severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.756,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS em 2018 e uma empresa (AIXMOBIL) que doou para Sofia Cavedon e recebeu despesa de Paola Carvalho, mas os valores são pequenos e compatíveis com ressarcimentos ou serviços prestados. A maior transação (R$ 21.000,00) é uma despesa de Miguel Soldatelli para ele mesmo, provavelmente reembolso de campanha, e não fecha o loop de forma suspeita. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da AIXMOBIL.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.193,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em 2018, o que poderia ser explicado por aliança partidária, mas a presença de uma empresa (AIXMOBIL) que doa para uma campanha e depois recebe despesa de outra campanha do mesmo grupo merece atenção. Os valores são modestos (R$ 30 mil no total) e as transações são de anos distintos, dificultando afirmar que há um padrão claro de retorno. Não há um fato isolado que seja gritante o suficiente para classificar como bizarro, mas também não é possível descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 69.767,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do RS, o que é compatível com um padrão legítimo de doações e repasses dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 69.767 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados da mesma coligação, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 25.988,41
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três candidatos do PT/RS e uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doou R$ 4.427,00 à campanha de Sofia Cavedon em 2022 e depois recebeu R$ 111,41 como despesa da campanha de Luiz Fernando Mainardi no mesmo ano. A Rinobox é do ramo de 'soluções financeiras', o que não tem relação óbvia com serviços típicos de campanha, e o valor que ela doa é 40x maior do que o que recebe de volta, o que foge do padrão de mera coincidência entre aliados. Embora o total movimentado seja baixo (R$ 25.988,41) e haja vínculo partidário entre os candidatos, a presença de uma empresa do setor financeiro no meio de um ciclo de doações e despesas entre campanhas justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.208,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em 2018, o que poderia ser explicado por coordenação de campanha ou repasses internos do partido. Porém, a presença de uma empresa (AIXMOBIL) doando R$ 2.995,00 para Sofia e recebendo R$ 63,75 de Vinicius, além de uma despesa de R$ 21.000,00 de Miguel para si mesmo, não se encaixa claramente em um padrão rotineiro. Os valores são relativamente baixos e as transações são poucas, mas a combinação de doação empresarial e despesa pessoal sem explicação aparente deixa o caso em aberto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 199.513,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha (doações de comitês majoritários para candidatos proporcionais e despesas de campanha). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e não há indício de retorno do dinheiro à origem em curto prazo. O padrão é típico de movimentação financeira dentro de uma mesma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 68.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 68,4 mil no total) e transações que se estendem por 2018 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma federação partidária, repasses de comitês majoritários para campanhas proporcionais e despesas de campanha pagas a fornecedores. Não há um fato isolado que fuja do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.816,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em 2018, o que já dá uma explicação simples (mesma coligação/partido). A empresa AIXMOBIL aparece doando para Sofia e recebendo despesa de Claudir, mas o valor recebido (R$ 171,17) é irrisório frente à doação (R$ 2.995,00), sem ciclo financeiro fechado. O elo mais chamativo é a doação de R$ 12.500,00 de Miguel para Claudir, mas dentro de uma mesma chapa isso é plausível; não há fato que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e valores modestos (R$ 58,4 mil no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2022. As conexões passam por intermediários (João Edegar Pretto, Adriano Pires de Almeida) e por uma empresa sem nome identificado, o que dificulta avaliar se há um padrão legítimo de mesma coligação ou algo que mereça checagem. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PT) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em coligações e redes de aliados. Os valores são modestos (R$ 15 a R$ 8.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe, como fornecedor de ramo estranho ou valor muito acima do padrão, que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 63.967,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no RS e uma campanha majoritária do mesmo partido (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos e despesas compartilhadas de coligação. Os valores são modestos (R$ 63,9 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato isolado que destoe claramente, como fornecedor de ramo alheio ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.480,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PT-RS e PRTB-DF) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações com Facebook e Rinobox são compatíveis com gastos típicos de campanha (impulsionamento e serviços financeiros), e os valores são modestos. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a combinação de atores sem vínculo partidário comum e a direção circular do dinheiro justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.434,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT no RS (Sofia Cavedon e Nestor Schwertner) e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) a Nestor, o que é padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora de Sofia em 2018 e recebedora de uma despesa de Nestor no mesmo ano, mas o valor é pequeno (R$ 47,26) e pode ser ressarcimento ou compra. O total movimentado (R$ 22,4 mil) é baixo e as transações se distribuem em anos diferentes, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.722,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma doação de comitê estadual (João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 31,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante. O padrão é explicável por movimentação rotineira dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 29.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para Nestor Schwertner, o que é compatível com repasses internos de coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 15.000), sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta. O fluxo aparente é uma cadeia de doações e despesas entre aliados do mesmo partido, padrão comum em campanhas proporcionais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 5.000 a R$ 21.000) e anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As transações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses para a campanha majoritária de João Edegar Pretto em 2022, além de uma despesa de campanha de Miguel Rossetto para seu próprio comitê. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo; o padrão é típico de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2018 a 2026). As doações e despesas são compatíveis com repasses internos de campanha, devoluções ou apoio mútuo entre aliados do mesmo partido, especialmente considerando a presença de uma conta de campanha majoritária (João Edegar Pretto) que recebeu despesa de Sofia e doou a Nestor. Não há indício de empresa comercial estranha ao ramo ou valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 24.013,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Sofia Cavedon e Lelio Nunes Lopes Filho) e uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doou R$ 4.427,00 para Sofia e recebeu R$ 194,64 de despesa de Lelio, fechando um loop com valores desproporcionais. A doação da empresa à campanha de Sofia é o fato que mais chama atenção, pois não há explicação simples para uma empresa de soluções financeiras doar para uma candidata e depois ser pagadora de despesa de outro candidato da mesma sigla, sugerindo possível intermediação. O valor total do loop (R$ 24 mil) não é alto, mas a estrutura circular entre campanhas e empresa privada justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 256.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (SOFIA CAVEDON NUNES e MARIA DO ROSARIO NUNES) e terceiros, mas o elo de volta passa por pessoas/entidades sem partido ou coligação declarada em comum, o que dificulta a explicação por mera coincidência de mesma chapa. Além disso, há um descompasso temporal: uma despesa de Maria do Rosário a Miguel Soldatelli Rosseto em 2018 e uma doação de Miguel a Sofia em 2018, enquanto o restante do fluxo ocorre em 2022, sugerindo uma cadeia que se fecha ao longo de anos e não num único pleito. O valor total de R$ 256.576,00 não é trivial e o retorno ao ponto de partida (Sofia) merece checagem humana para entender a natureza dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 245.685,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 2.995 a R$ 201.576). As entidades têm vínculos partidários (PT) e familiares (SOFIA CAVEDON NUNES e MARIA DO ROSARIO NUNES compartilham o sobrenome NUNES), o que pode explicar movimentações dentro de um mesmo grupo político. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 225.776,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas e campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2022, incluindo a campanha de João Edgard Pretto ao governo, que era aliado do partido. As transações são de valores modestos (R$ 3,8 mil a R$ 201,5 mil) e compatíveis com doações e despesas de campanha entre membros da mesma coligação. O fluxo circular pode ser explicado por doações cruzadas e pagamentos a fornecedores/prestadores de serviço que também doaram, sem indício de empresa ou valor atípico.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.265,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações ocorrem em 2022 e há vínculos partidários claros: Sofia Cavedon Nunes e Antonio Valdeci são ambos do PT/RS, e João Edegar Pretto é candidato a governador pelo mesmo campo político. A Rinobox aparece tanto doando para Sofia quanto recebendo despesa de Antonio, o que pode ser um fornecedor de serviços de campanha, mas o ramo 'Soluções Financeiras' não é explicitado. Os valores são modestos e compatíveis entre si, sem salto de ordem de grandeza, o que enfraquece a hipótese de algo gritante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.140,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, mas as transações não formam um loop direto entre as mesmas partes: há uma doação da Rinobox para Sofia, uma despesa de Sofia para a campanha de João Edegar Pretto, uma doação da campanha de Pretto para Emanuel e uma despesa de Emanuel para a Rinobox. O valor total é modesto (R$ 24 mil) e as operações ocorrem em 2022, ano eleitoral, podendo refletir repasses dentro do mesmo campo político ou serviços prestados. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a cadeia fechada entre poucos atores justifica uma checagem humana para confirmar a regularidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 26.722,60
IA · deepseek-flash As entidades envolvidas são todas do PT do Rio Grande do Sul, incluindo candidatos a deputado estadual e a campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022. O fluxo de recursos entre campanhas do mesmo partido/coligação, com doações e despesas cruzadas, é um padrão comum em eleições proporcionais e majoritárias. Os valores são modestos (R$ 26,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 24.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Sofia Cavedon e Miguel Rossetto) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) em 2022, todos do mesmo campo político, o que é padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 24,4 mil no total) e as transações se distribuem entre doações e despesas de campanha, incluindo repasses para a campanha majoritária, o que é típico de apoio partidário. Não há indício de enriquecimento ou de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 45.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes e Miguel Soldatelli Rossetto) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022, todos do mesmo campo político. As transações são de baixo valor (R$ 45,4 mil no total) e incluem doação entre candidatos, repasse da campanha majoritária e despesas de campanha, padrão comum em coligações. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.192,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 38,2 mil no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PT do RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou despesas compartilhadas dentro do mesmo campo político. As transações se distribuem entre 2022 e 2024 e incluem uma doação de uma eleição majoritária (João Edegar Pretto) para um candidato a deputado estadual, padrão comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho, empresa devolvendo valor idêntico), então não há elemento concreto que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes e Miguel Soldatelli Rossetto) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) ao governo do RS em 2022, todas da mesma federação/partido. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha (doação de majoritária para proporcionais, despesas com fornecedores e ressarcimentos), sem valores de ordem de grandeza atípica. O loop é fechado, mas dentro de uma mesma coligação, o que é um padrão legítimo e comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 60.682,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 28,8 mil a R$ 40,9 mil por transação). As duas candidatas compartilham partido e ano eleitoral, e a empresa aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por prestação de serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas o fechamento do ciclo com uma empresa de ramo financeiro merece uma olhada rápida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.414,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 18,4 mil no total). As conexões entre Sofia Cavedon (PT) e Assis Melo (PC do B) podem ser explicadas por alianças partidárias no RS, e a empresa Aixmobil aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos, o que é comum em contratos de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.930,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Sofia Cavedon e Luiz Fernando Mainardi) e uma empresa (Rinobox) que doou R$ 4.427,00 para Sofia e recebeu R$ 111,41 de despesa de Mainardi, fechando um loop com valores muito díspares. A maior transação é uma despesa de R$ 15.000,00 de Sofia para a campanha de João Edegar Pretto, que não aparece como doador direto no ciclo, mas cujo nome consta como doador de Mainardi. A assimetria entre a doação da empresa (R$ 4.427,00) e o pagamento que ela recebe (R$ 111,41) e a presença de um quarto elo (João Edegar Pretto) sem partido/coligação explícita no JSON tornam a explicação simples (mesma coligação) insuficiente, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 26.513,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa R$ 4.427,00 para Sofia Cavedon Nunes e, na mesma cadeia, recebe R$ 194,64 de despesa paga por Lelio Nunes Lopes Filho, fechando um loop de dinheiro entre campanhas do PT/RS. Embora todos os políticos sejam do PT/RS e haja um candidato a governador (João Edegar Pretto) no centro, a presença de uma empresa de soluções financeiras doando para uma campanha e sendo pagadora de despesa de outra campanha no mesmo ciclo curto é um fato que foge ao padrão comum de doação entre aliados. O valor total é baixo (R$ 26,5 mil), mas a estrutura circular com uma empresa privada no meio merece checagem humana para entender a natureza dos serviços e a motivação das transferências.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.614,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 23,6 mil no total) e transações que se distribuem entre 2018, 2020 e 2022. A maior parte do fluxo é compatível com repasses internos de campanha, doações de empresas ao partido e despesas de campanha a fornecedores, sem um elo claramente anômalo. O fato de a empresa AIXMOBIL aparecer tanto como doadora quanto como fornecedora de um candidato é comum em contratos de campanha, e o valor pago (R$ 27,54) é irrisório. Não há um único fato que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e comitês do PT no Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon, Paulo Pimenta e João Edgar Pretto), o que é compatível com repasses internos e despesas compartilhadas de uma mesma coligação partidária. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 24.893,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2022, mas o elo de volta é uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa para Sofia Cavedon Nunes e também recebe despesa paga por Paulo Roberto Severo Pimenta, ambos do PT/RS. Não há explicação simples para uma empresa de soluções financeiras aparecer simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora paga por outra campanha do mesmo partido, dentro de um loop fechado. O valor total é modesto, mas a combinação de papéis (doadora e fornecedora) e o fechamento do ciclo justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.888,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do mesmo partido (PT) no RS em 2022: Sofia Cavedon (deputada estadual), Israel Kujawa (vereador) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo. As transações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações de uma empresa ao partido/candidatos e despesas de campanha, sem valores discrepantes. O valor total é modesto (R$ 23,9 mil) e a empresa Rinobox aparece tanto doando quanto recebendo pagamento, o que pode ser mera coincidência de contratos. Não há indício forte que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.192,00
IA · deepseek-flash O loop envolve valores modestos (R$ 22.192) e pessoas/entidades que compartilham o mesmo partido (PT) e atuam no mesmo estado (RS), o que é compatível com movimentação entre campanhas aliadas. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2026) e incluem doações e despesas que podem ser ressarcimentos ou repasses internos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 157.122,13
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma rede partidária em anos eleitorais. O fluxo inclui doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha para candidatos aliados, o que é um padrão comum em coligações. O valor total de R$ 157 mil é modesto e compatível com movimentações de campanha de pequeno porte. Não há indício de fornecedor sem relação com o serviço ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 166.094,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com transferências internas de campanha, doações entre aliados e despesas comuns dentro do mesmo campo político. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (de R$ 2 mil a R$ 134 mil), sem um salto absurdo que destoe do conjunto, e há nomes que aparecem como doadores e fornecedores sem cargo/partido declarado, dificultando afirmar que o loop é fechado entre adversários ou entidades sem relação. Não há um fato único e concreto que force uma checagem manual, mas também não dá para descartar completamente sem verificar a natureza dos pagamentos a RENATA NUNES RODRIGUES e à empresa sem nome.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 61.821,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, todas do mesmo campo político, o que é um padrão comum de repasses e despesas dentro de uma mesma coligação. A Rinobox aparece tanto doando para Sofia quanto recebendo pagamento de Rita, mas os valores são modestos (R$ 4.427 e R$ 77,08) e compatíveis com serviços de soluções financeiras. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.475,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 24,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As doações e despesas são compatíveis com repasses internos de campanha, devolução de sobras ou apoio entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que fuja do padrão político-partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 65.145,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon Nunes, Henrique Fontana Junior, Alexandre Duarte Lindenmeyer) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, todos do mesmo campo partidário. As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores moderados (R$ 5.753 a R$ 35.000), compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno financeiro pessoal. O loop pode ser explicado por repasses internos entre aliados e para a campanha majoritária, não configurando um padrão claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.251,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no Rio Grande do Sul em anos próximos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos de coligação, doações entre aliados e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 28,2 mil no total) e as transações têm contrapartidas típicas: doação de empresa para candidata, despesa de candidato com empresa, doação de comitê estadual para candidato federal. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As doações de João Edegar Pretto e Miguel Soldatelli Rossetto a Elvino Bohn Gass e Sofia Cavedon, bem como despesas de campanhas do PT entre si, são compatíveis com repasses internos de aliados e prestação de serviços dentro do mesmo campo político. Não há indício de empresa grande devolvendo valor alto nem de fornecedor fora do ramo; o loop parece mais um artefato de rede de relacionamentos partidários do que um sinal de alerta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.501,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes e Elvino José Bohn Gass) e uma empresa (Aixmobil), com valores modestos e compatíveis com despesas de campanha. A doação da Aixmobil a Sofia (R$ 2.995,00) e a despesa de Elvino com a Aixmobil (R$ 114,62) são de 2018, enquanto as demais transações são de 2022, indicando que não há um ciclo fechado no mesmo ano. O fluxo pode ser explicado por relações partidárias e de aliados, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 100.317,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles ligados ao mesmo grupo político (Edegar Pretto é citado como candidato a governador em 2022). As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, incluindo repasses de comitês partidários (FEFC) e pagamentos a fornecedores. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível. O loop parece refletir a circulação de recursos dentro de uma mesma rede política, o que é comum e não necessariamente irregular.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 62.189,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e um fornecedor de serviços financeiros (Rinobox), com valores pequenos e compatíveis com doações e despesas de campanha. A doação de Edegar Pretto a Laura Silveira e a despesa de Sofia Nunes para a campanha de Edegar Pretto indicam circulação dentro do mesmo campo político, o que é comum em coligações. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala. O caso é explicável por padrões legítimos de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 61.392,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul e o ciclo envolve doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). O fluxo principal é uma doação de Henrique Fontana Junior para Miguel Soldatelli Rossetto (R$ 35.000), que doa R$ 5.000 para Sofia Cavedon Nunes, que paga despesa de R$ 15.000 à campanha de João Edegar Pretto em 2022; Leonel Matias recebe doação da campanha de Pretto e doa a Fontana. Esse tipo de movimentação entre aliados e comitês do mesmo campo político é comum e não configura, por si só, irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.498,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon, Henrique Fontana, Leonel Matias) e uma empresa, a Aixmobil, que aparece doando para Sofia e recebendo despesa de Fontana. As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com valores modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e há um comitê de campanha majoritária (João Edegar Pretto) no meio, o que é compatível com repasses internos de coligação, ressarcimentos e doações entre aliados do mesmo grupo político. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que force uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 59.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com doações e despesas cruzadas entre campanhas do mesmo partido em anos diferentes (2018 e 2022). As quantias são modestas (R$ 5 mil a R$ 35 mil) e compatíveis com transferências internas, ressarcimentos ou apoio mútuo típicos de coligações partidárias. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor com ramo estranho. O padrão é explicável pela dinâmica partidária.