severidade média5 nósIA: plausívelR$ 178.960,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo campo político, incluindo repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto (governador em 2022) para candidatos proporcionais do partido. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2.000 entre Sofia e Gilberto, R$ 522 de despesa) e um repasse de R$ 134 mil de Denise para a campanha majoritária, compatível com contribuição partidária. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 179.188,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, muitos deles com histórico de candidaturas conjuntas, o que é um padrão comum de alianças partidárias. As transações incluem doações entre candidatos da mesma sigla e despesas com fornecedores/pessoas físicas, além de repasses de comitês eleitorais (como o de João Edegar Pretto) para candidatos proporcionais, o que é rotineiro. O valor total de R$ 179 mil é modesto e compatível com movimentações de campanha de pequeno porte. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.017,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 55 mil, mas as transações são de anos diferentes (2020, 2022, 2024) e valores modestos, típicos de repasses entre campanhas do mesmo partido (PT/RS). Não há um fato agudo como empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor fora do ramo. A conexão partidária entre os agentes e a dispersão temporal tornam o loop explicável por articulação política rotineira, embora a cadeia fechada mereça uma olhada se houver outros indícios.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.238,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT no RS, o que é compatível com uma rede de aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 11,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A empresa Rinobox aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 111,41) é irrisório frente à doação (R$ 4.427,00), o que não configura retorno significativo. Não há fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.871,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doa R$ 4.427,00 para Sofia Cavedon Nunes em 2022 e depois recebe R$ 194,64 de despesa de Lélio Nunes Lopes Filho no mesmo ano, fechando um retorno de dinheiro à empresa. Além disso, há uma doação de R$ 4.500,00 de Sofia para Caren Castencio em 2024, seguida de despesa de R$ 2.450,00 de Caren para Lélia Lemos de Quadros, que não aparece como entidade do loop, e uma doação de Lélia para Lélio em 2022. A presença de uma empresa do ramo financeiro no centro do ciclo e a mistura de anos e pessoas sem coligação explícita nos dados justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.467,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no RS, com valores modestos (R$ 55,4 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos de campanha. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza, nem empresa doando e recebendo de volta quantia equivalente. O fluxo é compatível com movimentação rotineira de campanhas do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.688,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.688,41, com transações que se fecham entre pessoas e uma empresa. O ponto que chama atenção é a RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA: uma empresa que doou R$ 4.427,00 para Sofia Cavedon Nunes (PT) em 2022 e, no mesmo ano, recebeu R$ 111,41 como despesa de Luiz Fernando Mainardi (PT), configurando uma via de mão dupla entre campanhas do mesmo partido e uma empresa privada. Além disso, há uma doação de R$ 4.500,00 de Sofia para Caren Cristiane, ambas do PT, e uma despesa de R$ 2.450,00 de Caren para Lélia Lemos de Quadros, que não aparece como candidata. O conjunto sugere um fluxo circular que merece verificação humana, especialmente pela participação da empresa e pela diferença de valores entre doação e despesa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 188.448,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou R$ 2.995,00 a uma candidata do PT em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 como despesa da campanha de Jair Bolsonaro (PL) — valor 61 vezes maior que a doação. Além disso, a cadeia conecta partidos opostos (PT e PL) e inclui um elo sem nome (48470406000), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. O salto de ordem de grandeza e a mistura de campos políticos distintos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.417,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 51,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre correligionários do mesmo partido, repasses da campanha majoritária de João Edegar Pretto a aliados e despesas de campanha, sem indicar um esquema fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.105,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Sofia Cavedon e Antonio Valdeci), a campanha de João Edegar Pretto ao governo e a empresa Rinobox. Há um elo partidário comum que pode explicar parte das movimentações, mas a empresa aparece tanto doando quanto recebendo de campanhas, e o valor total é modesto (R$ 54 mil). Não há um fato isolado que destoe claramente, mas também não é um padrão trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.365,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PT, PL, PROS; 2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples circulação dentro da mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil em 2018) é uma despesa de campanha, e as demais são valores pequenos, sem indício de que o dinheiro tenha retornado de fato ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas eleitorais, mas a combinação de partidos e anos diferentes impede descartar o sinal como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.962,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.962,06, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e díspares, sem um elo financeiro expressivo que feche o loop de forma suspeita. Três das cinco entidades são do PT/RS, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária comum, mas as duas empresas (Rinobox e Aixmobil) não têm relação partidária declarada e aparecem em pontas opostas do ciclo. Não há um fato concreto e gritante que justifique priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar o sinal como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.739,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Sofia Cavedon e Paulo Roberto Pimenta) e uma empresa de soluções financeiras, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são díspares, sem um elo claro que feche o loop no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar como rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 238.056,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Sofia Cavedon e Paulo Pimenta) e uma empresa (Rinobox), com valores que não são absurdamente díspares (R$ 42 mil, R$ 15 mil, R$ 180 mil e R$ 31 mil). As transações podem ser explicadas por doações e despesas dentro de uma mesma coligação/partido, mas o fato de a empresa Rinobox aparecer tanto recebendo de uma campanha quanto doando para outra, e o ciclo fechar, justifica uma checagem humana para confirmar se há relação societária ou de parentesco. Não há, nos dados apresentados, um fato isolado que seja claramente incompatível com práticas legais de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 49.713,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS em 2022 (Sofia Cavedon e Luiz Fernando Mainardi) e um fornecedor de soluções financeiras (Rinobox) que presta serviço a uma delas e doa à outra. A doação de R$ 42.317,00 da campanha de João Edegar Pretto (governador, mesma chapa/coligação) para Sofia é o maior valor e explica a maior parte do loop, sendo compatível com repasse entre aliados. O restante são valores pequenos (R$ 1.080,00 e R$ 31.652,00) e uma despesa de R$ 6.000,00, todos dentro de uma cadeia partidária comum, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 188.923,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PT, AVANTE, PL; 2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas: uma doação simbólica de R$ 1,00 e uma despesa de R$ 184 mil da campanha presidencial a uma empresa que depois doa a uma candidata de outro partido. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculos societários, não há um fato único que caracterize um padrão claramente anômalo ou claramente rotineiro.
severidade média5 nósR$ 10.144,30
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 187.773,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário rotineiro. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de baixíssimo valor (R$ 10 a R$ 2.995), gerando assimetria de ordens de grandeza dentro da cadeia. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora da campanha de Sofia Cavedon (PT) em 2018 e depois como fornecedora da campanha de Bolsonaro (PL) no mesmo ano, sem relação partidária evidente entre as campanhas. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.745,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e MDB) e uma empresa, com valores baixos (R$ 13,7 mil no total). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo período, o que enfraquece a leitura de 'loop' imediato. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo rápido entre mesmas pessoas), mas também não há explicação simples e evidente para o encadeamento exato.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 54.263,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PT/RS em 2022 e uma empresa de soluções financeiras, com valores modestos (R$ 54 mil no total). As transações podem ser explicadas por doações e despesas dentro do mesmo campo político, mas a empresa RINOBOX aparece tanto doando quanto recebendo, e há um pagamento de Laura a Edegar Pretto, o que não fecha um ciclo claro de retorno a Sofia. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.556,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e valores modestos (R$ 30,5 mil no total). Três dos envolvidos são filiados ao PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo campo político, mas a empresa AIXMOBIL e a entidade sem nome não têm partido declarado, e a conexão entre elas não é clara. Não há um fato agudo que force uma checagem imediata, nem uma explicação simples e completa para o ciclo fechado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.977,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 44.977,19, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades políticas são todas do PT/RS, o que é um padrão comum e legítimo de doações entre aliados. A AIXMOBIL aparece como doadora e depois como fornecedora, mas o valor recebido (R$ 192,19) é irrisório perto do que doou (R$ 1.285,00), sem desproporção que justifique alarme. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.889,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e entidades ligadas ao PT do Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 53,8 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2024. As doações entre Sofia Cavedon, Jonas Tarcísio Reis e Jeferson Oliveira Fernandes podem ser explicadas por aliança partidária e repasses internos, enquanto o pagamento de Jonas à AIXMOBIL e a doação da empresa a Jeferson são transações isoladas de anos distintos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.121,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e duas empresas, com valores modestos (R$ 50 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do volume vem de uma doação do comitê de João Edegar Pretto (governador/2022) para Sofia Cavedon, que é uma transferência partidária comum, e não de um retorno à origem. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas a presença de empresas no meio da cadeia e a menção a uma entidade sem nome justificam uma checagem leve.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 109.147,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024) e valores desiguais, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades políticas são todas do PT/RS, o que dá uma explicação plausível de aliança partidária, mas a empresa AIXMOBIL aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro político, sem que se saiba seu ramo de atuação. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor uma ordem de grandeza acima ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar o papel da empresa no meio da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 228.523,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são heterogêneos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades são majoritariamente do PT/RS, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas a empresa AIXMOBIL e a entidade sem nome não têm partido declarado, e a maior transação (R$ 180 mil de Elvino para João Edegar Pretto) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.206,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum em redes de doações e despesas partidárias. Os valores são modestos (R$ 46 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados políticos, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 têm partido identificado (todas do PT/RS), e as outras duas aparecem sem nome ou como doadoras/fornecedoras sem vínculo partidário claro. As transações são de valores modestos (R$ 500 a R$ 7.000) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de um mesmo campo político. Não há um fato agudo — como valores muito acima do padrão, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer conexão — que justifique priorizar uma checagem manual. O caso é ambíguo e não permite concluir se é apenas coincidência ou algo que mereça atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.530,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram valores modestos (R$ 500 a R$ 4.330) e todas as pessoas identificadas são do PT no RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação. O loop não fecha de forma direta entre as mesmas pessoas em curto prazo, e há anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), dificultando caracterizar um ciclo fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 11.200 no total) e todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma federação partidária. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas do mesmo partido, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PT/RS em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 21.000) e não há um fato isolado que destoe, como empresa doando milhões e recebendo de volta ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop é curto, mas a coincidência de partido e a dispersão temporal tornam a explicação simples plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.430,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13,4 mil) e pessoas do mesmo partido (PT/RS), o que é compatível com doações e despesas entre aliados políticos. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e há nomes que não batem exatamente (JANICE ANTONIA FORTES vs. JANICE ANTONIA GAMBETA; ATAMARA SILVA CUNHA vs. ATAMARA SILVA DA CUNHA), o que pode indicar erro de dados ou pessoas distintas. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de registro sem checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PT/RS (Sofia, Everton e Miguel), o que permite explicar a circulação como articulação interna de campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 11.100 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 32.100 no total). Três das pessoas são filiadas ao PT no RS, o que torna plausível que sejam aliados políticos da mesma coligação, e as transações podem ser doações ou ressarcimentos entre campanhas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.480,60
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024, 2026), o que é compatível com repasses entre correligionários e despesas de campanha ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 3.000 a R$ 4.330) e não há indício de enriquecimento ou de ciclo fechado no mesmo pleito. O loop aparente pode ser explicado por doações e despesas rotineiras dentro do mesmo grupo político, sem um fato concreto que destoe.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, com valores modestos (R$ 30.150 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018 a 2026), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos internos. A maior transação (R$ 21.000) é uma despesa de Miguel para ele mesmo, provavelmente reembolso de gastos de campanha, padrão comum. Não há indício de empresa grande devolvendo valores milionários nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.950,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que as movimentações decorram de articulação interna do partido, como repasses entre candidatos da mesma coligação ou ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 22.950 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de uma entidade sem nome (96777540091) e de ANA PAULA OLIVEIRA SILVA, que não consta na lista de entidades com partido/cargo, impede uma explicação totalmente fechada, mas não há um fato concreto que destoe do padrão partidário comum.
severidade média5 nósR$ 10.515,44
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.922,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no RS, muitos deles em eleições municipais/estaduais próximas, e inclui uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, governador) para Sofia Cavedon, o que é padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 30 a R$ 3.075) e podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha dentro da mesma coligação. Não há fornecedor com ramo estranho, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.364,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15,3 mil no total) e transações que fazem sentido isoladamente: doações de empresas a campanhas, repasse entre candidatas do mesmo partido (PT-RS) e pagamentos ao Facebook por impulsionamento de conteúdo, prática comum em campanhas digitais. A ligação entre Danilo Aragão Lima (PRTB-DF) e a Rinobox é uma despesa de R$ 253,45, valor irrisório que não sugere conluio. O elo que fecha o ciclo (Rinobox doando a Sofia Cavedon) pode ser explicado por doação empresarial regular, sem indício de que o dinheiro retorne ao doador original.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.953,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 26.953,02, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem todas em 2018, ano de eleição no RS. As duas campanhas são do PT, o que permite explicar parte do fluxo como alinhamento partidário, mas a empresa AIXMOBIL aparece tanto recebendo despesa de Sofia quanto doando para Claudir, sem que se saiba seu ramo ou relação com as campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 41.374,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT/RS em 2018 (Sofia Cavedon e Henrique Fontana Junior) e duas empresas, mas os valores são muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 35.000 de Fontana a Miguel Rossetto, enquanto a doação de volta a Sofia é de R$ 5.000 e as demais são de R$ 1.285 e R$ 89,02. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), e a conexão partidária entre os candidatos oferece explicação plausível para o loop. Ainda assim, o ciclo fechado entre as mesmas quatro entidades em um único ano justifica uma olhada humana, sem que se possa afirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 181.136,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e aliados do PT no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha. A maior transação é uma despesa de R$ 128.900,00 de Alexandre Lindenmeyer para a campanha de João Edegar Pretto, governador em 2022, o que é típico de transferência entre campanhas da mesma coligação. As demais movimentações são de pequeno porte (R$ 89,02 a R$ 8.545,53) e podem ser ressarcimentos ou doações entre candidatos aliados. Não há indício de empresa de ramo alheio recebendo valores milionários de volta, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 50.286,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Sofia Cavedon e Jeferson Oliveira Fernandes) e uma empresa, AIXMOBIL, que aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de campanha. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 8,9 mil a R$ 6 mil), compatíveis com despesas de campanha e doações dentro do mesmo campo político. O fluxo também inclui repasses de comitês eleitorais (João Edegar Pretto) para candidatos, o que é comum em coligações. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores desproporcionais que sugiram algo atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.594,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,5 mil no total) e três candidatos do PT/RS, o que poderia ser explicado por uma coligação ou rede de aliados. Porém, a cadeia inclui uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu despesa de Sofia e doou para Nestor, e há transações com pessoas físicas (Janice) que não aparecem como candidatas, dificultando a leitura de um padrão simples. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósR$ 10.264,02
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.264,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e uma empresa, com valores baixos (R$ 175 a R$ 5.000) e anos distintos (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações parecem doações entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, padrões comuns e legítimos. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as entidades.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 46.518,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Sofia Cavedon Nunes e Nestor Pedro Schwertner) e uma empresa, com valores pequenos e desproporcionais entre si. A maior parte do fluxo (R$ 42.317,00) é uma doação da campanha de João Edegar Pretto (governador) para Sofia, o que é típico de repasse dentro da mesma coligação. As demais transações (despesa de Sofia com a AIXMOBIL, doação da AIXMOBIL para Nestor e despesa de Nestor para a campanha de Pretto) são de baixo valor e podem ser explicadas por relações comerciais ou de aliados, sem um fato que destoe e exija checagem imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 105.544,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000 de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto) não se conecta diretamente às demais, e as transações entre Sofia Cavedon, Aixmobil e Paim somam valores pequenos (R$ 455 e R$ 89,02). Todas as entidades com partido identificado são do PT/RS em 2018, o que oferece uma explicação plausível de aliança partidária. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para caracterizar 'bizarro', nem elementos que confirmem ser um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.020,02
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. Três dos envolvidos são do PT/RS, o que permite explicar parte das movimentações como repasses internos do partido ou entre aliados, e os valores são modestos (R$ 89 a R$ 42 mil). Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão nem uma explicação simples que cubra todas as setas.