severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 60.653,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. A empresa PAGUE JUNTO aparece como fornecedora de Guilherme Boulos em 2018 e como doadora de Douglas Belchior no mesmo ano, o que pode indicar relação comercial legítima, mas o elo final (Luiz Emmanuel Pinto doando a Boulos em 2024) não tem explicação óbvia nos dados. Não há um fato único e contundente que caracterize ciclo fechado e suspeito, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas de partidos distintos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 125.359,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.203,46 de doação da empresa a Boulos em 2018; R$ 745,72 de despesa de Silvia Ferraro à mesma empresa em 2018; R$ 2.768,00 de doação de Lourival a Silvia em 2020; R$ 1.500,00 de despesa de Boulos a Lourival em 2024). Boulos e Silvia são ambos do PSOL-SP, o que torna plausível a circulação de recursos dentro do mesmo campo político, e a empresa Pague Junto atua em intermediação de pagamentos, ramo compatível com despesas de campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados e a relação entre Lourival e os demais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.270,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) e valores modestos (R$ 12.270 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As setas misturam doações de pessoas físicas e despesas pagas por campanhas, padrão compatível com ressarcimentos, serviços prestados ou coincidências entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ciclo curto) a ponto de justificar priorização automática.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 450.658,91
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 376 mil à campanha de Guilherme Boulos (PSOL) em 2024, enquanto recebeu pagamentos de despesas de Luiz Paulo Teixeira Ferreira (PT) em 2018 e 2022. A cadeia fecha com uma despesa de Boulos a Flavia C. Alves Romeo, que doou a Nabil Bonduki (PT), e uma doação de Bonduki a Luiz Paulo. As legendas e anos distintos dificultam explicar tudo como mera coincidência de coligação, e o valor expressivo da doação da empresa a Boulos merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.716,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL em São Paulo, o que poderia ser explicado por relações políticas e comerciais legítimas dentro do mesmo campo. A empresa PAGUE JUNTO doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018, enquanto Silvia Ferraro pagou R$ 745,72 à mesma empresa no mesmo ano; os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e não há indício de retorno equivalente. As transações adicionais (doação de R$ 25,00 e despesa de R$ 600,00) são de baixo valor e não completam um ciclo financeiro relevante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 122.514,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL em SP (Boulos e Zafalão) e uma empresa de tecnologia que doou R$ 120 mil a Boulos em 2018, enquanto recebeu apenas R$ 68 de Zafalão no mesmo ano. O elo de fechamento é uma despesa de R$ 2.000 da campanha de Boulos a Caetano dos Santos em 2020, que por sua vez doou R$ 100 a Zafalão em 2018 — valores e anos desencontrados. Não há um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), mas a combinação de elos fracos e desproporcionais não permite afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 124.995,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas: a empresa Pague Junto doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018, enquanto Douglas Belchior pagou apenas R$ 1.188,64 à mesma empresa no mesmo ano. A conexão de volta a Boulos se dá por uma despesa de R$ 1.150,00 com Annibal Moraes em 2024, que por sua vez doou R$ 12,00 a Douglas em 2018. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e os vínculos partidários (PSOL e PT) são de campos aliados, o que não é incomum. Os fatos não permitem afirmar que é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 123.142,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL (Guilherme Boulos e Silvia Ferraro) e uma empresa de tecnologia, com valores que não são equivalentes entre as pontas (R$ 120.346,00 de doação da empresa a Boulos vs. R$ 745,72 de despesa de Silvia à mesma empresa). A conexão partidária e a diferença de magnitude tornam o loop pouco característico de um esquema de devolução disfarçada, mas a presença de uma empresa doando quantia relevante a um candidato e recebendo pagamentos de outra campanha do mesmo partido merece uma checagem humana para confirmar se há relação contratual ou de serviços que explique a movimentação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.391.347,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de São Paulo (direção estadual, Guilherme Boulos, Sueli Alves e Paula Nunes), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 3,9 milhões) é uma doação da direção estadual para a campanha de Boulos, enquanto as demais são de baixa monta (R$ 2 mil, R$ 10, R$ 2,2 mil, R$ 1,7 mil), típicas de ressarcimentos ou despesas miúdas. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto. O loop parece refletir a movimentação financeira normal de campanhas do mesmo partido, sem fato que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 133.301,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e uma empresa do mesmo campo político (PSOL-SP), o que é compatível com doações entre aliados e prestação de serviços por fornecedor recorrente. O valor total (R$ 133 mil) está concentrado em uma doação de empresa a Guilherme Boulos em 2018 (R$ 120 mil), enquanto as demais transações são de baixa monta e em anos distintos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado para esse tipo de rede, mas a existência de um ciclo fechado com uma empresa que doou e depois recebeu pagamentos merece uma conferência humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 449.521,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 449 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e os valores são muito díspares: a empresa doou R$ 376 mil a Guilherme Boulos em 2024, enquanto a despesa de Maria de Lourdes com a mesma empresa foi de apenas R$ 50,40. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a ligação entre Boulos e Maria de Lourdes (ambos PSOL, mas UFs e cargos distintos) não é suficiente para explicar o fluxo. Faltam dados sobre a natureza dos serviços e a relação entre as pessoas para afirmar que é um padrão legítimo ou um indício que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 79.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas ligadas ao PSOL (Guilherme Boulos e Andreia Barbosa da Silva), com valores modestos (R$ 79.200 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018-2024). As setas incluem doações e despesas de campanha, e os nomes intermediários (Monika Otermann, Roberto Lemos Monteiro Silva) aparecem como doadores e fornecedores, o que pode ser coincidência de rede política ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima dos demais, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre estranhos), mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação repassando recursos. Fica no meio: vale uma olhada humana, mas sem elemento que force priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 444.793,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos muito díspares: a maior transação (R$ 376 mil da empresa para Guilherme Boulos em 2024) é uma doação empresarial, enquanto as demais são valores pequenos (R$ 1.000, R$ 172,75 e R$ 1.150) em 2018 e 2024. As conexões entre Emidio (PT), Sidineu (PT) e Boulos (PSOL) não formam um grupo partidário único, mas os valores baixos e a diferença temporal tornam o loop pouco coeso. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 597.734,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e uma empresa que recebeu R$ 152 mil de despesa da campanha de Fernando Haddad em 2018 e depois doou R$ 376 mil para Guilherme Boulos em 2024, valor quase 2,5 vezes maior e de ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia. Além disso, a empresa aparece como elo entre campanhas de partidos distintos, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O conjunto de fatos justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 461.508,91
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 376 mil à campanha de Boulos em 2024 e recebeu despesas de campanhas do PT (Luiz Paulo) em 2018 e 2022, além de uma despesa de Boulos a uma pessoa física (Priscila) que depois doou a Nabil Bonduki. Não há coligação ou partido comum entre Boulos (PSOL) e os demais (PT), e a empresa aparece nos dois lados da cadeia (doadora e fornecedora), o que dificulta uma explicação simples de mesma chapa ou repasse partidário. O valor de R$ 376 mil é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2 mil a R$ 12 mil), o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 20.600 no total) e pessoas ligadas a partidos aliados (PT e PSOL) em São Paulo, o que é compatível com doações e despesas rotineiras entre campanhas do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2026) e não há um padrão claro de retorno imediato ou de valores desproporcionais. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 143.574,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL de São Paulo, o que é compatível com doações e despesas dentro do mesmo campo político. Porém, a empresa PAGUE JUNTO aparece doando R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018 e recebendo R$ 450,14 de Edmilson Souza Santos no mesmo ano, valores muito díspares e sem explicação nos fatos. O elo com Luiz Fernando Rodrigues Novais (doador de Simone Carleto e fornecedor de Boulos) não tem partido informado, mas os valores e a cronologia não permitem afirmar que seja um loop artificial nem que seja rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 453.558,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSOL e PT) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são muito assimétricos: a empresa doou R$ 376 mil a Boulos em 2024, enquanto as despesas de Luiz Paulo com a mesma empresa somam apenas R$ 4,8 mil em 2018 e R$ 28,98 em 2022. A doação de Nabil Bonduki a Luiz Paulo é de apenas R$ 2 mil, e a de Cileia Jesus a Nabil é de R$ 150. Não há um fluxo financeiro expressivo que retorne à origem, e as conexões podem ser explicadas por relações políticas e prestação de serviços. Os fatos não configuram um padrão típico de lavagem ou fraude, mas também não são totalmente rotineiros.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.650 no total) e pessoas ligadas a partidos aliados (PT e PSOL) em São Paulo, o que é compatível com doações e despesas rotineiras entre campanhas do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2026) e não há um único fato que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O sinal, portanto, não aponta claramente para algo anômalo nem para uma explicação trivial completa.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 127.071,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de São Paulo, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou de prestação de serviços. Porém, a empresa PAGUE JUNTO doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 745,72 de Silvia Ferraro, configurando um fluxo de retorno muito pequeno e temporalmente desalinhado. Além disso, há um elo intermediário (Thales de Carvalho Lopes) que recebeu despesas de Boulos e doou a Silvia, mas os valores e anos não formam um ciclo claro e imediato. Os fatos não são suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro nem para caracterizar algo bizarro que exija checagem urgente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.716,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de São Paulo, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou de prestação de serviços. No entanto, a empresa PAGUE JUNTO doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018 e recebeu apenas R$ 745,72 de Silvia Ferraro no mesmo ano, valores muito desproporcionais. Além disso, a transação de 2020 (Boulos -> Ingrid Saraiva) não se conecta claramente ao ciclo principal, e a doação de Ingrid a Silvia é de valor irrisório (R$ 25,00). Faltam elementos para afirmar que há algo anômalo ou para descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram valores pequenos e dispersos ao longo de vários anos (2018-2024), sem um encadeamento claro de ida e volta no mesmo período. As entidades têm partidos diferentes (PSOL e PT), mas há sobreposição temporal e geográfica (SP) que poderia explicar contatos políticos rotineiros. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12 mil, mas as transações são de anos diferentes (2018 a 2024) e valores baixos, compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. As entidades têm partidos distintos (PT e PSOL), o que enfraquece a explicação por coligação, mas também não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso merece apenas registro, sem priorização clara.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 124.581,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 120 mil da empresa para Boulos em 2018 vs. R$ 745 de despesa de Silvia com a mesma empresa) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham o PSOL, o que oferece uma explicação partidária plausível para parte das conexões. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.368,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e em sentidos variados, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades principais (Boulos, Ivan Valente, Ana Claudia Mielke) são todas do PSOL/SP, um grupo político coeso, e a empresa Pague Junto aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, o que pode ser explicado por relação comercial ou de apoio. Não há um fato concreto que destoe (valores, temporalidade ou ramo) a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 137.781,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL (Boulos e Ivan Valente) e uma empresa de tecnologia, com valores e anos dispersos (2018 e 2024). A maior transação é uma doação da empresa Pague Junto a Boulos (R$ 120 mil), enquanto as demais somam valores bem menores e podem ser ressarcimentos ou pagamentos por serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de uma coligação partidária, mas a combinação de doação empresarial e despesas cruzadas merece uma checagem humana para confirmar a natureza dos vínculos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 127.498,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 120.346,00 de uma empresa para Guilherme Boulos; R$ 6.600,00 de Boulos para Paula Coradi; R$ 30,00 de Paula para Ana Claudia Mielke; R$ 508,07 de Ana Claudia para a mesma empresa), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL) e atuação em SP, o que oferece explicação plausível para conexões indiretas. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de doações e despesas entre aliados, mas a presença da empresa nas duas pontas do ciclo justifica uma conferência humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 11.650,00, com valores pequenos e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As duas campanhas identificadas são de partidos diferentes (PSOL e PT), mas há sobreposição temporal e geográfica em São Paulo, o que poderia gerar ressarcimentos ou doações cruzadas legítimas. Os fatos apresentados não permitem afirmar se há um padrão comum ou algo que fuja do rotineiro, sendo necessário checar a natureza das despesas e a relação entre as pessoas físicas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 712.257,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 712 mil, com transações em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado no mesmo pleito. Ainda assim, chama atenção que Guilherme Boulos pagou R$ 546.762,04 à empresa Um a Mais em 2024, e essa mesma empresa doou R$ 13.448,00 à campanha de Luciana Boiteux no mesmo ano, criando um caminho de retorno de recursos entre campanhas do PSOL. O elo final, Pague Junto doando R$ 120.346,00 a Boulos em 2018, fecha o loop, mas a distância temporal e a diferença de valores entre as pontas dificultam uma explicação simples de mera coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 714.748,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 714 mil, com transações em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado no mesmo pleito. O ponto que mais chama atenção é a empresa PAGUE JUNTO ter doado R$ 120 mil a Guilherme Boulos em 2018 e, no mesmo ano, recebido R$ 2,9 mil de Tatiana Marins Roque, que por sua vez recebeu doação de Augusto Botelho em 2024 — uma cadeia que só fecha se ignorarmos a distância temporal. Além disso, a empresa UM A MAIS aparece como fornecedora de Boulos (R$ 546 mil em 2024) e doadora de Botelho (R$ 2,8 mil em 2022), misturando papéis de doador e fornecedor sem relação partidária clara entre os envolvidos. Isso justifica uma checagem humana para entender se há vínculos societários ou de coordenação entre essas campanhas.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 702.576,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 702 mil, com um elo central: Guilherme Boulos pagou R$ 546 mil à empresa Um a Mais Serviços de Tecnologia em 2024, enquanto essa mesma empresa doou R$ 3,1 mil à campanha de Thais de Souza Ferreira (mesmo partido, PSOL) no mesmo ano. Thais, por sua vez, pagou R$ 1,2 mil à Pague Junto, que havia doado R$ 120 mil a Boulos em 2018. Apesar de Boulos e Thais serem do PSOL, a cadeia não é um simples repasse partidário: há uma empresa fornecedora de Boulos que doa para outra campanha, e uma empresa que doou para Boulos que recebe despesa de Thais, formando um loop com valores e anos distintos que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 122.168,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e ex-integrantes do PSOL de São Paulo, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. A maior parte do valor (R$ 120.346,00) é uma doação da empresa Pague Junto a Guilherme Boulos em 2018, e as demais transações são de valores baixos (R$ 50 a R$ 1.150) e podem ser ressarcimentos ou despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para uma rede de campanha partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 123.810,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, SOLIDARIEDADE) e duas empresas de pagamento, mas os valores são muito assimétricos: a maior transação (R$ 120.346,00) é uma doação da PAGUE JUNTO a Guilherme Boulos, enquanto as demais somam apenas alguns milhares. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e as empresas IUGU e PAGUE JUNTO são intermediadoras de pagamento, ramo compatível com doações e despesas de campanha. Não há um fato único que destoe claramente (como ciclo fechado entre mesmas pessoas sem vínculo partidário ou valor de ordem de grandeza acima do resto), mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 121.841,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, Solidariedade) e uma empresa de tecnologia, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 120.346,00 da Pague Junto para Guilherme Boulos) é dezenas de vezes maior que as demais, que somam cerca de R$ 1.500. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020) e não há evidência de coordenação entre os agentes. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as partes, não há um fato concreto que caracterize padrão anômalo nem que permita descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 a 2024) e os valores são modestos (R$ 12.550 no total). As entidades principais incluem políticos de partidos distintos (PSOL e PT) e pessoas sem partido identificado, o que poderia ser explicado por relações pessoais ou prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 128.485,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a empresa Pague Junto doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018, enquanto as demais transações somam menos de R$ 8.000. A conexão entre Boulos e Ana Cláudia Mielke se dá via Rodolfo Vianna Baldocchi, que recebeu despesas de Boulos e doou à Ana Cláudia, mas não há informação de vínculo partidário ou coligação entre eles. O ramo da empresa (tecnologia de intermediação) não tem relação óbvia com o serviço prestado à campanha de Ana Cláudia, mas o valor é baixo. Faltam dados para afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 450.658,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 376 mil à campanha de Guilherme Boulos em 2024, enquanto em anos anteriores recebeu pagamentos de campanhas do PT (Luiz Paulo e Nabil Bonduki). O valor da doação da empresa a Boulos é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia (R$ 200 mil, R$ 4,8 mil, R$ 2,8 mil, R$ 1,1 mil), e a empresa aparece nos dois sentidos do fluxo, o que justifica uma checagem humana para entender a motivação e a legalidade dessas movimentações.
severidade média4 nósR$ 10.850,00
severidade média5 nósR$ 10.395,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 29.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PSOL de São Paulo, partido comum a todos os políticos citados. As transações são de baixo valor (R$ 29.150 no total) e compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha. O fluxo 'Vespoli -> Direção Municipal -> Boulos' e 'Boulos -> Bortoto' pode ser explicado por repasses e ressarcimentos dentro da mesma estrutura partidária, sem indício de anormalidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas campanhas identificadas (Boulos e Vespoli), ambas do PSOL de SP, e valores modestos (R$ 13.150 no total). As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2024) e incluem doações de terceiros e despesas a fornecedores, o que quebra a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados políticos, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 125.691,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL de São Paulo, o que é compatível com um padrão legítimo de doações e despesas dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 125 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 123.018,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a empresa Pague Junto doou R$ 120.346,00 a Guilherme Boulos em 2018, mas recebeu de volta apenas R$ 508,07 em despesas de Ana Claudia Mielke no mesmo ano. As demais transações são de baixíssimo valor (R$ 50 e R$ 100) e ocorrem em anos diferentes, sem formar um fluxo financeiro relevante. O elo entre as pessoas físicas é o partido PSOL, o que pode explicar doações entre aliados, mas a assimetria entre a doação milionária e o retorno irrisório impede classificar como ciclo fechado típico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 126.442,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PSOL de São Paulo (Boulos, Ivan Valente e Joselicio), o que é um padrão comum de repasses internos entre aliados do mesmo partido. A empresa Pague Junto Tecnologia aparece tanto como doadora de Boulos (R$ 120.346,00) quanto como fornecedora de Ivan Valente (R$ 935,37), mas os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e em anos distintos (2018), sem indicar retorno significativo. As demais transações são de valores baixos e podem ser ressarcimentos ou pagamentos de despesas compartilhadas dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 124.768,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSOL/SP) e a empresa Pague Junto é fornecedora de serviços de intermediação, o que poderia explicar tanto a doação quanto a despesa. Os valores são muito díspares: a doação da empresa a Guilherme Boulos (R$ 120.346,00) é dezenas de vezes maior que as demais transações, mas isso pode refletir a diferença de porte das campanhas. Não há um fato concreto que torne a explicação simples implausível, nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro; por isso, o caso não se destaca como bizarro nem como claramente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 470.976,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PSOL (SP e RJ), o que dá uma explicação partidária plausível para parte das conexões. As transações são de anos diferentes (2018 e 2024) e de valores muito díspares, com a maior parte do volume concentrada numa doação de R$ 376 mil da empresa UM A MAIS para Guilherme Boulos em 2024. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de uma rede de fornecedores e aliados do mesmo partido, mas a combinação de ciclo fechado com valores assimétricos e saltos temporais impede cravar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 4.461.899,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL de São Paulo (partido, candidatos e uma empresa de intermediação de pagamentos), o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre aliados e uso de plataforma de pagamento. Os valores são muito díspares (R$ 2,46 a R$ 3,9 milhões) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A empresa PAGUE JUNTO atua com intermediação de pagamentos, ramo compatível com o fluxo de recursos de campanha. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 54.536,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 54,5 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PSOL/PT) e temporais (2018-2024), o que permite explicar a movimentação como repasses entre aliados, ressarcimentos ou pagamentos por serviços. A empresa Pague Junto recebeu despesa de campanha e fez doação a um candidato do PT, mas não há indício de que o valor de volta seja desproporcional ou que o ramo da empresa seja incompatível. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 481.408,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 376 mil à campanha de Guilherme Boulos (PSOL) em 2024 e, no mesmo ano, aparece como fornecedora paga por Luiz Paulo Teixeira Ferreira (PT) — partidos diferentes, sem coligação declarada. Além disso, a empresa recebeu de volta recursos de uma campanha que também foi destino de doações dela, fechando um loop com valores de ordens de grandeza distintas. A mistura de partidos e a coincidência temporal entre doação e despesa justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 40.500, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas em anos distintos (2018-2026), sem que todas as setas do resumo apareçam nos dados. As entidades principais (Boulos-PSOL, Nabil-PT, Juliana-PT) têm partidos diferentes, mas há trânsito entre PT e PSOL em São Paulo, o que pode explicar alianças pontuais. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha, sem indício de ordem de grandeza anômala. Faltam elementos concretos que sugiram um ciclo fechado e suspeito, mas também não há explicação simples e completa para todas as movimentações.