severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 27.271,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades e R$ 27.271,10, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e em sentidos variados, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As duas entidades nomeadas são de partidos diferentes (MDB e UNIÃO), porém ambas do Pará, e a maior transação (R$ 25.158,10) é uma doação de Henderson para José Maria em 2024, compatível com apoio político entre aliados. Não há um fato concreto que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 22.358,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas de partidos diferentes (MDB e UNIÃO), mas os valores são modestos (R$ 22 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de José Erasmo (UNIÃO) para José Maria (MDB) em 2022 pode ser aliança local, e a despesa de José Maria para Pedro Paulo no mesmo ano pode ser pagamento por serviço, mas não há dados sobre a natureza do gasto nem sobre a relação partidária entre eles. Sem informações adicionais, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pontas e valores modestos (R$ 14 mil de doação em 2022 e R$ 5 mil de despesa em 2020), em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há informação sobre o vínculo entre Adriana e Glauber (mesmo partido, coligação, parentesco, sociedade) nem sobre a natureza do serviço pago, impossibilitando dizer se é padrão legítimo ou algo a checar. Os fatos disponíveis não apontam claramente para nenhum dos lados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 52.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Adriana e Valério), com uma doação de R$ 50.000 de Valério para a campanha de Adriana em 2026 e uma despesa de R$ 2.000 da campanha de Adriana para Valério em 2020. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e ocorrem em anos distintos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado de curto prazo. Não há informação suficiente sobre vínculo partidário, coligação ou natureza do serviço para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.401,34
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas de partidos diferentes (MDB e PHS) e cargos distintos, o que à primeira vista dificulta a explicação por coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11.356,34 de doação e R$ 1.045,00 de despesa) e as transações ocorreram em anos diferentes (2022 e 2020), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há elemento concreto que caracterize algo claramente atípico, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 37.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (UNIÃO) e do mesmo estado (PA), o que é um padrão comum em doações entre aliados políticos. Os valores são modestos (R$ 20.000 e R$ 17.000) e as transações ocorreram em anos diferentes (2018 e 2020), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A diferença de cargos (deputado federal e estadual) também é típica de redes de apoio dentro de uma mesma legenda.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 22.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do mesmo partido (UNIÃO) no Pará e um terceiro nome sem partido/cargo informado, com valores modestos (R$ 22 mil no total). A doação de Henderson para Francisco (R$ 17 mil) e a despesa de Francisco para José Olivar (R$ 2 mil) podem ser explicadas por aliança partidária, repasse interno ou ressarcimento, mas o retorno a Henderson não aparece explicitamente nas transações listadas, o que impede fechar a lógica do loop. Sem saber quem é José Olivar e qual o vínculo dele com Henderson, não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 17.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas pessoas de partidos diferentes (PODE e PSC) e cargos distintos, sem coligação comum declarada nos dados. Além disso, há uma assimetria temporal e de valores: José Lino doou R$ 300,00 a Aline em 2018/2022, mas em 2024 aparece como fornecedor/despesa de R$ 17.500,00 da campanha dela — um retorno 58 vezes maior, sem que os fatos expliquem a origem do serviço ou produto. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza da despesa e a relação entre os envolvidos.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.840,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas com o mesmo sobrenome (NOVAES), sugerindo relação familiar, e valores modestos (R$ 6.000 de doação e R$ 6.840 em despesas). Doações e pagamentos entre familiares em campanhas são comuns e podem ser explicados por apoio mútuo ou ressarcimento de gastos. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a atividade, nem valores fora de escala.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 35.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Alberto Martins Tavares doou R$ 16.000 à campanha de Consuelo Maria da Silva Castro e, no mesmo ano, recebeu R$ 19.000 como despesa paga por essa campanha. Não há informação sobre o partido de Alberto nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um fornecedor legítimo da campanha ou um doador que recebeu pagamento de volta. O valor é baixo e o intervalo entre doação e despesa é curto, mas sem esses dados não dá para dizer se é um padrão comum (ex.: fornecedor que também doou) ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.460,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Consuelo Maria da Silva Castro, candidata a prefeita pelo UNIÃO no PA, e Higina Maria Araújo Ferreira), com doações de Higina para a campanha e despesas da campanha para Higina em 2020 e 2024. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 14.400) e as transações se repetem em dois pleitos distintos, o que é compatível com uma relação de prestação de serviços ou apoio político recorrente. Não há indício de empresa de fachada, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização imediata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash As duas entidades são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (PA), e os valores são modestos (R$ 1.000 e R$ 12.000). O fluxo é compatível com doações entre aliados políticos da mesma legenda em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa devolvendo montante recebido.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 24.834,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a campanha de Jorge Santa Brigida Fernandes recebe R$ 14.834,00 em doações de Ana Julia de Vasconcelos Carepa e, no mesmo ano de 2018, paga R$ 10.000,00 de despesa à mesma pessoa. Não há indicação de vínculo partidário ou coligação entre as duas entidades que explique naturalmente essa ida e volta de recursos. O valor de retorno é quase 70% do total doado, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 45.008,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (CNPJ 31243236000182) e o candidato Altair de Lima Brandão (PT-PA), com R$ 24.408 doados pela empresa ao candidato e R$ 10.000 pagos de volta pela campanha à mesma empresa em 2018. Não há informação sobre o ramo da empresa nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se o retorno é um pagamento legítimo por serviço ou algo atípico. O valor de retorno é menor que o da doação, padrão compatível com contratação de fornecedor, mas a ausência de detalhes sobre a empresa e o serviço deixa o caso sem elementos claros para triagem.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 70.376,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades (uma empresa sem nome identificado, Ellana Fiama Souza da Silva do PC do B e Paulo Roberto Galvão da Rocha do PT) com valores modestos (R$ 70.376,50 no total) e transações de 2018. As legendas PC do B e PT frequentemente integram coligações no Pará, o que poderia explicar a circulação de recursos entre campanhas aliadas. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valores, ramo do fornecedor ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 30.496,50
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: ANA JULIA DE VASCONCELOS CAREPA doa R$ 10.036,50 a JOAO DE DEUS FERREIRA e, no mesmo ano de 2018, recebe de volta R$ 10.000,00 como despesa da campanha dele — valores praticamente idênticos. Não há informação de que ambos compartilhem partido ou coligação, o que enfraquece a explicação de repasse interno legítimo. O retorno quase exato do valor doado em forma de despesa é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.216,60
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas duas pessoas físicas, com R$ 10.716,60 doados por André Gomes Gonçalves a Altair de Lima Brandão e R$ 3.500,00 pagos de volta como despesa de campanha. Não há informação sobre partido ou coligação de André, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se é um ressarcimento legítimo ou algo que mereça checagem. O valor é baixo e o fluxo não é claramente inexplicável, mas também não é trivialmente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas (Altair de Lima Brandão e Jailson Silva Moraes) sem partido/coligação em comum registrado, com dinheiro saindo de Altair para Jailson como despesa de R$ 10.000 em 2022 e voltando como doações de Jailson para Altair em 2018 e 2024. O valor da despesa paga por Altair é de uma ordem de grandeza maior que as doações recebidas de Jailson (R$ 3.500 e R$ 1.500), e o retorno se dá em anos eleitorais distintos, o que dificulta explicar como mero ressarcimento ou repasse partidário. Vale checagem humana para entender a natureza do pagamento de 2022 e a coincidência de nomes (JAILSON SILVA MORAES vs. JAILSON SILVA DE MORAES).
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 16.686,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual do partido, um vereador do PT e um candidato a vice-governador do PT. O valor total é baixo (R$ 16,7 mil) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e não com um esquema de lavagem em curto prazo. A direção estadual repassar recursos a candidatos do próprio partido é prática legal e comum, e a devolução de despesa por um candidato ao diretório também é plausível.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 21.974,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 21,9 mil no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024). Doações entre filiados do mesmo partido e repasses da direção estadual para candidatos são padrões comuns e legítimos. Não há indício de empresa privada devolvendo valores, fornecedor fora do ramo ou valor fora de escala.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 14.675,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 14,6 mil no total) e em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatos do próprio partido e despesas de campanha pagas à direção estadual, padrão comum em prestações de contas. Não há indício de empresa privada, fornecedor sem relação com o serviço ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 14.234,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) no Pará: uma direção estadual/regional, um vereador e um deputado federal. As transações são de anos diferentes (2018, 2020 e 2022) e valores modestos (R$ 200, R$ 594,27 e R$ 13.440), compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que exija checagem imediata.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 28.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório estadual do PT no Pará repassando doações ao candidato Airton Luiz Faleiro (PT-PA) e o candidato pagando despesas de volta ao mesmo diretório. Esse tipo de movimentação é comum em campanhas: repasses de recursos do partido ao candidato e pagamentos de despesas compartilhadas ou ressarcimentos ao diretório. Os valores são modestos (R$ 15.280 de doação e R$ 13.440 de despesa) e as entidades pertencem à mesma estrutura partidária, o que explica o fluxo circular.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.238,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades do mesmo partido (PT) no Pará, com valores pequenos e em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários e ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço. O sinal, portanto, não aponta claramente para algo estranho nem para algo trivial.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 157.000,00
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o diretório regional do PT no Pará e o próprio candidato do PT à presidência, mesma legenda, em 2022. O valor que sai do diretório para o candidato (R$ 5.000) é pequeno e o valor que o candidato repassa ao diretório (R$ 152.000) é compatível com repasse de recursos para despesas de campanha no estado, não um retorno do mesmo dinheiro. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 15.234,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) no Pará: a direção estadual repassou recursos a um candidato a vereador em 2020, esse candidato doou a um deputado federal em 2018, e o deputado registrou despesa para a direção estadual em 2022. São anos diferentes e valores modestos (R$ 15,2 mil no total), compatíveis com movimentação partidária rotineira, repasses internos e ressarcimentos. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 26.534,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 26,5 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022). Doações entre correligionários do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos são padrões comuns e legítimos. O retorno de recursos de campanha à direção partidária também é típico (cessão de espaço, materiais, etc.). Não há indício de empresa privada, valores atípicos ou fornecedor fora do ramo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 14.845,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o diretório estadual do PT no Pará e uma candidata do mesmo partido, com valores modestos (R$ 8.125 de doação e R$ 6.720 de despesas). É comum que diretórios partidários repassem recursos a candidatos e que estes paguem despesas de campanha ao próprio partido (cessão de espaço, materiais, etc.). Não há indício de empresa privada ou de valores desproporcionais que justifiquem uma checagem manual prioritária.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 35.685,80
IA · deepseek-flash O fluxo é essencialmente unidirecional: o diretório estadual do PT repassou R$ 35.655,80 à candidata do próprio partido ao longo de três eleições (2018, 2020, 2022), e a candidata devolveu apenas R$ 30,00 em 2018. O retorno é ínfimo (0,08% do total) e compatível com devolução de sobra ou ressarcimento pontual, não com um ciclo fechado de recursos. Trata-se de repasse partidário a candidato da mesma legenda, padrão comum e legítimo.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 21.582,81
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o diretório regional do PT no Pará e um candidato do mesmo partido (PT), o que é um padrão comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de volta (R$ 7.194,27) é menor que o recebido (R$ 14.388,54) e pode ser explicado como devolução de sobra de campanha ou ressarcimento, prática prevista na prestação de contas. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário ou valores desproporcionais.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 69.149,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual do partido, um candidato a deputado estadual e um candidato a vice-governador, todos filiados à mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 66.969,00 da direção para o candidato, R$ 500,00 de doação entre candidatos e R$ 1.680,00 de despesa de volta à direção) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024). O padrão é compatível com repasses internos de campanha, doação entre aliados do mesmo partido e pagamento de despesa à direção partidária, sem indício de anormalidade que exija checagem prioritária.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 267.420,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 5.700 e R$ 6.720) em doações/despesas entre pessoas físicas e o partido. O valor maior (R$ 255.000) é repasse do diretório estadual para o candidato, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que dificulte a explicação.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.724,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 12,7 mil no total) e em anos eleitorais distintos (2020 e 2022). As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos e devolução/despesa de campanha à direção, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 36.911,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PT) no Pará: a direção estadual repassou recursos à candidata Antonia Vita, que doou a Airton Faleiro, que por sua vez pagou despesa à direção estadual. Esse tipo de movimentação entre direção partidária e candidatos da mesma legenda, incluindo repasses e ressarcimentos, é um padrão comum em prestações de contas eleitorais. Os valores são modestos (R$ 36,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 24.504,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual repassou recursos a uma vereadora do partido, que doou a um deputado federal do mesmo partido, que por sua vez pagou despesa à direção estadual. Esse tipo de fluxo é compatível com repasses partidários, devolução de sobras e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 24,5 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de concentração ou desproporção.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 1.199.512,69
IA · deepseek-flash O fluxo é entre o diretório estadual do PT no Pará e uma candidata do mesmo partido, o que é um padrão legítimo e comum de repasse de recursos partidários a candidatos. O valor de retorno (R$ 1.680,00) é irrisório perto do total doado (R$ 1.139.354,28), podendo ser um ressarcimento ou devolução de sobra. Não há indício de ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 24.934,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual do partido, um vereador e um deputado federal do mesmo partido. Doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção partidária são práticas comuns e legítimas, e os valores (R$ 8,5 mil, R$ 2,9 mil e R$ 13,4 mil) são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanha. O intervalo de dois anos entre as transações também enfraquece a ideia de um loop imediato e suspeito.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 26.325,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: o diretório estadual repassou recursos a uma candidata a vereadora, que doou para um candidato a deputado federal, que por sua vez teve despesa com o diretório. Esse tipo de movimentação entre candidatos e órgão partidário da mesma sigla é comum em campanhas, podendo refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou apoio mútuo. Os valores são modestos (R$ 26,3 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 13.433,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT no Pará: a direção estadual doou ao vereador Iesley, que doou à candidata Dilvanda, que pagou despesa de volta à direção estadual. Todas as pontas são do mesmo partido, e o valor total é baixo (R$ 13,4 mil), compatível com repasses internos, ressarcimento de despesas ou contribuição de aliados da mesma coligação. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário comum.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a mesma agremiação partidária (PT) e uma candidata filiada ao PT, com valores próximos (R$ 6.960 de doação da direção estadual para a candidata e R$ 6.720 de despesa da candidata para a direção estadual) no mesmo ano eleitoral de 2022. Esse tipo de movimentação é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou devolução de sobras, padrão comum dentro de uma mesma estrutura partidária. Não há indício de ramo desconexo, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 23.034,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Pará, com valores modestos (R$ 23 mil no total) e transações espalhadas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), não configurando um loop curto e fechado. Doações entre filiados do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos são padrões comuns e legítimos. O valor da despesa de Airton à direção estadual (R$ 13.440) é compatível com contribuições partidárias usuais, sem indício de anormalidade.
severidade alta2 nósR$ 10.205,76
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PT e PSD) na Bahia, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. A maior transação é uma despesa de R$ 12.000 de Isabel para Bruno, que não fecha o ciclo diretamente com Jorge, e as doações entre Jorge e Isabel somam apenas R$ 1.450. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 21.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Ceuci de Lima Xavier Nunes (PT) e Marcus Vinicius Almeida Loureiro: ele doa R$ 1.050,00 à campanha e, na sequência, a campanha paga R$ 20.000,00 a ele como despesa. Não há informação de que Marcus Vinicius seja fornecedor declarado ou tenha vínculo partidário/coligação com a candidata, e o valor pago é quase 20 vezes maior que o doado, o que dificulta uma explicação simples de mera coincidência ou ressarcimento. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 16.011,65
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre a campanha de Ceuci de Lima Xavier Nunes (PT-BA) e Fernanda Melo Lins: a campanha recebeu R$ 11,65 de Fernanda e pagou R$ 16.000,00 a ela como despesa no mesmo ano. A diferença de ordem de grandeza (cerca de 1.370 vezes) entre a doação recebida e o pagamento feito à mesma pessoa chama atenção e não é explicada apenas por 'mesma coligação' ou repasse partidário. Sem saber o ramo de Fernanda nem a natureza do serviço, o caso merece checagem humana para verificar se há contrato/nota que justifique o pagamento.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 340.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, o que é um padrão comum de repasses internos partidários. A doação de R$ 2.400,00 da direção estadual para Ceuci (2022) e a despesa de R$ 100.000,00 de Marta para a direção estadual (2022) são de anos diferentes e valores distintos, não configurando devolução do mesmo montante. A doação de R$ 500,00 de Ceuci para Marta em 2024 é de baixo valor e dentro da mesma legenda, sem indicar ciclo fechado no mesmo pleito.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas entidades e R$ 20.200,00, com uma doação de R$ 200,00 em 2018 e uma despesa de R$ 20.000,00 em 2022. Os valores são de ordens de grandeza diferentes e separados por quatro anos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Sem informação sobre a natureza do serviço prestado ou vínculo partidário entre as partes, não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 40.710,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT na Bahia e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018, todos do mesmo campo político. O fluxo é compatível com repasses internos de campanha: Jorge Solla recebeu doação da campanha majoritária, doou valor pequeno a Marcelino Galo, que por sua vez pagou despesa à mesma campanha majoritária — padrão comum de apoio mútuo e rateio de custos. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 135.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT da Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e contribuições entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 400 de um candidato a outro e R$ 15.000 de despesa ao diretório) e a maior quantia (R$ 120.000) é do diretório estadual para um candidato, típico de repasse partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas: Neilton doa R$ 100,00 à campanha de Jorge Solla e, no mesmo ano de 2022, a campanha de Solla paga R$ 12.000,00 a Neilton — 120 vezes o valor doado. Não há informação de partido/coligação comum para Neilton, e a assimetria extrema entre o que entra e o que sai justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento.