severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.490,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PATRIOTA, PSDB) e valores modestos (R$ 15.490 no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. As conexões parecem passar por pessoas físicas (Célio, Elizângela) que não são candidatos, o que dificulta enxergar um padrão claro de coligação ou repasse partidário. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre mesmos partidos), mas também não dá para descartar coincidência ou relação pessoal. Faltam dados para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas, todas do PT de MS em cargos de deputado estadual, o que dá uma explicação plausível de rede partidária. As transações somam R$ 12.850,00 em valores modestos e espalhados por anos diferentes (2022, 2024, 2026), sem concentração temporal ou valor atípico. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 12.700 e quatro pessoas físicas, com valores pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. As duas entidades identificadas são de partidos diferentes (PT e PSDB), mas não há informação sobre coligação, parentesco ou relação comercial que permita afirmar se o loop é coincidência ou algo a checar. Os fatos disponíveis não bastam para classificar como bizarro nem como claramente explicável.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.990,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PT, PATRIOTA, PSDB) e em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem coligação ou partido comum que explique a cadeia. O elo de maior valor é uma despesa de R$ 10.000 de Amarildo (PT) para Jéssica Ribeiro Gutierrez em 2022, que depois doa R$ 500 a Flávio Pereira Moura (PSDB) em 2024, e Flávio paga R$ 1.500 a Elizângela Serrão, que havia doado R$ 1.990 a Adriano Ferreira Vargas (PATRIOTA) em 2020. A diferença de partidos e a defasagem temporal entre as pontas dificultam explicar o loop como mera coincidência de mesma coligação ou ressarcimento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas três delas são do PT de MS, o que é compatível com um padrão comum de repasses e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 17.800 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PT), e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo partido ou de aliados, mas também não se pode afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas, sendo 3 filiadas ao PT de MS, e valores modestos (R$ 20,5 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados partidários, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.288,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT de Mato Grosso do Sul, com valores baixos (R$ 23 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A presença do diretório estadual e de candidatos do mesmo partido sugere uma rede de movimentação comum em campanhas eleitorais, sem indício de anomalia grave. Não há fornecedor com ramo estranho, valor muito acima do padrão ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PT), e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato e coordenado. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 6.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas, todas do PT de MS, o que dá uma explicação partidária plausível. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 4.500) e não há indício de fornecedor fora do ramo ou valor discrepante. Não há fato concreto que justifique priorização manual neste momento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2020, 2022, 2024), com valores pequenos e desiguais, e as duas entidades identificadas são de partidos distintos (UNIÃO e PSDB), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária. As transações parecem doações e despesas de campanha comuns, sem um fato concreto que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado no mesmo pleito). Não há elemento suficiente para classificar como bizarro nem para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.694,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maioria é do PSDB de MS (Donizete, Helio, Maikon), o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. O valor total é baixo (R$ 20.694) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre candidatos da mesma região/partido.
severidade média5 nósR$ 10.824,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas são candidatos a prefeito em MS por partidos diferentes (PL e PSDB), o que à primeira vista não configura uma mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e os valores são modestos (R$ 500 a R$ 12.500), compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 92.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos distintos (2020, 2022, 2024) e entidades de partidos diferentes (PSDB e PP), mas todas do Mato Grosso do Sul. As transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre campanhas, sem um padrão claro de retorno imediato ou desproporcional. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.000,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MS e duas pessoas físicas, com valores modestos (R$ 13.150 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido, mas a ausência de detalhes sobre os serviços prestados e a defasagem temporal impedem uma explicação simples e direta. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza das despesas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MS e duas pessoas físicas, com valores baixos (R$ 100 a R$ 7.050) e transações em anos distintos (2018 e 2022). As transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do que se espera em movimentações de campanha de aliados do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MS e duas pessoas físicas (Taís e Katia) que aparecem como doadoras e fornecedoras, mas os valores são modestos (R$ 100 a R$ 7.050) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, não formando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. As entidades compartilham partido e UF, o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados, mas a ausência de detalhe sobre o vínculo das pessoas físicas com as campanhas impede descartar coincidência ou confirmar padrão legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 116.685,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT) e valores modestos, com transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As setas não formam um ciclo direto e imediato: há doações de diretórios partidários, despesa com fornecedor e doação entre candidatos em anos distintos. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ausência de vínculo partidário) a ponto de justificar priorização automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.400 no total) e duas campanhas do mesmo partido (PT) no Mato Grosso do Sul, o que é compatível com movimentação rotineira entre aliados. As transações são de anos diferentes (2022 e 2024) e incluem tanto doações quanto despesas, sem um padrão claro de retorno imediato do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o loop.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas são candidatas do PT de MS (Gleice e Tiago) e as outras duas aparecem apenas como doadoras/fornecedoras sem partido informado. Os valores são modestos (R$ 13.050 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com doações e despesas de campanha dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato agudo que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não há confirmação de vínculo partidário/coligação entre todos os elos, o que impede descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT em MS (Gleice Jane Barbosa e Tiago Resende Botelho) e pessoas físicas sem partido informado, com valores modestos (R$ 23.550 no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato, e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum (mesma coligação/partido, valores baixos, intervalo temporal), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas apenas 2 são campanhas identificadas (GLEICE JANE BARBOSA e ADRIANO FIRMINO TELES), ambas do PT em MS, o que permite explicar a movimentação como relação entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 5.000 e R$ 1.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa devolvendo valor recebido. Os fatos não apontam claramente para algo anômalo nem para uma explicação totalmente rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Gleice Jane Barbosa e Tiago Resende Botelho) são do mesmo partido (PT) e mesmo cargo/UF, o que poderia explicar movimentações entre aliados. Porém, as outras duas entidades (Evandro Santos Pinheiro e Hérvillyn Kaytt Ferreira Neves) não têm partido/cargo informados, e o ciclo fecha com valores e anos variados (2022 e 2024), sem que se possa afirmar se há relação de coligação ou apenas coincidência. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima dos demais ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não é possível descartar que seja um padrão rotineiro de ressarcimento ou apoio mútuo. Falta informação sobre vínculo partidário/coligação das duas pessoas sem nome identificado para uma triagem mais segura.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que as duas campanhas identificadas são do mesmo partido (PT/MS), o que poderia sugerir coordenação partidária legítima. Porém, a transação de R$ 20.000,00 paga por TIAGO RESENDE BOTELHO a GRACIELA ALVES BARBOSA é uma ordem de grandeza acima das demais (R$ 1.000 a R$ 1.400) e não há informação de que GRACIELA seja fornecedora ou tenha vínculo partidário declarado. Esse desequilíbrio de valor dentro de um ciclo curto e fechado justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2022, com valores desproporcionais: Tiago paga R$ 10.000 a Evandro, que doa apenas R$ 500 a Gleice; Gleice paga R$ 2.000 a Joana, que doa R$ 250 a Tiago. A assimetria de uma ordem de grandeza entre a despesa de Tiago e a doação de Evandro, somada ao retorno do dinheiro à mesma cadeia em um único ano, dificulta a explicação como simples coincidência de coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT de MS e duas pessoas físicas (Joana Lourdes e Graciela Alves Barbosa), com valores modestos (R$ 23.250 no total). As transações são de anos diferentes (2022 e 2024) e os nomes das entidades no resumo não batem exatamente com os das transações (ex.: 'JOANA LOURDS' vs 'JOANA LOURDES'), o que pode indicar erro de grafia ou de agregação. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano) nem elementos claros que expliquem tudo como rotina partidária. Faltam dados para decidir.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.199,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), com valores modestos (R$ 700 a R$ 8.000) e partidos diferentes (PODE e PSDB), sem coligação ou vínculo declarado entre elas. As transações são de naturezas variadas (doação e despesa) e não há um padrão claro de retorno do mesmo valor ou de fornecedor com ramo incompatível. Os fatos, isoladamente, não permitem afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 40.750,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. As entidades têm partidos diferentes (PL, PP, DEM), porém todas são de Mato Grosso do Sul, o que pode indicar relações políticas locais. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço; a movimentação parece compatível com doações e despesas rotineiras de campanha, ainda que o formato circular mereça uma olhada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, PP, PSDB) em Mato Grosso do Sul, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 40,5 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre campanhas, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de empresa doando e recebendo de volta, nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.750,00, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (UNIÃO entre Pedro e Edson) e a maioria das entidades são pessoas físicas, não empresas ou comitês, o que dificulta caracterizar um esquema de desvio. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha de pequeno porte, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre os doadores e os candidatos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, DEM) em Mato Grosso do Sul, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 13.150 no total) e compatíveis com doações e despesas de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média4 nósR$ 10.500,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.993,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 740,75 a R$ 62.000). Há vínculos partidários parciais (PC do B entre Renato e Madalena) e possível relação familiar entre Marcelo e Murilo Bluma, o que pode explicar parte das movimentações. Não há um fato único e contundente que caracterize um ciclo fechado e suspeito, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.253,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e valores não idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PC do B entre Iara, Renato e Madalena) que poderiam explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas Marcelo (PV) e Murilo não têm partido informado. Sem dados sobre a natureza exata das despesas e sem repetição de valores, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 503.503,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PP em Mato Grosso do Sul, o que é compatível com repasses internos do partido e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são muito díspares (de R$ 3,45 a R$ 490 mil) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024, 2026), enfraquecendo a ideia de um loop coordenado. O único elo fora do PP é Arsenio (PSDB), mas o valor de R$ 500 é irrisório e pode ser uma doação pontual. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 300.201,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do mesmo partido (PP) no Mato Grosso do Sul, o que é um padrão comum em movimentações de campanha. Os valores são pequenos e compatíveis com despesas operacionais ou repasses internos, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A maior transação é uma doação oficial da direção estadual para uma candidata a prefeita, o que é rotineiro. Não há elemento concreto que fuja do que se espera de uma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 300.701,95
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo partido (PP) no Mato Grosso do Sul, e as transações são compatíveis com movimentação interna de campanha: doações da direção estadual para candidata, despesas de campanha entre candidatos da mesma sigla e valores de baixa magnitude. O ciclo envolve valores pequenos (R$ 3,45, R$ 1.200, R$ 1.500, R$ 7.000) e apenas uma doação expressiva (R$ 290.998,50) vinda da própria direção partidária, o que é rotineiro. Não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 632.303,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PP do Mato Grosso do Sul, o que é compatível com repasses internos partidários e despesas de campanha entre aliados. Os valores são pequenos (R$ 1.500 a R$ 7.000) e o único montante alto (R$ 622 mil) é uma doação da direção estadual ao candidato a governador, padrão legítimo. A entrada de Waldemar Acosta (PDT) é o ponto menos explicável, mas o valor de R$ 1.500 é irrisório e pode ser ressarcimento ou apoio pontual. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 631.103,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PP no Mato Grosso do Sul, com valores que não destoam entre si (R$ 600 a R$ 622 mil). As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora de contexto. O loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um indício concreto de irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.103,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (PP) no Mato Grosso do Sul, o que é um padrão comum em movimentações partidárias. Os valores são modestos (R$ 17 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal imediato que sugira um loop coordenado. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas dentro de uma mesma agremiação, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.803,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura estadual do mesmo partido (PP-MS), o que é um padrão comum em prestações de contas: repasses da direção partidária a candidatos, despesas de campanha entre correligionários e devoluções/ressarcimentos ao partido. Os valores são modestos (R$ 48,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um loop artificial. A maior transação (R$ 40 mil da Direção Estadual para José Paulo Paleari em 2024) é típica de repasse partidário, e as demais são de baixa monta. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 564.003,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (PP) no Mato Grosso do Sul, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 129.403,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PP do Mato Grosso do Sul, e a Comissão Provisória Estadual do PP aparece como elo central — o que é compatível com repasses internos de partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 129,4 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não dá para descartar coincidência sem checar as datas exatas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.703,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (PP) no Mato Grosso do Sul, o que é compatível com repasses internos, despesas entre aliados e devoluções. Porém, o ciclo se fecha ao longo de vários anos (2018 a 2024) e inclui um vereador do PDT, o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe claramente, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 110.003,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a comissão estadual do mesmo partido (PP/MS), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos e desproporcionais entre si (R$ 2.500, R$ 100.000, R$ 500, R$ 7.000, R$ 3,45), sem um montante que destoe ou retorne quase idêntico. O intervalo entre as transações (2018 a 2024) também enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.100 no total) e entidades que compartilham partido (PP) ou atuam no mesmo estado (MS), o que poderia ser explicado por alianças locais ou ressarcimentos. No entanto, o loop fecha entre campanhas de anos diferentes (2018 e 2022) e inclui uma pessoa sem partido identificado (TEREZINHA), o que impede uma explicação simples e imediata. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas a combinação de temporalidade e elo sem partido torna o caso ambíguo. Por isso, não é claramente rotineiro nem claramente bizarro.
severidade média4 nósR$ 10.900,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 466.232,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 466 mil, mas as transações listadas mostram valores pequenos e dispersos entre anos diferentes (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento claro de ida e volta no mesmo período. Há elos partidários comuns (PP e PDT) e a maioria das movimentações parece ser repasse partidário ou despesa de campanha, padrões rotineiros. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorizar uma checagem humana.