severidade média5 nósIA: plausívelR$ 25.697,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon, Laura Sito e Olívio Dutra), além de uma empresa que doou para Sofia e recebeu pagamento de Laura, e uma despesa de Sofia para a campanha de João Edegar Pretto (também PT). O valor total é baixo (cerca de R$ 25,7 mil) e as transações ocorrem em 2020 e 2022, períodos eleitorais distintos. A presença de uma despesa de campanha para outra campanha do mesmo partido e o pagamento a uma empresa que também doou são padrões comuns em coligações partidárias. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valores atípicos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 43.955,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon Nunes, Olívio Dutra, Miguel Rossetto e João Edegar Pretto), todos com histórico de candidaturas no mesmo estado e período. As transações são de valores modestos (R$ 3 mil a R$ 16 mil) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, incluindo repasses para a campanha de Edegar Pretto ao governo em 2022. O loop pode ser explicado por coincidências de doações entre aliados de mesma coligação e ressarcimentos, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.625,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos entre campanhas aliadas, doações de candidatos a candidatos do mesmo partido e despesas comuns de campanha. Os valores são modestos (R$ 41,6 mil no total) e as quantidades de transações são pequenas, sem indício de empresa fornecedora com ramo estranho ou valor muito acima do padrão. O ciclo fechado pode ser explicado por uma cadeia de doações e despesas dentro do mesmo grupo político, sem fato concreto que destoe e exija checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 62.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 500 a R$ 21.000 por transação) e em anos eleitorais distintos. As movimentações são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido, repasses internos de campanha e despesas com o próprio comitê, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que fuja do padrão rotineiro de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.275,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), com valores compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. As transações podem ser explicadas por repasses internos do partido, devoluções ou apoio mútuo entre candidatos da mesma sigla, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao meio político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.372,60
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido ao longo do tempo. O valor total do ciclo (R$ 27,3 mil) é baixo e as transações individuais têm valores modestos, sem indício de desproporção. O loop pode ser explicado por doações e despesas cruzadas dentro da mesma coligação/partido, sem um fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 operações entre 2018 e 2026, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 15.000) e todos os candidatos identificados são do PT/RS, o que é compatível com movimentação dentro de uma mesma coligação partidária. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O próprio resumo reconhece que pode ser coincidência ou ressarcimento, e os dados disponíveis não permitem distinguir entre essas hipóteses.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, incluindo doações entre eles e repasses para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador em 2022), o que é um padrão comum de apoio dentro da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 46 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para um vereador do partido, o que é padrão legítimo de repasse dentro da mesma coligação. As despesas de Sofia e Miguel para a campanha majoritária e para João Alberto F. da Fontoura podem ser ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns, e os valores são modestos (R$ 23,7 mil no total). Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.475,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. A maior parte do fluxo (R$ 15.000,00) é uma despesa de Sofia para a campanha de Edegar Pretto, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.456,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PT e PDT) e uma empresa, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 1.500.000 de Sofia Cavedon para a campanha de João Edegar Pretto (mesmo partido, PT) é uma transferência partidária comum, e a despesa de Tarcísio com a Aixmobil pode ser um serviço prestado. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral, mas a menção a um ciclo entre entidades sem vínculo partidário claro impede descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.930,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e valores baixos (R$ 11.930,45), com transações espalhadas entre 2020, 2022 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As passagens por Facebook e Rinobox são compatíveis com despesas comuns de campanha (impulsionamento de conteúdo e serviços financeiros), e as doações entre Sofia e Ryan podem ser explicadas por proximidade partidária (ambos PT/RS). Não há um fato isolado que destoe do padrão rotineiro de prestação de contas, mas a presença de um candidato de outro partido/UF (Danilo, PRTB/DF) no meio da cadeia impede descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.951,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (ambas do PT/RS), e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 850 a R$ 7.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, mas também não há informação suficiente para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.543,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,5 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2022 e 2024 e misturam doações e despesas de campanhas diferentes. As duas campanhas do PT (Sofia e Patrícia) têm vínculo partidário, o que explica parte do fluxo, e os pagamentos ao Facebook são despesas típicas de impulsionamento digital. Já a presença de Danilo Aragão Lima (PRTB-DF) e da Rinobox (empresa de soluções financeiras) no meio do ciclo não tem explicação simples nos fatos apresentados, mas os valores são pequenos e não há indício claro de conluio.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.880,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores moderados. A maior parte do fluxo (R$ 20.700,00) é um pagamento de campanha ao Facebook por serviços de impulsionamento, o que é comum e não configura retorno de dinheiro. As demais transações (doações entre candidatos e pagamento a uma empresa de soluções financeiras) podem ter explicações rotineiras, como apoio dentro da mesma coligação ou contratação de serviços. Não há um fato único que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 99.679,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 99.679,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e incluem doações de uma campanha majoritária (João Edegar Pretto) para Sofia Cavedon, além de despesas de Edson Portilho com Basílio Silva Junior e de Maria Eunice com a campanha de Edegar Pretto. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT no RS, o que é um padrão comum em coligações. Não há um fato único que destoe claramente (como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que seja apenas coincidência rotineira sem checar os vínculos entre Basílio Silva Junior e as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 126.262,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não fecham um loop claro: há doações entre pessoas físicas e despesas de campanha, todas dentro do PT/RS em anos próximos (2018-2020). Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 100.000) e compatíveis com movimentação típica de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.339,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 24,3 mil no total) e entidades majoritariamente do PT no RS, o que poderia ser explicado por alianças partidárias e ressarcimentos. Porém, a cadeia se estende por anos diferentes (2018 e 2020) e inclui uma empresa (AIXMOBIL) que doou e recebeu recursos, sem que os fatos permitam afirmar se há um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. Não há um fato concreto e isolado que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.680,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2026) e não formam um loop fechado no mesmo período. As doações entre Sofia e Gilberto (mesmo partido PT/RS) e o pagamento ao Facebook são padrões comuns de campanha; a ligação com Danilo (PRTB/DF) e a Rinobox não tem explicação óbvia, mas os valores são modestos e podem decorrer de coincidências de prestação de contas. Não há um fato concreto que force uma checagem manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.630,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12.630,60 no total) e todos os três candidatos nomeados são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma federação/partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e incluem tanto doações quanto despesas, sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop suspeito. Não há um fato concreto — como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo imediato entre pessoas sem vínculo partidário — que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósR$ 10.300,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS (Sofia, Gilberto e Miguel) e valores modestos (R$ 31,3 mil no total), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido em anos distintos. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.617,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas em anos próximos, e inclui uma doação de campanha majoritária (ELEICAO 2022 JOAO EDEGAR PRETTO GOVERNADOR) para uma das candidatas, o que é típico de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 1.500 a R$ 6.000) e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores discrepantes ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.434,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As doações entre candidatos do mesmo partido e o repasse para a campanha majoritária de João Edegar Pretto são padrões comuns em coligações. O valor total é baixo (R$ 15,4 mil) e não há indício de desproporção ou fornecedor fora de ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 17.013,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa R$ 4.427,00 para a campanha de Sofia Cavedon e, na mesma eleição de 2022, recebe R$ 194,64 como despesa da campanha de Lelio Nunes Lopes Filho, fechando um loop de dinheiro entre campanhas do PT/RS. Embora todos os candidatos sejam do mesmo partido e haja um elo com a campanha de João Edegar Pretto, o retorno de recursos da campanha para a empresa doadora em um intervalo tão curto e com valores desproporcionais (doação muito maior que a despesa) não tem explicação óbvia e merece checagem humana. Não há indício de crime, mas o fato concreto do ciclo fechado com a empresa justifica priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 249.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas não identificadas, com valores que variam de R$ 2.000 a R$ 201.576. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns. Não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão, como valor uma ordem de grandeza acima das demais transações ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 218.776,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e aliados do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos e compatíveis com doações entre correligionários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e não há indício de retorno financeiro direto ao doador original. O maior valor (R$ 201.576,00) é uma doação de João Edgar Pretto a Maria do Rosário, figura de projeção estadual, o que é comum em campanhas majoritárias.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.265,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/RS e os valores são modestos (R$ 17,2 mil no total). Há uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa para uma candidata e depois recebe um pagamento de outro candidato do mesmo partido, o que pode ser apenas prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o ramo, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.140,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 17 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação e repasses para uma campanha majoritária (João Edegar Pretto), além de uma despesa de R$ 321,17 com a Rinobox. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.722,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos com anos de atuação conjunta, e inclui repasses para a campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador em 2022), o que é padrão legítimo de direcionamento partidário. Os valores são modestos (R$ 19,7 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. A presença de uma empresa sem nome no ciclo não é suficiente para caracterizar anomalia, dado o contexto partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul (Sofia Cavedon Nunes, Gilberto Jose Spier Vargas e Miguel Soldatelli Rossetto) e a campanha majoritária de João Edegar Pretto, também do PT. As transações são de baixo valor (R$ 1.500 a R$ 6.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sendo compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses para a campanha majoritária. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou de fornecedor fora do ramo; o fluxo é típico de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador) para Miguel Rossetto, o que é um padrão comum de repasse dentro da mesma coligação. As transações são de valores modestos (R$ 2 mil a R$ 21 mil) e ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de retorno financeiro direto entre os doadores originais. O loop parece refletir a circulação de recursos entre aliados e a própria campanha majoritária, não um esquema fechado entre partes sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma doação da campanha majoritária de João Edegar Pretto (PT) para Miguel Soldatelli Rossetto, além de despesa de Gilberto Vargas para essa mesma campanha majoritária. Esse tipo de movimentação entre campanhas aliadas do mesmo partido/coligação é comum e não configura, por si só, irregularidade. Os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018-2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.682,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS e uma empresa que presta serviços financeiros, com valores compatíveis entre doações e despesas. A maior parte do fluxo passa pela campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador), o que é típico de repasses dentro da mesma coligação. A empresa RINOBOX recebeu R$ 28.811 de uma candidata e doou R$ 442.700 para outra, mas isso pode ser explicado por serviços prestados e posterior doação, sem indício de anormalidade. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.414,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,4 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Sofia e Gilberto são do PT/RS, Assis é do PC do B/RS (partidos historicamente coligados), e há repasses para a campanha de João Edegar Pretto (PT). As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado, e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de despesa, padrão comum. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.930,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/RS e os valores são modestos (R$ 16.930,41 no total). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022) e há um elo intermediário (João Edegar Pretto) que não fecha o ciclo diretamente, sugerindo que pode ser coincidência entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas físicas do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes, Gilberto Jose Spier Vargas e Paulo Roberto Severo Pimenta) e duas entidades sem nome identificado, o que poderia ser explicado por articulação interna de mesma coligação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não formam um retorno exato do mesmo montante, dificultando caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto e nomeável que destoe claramente de um padrão legítimo, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.893,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 17,9 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações entre aliados da mesma coligação, repasse de comitê e pagamento por serviços, mas a presença de uma empresa de soluções financeiras recebendo doação e pagando despesa a um candidato do mesmo partido merece uma olhada mais atenta. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.888,42
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas e empresas sem coligação/partido comum declarado: Sofia (PT) doa a Gilberto (PT), Gilberto paga despesa à campanha de João Edegar Pretto, essa campanha doa a Israel Kujawa (PT), Israel paga despesa à Rinobox, e a Rinobox doa de volta a Sofia. O ponto que chama atenção é a empresa Rinobox aparecer simultaneamente como doadora de valor alto (R$ 4.427,00) para Sofia e como fornecedora paga por Israel (R$ 69,42), dentro de um loop curto e fechado — o que justifica checagem humana sobre a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.821,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 54,8 mil no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária (João Edegar Pretto, também PT) e pagamento de serviços. A empresa RINOBOX aparece tanto doando para Sofia quanto recebendo despesa de Rita, o que é compatível com prestação de serviços financeiros a campanhas. Não há indício de valores desproporcionais ou de fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações e despesas entre aliados de mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 35.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um encadeamento rápido e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.501,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total). Três dos quatro políticos são do PT do Rio Grande do Sul, o que sugere possível coordenação partidária legítima, mas a presença de uma empresa (AIXMOBIL) e de uma entidade sem nome no ciclo impede uma explicação totalmente automática. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima do padrão ou ramo incompatível), mas também não é possível afirmar que é um padrão rotineiro sem checar as relações entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.189,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 55 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2022. A maioria das conexões é explicável por padrão partidário comum (mesmo partido/coligação) e por doações/despesas de campanha de baixo valor. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que tudo se explica por um padrão rotineiro sem checar os vínculos entre as empresas e as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 52 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022). As setas correspondem a doações entre aliados do mesmo partido e a despesas pagas a comitês de campanha de correligionários (Miguel Rossetto e João Edegar Pretto), padrão comum em coligações. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.475,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 15,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, não um ciclo curto e fechado. As doações entre os candidatos e os repasses do diretório 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO' são compatíveis com articulação partidária normal, e a despesa de R$ 88,64 com a AIXMOBIL é irrisória. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da AIXMOBIL e o motivo das doações entre candidatos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.456,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,4 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parcialmente sobrepostos (PT entre Sofia e Gilberto) e uma despesa de Tarcísio à AIXMOBIL de apenas R$ 69,80, compatível com reembolso ou serviço pequeno. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o ramo, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza da empresa AIXMOBIL e o elo com João Edegar Pretto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 179.433,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas conjuntas, e inclui uma doação oficial da campanha de João Edegar Pretto (governador) para Sofia Cavedon, além de despesas de Denise Pessoa com o mesmo João Edegar Pretto. Essas movimentações são típicas de repasses dentro de uma mesma coligação/partido, não configurando um loop fechado entre entidades sem relação. O valor total de R$ 179 mil é modesto e compatível com transações eleitorais rotineiras.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.750,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PT no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 11,7 mil no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações e despesas rotineiras entre aliados de mesma legenda. Não há um único fato que destoe: os montantes são modestos, os ramos não são incompatíveis e a cadeia não fecha em ciclo curto e simultâneo. O caso parece mais um artefato de agregação de dados do que um padrão que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.722,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligações. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 10 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados partidários, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 180.163,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 2.000 e R$ 1.800) e repasses maiores ligados à campanha de João Edegar Pretto ao governo em 2022. O padrão é compatível com doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes do mesmo grupo político, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que fuja do que se espera de uma rede partidária estadual.