severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PT do Rio Grande do Sul, o que é compatível com uma mesma coligação partidária. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2026) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 6.500), sem indício de desproporção ou de empresa com ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe de um padrão rotineiro de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.100 no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. Miguel Rossetto e Everton Gimenis são ambos do PT/RS, o que torna plausível que as transações ocorram dentro de uma mesma rede política local, com doações e despesas cruzadas entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha de pequeno porte, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Miguel Rossetto e Everton Gimenis) são do PT/RS, mas as outras duas (Francisco Jorge Vicente e Atamara Silva Cunha) não têm partido ou cargo informado. As transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2022) e os valores são modestos (R$ 600 a R$ 6.500), sem um padrão claro de devolução do mesmo montante. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do normal ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que seja um padrão partidário rotineiro.
severidade média5 nósR$ 10.697,79
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.300,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas R$ 19,3 mil e quatro transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades centrais são de partidos distintos (PT e PSOL), mas há indícios de proximidade pessoal (sobrenomes Avila/Nunes) que poderiam explicar trocas de recursos entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor, ciclo curto) a ponto de justificar priorização clara.
severidade média5 nósR$ 10.594,24
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.722,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul e uma doação de comitê eleitoral (João Edegar Pretto, candidato a governador em 2022) para um candidato da mesma chapa, o que é um padrão legítimo de repasse de recursos dentro de uma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 20,7 mil no total), compatíveis com despesas de campanha e doações entre aliados. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores muito acima do padrão. O loop aparente pode ser explicado por coincidências de doações e despesas dentro do mesmo grupo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.722,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS (Jeferson e Miguel) e entidades ligadas à mesma campanha majoritária do partido (João Edegar Pretto governador em 2022). As transações são compatíveis com repasses internos de campanha/coligação: doação do comitê majoritário para Miguel, despesa de Miguel para uma pessoa física (Janice), doação dessa pessoa para Jeferson e despesa de Jeferson de volta ao comitê FEFC do mesmo candidato a governador. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.955,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Jeferson Oliveira Fernandes, Miguel Soldatelli Rossetto e Olivio de Oliveira Dutra), além de Janice Antonia Gambetta e João Edegar Pretto, todos ligados ao mesmo campo partidário. As transações são de baixo valor (R$ 32.955,60 no total) e se distribuem ao longo de 2018 e 2022, incluindo doações entre aliados e despesas de campanha, como o pagamento a 'ELEICAO 2022 EDEGAR PRETTO FEFC'. O padrão é compatível com movimentação financeira rotineira dentro de uma mesma coligação, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.372,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16,3 mil) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. Por outro lado, há uma empresa sem nome identificado no meio da cadeia e uma doação de R$ 6.000 de Jeferson para a campanha de Edegar Pretto, o que impede afirmar que é totalmente rotineiro. Não há, porém, um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.480,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT/RS e dois prestadores de serviço, com valores baixos (R$ 13,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre candidatos da mesma sigla e os pagamentos a fornecedores são padrões comuns em campanhas, mas a existência de um loop fechado entre cinco entidades sem relação partidária explícita entre todas merece uma olhada. Não há, porém, um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), o que impede classificar como bizarro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.765,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatas do PT/RS em anos distintos (2018, 2020, 2022), e as outras duas aparecem como doadoras e fornecedoras/credoras. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 7.150 por transação) e as transações estão espalhadas ao longo de vários anos, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo estranho, nem valor fora de escala. A conexão partidária entre as duas candidatas e a dispersão temporal tornam o padrão compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político, mas os fatos são insuficientes para afirmar que é rotineiro ou que merece atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e uma campanha majoritária do PT no RS, com valores modestos (R$ 27 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026). As setas podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária para proporcionais e despesas de campanha pagas a fornecedores que também são candidatos. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e pessoas do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 22 mil no total) e transações que se estendem por vários anos (2018-2022). As movimentações são compatíveis com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com fornecedores ou serviços de campanha, sem nenhum salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. O fato de o loop fechar entre membros do mesmo grupo político torna a explicação simples e legítima bastante provável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.275,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Laura Sito, Olívio Dutra) e pessoas físicas ligadas ao partido, como Vera Venturini e João Edegar Pretto. As transações são de baixo valor (R$ 4,5 mil a R$ 16 mil) e se distribuem ao longo de vários anos (2018 a 2022), o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação partidária. Não há indício de empresa ou fornecedor sem relação com a política, nem valores atípicos que sugiram algo além do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas físicas do PT/RS e uma empresa sem nome identificado, com valores baixos (R$ 22,7 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2026. As conexões podem ser explicadas por doações entre correligionários do mesmo partido e repasses de campanha majoritária (Edegar Pretto) para candidatos proporcionais, padrão comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 194.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Nestor Schwertner) e uma empresa não identificada, com valores modestos (R$ 1.943,92 no total) e transações que podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, repasses de campanha majoritária (João Edegar Pretto) e despesas de campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de valores desproporcionais. O fluxo circular é compatível com a movimentação normal de recursos dentro de uma mesma coligação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 189.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e a campanha de João Edegar Pretto ao governo), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas de coordenação estadual. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 4.392 por transação) e a maior saída (R$ 180.000) é uma despesa de Bohn Gass para a campanha majoritária de Pretto, padrão comum em coligações. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Olívio Dutra), com valores modestos e dentro do padrão de doações entre aliados do mesmo partido. As transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita, e os montantes são compatíveis com repasses internos de campanha. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 190.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e despesas com fornecedores do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 180.000) e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um padrão de devolução rápida de grande monta. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 49,5 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem um padrão de ida-e-volta imediato ou de valor desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre aliados partidários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósR$ 10.289,62
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PT do RS e dois intermediários, com valores baixos (R$ 1.000 a R$ 5.000) e transações espalhadas entre 2018 e 2026, o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de um mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe — como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Ainda assim, o encadeamento de idas e voltas entre os mesmos nomes merece uma olhada rápida para confirmar se são apenas relações de campanha ou algo a esclarecer.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 193.214,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 175 a R$ 180.000) e anos diferentes (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem dois candidatos do PT/RS e um do PC do B/RS, partidos que costumam estar na mesma coligação, e uma empresa de serviços que pode ter relação comercial legítima com campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas a menção a 'ELEIÇÃO 2108 DILCE ABIGAIL RODRIGUES' como destino de despesa sugere possível erro de cadastro ou entidade intermediária que mereceria conferência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.700,00
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas R$ 11.700 e pessoas físicas do mesmo partido (PT/RS), com transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e coordenado. As setas misturam doações e despesas de campanha, padrão compatível com reembolsos, apoios internos ou coincidências entre aliados. Não há valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho nem ciclo curto entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.600 no total) e pessoas físicas, não empresas ou fornecedores. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os nomes nas pontas da cadeia não coincidem exatamente (GERSON LUIZ A ATHAYDE vs GERSON LUIZ DE OLIVEIRA ATHAYDE; ATAMARA SILVA CUNHA vs ATAMARA SILVA DA CUNHA), o que pode ser erro de registro ou pessoas distintas. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas doações e despesas entre militantes do mesmo partido (PT/RS).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.083,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas identificadas são do PT do RS, o que é compatível com um padrão legítimo de repasses e doações dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de uma rede de aliados partidários, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 30.083,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do mesmo partido (PT) no RS e valores modestos (R$ 30 mil no total), o que é compatível com repasses internos, ressarcimentos ou despesas compartilhadas de coligação. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.316,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Marcel Frison, Olívio Dutra e João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas compartilhadas de coligação. Os valores são modestos (R$ 47,3 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.733,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PT/RS, o que é compatível com repasses internos de campanha ou coligação. Os valores são modestos (R$ 30,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como fornecedor fora do ramo ou valor muito acima do mercado, então não há elemento suficiente para priorizar checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 190.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no RS e uma estrutura de coligação (João Edegar Pretto governador em 2022), o que é um padrão comum e legítimo de repasse entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores não são absurdamente discrepantes entre si, dificultando caracterizar um ciclo fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 185.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT/RS e entidades ligadas ao partido (comitê de João Edegar Pretto, também do PT), o que é compatível com repasses internos de campanha e despesas comuns dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 185 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 202.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do RS (Miguel Rossetto, Dionilso Marcon e Olívio Dutra), o que é compatível com repasses internos de campanha ou devoluções dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 2.026,25 no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para aliados de mesma sigla, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 186.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PT do RS e uma empresa sem nome identificado, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são modestos, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 65.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e todas as pessoas físicas identificadas são filiadas ao PT no Rio Grande do Sul, o que é compatível com movimentação financeira entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 65.500 no total) e as transações parecem ser doações e despesas de campanha usuais, sem um fato concreto que destoe do padrão esperado. Não há elemento que justifique priorização manual com base apenas nesses dados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e dois intermediários sem partido informado, com valores modestos (R$ 24.550 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As duas campanhas são do mesmo partido e estado, o que torna plausível que o loop resulte de coincidências de rede de aliados, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores comuns. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não há elemento concreto que justifique priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.262,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 31 mil no total) e transações de anos distintos (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Há dois candidatos do PT (Miguel Rossetto e Nestor Schwertner) que podem ter relação partidária legítima, mas Marcelo Sgarbossa é da REDE, partido diferente, e a empresa AIXMOBIL aparece como doadora e recebedora de despesa. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo, por isso a triagem fica inconclusiva.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 28.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PT do RS (Miguel Rossetto e Elvino Bohn Gass) e valores modestos (R$ 28,5 mil no total). As transações são de anos diferentes (2018 e 2026) e incluem uma despesa de Rossetto para si mesmo (R$ 21 mil), o que quebra a ideia de um loop fechado e imediato. O padrão é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e ressarcimentos de campanha, sem qualquer fato que destoe do rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 215.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Nestor Schwertner), que historicamente atuam na mesma coligação estadual, e inclui a campanha de João Edegar Pretto (PT) ao governo do RS em 2022. As transações são de baixo valor (R$ 5 mil a R$ 180 mil), compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários, e o retorno a Rossetto ocorre em 2026, quatro anos depois da doação inicial, quebrando a ideia de ciclo curto e fechado. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 210.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto e Elvino Bohn Gass) e a campanha de João Edegar Pretto ao governo do RS em 2022, todos do mesmo campo partidário. As transações são de baixo valor (R$ 5 mil, R$ 4,4 mil, R$ 21 mil, R$ 180 mil) e compatíveis com doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação, incluindo repasses da campanha majoritária para candidatos proporcionais. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta, nem valores fora de escala ou fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 227.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Miguel Rossetto, Elvino Bohn Gass e Olívio Dutra), com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha ou devoluções. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e incluem uma despesa de campanha de Bohn Gass para João Edegar Pretto, que não fecha o ciclo de forma suspeita. Não há indício de empresa fachada, valor desproporcional ou fornecedor fora do ramo que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 211.042,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e duas empresas sem nome identificado, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações entre candidatos, uma despesa de ELVINO JOSE BOHN GASS para JOÃO EDEGAR PRETTO (que não está na cadeia) e uma doação de uma campanha majoritária para PAULO DE OLIVEIRA DOS SANTOS. Os valores são modestos (R$ 211 mil no total) e compatíveis com movimentação entre aliados do mesmo partido, sem um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor muito acima do padrão ou ciclo curto e fechado entre não aliados).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.289,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e uma empresa, mas os valores e anos não formam um padrão claro de ida e volta do mesmo dinheiro. A maior transação (R$ 5.000 de Miguel para Elvino em 2018) não retorna a Miguel, e a devolução de Nestor para Miguel só ocorre em 2026, oito anos depois. A movimentação total é baixa (R$ 31,3 mil) e pode refletir doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PT do RS e uma empresa não identificada, com valores baixos (R$ 35 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2026. As doações entre Miguel Rossetto e Elvino Bohn Gass (R$ 5 mil em 2018) e de Nestor Schwertner para Miguel Rossetto (R$ 5 mil em 2026) podem ser explicadas por aliança partidária e apoio mútuo, mas o retorno do dinheiro ao ponto de partida após passar por uma empresa sem nome e por despesas de campanha merece uma checagem manual para confirmar se há relação contratual legítima. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.470,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 60.470 no total) e transações espaçadas no tempo (2018, 2020 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem políticos do PT e do PSOL no RS, partidos distintos, mas há um elo intermediário (Marcos Luis Avila Nunes) que aparece tanto doando quanto recebendo, sugerindo possível relação pessoal ou de prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre aliados e despesas de campanha, mas também não dá para descartar sem checar quem é o intermediário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 58.786,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e duas empresas, com valores que variam de R$ 111,49 a R$ 32.500,00. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período eleitoral. Não há um fato isolado que destoe drasticamente do padrão, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um ciclo entre aliados partidários e empresas merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 195.337,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a campanha majoritária do PT no Rio Grande do Sul (João Edegar Pretto, governador em 2022), todos do mesmo partido e provavelmente da mesma coligação. As transações são de valores modestos (R$ 3,25 mil a R$ 128,9 mil) e compatíveis com doações entre aliados e repasses internos de campanha, além de uma despesa de R$ 21 mil do próprio Miguel Rossetto para um fornecedor homônimo (provável erro de cadastro). Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala. O loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro de um mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.263,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS e uma empresa, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2026, sem um encadeamento temporal curto e fechado. A doação de R$ 5.000 de Miguel para Jeferson em 2018 e a devolução de mesmo valor de Nestor para Miguel em 2026 não configuram retorno imediato, e a despesa de R$ 88,64 com a AIXMOBIL é irrisória. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre aliados partidários.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul, com valores pequenos (R$ 5.000 por doação) e transações que podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados do mesmo partido e despesas com o próprio comitê. A presença de uma doação vinda da campanha de João Edegar Pretto (governador) para Nestor Schwertner e depois para Miguel Rossetto é compatível com articulação partidária estadual. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de escala ou empresa recebendo de volta montante expressivo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.392,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Jeferson e Miguel) e transações com comitês do mesmo partido (João Edegar Pretto, governador em 2022). As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 5.000, R$ 4.392, R$ 21.000, R$ 6.000), compatíveis com movimentação típica de campanha. O loop pode ser explicado por repasses internos da coligação, ressarcimentos ou devoluções, sem indicar irregularidade.