severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 234.808,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há uma doação da direção estadual do PSD para Istelamar (PODE), uma doação de Valdir Florisbal Jung para Jairo Jorge (PSD), uma despesa de Istelamar para 'Valdir Florisbal Julg' e uma despesa de Jairo Jorge para a direção estadual. Os nomes 'VALDIR FLORISBAL JUNG' e 'VALDIR FLORISBAL JULG' são muito semelhantes, mas não idênticos, e não há confirmação de que sejam a mesma pessoa. Além disso, os partidos são diferentes (PSD e PODE), o que enfraquece a explicação por mesma coligação, mas os valores e a sequência não configuram um fato concreto que justifique priorização manual sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 236.614,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não fecham um loop claro: Jairo doa R$ 215.000 à direção estadual do PSD, que doa R$ 17.714 a Istelamar (PODE), que paga R$ 2.500 a Rafael Chelmicki, que doa R$ 1.400 a Jairo. Os valores são muito assimétricos e as conexões entre PODE e PSD não são evidentes, mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha. Faltam dados sobre a natureza do pagamento a Rafael Chelmicki e a relação entre as campanhas para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 219.736,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, PSB) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a hipótese de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 215.000,00) é uma despesa de Jairo Jorge à Direção Estadual do PSD, compatível com repasse partidário rotineiro, e as demais somas são pequenas (R$ 350 a R$ 3.486). Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas e direções partidárias, mas a multiplicidade de atores e a ausência de detalhamento sobre a natureza dos pagamentos impedem uma classificação clara.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 221.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem ser doações partidárias e despesas de campanha comuns, sem valores discrepantes ou fornecedores de ramo estranho. Não há um fato concreto que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 218.840,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 1.000 a R$ 2.150) e entidades majoritariamente do PSD/RS, o que é compatível com repasses internos de partido, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação (R$ 215.000 de Jairo Jorge para a direção estadual em 2020) é uma despesa partidária típica, não um retorno de doação. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas a cadeia fechada com um vereador do PDT mereceria apenas conferência de vínculo de coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 219.740,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 900 a R$ 215.000) e anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PSD e PDT), mas a direção estadual do PSD aparece como intermediária, o que poderia explicar repasses internos. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 230.730,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, Republicanos) e valores que variam de R$ 350 a R$ 215.000, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. O caso carece de elementos que permitam descartar coincidência ou explicar como irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 232.710,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (de R$ 350 a R$ 215.000) e anos diferentes (2018 a 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (PSD e MDB) e há repasses de direção estadual a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do funcionamento normal de financiamento partidário, mas também não dá para descartar coincidência entre aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 218.082,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 350 a R$ 215.000) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos variados (PSD, MDB) e a única transação de grande porte é uma despesa de Jairo Jorge à direção estadual do PSD, compatível com repasse partidário rotineiro. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 272.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 215.000 de Jairo Jorge para a direção estadual do PSD, enquanto as demais são doações de R$ 350 a R$ 55.840. Há elos partidários comuns (PSD) e a direção estadual aparece como intermediária, o que pode ser repasse partidário rotineiro. Por outro lado, a cadeia fecha entre pessoas de partidos diferentes (MDB e PSD) e inclui um elo sem nome identificado, mas sem um fato isolado que destoe de forma clara do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 245.214,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 entidades, todas ligadas ao PSD no Rio Grande do Sul, e os valores são modestos (R$ 2.450,00 no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Não há indício de empresa doadora recebendo de volta valor equivalente, nem fornecedor com ramo estranho ao serviço. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 238.808,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-RS): a direção estadual repassa recursos a uma candidata a vereadora, que paga despesa a um terceiro, que doa a um candidato a prefeito do mesmo partido, que por sua vez tem despesa com a própria direção estadual. Esse tipo de movimentação entre campanhas e órgão partidário da mesma sigla é padrão comum em prestações de contas, podendo refletir repasses estatutários, ressarcimentos ou rateio de despesas. Os valores são modestos e compatíveis entre si, sem salto de ordem de grandeza que destoe. Não há elemento concreto que fuja do roteiro partidário usual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 419.488,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve um partido (PSD estadual) repassando recursos a uma candidata de outro partido (PRD), o que não é o padrão típico de repasses partidários, mas pode ocorrer em coligações proporcionais. As transações somam valores díspares (R$ 2.150,00 de Jairo ao partido, R$ 202.394,00 do partido à Ana Paula, R$ 1.094,00 de Ana Paula a um fornecedor) e não há evidência de que o dinheiro retorne a Jairo. Sem dados sobre a coligação ou a natureza dos serviços, não há fato concreto que caracterize anomalia grave.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 238.614,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSD-RS) no mesmo ano eleitoral (2020): um candidato a prefeito, uma candidata a vereadora e a direção estadual do partido. A maior parte do valor (R$ 215.000) é uma despesa do candidato a prefeito para a direção estadual, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e o restante são doações e despesas de valores baixos entre pessoas da mesma chapa/partido. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação intrapartidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 236.808,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSD-RS, o que é compatível com o fluxo normal de repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos e as transações ocorrem todas em 2020, sem indício de empresa fornecedora alheia ao ramo ou de valor muito acima do padrão. A menção a 'VALDIR FLORISBAL JUNG' e 'VALDIR FLORISBAL JULG' parece erro de grafia, não entidade distinta. Não há fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 361.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 361.850,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e incluem uma direção partidária estadual repassando recursos a um candidato, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe, como empresa doadora recebendo de volta valor quase idêntico ou fornecedor sem relação com o serviço. A cadeia pode ser explicada por coincidências entre campanhas de partidos diferentes no mesmo estado, sem um elo que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 221.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 221.250, mas as transações individuais são de baixo valor (R$ 350 a R$ 500) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A maior movimentação é uma despesa de R$ 215.000 de Jairo Jorge para a direção estadual do PSD, compatível com repasse partidário, e as demais transações podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo campo político (PSD/MDB) ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 220.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas e entidades do mesmo partido (PSD-RS), o que é um padrão comum e legítimo de movimentação interna. As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, sem indício de desproporção ou de empresa sem relação com o serviço. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar com certeza que se trata de mera coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 221.620,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSD-RS), o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com contribuições e gastos típicos de campanhas municipais/estaduais, sem salto de ordem de grandeza. A maior transação (R$ 215.000) é uma despesa de Jairo Jorge à direção estadual, valor razoável para uma campanha de prefeito. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 223.120,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PSD/RS e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos entre candidatos da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 900 a R$ 3.720) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 217.740,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 350 a R$ 215.000) e entidades de partidos diferentes (PSD, MDB, Republicanos), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, a maior transação é uma despesa de Jairo Jorge (PSD) para a direção estadual do próprio partido, padrão comum de repasse partidário, e as demais somas são pequenas. Sem detalhamento dos contratos e da relação entre os envolvidos, não há um fato único que caracterize anomalia clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 63.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 63.100, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (PODE) entre alguns agentes, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político, mas a presença de Jairo Jorge (PSD) e da empresa Speed Promocional como elos da cadeia impede uma explicação simples e automática. Os fatos não são suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício forte de anormalidade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 465.720,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o valor que sai de JAIRO JORGE DA SILVA para a empresa CASA DE CRIAÇÃO (R$ 462.000,00) é quase 1.000 vezes maior que as demais transações do loop (R$ 500, R$ 1.220 e R$ 2.000). Além disso, a cadeia envolve partidos diferentes (PSD e PDT) e uma empresa de comunicação que recebe um pagamento de campanha muito acima dos outros valores, sem que os fatos expliquem essa assimetria. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 465.720,00
IA · deepseek-flash O loop envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSD e PDT) e uma empresa de comunicação, com uma transação de R$ 462.000,00 (Jairo Jorge -> Casa de Criação) que é quase 99% do total movimentado. As demais transações são de valores muito menores (R$ 500, R$ 1.220 e R$ 2.000), criando uma disparidade de ordens de magnitude que não se explica por um padrão rotineiro de mesma coligação. A presença de uma empresa de marketing no centro do ciclo, recebendo um valor desproporcional, justifica uma checagem humana para verificar a real natureza do serviço e a conexão entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.056,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 21 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político em SC: PSD (José Cláudio e Gilmar) e PP (Thais), partidos que frequentemente formam coligações municipais. As transações são compatíveis com doações entre aliados, repasse de diretório municipal e despesas de campanha de pequeno porte, sem valores discrepantes. Não há indício de empresa grande devolvendo milhões nem fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.602,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,6 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSD e PP), mas todas em SC, o que pode refletir alianças locais ou repasses partidários rotineiros. As transações são de anos distintos (2020 e 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, dificultando caracterizar um padrão anômalo. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do MDB do Rio Grande do Sul, em transações de 2018 e 2020, valores baixos (R$ 13,2 mil no total) e majoritariamente dentro do mesmo ano eleitoral. O padrão é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou doações entre aliados do mesmo partido, sem nenhum fato que destoe (valor alto, fornecedor estranho, ciclo fechado entre desconhecidos).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são candidatos identificados, todos do MDB do RS, o que poderia sugerir uma rede partidária comum. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 100 a R$ 14.480), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do esperado em movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósR$ 10.520,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas duas delas são pessoas físicas sem partido/cargo informado, e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 10.000) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, MDB, NOVO, SD) e valores baixos (R$ 10 a R$ 5.200), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. Há ainda uma inconsistência nominal (PATRICIA DE FATIMA PORTA SARDÁ vs. SARDA) e um possível erro de digitação (LUIS vs. LUIZ INACIO RODRIGUES DA FONTE), dificultando a interpretação. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre candidatos do mesmo estado, mas também não é possível afirmar que seja um padrão legítimo comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 865.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do MDB no RS, o que é compatível com repasses internos de direção municipal a candidatos e despesas de campanha. O valor total de R$ 865,7 mil é puxado por uma única despesa de R$ 830 mil de Sebastião de Araujo Melo à direção municipal em 2024, que pode ser repasse partidário legítimo. As demais transações são de baixo valor e em anos distintos, sem um encadeamento claro que feche um loop suspeito. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 839.486,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 5 mil, R$ 1 mil, R$ 986, R$ 2,5 mil e R$ 830 mil) e anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham vínculos partidários (MDB e direção municipal) e a maior transação é um repasse de campanha a órgão partidário, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a menção a uma entidade sem nome e a mistura de tipos (doação/despesa) em anos distintos deixa a explicação apenas parcial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 888.764,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo campo político no RS (MDB municipal de Porto Alegre), com a direção municipal repassando recursos a candidatos do partido e candidatos pagando despesas entre si — padrão comum de campanha. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 830 mil) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A presença de uma candidata do PL (Ana Maria Ines Lehn) como pagadora de despesa a uma pessoa ligada ao MDB é o ponto menos óbvio, mas pode ser prestação de serviço entre campanhas aliadas ou fornecedor comum.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 22.500,00, com transações que se fecham em loop entre campanhas de partidos diferentes (MDB e PL) e anos distintos (2018 e 2022). Chama atenção que uma despesa de R$ 10.000 de OSMAR GASPARINI TERRA (PL) vá para PATRICIA DE FATIMA PORTA SARDÁ, que no mesmo ano doou R$ 5.000 para SEBASTIAO DE ARAUJO MELO (MDB), e que este tenha doado para TIAGO CHANAN SIMON (MDB), que por sua vez pagou despesas a JOSE PARISE, doador de OSMAR. A mistura de partidos e a direção do fluxo (despesa de campanha virando doação para adversário nominal) dificultam uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo campo político (MDB/PMDB) no RS, o que torna plausível que sejam doações entre aliados ou repasses internos. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 5.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão de ida e volta imediata. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.742,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT no Rio Grande do Sul e uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, governador em 2022), o que é compatível com repasses internos de coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 21,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo quantia idêntica à doada.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 22.692,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e uma empresa do mesmo campo político (PT/RS), com valores modestos (R$ 22,7 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. A maior parte do fluxo passa por uma doação de campanha majoritária (João Edegar Pretto, governador em 2022) para Alexandre Lindenmeyer, e depois retorna via doações entre candidatos do mesmo partido. O padrão é compatível com repasses internos de coligação, ressarcimentos ou devoluções, sem indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósR$ 10.300,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.789,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 pessoas físicas, sendo que duas delas (Marco Aurelio Spall Maia e Maria Eunice Dias Wolf) são do PT/RS, o que dá uma explicação simples de rede de aliados do mesmo partido. As transações são de valores modestos (R$ 2.591 a R$ 12.500) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira um loop artificial. Não há indício de empresa fornecedora, valor fora de escala ou ramo incompatível; o padrão é compatível com doações e despesas entre militantes da mesma corrente partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.091,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas identificadas como filiadas ao PT no RS, com valores baixos (R$ 19 mil no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2022. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com repasses internos de um mesmo grupo partidário ou ressarcimentos, mas o elo com FELIPE NOGUEIRA DOS SANTOS (sem partido/cargo informado) impede afirmar que todo o ciclo seja intra-partidário. Não há valor fora de escala, fornecedor de ramo estranho nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos. Faltam elementos para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.272,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do PT do RS, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 28 mil no total). A maioria das conexões é entre membros do mesmo partido, o que é comum em coligações, e não há um padrão claro de devolução de valores idênticos ou de curto prazo. Faltam elementos que sugiram algo além de coincidências ou movimentações partidárias rotineiras.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.736,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 17,7 mil no total). As entidades identificadas são todas do PT do RS, o que sugere possível relação partidária legítima, mas a cadeia inclui pessoas físicas sem partido/cargo informado (Marlene, Paulo César) e não há evidência de que o dinheiro retorne à mesma campanha de origem. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), nem elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 63.729,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e estados diferentes (PP-RS, PL-RS, PRTB-DF) e uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) que doa a um candidato e recebe despesa de outro, o que poderia sugerir um loop. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos, compatíveis com doações e pagamentos usuais de campanha. A presença do Facebook como fornecedor de campanha é comum e não indica irregularidade. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 94.222,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PP, MDB, PL) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 94 mil no total) e as transações estão espalhadas no tempo, podendo refletir relações políticas locais no RS. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não há explicação óbvia e única para o encadeamento.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.114,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas de partidos diferentes (PP, MDB, DEM) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 17 mil no total) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.064,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PP, MDB, DEM) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou conta partidária única. Porém, os valores são modestos (R$ 17 mil no total) e as transações estão espalhadas no tempo, podendo refletir relações políticas locais ou ressarcimentos. Não há um fato agudo, como empresa doando milhões e recebendo de volta, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.594,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PP, MDB, PL, CIDADANIA) e cargos/anos variados, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 650 a R$ 20.000), as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e há um intervalo de 2 a 4 anos entre a saída e o retorno do dinheiro, o que é compatível com doações cruzadas normais entre aliados ao longo de vários pleitos. Não há um fato agudo que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor fora do ramo, ciclo fechado no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 86.922,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco pessoas de partidos diferentes (PP, MDB, DEM, PL) e em anos eleitorais distintos, o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, a maior transação (R$ 82.000,00) é uma despesa de Douglas Martello (PL) para Francisco Ourique (PP), valor muito acima das demais doações do loop (R$ 1.000 a R$ 1.500), sem que os fatos indiquem lote ou serviço que justifique a diferença de ordem de grandeza. Isso configura um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.729,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores pequenos, sem um elo claro de retorno financeiro à origem. A presença de empresas como Facebook e Rinobox, que podem ser fornecedores ou doadoras comuns, e a diferença temporal (2018 vs 2022) enfraquecem a ideia de um loop intencional. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, mas também não é possível descartar coincidência.