severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 24.774,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (PL, PODE e Partido Novo), o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 24,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. O repasse de R$ 10 mil de Maurício para Patrícia em 2022 pode ser uma despesa de campanha comum, e a devolução de R$ 781 de Patrícia ao diretório municipal é compatível com ressarcimento ou sobra. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana imediata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Joelson Loch doou R$ 2.000 à campanha de Marisol Lazzari e a campanha pagou R$ 13.000 a Joelson Loch como despesa, no mesmo ano de 2022. O valor de volta é maior que o da ida, o que é o oposto do padrão típico de devolução de sobra ou lavagem via doação circular. Pode ser simplesmente um fornecedor que também fez uma doação pessoal à candidata, sem relação entre os dois fluxos.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: VALTER ZATTI DO AMARANTE doou R$ 2.000 à campanha de MARISOL e, no mesmo ano de 2022, recebeu R$ 9.000 em duas despesas pagas pela campanha dela. Não há informação sobre partido de VALTER nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um caso de devolução disfarçada. O valor total é baixo (R$ 11.000) e o fluxo é assimétrico (doação menor que o pagamento), o que é compatível tanto com contratação normal quanto com um acerto a checar.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 17.690,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas do mesmo campo político no RS: Carlos Antonio Burigo e Felipe João Gremelmaier são ambos do MDB, e Adoralvo Antonio Schio aparece doando para Burigo e recebendo despesa de Gremelmaier. O valor total é baixo (R$ 17.690) e as transações se distribuem ao longo de 2020-2024, sem concentração temporal que sugira triangulação. O padrão é compatível com repasses entre aliados da mesma sigla e um pagamento de despesa a um fornecedor/prestador que também é doador, o que é comum em campanhas municipais.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e atuam no mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em doações entre aliados políticos. O valor total é baixo (R$ 11.000) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A diferença de valores (R$ 1.000 de um para o outro em 2022 e R$ 10.000 no sentido inverso em 2024) pode ser explicada por apoio mútuo em campanhas distintas.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 23.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois políticos do mesmo partido (MDB/RS) e uma direção municipal do próprio partido, com valores modestos (R$ 23,68 mil no total). Doações entre correligionários da mesma sigla e repasses/despesas para a direção partidária são padrões comuns e legítimos em campanhas. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 21.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades nomeadas (Carlos Burigo e Felipe Gremelmaier), ambos do MDB/RS, e uma terceira contraparte sem nome identificado (41042042004). As transações são de anos diferentes (2020 e 2024) e os valores não são idênticos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação suficiente sobre a terceira entidade nem sobre a natureza do vínculo entre as partes para afirmar que é rotineiro ou estranho.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 12.625,45
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas físicas com partidos diferentes (PTB e REPUBLICANOS) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há um salto de escala: VELOCINO doa R$ 10.000 a JOAO JOCEMAR, que paga R$ 2.100 a FRANCIS, que havia doado valores bem menores a VELOCINO em anos anteriores. O retorno do dinheiro à cadeia original em um intervalo curto merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 26.650,00
IA · deepseek-flash As duas entidades compartilham o sobrenome 'UEZ' e atuam no mesmo estado (RS), sugerindo vínculo familiar próximo. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022 e 2024), com valores moderados (R$ 6,2 mil a R$ 10,45 mil), compatíveis com apoio financeiro recíproco entre parentes em campanhas diferentes. Não há ciclo curto e fechado no mesmo pleito, nem valores de ordem de grandeza discrepante, o que torna a movimentação explicável por um padrão familiar legítimo.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 10.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes que sugerem parentesco (UEZ/UEZ PEZZI), o que é um padrão comum e legítimo de doação entre familiares em campanhas. Os valores são modestos (R$ 600, R$ 10.000 e R$ 350) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de empresa fachada, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósR$ 10.000,00
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 442.384,00
IA · deepseek-flash O loop envolve um partido (PTB) repassando recursos a um candidato do PL e este pagando despesa a um candidato do PTB, com valores muito díspares: R$ 435 mil de doação partidária contra R$ 4 mil de despesa e R$ 3,4 mil de outra despesa. O grosso do fluxo é o repasse oficial do partido ao candidato, e os retornos são valores pequenos que podem ser ressarcimentos ou pagamentos por serviços entre campanhas. Não há indício de que o dinheiro retorne em montante equivalente ao que saiu, o que enfraquece a tese de ciclo fechado relevante.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 86.939,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção estadual do PSDB-RS e uma candidata do mesmo partido, com doações do partido à candidata e uma despesa da candidata de volta à direção estadual. Esse tipo de movimentação é comum em campanhas: repasses partidários e pagamentos de despesas à estrutura partidária (ex.: cessão de espaço, serviços, devolução de sobra). O valor de R$ 50.000 pago pela candidata à direção estadual é da mesma ordem de grandeza dos repasses recebidos, não destoando do conjunto.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.290,39
IA · deepseek-flash O fluxo principal é a direção estadual do PSDB-RS doando R$ 10.783,89 à candidata Marilia Alves FideLL (PODE) em 2018 e 2022, o que é um repasse partidário comum. O retorno é uma despesa de apenas R$ 6,50 da candidata para a direção estadual, valor irrisório que não configura um ciclo financeiro relevante. A diferença de partido (PSDB doadora, PODE da candidata) não impede a legalidade, pois doações entre partidos ou de direções para candidatos de outros partidos são permitidas em certas condições, e o valor de retorno é insignificante perto do total.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.300,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de R$ 18.300 entre a campanha de Carina e Flademir, mas as transações listadas mostram apenas uma doação de R$ 1.900 em 2020 e uma despesa de R$ 16.400 em 2024, sem que o resumo explique a identidade de Flademir nem a natureza do serviço prestado. Não há informação sobre partido/coligação de Flademir, ramo de atividade ou vínculo com a campanha, o que impede avaliar se é um pagamento legítimo por serviço ou algo que mereça checagem. O valor não é de ordem de grandeza discrepante e o intervalo de 4 anos entre as transações enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.739,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a própria candidata e a direção municipal do seu partido (PP), com doações do partido para a campanha e despesas da campanha de volta ao partido. Esse tipo de movimentação entre campanha e órgão partidário é comum e pode refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 12,7 mil no total) e as transações ocorrem no mesmo ano eleitoral, sem indício de terceiros ou fornecedores alheios à política.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.365,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do próprio partido (PP) e um candidato a vereador filiado ao PP, o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. Os valores são modestos (R$ 3.882 de doação do partido ao candidato e R$ 71,50 de despesa do candidato de volta ao partido, provavelmente ressarcimento ou devolução de sobra), e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado. Não há indício de fornecedor externo ou valor fora de escala que justifique atenção especial.
severidade alta2 nósR$ 10.475,16
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 18.170,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do próprio partido (PP) e um candidato a vereador filiado ao PP, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. Os valores são modestos (R$ 1.972,16 do partido ao candidato em 2020 e R$ 505,00 de volta em 2024) e as transações ocorrem em anos distintos, sem ciclo curto e fechado. A devolução de R$ 505,00 pode ser ressarcimento de sobra ou despesa de campanha, sem indício de anormalidade.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 267.442,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a direção municipal do próprio partido (PP) e uma candidata a prefeita filiada ao PP, em Sapiranga/RS. Doações de diretório partidário para candidato da mesma legenda são repasses internos previstos na legislação eleitoral, e a devolução de valores não utilizados (despesa de volta ao diretório) é prática comum de prestação de contas. Não há indício de terceiro estranho à coligação nem valores desproporcionais que fujam do padrão.
severidade alta2 nósR$ 10.280,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Renato Delmar Molling e Julia Ostrowski Fontoura) no mesmo ano de 2018, com valores modestos (R$ 20 mil de doação e R$ 10 mil de despesa). Não há informação sobre partido ou coligação de Julia, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O padrão pode ser tanto um ressarcimento/ajuste de campanha quanto algo que mereça checagem, mas os fatos disponíveis não permitem inclinar a balança.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 135.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o próprio diretório municipal do partido (PP/Progressistas de Sapiranga) e um candidato filiado a esse mesmo partido, o que é um padrão comum e legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos e de devolução/ressarcimento ao diretório. Os valores (R$ 35 mil recebidos em 2022 e R$ 100 mil devolvidos em 2018) são de ordens de grandeza compatíveis entre si e com o porte de uma campanha municipal/estadual, e ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado no mesmo exercício. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor desproporcional que justifique priorização.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 45.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção municipal do mesmo partido (PP) em Sapiranga/RS, com valores modestos (R$ 45,4 mil no total) e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações de diretório municipal a candidato e despesas de campanha pagas ao próprio partido, padrão comum em coligações. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome e o mesmo partido (MDB), em cargos e anos diferentes, o que é compatível com doações entre familiares ou aliados políticos. Os valores são modestos (R$ 12.300 no total) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A terceira entidade (Maria de Fátima Costa Maciel) aparece como doadora recorrente e também recebedora de despesas de campanha, padrão que pode ser explicado por prestação de serviços ou ressarcimento. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.043,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três agentes de municípios/anos distintos: Sebastião (MDB) pagou R$ 10.000 a Mateus (DEM) em 2020; Mateus doou R$ 1.043 a Tiago (MDB) em 2022; e Tiago doou R$ 2.000 a Sebastião em 2020. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor fora do ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não há explicação simples e documentada para o retorno do dinheiro à cadeia.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo duas delas do mesmo partido (MDB) e com sobrenome em comum (Melo), o que sugere possível relação familiar ou de aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 3.000, R$ 500 e R$ 10.000), não havendo um padrão claro de devolução de recursos ou valores desproporcionais. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um loop suspeito ou de mera coincidência entre campanhas aliadas.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Sebastião de Araujo Melo (MDB) e Gustavo Ferenci, com R$ 13.000 movimentados. As transações são de anos diferentes (doações em 2018 e 2024, despesa em 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há informação sobre partido ou coligação de Gustavo Ferenci, nem sobre a natureza da despesa de R$ 10.000 paga a ele, o que impede tanto explicar como rotineiro quanto apontar um fato claramente anômalo.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 872.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do mesmo partido (MDB) em Porto Alegre, o que é um padrão comum de repasse partidário: a direção doa para o vereador, o vereador doa para o prefeito, e o prefeito paga despesas à direção. Os valores são assimétricos (R$ 830 mil de despesa do prefeito contra R$ 40 mil de doação ao vereador e R$ 2 mil de doação ao prefeito), o que não configura devolução de valor equivalente. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão de campanhas majoritárias.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 841.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (MDB) no mesmo município e ano eleitoral (2024): a direção municipal doou a um vereador, o vereador doou ao candidato a prefeito, e o prefeito pagou despesas à direção municipal. Esse tipo de movimentação entre órgãos partidários e candidatos da mesma coligação é comum e pode refletir repasses internos, ressarcimentos ou pagamentos de despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 10 mil, R$ 1 mil e R$ 830 mil em 8 despesas) e não destoam de forma inexplicável. Não há elemento concreto que fuja do padrão partidário esperado.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 857.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, sem entidades de fora do partido. As transações são de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 2.500) e a maior parte do fluxo é a despesa de R$ 830.000 do candidato a prefeito para a direção municipal, compatível com repasse partidário. O retorno de R$ 2.500 da direção para o vereador e as doações de R$ 1.200/R$ 1.000 do vereador para o prefeito são valores baixos e típicos de movimentação interna de campanha.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 873.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do mesmo partido (MDB) em Porto Alegre/RS, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024) e a maior parte do fluxo é da campanha de Sebastião para a direção municipal, que depois repassa a Pablo, padrão comum de financiamento interno. Não há indício de fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor muito acima do padrão que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 880.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do MDB de Porto Alegre, sem entidades de fora do partido. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha: o candidato a prefeito transfere recursos à direção municipal, que repassa à candidata a vereadora, que faz uma doação de valor pequeno (R$ 1.000) ao prefeito. Os valores e a direção dos fluxos são típicos de movimentação partidária e não apresentam salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (MDB) e uma terceira pessoa (Juliana Bento Cucchiarelli) que aparece como doadora de Pablo e fornecedora de Sebastião, sugerindo uma relação de aliados ou prestadora de serviços. Os valores são modestos (R$ 24 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de retorno exato ou desproporcional. O padrão é compatível com movimentação rotineira entre campanhas aliadas, como doações e pagamentos por serviços, sem um fato que destoe e exija checagem imediata.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e em direções opostas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há informação sobre partido ou coligação de Juliana Bento Cucchiarelli, nem sobre a natureza do pagamento de 2018 (despesa de campanha), o que impede avaliar se há vínculo político ou se é mera coincidência. O valor total é baixo (R$ 11 mil) e não destoa de transações típicas de campanha.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 16.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenome 'Melo' (Sebastião, Pablo e Victor Hugo de Oliveira Madureira/Madurera), sendo que Sebastião e Pablo são ambos do MDB/RS e parentes prováveis. O dinheiro sai de Sebastião como despesa para Victor Hugo, que doa de volta a Pablo, que doa a Sebastião, fechando o loop em R$ 16.500. Apesar de haver vínculo partidário e familiar, o retorno de recursos ao doador original através de um intermediário em ciclo curto e fechado é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.860,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14.860) e pessoas com sobrenome e partido em comum (MDB/RS), o que é compatível com movimentação entre aliados ou familiares da mesma coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre membros do mesmo grupo político.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 20.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 20,5 mil no total) e transita por uma direção partidária estadual, que é um canal comum de repasse de recursos entre campanhas aliadas. As entidades têm partidos diferentes (MDB e UNIÃO), mas em 2018 ambos integravam a mesma coligação estadual no RS, o que explica doações cruzadas e despesas com direção partidária. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores desproporcionais; o padrão é compatível com movimentação rotineira de campanha.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 17.000,00
IA · deepseek-flash As três entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em doações entre aliados políticos. Os valores são modestos (R$ 6.000, R$ 10.000 e R$ 1.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em três pontas no mesmo ano (2018): Marcio Biolchi doa R$ 5.000 a José Ivo Sartori, Sartori paga R$ 20.000 a Patrícia Sardá, e Patrícia doa R$ 5.000 de volta a Marcio Biolchi. O valor que sai de Sartori para Patrícia é quatro vezes maior que o que retorna a Biolchi, e a terceira entidade (Patrícia) não aparece como candidata com partido/cargo declarado, o que dificulta a leitura de simples repasse dentro da mesma coligação. Embora ambos os candidatos sejam do MDB/RS e doações entre aliados sejam comuns, o fechamento do ciclo com uma pessoa física sem mandato identificado merece checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 26.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em 2018 entre três nomes: José Ivo Sartori (MDB/RS) pagou R$ 20.000 em despesas a Patrícia de Fátima Porta Sardá, que doou R$ 5.000 a Sebastião de Araújo Melo (MDB/RS), que por sua vez doou R$ 1.500 a Sartori. Apesar de Sartori e Melo serem ambos do MDB/RS, Patrícia não aparece vinculada a partido ou coligação, e o elo 'despesa de campanha de Sartori -> doação dela a Melo' não tem explicação simples (não é repasse partidário nem devolução de sobra). O valor da despesa paga a Patrícia (R$ 20.000) é uma ordem de grandeza acima das doações do ciclo, o que justifica checagem humana.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 53.107,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (MDB) no Rio Grande do Sul: um candidato a governador, um vereador e a direção municipal do partido em Canoas. As transações são de baixo valor (R$ 500 a R$ 31.107) e ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que é compatível com repasses partidários, devoluções ou ressarcimentos internos. Não há indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao círculo partidário.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 97.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com valores modestos (R$ 97 mil no total) e vínculos partidários parcialmente alinhados: o diretório municipal do MDB em Canoas repassou R$ 75 mil a Cezar Mossini (Republicanos), que por sua vez doou R$ 500 a José Ivo Sartori (MDB), e este pagou R$ 21,5 mil de despesa ao diretório municipal. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e os valores são pequenos, o que enfraquece a hipótese de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e doações entre aliados, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 53.107,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três entidades e valores modestos (R$ 53 mil no total), com transações espaçadas entre 2018 e 2020. As setas são compatíveis com repasses internos do diretório municipal do MDB a candidatos e uma doação de um vereador a um candidato a governador do mesmo campo político, padrão comum em campanhas. Não há indício de enriquecimento ilícito, fornecedor estranho ao ramo ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 52.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 500 a R$ 30.000) e entidades com vínculo partidário direto: o diretório municipal do MDB em Canoas repassou recursos a Eracildo Guilherme Linck (Republicanos) em 2020, enquanto José Ivo Sartori (MDB) pagou despesa ao diretório municipal em 2018 e recebeu doação de Eracildo no mesmo ano. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020) e podem refletir repasses partidários, ressarcimentos ou apoio entre candidatos da mesma base política no RS. Não há indício de valores atípicos ou fornecedores fora do ramo que justifiquem priorização manual.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 17.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (PL e PSDB) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O dinheiro sai de Daiane para Luis Felipe (R$ 500), de Luis Felipe para Eduardo (R$ 10.000) e de Eduardo de volta para Daiane (R$ 7.000), fechando um loop em anos distintos (2018 e 2022). A diferença de valores e a ausência de uma explicação simples (mesma coligação, repasse partidário, ressarcimento) justificam uma checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas (Cristian Wasem Rosa e Nicolas Bonetto) e R$ 15.000, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e em direções opostas: uma despesa de campanha em 2020 e uma doação em 2024. Não há informação sobre partido ou coligação de Nicolas Bonetto, o que impede avaliar se há vínculo político que explique a movimentação. O valor é baixo e o intervalo de quatro anos enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato, tornando o caso pouco conclusivo sem dados adicionais.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 227.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSDB no RS e uma empresa de tecnologia, com valores que não são absurdamente desproporcionais entre si. As transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos por serviços de tecnologia, mas a existência de um loop fechado entre campanhas e uma empresa privada merece uma checagem mais detalhada para confirmar a legitimidade das despesas e a ausência de conflito de interesses. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que torne a explicação simples implausível, nem dados suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, com uma doação de R$ 5.000 de Marcio para Eduardo e duas despesas de Eduardo para Marcio totalizando R$ 8.400, no mesmo ano de 2022. Não há informação sobre partido/coligação de Marcio nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é um ressarcimento, pagamento por serviço de campanha ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o fluxo não é claramente fechado (Eduardo pagou mais do que recebeu), então não há fato concreto que justifique priorizar como bizarro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 186.184,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PSDB e PTB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são díspares (R$ 5.000, R$ 934,78 e R$ 180.250) e a maior transação é uma despesa de campanha a uma empresa, não uma doação de volta, o que não configura um loop financeiro fechado e sim uma cadeia indireta. Não há um fato concreto que destoe de forma clara (como valor idêntico de ida e volta ou fornecedor sem relação com o serviço), mas também não é um padrão rotineiro evidente.