severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 207.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 2.079,00 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre alguns envolvidos (JAMILSON e DAGOBERTO são do PP/MS), mas também há pessoas sem partido identificado e um vereador do PSB, o que não permite afirmar que seja um padrão rotineiro de mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas (ALERCIO, EDINALVA) para campanhas e despesas de campanhas para essas mesmas pessoas, o que pode ser coincidência ou ressarcimento. Os valores são modestos (R$ 150 a R$ 200 mil no total) e as entidades compartilham partidos (PP) ou atuam no mesmo estado (MS), o que oferece explicação plausível de rede política local. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo curto entre sem vínculo) que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maioria das entidades é do PP no Mato Grosso do Sul, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas há um vereador do DEM e um doador não identificado na cadeia. Os valores são modestos (R$ 27,5 mil no total) e não há indício de desproporção ou ramo de atividade incompatível. Faltam informações sobre a natureza exata das despesas e vínculos entre as pessoas para concluir se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PP) e da mesma UF (MS), o que é um padrão comum em coligações e redes de aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 400 a R$ 10.000), sem indício de retorno financeiro direto ao doador original. Não há um fato concreto que destoe do esperado para movimentações entre campanhas aliadas, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2018, com valores próximos (R$ 2.000 a R$ 4.000) saindo de uma campanha e retornando à mesma cadeia via doações e despesas. Embora os dois candidatos identificados sejam ambos do PP/MS, os nomes das outras duas entidades (Diego Nogueira de Matos e Terezinha de Jesus Gomes/Lopes) sugerem vínculos familiares com os candidatos, o que pode indicar tanto um arranjo doméstico legítimo quanto um repasse circular que merece checagem. O fato de o dinheiro percorrer um circuito fechado entre as mesmas quatro pessoas em um único ano eleitoral é um indício que justifica um humano olhar com mais atenção.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas físicas e três campanhas de partidos diferentes (PP e PSDB), sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 2.000 a R$ 4.000) e as transações se concentram em 2018, formando um loop fechado de doações e despesas entre os mesmos nomes. A presença de sobrenomes repetidos (Lopes, Nogueira) sugere possível vínculo familiar, mas isso não elimina a necessidade de checagem humana sobre a motivação dessas movimentações cruzadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 30 mil, com transações que se fecham em cadeia entre 2018 e 2024. Apesar de três entidades principais serem do PP/MS, há dois intermediários sem partido/cargo declarado (Diego Nogueira de Matos e Carlos Fernando Alves de Souza) que participam do loop, dificultando a explicação por mera coincidência de coligação. O valor de R$ 10.000 pago por Dagoberto a Rosângela e depois por Rosângela a Carlos Fernando, somado ao retorno a Jamílson, merece checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 13.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas do mesmo partido (PP) no mesmo estado (MS) e no mesmo ano (2018), com valores baixos (R$ 2.000 a R$ 5.500) e nomes que sugerem relações familiares (JAMILSON LOPES NAME e TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES; OSVALDO FREITAS DE MORAES/MORAIS). O padrão é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo grupo político, possivelmente com ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores pessoas físicas ligadas aos candidatos. Não há indício de empresa, valor desproporcional ou ramo estranho que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.930,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP e PSDB) e pessoas físicas sem cargo/partido identificado, com valores que retornam quase integralmente ao ponto de partida em um único ano eleitoral (2018). A doação de MARCELA RIBEIRO LOPES (PSDB) para JAMILSON LOPES NAME (PP) e a despesa de DAGOBERTO NOGUEIRA FILHO (PP) para TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES, que depois doa para MARCELA, formam um encadeamento circular que não se explica apenas por mesma coligação ou repasse partidário. O valor total de R$ 12.930,00 é baixo, mas a estrutura fechada e a mistura de partidos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas, todas do PP de MS, o que dá uma explicação partidária plausível para os repasses. Porém, o loop fecha através de dois nomes sem partido/cargo informado (11085800172 e 79092594172) e de Carlos Fernando Alves de Souza, que doou a Jamilson e recebeu despesa de Rosângela, sem que se saiba a relação entre eles. Os valores são modestos (R$ 31,5 mil no total) e distribuídos em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo curto e fechado. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem saber quem são os nós sem identificação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 12.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 12.400,00, com transações que parecem fechar um loop entre campanhas de partidos diferentes (PP e PSDB) em 2018. Chama atenção que JAMILSON LOPES NAME (PP) pague despesa a CELSO MAGALHAES DE OLIVEIRA (PSDB), enquanto CELSON MAGALHAES DE OLIVEIRA (PSDB) doa para DAGOBERTO NOGUEIRA FILHO (PP), e este pague despesa a TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES, que doa para JAMILSON LOPES NAME. A coincidência de nomes (CELSO/CELSON, TEREZINHA LOPES/JAMILSON LOPES NAME) e a mistura de partidos sem coligação explícita nos dados justificam uma checagem humana para entender se há relação familiar ou de negócios por trás.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.930,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.930,00, com transações que se fecham em loop entre campanhas de partidos diferentes (PP e PSDB) e uma pessoa sem partido/cargo identificado (TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES). Há um descompasso temporal: doações de 2018 e 2020 misturadas, e uma despesa de DAGOBERTO para TEREZINHA em 2018 que antecede a doação dela para MARCELA em 2020, sugerindo possível intermediação. A presença de uma entidade sem partido/cargo no meio da cadeia e o fechamento do ciclo entre grupos políticos distintos dificultam a explicação por mera coincidência de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PP de MS e uma é do PSDB, o que enfraquece a explicação por mesma coligação/partido. As transações somam R$ 30,5 mil em anos distintos (2018, 2022, 2024), com valores baixos e sem repetição sistemática, mas há uma inconsistência nominal (CELSON vs CELSO) que impede fechar a cadeia com certeza. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em 2018, com valores que retornam quase idênticos ao ponto de partida (R$ 4.000 saem de JAMILSON e R$ 3.000 voltam via DAGOBERTO), sem que os registros mostrem coligação, partido ou vínculo empresarial que explique a triangulação. As duas entidades identificadas são do mesmo partido (PP/MS), mas as outras duas pessoas não têm partido/cargo informado, e a cadeia inclui tanto doações quanto despesas de campanha, o que dificulta a leitura como simples repasse partidário. O padrão de dinheiro que sai e volta em curto intervalo entre os mesmos atores justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 10.930,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas e R$ 10.930,00, com transações que se fecham em anos diferentes (2018 e 2020) e partidos distintos (PP e PSDB). Chama atenção que JAMILSON LOPES NAME (PP) pague despesa de R$ 4.000 a LAUCIDIO RODRIGUES DE ALMEIDA NETO, que no mesmo ano doa R$ 1.500 a DAGOBERTO NOGUEIRA FILHO (PP), enquanto MARCELA RIBEIRO LOPES (PSDB) doa R$ 2.000 a JAMILSON e TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES aparece como doadora e recebedora de despesa. A presença de sobrenomes coincidentes (LOPES) e a mistura de partidos sem coligação declarada dificultam uma explicação simples de mesma chapa ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29.500,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop imediato de devolução de recursos. As três entidades nomeadas são todas do PP de MS, o que torna plausível que se trate de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas os valores e a direção das setas não permitem afirmar que há um padrão rotineiro ou algo genuinamente estranho. Faltam dados sobre a natureza dos serviços/prestações e sobre os vínculos entre os intermediários sem nome para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 27.750,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2024) e os valores são modestos. Três das entidades principais são do PP do Mato Grosso do Sul, o que oferece uma explicação plausível via mesma coligação/partido, embora os nomes intermediários sem partido declarado (Carlos Fernando e Kamila/Kamilla) não permitam confirmar essa ligação. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a relação entre os intermediários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades nomeadas são todas do PP de MS, o que poderia explicar movimentações entre aliados, mas há dois intermediários sem partido/cargo informado (Carlos Fernando e Fabio Falcão) que não permitem confirmar essa conexão. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 10.000) e compatíveis com despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Faltam dados sobre a natureza dos serviços prestados por esses intermediários para descartar ou confirmar um padrão suspeito.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (duas delas sem nome completo nas entidades listadas) e valores baixos (R$ 2.200 a R$ 3.000), todos em 2018. As duas entidades identificadas são do mesmo partido (PP) e do mesmo estado (MS), o que torna plausível que sejam aliados ou familiares (sobrenomes Lopes/Name aparecem em JAMILSON LOPES NAME e TEREZINHA DE JESUS GOMES LOPES). Não há indício de empresa, fornecedor ou valor fora de escala que justifique priorização, mas também não há elemento claro que explique o fechamento do ciclo como mera coincidência.
severidade média5 nósR$ 10.630,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 2.200 a R$ 10.000). Três das entidades são do mesmo partido (PP) e da mesma UF (MS), o que torna plausível que sejam aliados políticos ou prestadores de serviços recorrentes. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 49.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas sem partido ou coligação em comum: JAMILSON (PP) e JULIO CESAR (PODE) são de partidos diferentes, e as outras duas entidades não têm partido/cargo registrado. Os valores são quase idênticos e simétricos (R$ 15.000 e R$ 15.500), com o dinheiro saindo de JAMILSON para LAURA, de LAURA para JULIO, de JULIO para CARLOS e de CARLOS de volta para JAMILSON, em anos distintos. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou devolução de sobra, e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 movimentações entre pessoas físicas (não campanhas diretamente), com valores modestos (R$ 2.900 a R$ 15.000) e anos distintos (2018, 2020, 2022). Há vínculos partidários parciais (JAMILSON e DAGOBERTO são do PP/MS), mas ADEMIR é do PSDB, e os nomes das pontas (TEREZINHA, KAMILA) não têm partido/cargo informado, dificultando avaliar se o loop é intencional ou coincidência entre redes de relacionamento. Não há um fato agudo que destoe (valor muito alto, fornecedor fora do ramo, ciclo curto fechado entre adversários), nem uma explicação simples e clara (mesma coligação em todos os elos).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 18.650 no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há sobreposição partidária parcial (JAMILSON e DAGOBERTO são do PP em MS), mas ADEMIR é do PSDB, e não há informação sobre coligação comum. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo a justificar priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 42.400, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários (Jamilson e Dagoberto no PP) e valores modestos, compatíveis com movimentação política rotineira. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações de pessoas físicas para candidatos e despesas de campanhas para pessoas físicas, com valores e anos variados. As conexões entre JAMILSON LOPES NAME (PP) e DAGOBERTO NOGUEIRA FILHO (PP) são do mesmo partido, o que poderia explicar parte da movimentação, mas a inclusão de EDSON MORAES DE SOUZA (PSDB) e valores díspares (R$ 400 a R$ 25.000) não permite afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem. Faltam detalhes sobre a natureza das despesas e a relação entre as pessoas físicas e as campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 65.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 65.500,00, mas as transações listadas mostram apenas R$ 6.550,00 em movimentações diretas, com valores que não fecham o loop. As entidades têm partidos diferentes (PP e PSDB) e anos distintos (2018 a 2024), o que dificulta explicar o ciclo como simples repasse de mesma coligação. Além disso, há nomes sem partido/cargo na cadeia, e o fluxo Edson Moraes (PSDB) → Flávio Pereira Romulo → Waldemir Lúcio Romulo (PP) sugere conexão entre famílias e partidos distintos, merecendo checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 49.500,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PP entre Jamilson e Waldemir) e valores moderados, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Os fatos não permitem afirmar padrão legítimo claro nem apontar um indício específico que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.120,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, UNIÃO, MDB) em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas também não há um fato concreto que destoe — os valores são modestos (R$ 3.500 a R$ 19.920) e as transações são de tipos variados (doações e despesas). A cadeia fecha, mas com intermediários sem partido/cargo informado e em anos diferentes, o que pode ser coincidência de rede local ou mero encadeamento de dados. Não há elemento como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não retornam integralmente ao ponto de partida. As três entidades nomeadas são todas do PP de MS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas a cadeia inclui pessoas sem partido informado e não há elementos suficientes para afirmar que se trata de coincidência ou de algo que mereça checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (Dagoberto Nogueira Filho e Jamilson Lopes Name), ambas do PP/MS, e pessoas físicas com sobrenomes coincidentes (Lopes/Name, Gomes/Lopes), o que é compatível com circulação de recursos dentro do mesmo grupo político/familiar. Os valores são modestos (R$ 1.850 a R$ 12.000) e distribuídos em anos diferentes (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa devolvendo valor recebido. Os fatos não permitem afirmar nem descartar nada com segurança.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.280,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e nem todas fecham o loop descrito no resumo. Há vínculos partidários e possíveis laços familiares (sobrenomes Lopes), o que pode explicar doações entre aliados, mas a maior transação (R$ 12.000 de JAMILSON LOPES NAME para ALEX LOURENCO DA SILVA em 2022) não tem contrapartida clara no ciclo. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre as partes, não é possível classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas, todas do PP de MS, o que dá uma explicação simples por aliança partidária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.850 a R$ 12.000), sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PP/MS (Dagoberto Nogueira Filho e Jamilson Lopes Name) e dois terceiros sem partido informado, com valores modestos (R$ 15.750 no total) e transações em anos distintos (2018 e 2022). As setas podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro do mesmo grupo político, sem um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que foge do comum nem para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.295,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, PDT, Republicanos) e valores pequenos (R$ 15.295 no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos familiares prováveis (GERSON e JUSCINEI CLARO DINO) e valores modestos, compatíveis com doações entre aliados locais ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado no mesmo pleito), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 50.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, com um salto de R$ 40 mil (80% do total) saindo de GERSON CLARO DINO para VANDA CRISTINA CAMILO em 2024, enquanto as demais transações são de R$ 500 a R$ 4.000. Além disso, há dois DINO (GERSON e JUSCINEI) na mesma cadeia, mas o elo EDNO RIBAS MACHADO é do PSB, partido diferente do PP dos demais, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor de R$ 40 mil é uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.140,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas (Agnes-PSOL, Fagner-PSOL e Franklin-PT), com valores modestos (R$ 1.200 a R$ 6.750) e em anos eleitorais distintos (2020 e 2022). As transações parecem misturar doações de pessoas físicas e despesas de campanha, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre mesmas pessoas no mesmo pleito), mas também não dá para afirmar que é um padrão partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.418,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,4 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são pequenos e compatíveis com serviços de tecnologia/consultoria eleitoral. As três pessoas físicas são filiadas ao PSOL, o que dá um elo partidário comum, e as empresas prestam serviços típicos de campanha (intermediação e consultoria). Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre desconhecidos) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas ligadas ao PSOL de SP, com transações espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 11.200) e há tanto doações quanto despesas, padrão compatível com ressarcimentos ou prestação de serviços entre militantes do mesmo partido. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor de ramo alheio, ciclo curto entre sem vínculo), então não dá para apontar nem rotina clara nem estranheza concreta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.725,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 23.725 no total). Três das entidades são do PSOL/SP, o que sugere possível relação partidária, mas as outras duas não têm partido informado. Não há um fato concreto que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), nem uma explicação simples e completa para o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.705,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas físicas, sendo 3 candidatas do PSOL/SP em anos diferentes (2020, 2022, 2024). As transações são de baixo valor (R$ 5 a R$ 11.200) e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos de despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 34.000,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. Quatro das cinco entidades são do PSOL, o que sugere possível coordenação partidária legítima, mas há uma entidade do PSTU (Carolina Coltro Alves) que não compartilha partido com as demais. A cadeia não é um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e os valores não destoam do padrão de doações entre candidatos. Não há um fato concreto que claramente indique algo bizarro, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.585,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17.585 no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PSTU), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024, 2026) e não formam um ciclo fechado no mesmo pleito. A doação de R$ 10.000 de Carolina Coltro Alves (PSTU) para Matheus Pereira Gomes (PSOL) em 2026 é a maior transação, mas não há elementos suficientes para dizer se é um repasse partidário, devolução ou algo atípico. Sem mais contexto sobre vínculos entre as pessoas ou justificativa das despesas, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 12.300). As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PSTU) e cargos/UF distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas a dispersão temporal e a ausência de um elo claro de retorno tornam o caso ambíguo. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 60.800,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026) e há elos com pessoas físicas sem partido identificado (JANE RAYSAN). A maioria das entidades é do PSOL, o que poderia indicar uma rede partidária, mas a presença de uma entidade do PSTU e a falta de informações sobre a natureza dos pagamentos (doação vs. despesa) impedem uma conclusão clara. Não há um fato único que destoe gritantemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 124.091,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (PAGUE JUNTO TECNOLOGIA DE INTERMEDIACAO LTDA.) que doou R$ 120.346,00 para a campanha de Guilherme Boulos em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 745,72 como despesa da campanha de Silvia Andrea Ferraro (mesmo partido, PSOL). O valor doado pela empresa é cerca de 160 vezes maior que o valor que retorna a ela, e a cadeia fecha com uma despesa de Boulos para Vinicius de Lima Zaparoli em 2024, sem que os fatos expliquem a conexão. Apesar de Boulos e Ferraro serem do mesmo partido, a presença de uma empresa de tecnologia intermediando um ciclo de doação e despesa de campanha, com valores muito díspares, justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósR$ 10.395,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 477.093,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia e dois candidatos do PSOL, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são muito díspares: a doação de R$ 376.195,65 da 'UM A MAIS' para Guilherme Boulos em 2024 é cerca de 186 vezes maior que a despesa de R$ 1.000,67 paga por Boulos à 'PAGUE JUNTO' em 2018. Além disso, a 'PAGUE JUNTO' doou R$ 20.231,00 a Thais Ferreira em 2018, enquanto a despesa de Thais com a 'UM A MAIS' em 2024 foi de apenas R$ 60,55. Essa assimetria temporal e de valores, somada ao fato de as empresas aparentemente não terem relação partidária explícita, dificulta uma explicação simples de coincidência ou repasse regular.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 4.473.587,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 4,47 milhões, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores individuais são modestos frente ao total. Há vínculos partidários claros: PSOL (Boulos, Mônica e direção estadual) e PCdoB (Nájara), partidos que frequentemente atuam em coligações em SP. A empresa Pague Junto aparece tanto recebendo despesa de Boulos quanto doando para Mônica, o que pode ser relação comercial legítima, mas o encadeamento completo não é autoexplicativo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 4.468.016,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores e anos não fecham um loop claro: a maior parte do volume (R$ 3,9 mi) é uma doação do diretório estadual do PSOL a Guilherme Boulos em 2020, enquanto as demais transações são de 2018 e de valor muito menor. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL) e a empresa Pague Junto aparece como fornecedora/atacadista de serviços, o que é compatível com movimentação lícita de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.