoa (Ivan Sarmento Oliveira) como doador e fornecedor da campanha de Tabata Pontes, com valores que variam de R$ 125 a R$ 40.000. As transações ocorrem em anos distintos (2022, 2024 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados nem sobre vínculo partidário entre as partes, o que impede tanto uma explicação rotineira clara quanto a identificação de um fato anômalo específico.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 69.815,00
IA · deepseek-flash O loop envolve a mesma pessoa (Tabata Claudia Amaral de Pontes) e uma fornecedora/prestadora (Luiza Facchina Macedo Bessa), com valores assimétricos: a campanha pagou R$ 69.590,00 em despesas e recebeu apenas R$ 225,00 em doações. Essa diferença de ordem de grandeza é compatível com contratação de serviços de campanha (ex.: comunicação, consultoria) e posterior devolução de sobra ou pequena doação, não configurando ciclo fechado de valores equivalentes. Não há indício de que o dinheiro retorne em montante similar, o que enfraquece a hipótese de circularidade atípica.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 32.671,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata (PSB) e uma pessoa física (Ana Carla Santos de Oliveira), sem partido/coligação indicado para a segunda. A campanha pagou R$ 22.500,00 e R$ 10.000,00 a Ana Carla, enquanto recebeu dela doações de apenas R$ 136,00 e R$ 35,00 — uma assimetria de mais de duas ordens de grandeza entre o que sai e o que volta. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou devolução de sobra, e merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.662,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma campanha (Tabata Amaral, PSB) e uma pessoa física (Gabriel Roriz Trindade) que não aparece como candidato ou partido, mas o resumo menciona um segundo identificador sem nome. As transações são de naturezas e anos diferentes: uma despesa de R$ 13.582,00 paga pela campanha em 2022 e duas doações de R$ 80,00 recebidas em 2024, totalizando R$ 13.662,00. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um loop intencional ou de mera coincidência/ressarcimento, e os valores não são de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.247,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata e uma única pessoa (Maximiliam Schiavinatto Pires): ele doa R$ 62 e R$ 85 à campanha e, no mesmo ano de 2024, recebe R$ 11.100 da campanha como despesa. A assimetria é grande — a campanha devolve ao doador um valor cerca de 180 vezes maior do que recebeu dele, sem que os fatos indiquem qual serviço/produto justificaria esse pagamento. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que merece checagem humana (natureza da despesa, contrato e vínculo).
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 43.330,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Tabata e uma pessoa física (Ana Carolina), sem indicação de vínculo partidário ou coligação entre elas. A assimetria é grande: Ana Carolina doa R$ 30,00 à campanha e, no mesmo ano, a campanha paga R$ 43.300,00 a ela como despesa — valor mais de mil vezes maior que a doação. Isso não é o padrão típico de repasse partidário, devolução de sobra ou doação entre aliados do mesmo grupo, e merece checagem humana para entender a natureza do serviço prestado.