severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.424,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 28,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem concentração temporal suspeita. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e fornecedora de outro, mas o valor pago por Rafael (R$ 2.080,92) é muito inferior ao doado por EVOE a Pollyana (R$ 17.958,00), não configurando retorno significativo. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 28.012,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de uma candidata e fornecedora de outro, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural, sem indício de retorno financeiro direto aos doadores. O fechamento do ciclo pode ser coincidência contábil entre campanhas aliadas, não havendo um fato concreto que destoe do esperado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.388,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três candidatos são do mesmo partido (PSOL/MG) e há uma empresa de intermediação de serviços culturais que recebeu despesa de campanha e fez doações a uma candidata do mesmo partido, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 21,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem um elo claramente inexplicável. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações partidárias rotineiras, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.700,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSOL-MG (Rafael Barros Gomes e Pollyana do Amaral Ferreira) e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 20,7 mil no total). As transações são de anos diferentes (2018 e 2020) e há um elo intermediário (Dário Ricardo Braga de Moura) que não aparece como entidade nomeada, dificultando ver se o ciclo é realmente fechado entre os mesmos atores. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é um padrão partidário rotineiro sem checar a relação entre a empresa e os candidatos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.111,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações se concentram em 2018, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de escala. A empresa EVOE presta serviços culturais, compatível com despesas de campanha, e o retorno ao ponto de partida pode ser explicado por doações entre aliados e ressarcimentos. Não há um fato concreto que fuja do padrão partidário-eleitoral comum.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.700,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa do outro, mas os valores são modestos (R$ 2.080,92 e R$ 1.709,00) e compatíveis com serviços de intermediação cultural, ramo que pode ter relação com campanhas. Não há indício de valores muito acima do padrão ou de entidades sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.610,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.610,20, mas todas as pessoas físicas são do PSOL de Minas Gerais e o valor é baixo. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais recebeu despesa de campanha e fez doações a uma candidata do mesmo partido, o que pode ser um fornecedor que também apoia aliados. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou empresa de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo em 2018 merece uma checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.198,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidaturas do PSOL mineiro em 2018 e uma empresa de intermediação de serviços culturais, com valores modestos (R$ 12,2 mil no total). A doação da empresa a Kênia Ribeiro (R$ 2.215) e a despesa de Rafael Gomes com a mesma empresa (R$ 2.081) são próximas, mas não idênticas, e podem refletir contratação/prestação de serviços culturais ou repasse de recursos partidários. Não há um fato isolado que destoe do padrão de campanhas pequenas do mesmo partido, mas também não há elementos que expliquem completamente o fechamento do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.582,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-MG) e do mesmo ano (2018), o que é compatível com repasses internos de campanha e contratação de serviços culturais. O valor total é baixo (R$ 14,5 mil) e as transações são de pequeno porte, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A EVOE é uma empresa de intermediação de serviços culturais, ramo plausível para despesas de campanha, e as doações entre candidatos do mesmo partido são comuns. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem uma checagem mais ampla do contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.171,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas em campanhas. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo pagamento do outro candidato, mas o valor é modesto (R$ 2.080,92) e compatível com serviços de intermediação cultural, ramo plausível para campanhas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem, mas o fechamento do ciclo em 4 entidades com valores baixos também não permite descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.715,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PSOL mineiro e a direção estadual do próprio partido, com valores pequenos e desproporcionais entre si. A maior parte do fluxo (R$ 22.361,00) é uma doação da empresa EVOE ao candidato Rafael Barros Gomes, e o retorno da cadeia se dá por uma despesa de apenas R$ 58,05 do candidato Fabrício à mesma empresa, o que não configura um loop financeiro relevante. O padrão é compatível com doações partidárias rotineiras e um pequeno pagamento de serviço, sem indício de circularidade significativa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.119,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 14.119,35 no total) e todos os indivíduos identificados são filiados ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que se trate de movimentação entre aliados da mesma coligação/partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, mas o valor pago por Bruno (R$ 201,08) é muito inferior ao doado por ela a Dario (R$ 6.214,40), não configurando retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de campanhas de esquerda com financiamento coletivo e prestação de serviços culturais, mas a existência de um ciclo fechado entre cinco entidades justifica uma checagem manual para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.015,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) em 2018 e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa EVOE aparece como doadora de Rafael e também como fornecedora de Bruno, mas o valor pago por Bruno (R$ 201,08) é muito pequeno e pode ser um serviço pontual. O montante total é modesto (R$ 30 mil) e não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.471,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL em Minas Gerais, o que torna plausível que as transações decorram de dinâmica partidária comum (repasse de diretório, doações entre correligionários, contratação de serviços culturais). Os valores são modestos (R$ 13,4 mil no total) e as transações se distribuem por 2018 e 2020, sem um padrão de retorno exato ou de enriquecimento. Não há um fato isolado que destoe claramente, como fornecedor de ramo alheio ou valor muito acima do mercado, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar a natureza dos serviços da EVOE e a motivação das doações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.368,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece tanto doando para Rafael quanto recebendo pagamento de Jorgetania, mas os valores são modestos e dentro da mesma janela eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.341,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PV) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações normais de uma empresa cultural a candidatos e despesas de campanha com serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.033,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 24 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. A maior parte do fluxo é compatível com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha com fornecedor de serviços culturais. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.217,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL em Minas Gerais, com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 22.361,00) é uma doação da EVOE para Rafael Barros Gomes em 2018, e as demais são valores baixos entre candidatos e direção partidária. Não há indício de enriquecimento ou de fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação interna de partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.747,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de MG e uma empresa de intermediação de serviços culturais, o que poderia ser explicado por uma coligação partidária e contratação de serviços culturais. No entanto, a empresa EVOE aparece tanto como doadora de Dario Ricardo (R$ 6.214,40) quanto como fornecedora de Pollyana (R$ 1.465,25), e há um fluxo de recursos entre os candidatos e a direção estadual do partido. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2020, sem um padrão claramente anômalo, mas a circularidade entre doações e despesas envolvendo a mesma empresa justifica uma verificação humana para descartar irregularidades.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.644,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual da legenda, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com campanhas, e os valores são modestos (R$ 30,6 mil no total). O fluxo fecha um loop, mas cada elo tem explicação simples: doação da empresa a Rafael, repasse partidário a Pollyana, pagamento de serviços à EVOE e devolução de sobra por Rafael.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.438,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 13,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2020, sem concentração suspeita. A empresa EVOE aparece como doadora e fornecedora de serviços culturais, o que pode ser compatível com atividades de campanha, embora mereça verificação se o serviço prestado condiz com a despesa declarada.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 29.334,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) na mesma eleição de 2018, o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesas do outro, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de intermediação cultural. O fluxo de volta ao doador inicial (R$ 22.361) é o único ponto que chama atenção, porém pode ser explicado por contratação de serviços do próprio doador, sem indício de irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.512,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. Os valores são baixos (R$ 13,5 mil no total) e as transações se concentram em 2018, com a empresa EVOE aparecendo como doadora de um candidato e fornecedora de outro, algo que pode ocorrer em serviços culturais contratados por campanhas. Não há indício de enriquecimento ou de valores muito acima do padrão, mas a existência de um ciclo fechado entre os mesmos atores justifica uma conferência rápida para descartar irregularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 29.409,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL) em Minas Gerais no mesmo ano (2018), o que é um padrão comum de movimentação dentro de uma mesma coligação/partido. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora de Rafael Barros Gomes quanto como fornecedora de despesa de Kenia Marcia Alves Ribeiro, o que pode ser coincidência de contratação de serviços culturais por campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 29,4 mil no total) e as transações são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha. Não há indício de quebra do ciclo por pessoas sem vínculo partidário ou valores muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 95.740,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL de Minas Gerais e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são pequenos (R$ 869, R$ 250, R$ 58,37) e compatíveis com despesas miúdas, enquanto o valor maior (R$ 89.208,95) é repasse da direção estadual para um candidato, típico de financiamento partidário. A empresa EVOE aparece como doadora de R$ 6.214,40 e recebedora de R$ 58,37, valores desproporcionais que não sugerem retorno significativo. Não há indício de ciclo fechado com valores equivalentes ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 111.637,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal claro que sugira um loop fechado no mesmo período. A empresa EVOE aparece doando para um candidato e recebendo despesa de outro, mas sem indícios de que o valor retorne de forma significativa ao doador original.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.671,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em MG, com valores pequenos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE aparece como doadora de Dario e fornecedora de Leandra, o que pode ser coincidência de rede de fornecedores culturais. O valor total (R$ 13,6 mil) é baixo e não há indício de desproporção ou de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 29.568,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) em 2018, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação dentro da mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece como doadora de Rafael e também como fornecedora de Leandra, mas o valor pago por Leandra (R$ 402,00) é muito pequeno frente à doação recebida por Rafael (R$ 22.361,00), e não há indício de que o dinheiro retorne à empresa. O valor total do loop (R$ 29.568,44) é modesto e as transações são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha. Não há fato concreto que fuja do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 225.883,09
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo mais forte é uma despesa de R$ 120.000,00 de DUDA SALABERT para GUILHERME LARA CAMARGOS TAMPIERI em 2024, valor de uma ordem de grandeza acima de todas as outras transações da cadeia (que somam pouco mais de R$ 100 mil). Além disso, a EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece doando R$ 22.361,00 a RAFAEL BARROS GOMES em 2018 e depois recebendo R$ 356,25 de GUILHERME em 2020, sem relação partidária/coligação explícita entre a empresa e os candidatos. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza do pagamento de R$ 120 mil e o papel da EVOE no ciclo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.901,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A empresa EVOE presta serviços culturais, ramo compatível com campanhas, e o valor que retorna a ela (R$ 230,40) é pequeno frente à doação que fez (R$ 22.361,00). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível; o padrão é típico de movimentação dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.073,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018 e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 31 mil no total) e as transações incluem doações de direção partidária e despesas com fornecedor de serviços culturais, compatíveis com movimentação rotineira de campanha. Não há indício de empresa alheia ao ramo ou valor discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósR$ 10.470,41
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.435,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com valores modestos (R$ 22,4 mil no total). As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos e despesas de campanha entre aliados da mesma legenda, como doações da direção estadual e pagamentos de uma campanha a outra. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que dificulte a explicação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.123,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação/partido. A empresa EVOE aparece como doadora de Rafael Barros Gomes e também como fornecedora de despesa de Áurea Carolina, mas o valor da despesa (R$ 8.105,61) é de ordem de grandeza próxima à doação (R$ 22.361,00), sem salto desproporcional. O elo de volta a Rafael se dá por uma despesa de R$ 8,69 à direção estadual, valor irrisório que não caracteriza retorno financeiro relevante. Não há fornecedor com ramo incompatível nem valores muito acima do padrão das demais transações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.110,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL de Minas Gerais, com valores baixos (R$ 11 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasse da direção estadual para candidato e despesas de campanha. O retorno ao ponto de partida (R$ 8,69 pagos por Rafael à direção) é um valor irrisório, compatível com ressarcimento ou taxa, e não configura um fluxo financeiro relevante. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósR$ 10.271,86
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.218,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (PSOL-MG) e o valor total é baixo (R$ 31 mil). A maior transação é uma doação de R$ 22 mil da empresa EVOE para Rafael Barros Gomes, e a empresa recebe de volta apenas R$ 547 de Sandra Maria da Silva — não há retorno significativo à empresa. O fluxo parece compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.820,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores pequenos e compatíveis com repasses internos de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 22.361,00) é uma doação da empresa EVOE para Rafael Barros Gomes, e as demais transações são de baixo valor, incluindo uma despesa de R$ 149,10 da campanha de Juhlia para a mesma empresa. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor próximo ao doado, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.399,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 31,4 mil, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em 2018, ano eleitoral. Há vínculos partidários (PSOL e PT) e a empresa EVOE aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por contratação de serviços culturais. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.973,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e uma empresa de serviços culturais, com valores que não destoam entre si (R$ 22.361,00 de doação da empresa a Rafael; R$ 6.573,46 do diretório a Dario; R$ 551,97 de despesa de Dario à empresa; R$ 8,69 de despesa de Rafael ao diretório). A ligação partidária comum e a natureza do fornecedor (serviços culturais, área afim a campanhas) oferecem explicação simples para parte do fluxo, mas o fechamento do ciclo em torno da mesma empresa e a diferença de magnitude entre a doação recebida por Rafael e a despesa paga por Dario à EVOE impedem afirmar que é totalmente rotineiro. Não há fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.872,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 30,8 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a um fornecedor de serviços culturais. A empresa EVOE aparece tanto doando para Rafael Barros Gomes quanto recebendo despesa de Bruno Henrique Nogueira Cardoso, mas o valor recebido (R$ 201,08) é muito inferior ao doado (R$ 22.361,00), o que não configura retorno significativo. Não há indício de enriquecimento ou de ciclo fechado com valores equivalentes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.181,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PSOL de Minas Gerais (candidatos, direção estadual e uma empresa de serviços culturais), o que é compatível com movimentação interna de campanha em um mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 32 mil no total) e a empresa EVOE aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, padrão comum em prestações de contas de campanhas culturalmente orientadas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo totalmente alheio ao serviço prestado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.136,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 32 mil, mas todas as pessoas físicas são do PSOL de MG e o valor é baixo. A empresa EVOE aparece como doadora de Rafael e também como fornecedora de Pollyana, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe do padrão de campanhas do mesmo partido, mas a circularidade merece uma olhada rápida.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.827,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL de Minas Gerais em 2018, com valores modestos (R$ 30,8 mil no total) e transações que podem ser explicadas por dinâmica partidária comum: doação de empresa a candidato, repasse de direção estadual a candidato, doação entre candidatos do mesmo partido e pagamento de despesa a fornecedor. A empresa EVOE Intermediação de Serviços Culturais aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que é compatível com atuação no ramo cultural, área de atuação típica de campanhas do PSOL. Não há indício de valores desproporcionais ou de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 24.227,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL-MG e uma empresa de serviços culturais, com valores que se cruzam de forma incomum: a empresa EVOE doa R$ 6.214,40 a Dario Moura e recebe R$ 8.105,61 de despesa da campanha de Áurea Carolina, enquanto o diretório estadual do PSOL repassa R$ 6.772,57 a Áurea. A soma das transações fecha um loop de R$ 24.227,82, mas a empresa aparece tanto como doadora quanto como fornecedora da mesma coligação, o que não é um padrão típico de repasse partidário ou de doação entre aliados. O valor pago pela campanha à EVOE (R$ 8.105,61) é superior ao que a empresa doou (R$ 6.214,40), sugerindo que a empresa pode ter lucrado no ciclo, o que merece checagem humana sobre a real natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.124,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-MG) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa EVOE aparece tanto doando para um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas o valor é modesto (R$ 40 mil no total) e o ramo de serviços culturais é compatível com campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou ausência de vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.561,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do mesmo partido (PSOL-MG) no mesmo ano eleitoral (2018), o que é um padrão comum de repasses internos e apoio mútuo entre aliados. Os valores são modestos (R$ 21,5 mil no total) e as transações incluem doações da direção partidária para candidatos e despesas de campanha, compatíveis com a operação normal de uma coligação. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.111,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais, com valores baixos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual para a candidata ao Senado (R$ 6.772,57), padrão comum de repasse a candidaturas do próprio partido. As demais movimentações são de pequeno porte (R$ 869, R$ 300 e R$ 2.500) e podem ser explicadas por ressarcimentos ou despesas entre aliados da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.161,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e a direção estadual do PSOL em Minas Gerais em 2018, com valores baixos (R$ 11 mil no total) e transações típicas de repasses partidários e doações entre aliados. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando para AUREA (R$ 6,7 mil), que por sua vez paga despesa à campanha de LEANDRINHA (R$ 2,1 mil), e DARIO doando a RAFAEL (R$ 250). Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário; o loop é compatível com movimentação rotineira dentro da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósR$ 10.273,22