severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.314,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,3 mil no total) e transações pulverizadas ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários parcialmente distintos (NOVO, PL) e a empresa RINOBOX aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por serviços prestados a campanhas. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de doações e despesas entre candidatos e fornecedores, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da RINOBOX.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.214,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 12,2 mil, valor baixo para o contexto eleitoral. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e envolvem partidos distintos (NOVO e PL), mas há uma empresa (Rinobox) que doou para uma campanha e recebeu despesa de outra, o que pode ser coincidência ou relação comercial. Não há um fato único que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.800 no total) e transações pulverizadas entre 2018, 2020 e 2022, com a maioria das entidades ligadas ao partido NOVO no RS. Há um elo entre partidos diferentes (FERNANDA DA CUNHA BARTH, do PL), mas o valor de R$ 1.200 doado por ela a um candidato do NOVO é pequeno e pode ser uma doação entre aliados ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 22,7 mil no total) e entidades que compartilham partidos ou coligações no RS (PL, NOVO e a campanha de Marcel Van Hattem). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e podem refletir repasses partidários, doações entre aliados ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza exata de cada operação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.938,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PRTB) e empresas de ramos distintos, mas as transações são de anos diferentes (2022 e 2024) e os valores são relativamente baixos. A doação da Rinobox para Fernanda e a despesa de Danilo com a Rinobox no mesmo ano poderiam ser coincidência ou parte de um fluxo de campanha, mas não há um fato concreto que force uma checagem manual, como um ciclo fechado no mesmo ano ou valores idênticos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.411,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 12,4 mil, valor baixo para financiamento eleitoral. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e incluem uma empresa de soluções financeiras que doou a um candidato e recebeu despesa de outra campanha, o que pode ter explicação comercial ou de serviços. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou vínculos partidários explícitos que sugiram coordenação, mas a combinação de doação e despesa com a mesma empresa merece verificação humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.361,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,3 mil) e entidades de partidos diferentes (PL e NOVO), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A Rinobox Soluções Financeiras aparece como doadora de Tiago Albrecht e também como fornecedora de Fernanda Barth, o que pode ser um relacionamento comercial normal, mas o ramo de 'soluções financeiras' não é claramente compatível com despesas típicas de campanha. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas a combinação de partidos diferentes e a natureza da empresa merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 76.286,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 76,3 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e compatíveis com doações entre aliados políticos do RS (Marcel Van Hattem e Tiago Albrecht são ambos do NOVO). A empresa Rinobox aparece doando R$ 68,8 mil a Van Hattem em 2022 e recebendo R$ 486 de Fernanda Barth no mesmo ano, mas o valor recebido é irrisório perto do doado, não configurando retorno significativo. Não há um fato agudo que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região/partido, então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.559,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e NOVO) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos e as transações podem ser doações e despesas rotineiras entre campanhas e uma empresa de soluções financeiras. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.615,91
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PL, MDB, PP) e valores modestos (R$ 40,5 mil no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço —, mas também não há vínculo partidário/coligação explícito que explique o loop de forma rotineira. O caso fica no meio: nem claramente bizarro, nem claramente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 79.719,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (NOVO e PRTB) e empresas de ramos distintos, mas as transações são de anos variados (2018-2024) e valores que não formam um loop fechado no mesmo período. A maior parte do valor é despesa de Tiago Albrecht com o Facebook (R$ 69.541,45), que é um fornecedor típico de campanha, e a doação da Rinobox a Tiago (R$ 5.925,00) pode ter explicação eleitoral comum. Não há um fato único que destoe claramente, como um retorno quase idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósR$ 10.062,45
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.649,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 13,6 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2024. As setas podem ser explicadas por doações internas entre filiados da mesma legenda, repasses da direção municipal e pagamentos a um fornecedor de serviços financeiros (Rinobox) que também doou a um candidato do partido. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.157,08
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o loop envolve doações e despesas entre membros do mesmo partido e a direção municipal. Os valores são modestos (R$ 12.157,08 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses partidários e ressarcimentos. Não há indício de empresa ou fornecedor alheio ao círculo partidário, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 68.467,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção municipal do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 68,4 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2024, sem concentração temporal atípica. A maior transação (R$ 61 mil de Felipe Zortea para Clauber Scherer) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e não há indício de que o dinheiro tenha voltado enriquecido ao ponto de origem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.914,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 19,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2020 e 2022. As movimentações são compatíveis com repasses internos de direção municipal, doações de uma empresa de soluções financeiras a um candidato e despesas de campanha entre correligionários. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado para uma mesma coligação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 137.111,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do Partido NOVO no RS, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024) e não há indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao ramo. O fluxo pode ser explicado por doações internas, ressarcimentos e pagamentos a fornecedores comuns, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.347,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 21,3 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasse da direção partidária a candidato e despesas de campanha. O retorno ao ponto de partida se dá via direção estadual, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos dentro do mesmo partido. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou entidade sem vínculo partidário que dificulte a explicação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.872,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e valores que não retornam exatamente ao ponto de partida. As entidades nomeadas são todas do partido NOVO no RS, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação entre aliados. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.549,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas de volta à estrutura partidária — padrão comum de financiamento interno. Os valores são modestos (R$ 24,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem concentração temporal suspeita. A presença de DJONATHAN CHIAREL como intermediário de valores pequenos (R$ 200 e R$ 3.700) também é compatível com ressarcimentos ou pagamentos de despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.515,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre candidatos e a direção estadual do partido, um padrão comum em campanhas eleitorais. Os valores são modestos (total de R$ 31,5 mil) e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem indícios de empresa comercial ou fornecedor estranho ao ramo. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.117,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo ciclo eleitoral de 2022 (com exceção de uma doação de 2018). O fluxo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, valores modestos (R$ 26 mil no total) e compatíveis com movimentação típica de campanha. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.117,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e campanhas do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 26 mil no total) e transações que podem ser doações internas, repasses partidários ou ressarcimentos. A presença de uma vereadora do UNIÃO na cadeia não é suficiente para tornar o caso bizarro, pois pode ter havido apoio mútuo entre candidatos de diferentes legendas. Não há indício de valores anômalos ou fornecedores fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.904,30
IA · deepseek-flash Todas as entidades com filiação partidária identificada pertencem ao NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas de volta à estrutura partidária — padrão comum de financiamento interno de campanha. Os valores são modestos (R$ 27,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indicar um esquema fechado e coordenado. O loop pode ser explicado por repasses partidários, ressarcimentos e despesas compartilhadas entre aliados da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 25.317,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades com filiação partidária identificada pertencem ao NOVO no Rio Grande do Sul, e a cadeia envolve doações e despesas entre candidatos do mesmo partido e a direção estadual. Os valores são modestos (R$ 25,3 mil no total) e compatíveis com repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre campanhas aliadas. Não há fornecedor externo com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.337,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 32 mil no total) típicos de repasses internos entre candidatos e direção partidária. As transações são compatíveis com doações entre aliados da mesma legenda, ressarcimentos de campanha e repasses da direção estadual, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala. O loop fechado é explicável pela circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, não justificando priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 60.724,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do partido, que é o padrão legítimo de repasse de recursos partidários a candidatos. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos, compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. O ciclo fechado é explicável pela concentração de candidatos do mesmo partido no mesmo estado, sem indicar um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.549,12
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual. O valor total é baixo (R$ 22,5 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. O padrão é compatível com movimentação financeira rotineira dentro de uma mesma estrutura partidária, sem indício de anomalia que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.899,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários, doações entre candidatos da mesma legenda e despesas de campanha. O valor total do ciclo (R$ 15.899,11) é baixo e as quantias individuais são modestas, sem indício de desproporção. O fluxo 'Direção Estadual -> PIO CERVO' e 'FABIO MAIA OSTERMANN -> Direção Estadual' é típico de repasses e ressarcimentos partidários. Não há fornecedor com ramo estranho nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.699,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve repasses entre direção estadual e candidatos da mesma legenda, padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 39,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. A maior transação (R$ 25 mil de Felipe Zortea para Frederico Cosentino em 2024) pode ser devolução de sobra ou repasse interno, não havendo indício de fornecedor estranho ou valor fora de ordem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 15.579,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha (doações entre correligionários e repasses da direção partidária). Os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O loop pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 93.529,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. As transações são de valores modestos (R$ 400 a R$ 44.750) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal ou valor atípico que sugira triangulação. O maior fluxo é a doação da direção estadual para Giuseppe Riesgo, típica de apoio partidário a candidato, e as demais setas podem ser explicadas como devoluções, ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há fornecedor estranho ao ramo nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 258.799,11
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. As transações são de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 199.500) e ocorrem em anos eleitorais distintos, compatíveis com doações partidárias, ressarcimentos e despesas de campanha. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 252.799,11
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações da direção estadual para candidatos e despesas de candidatos para a direção, o que é um padrão comum de repasse partidário e ressarcimento. O ciclo fechado pode ser explicado por movimentações entre aliados da mesma coligação, sem indicar necessariamente irregularidade. Os valores são moderados e compatíveis com transações típicas de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.097,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 27 mil no total) e transações típicas de repasses internos entre campanhas aliadas. As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e podem refletir apoio mútuo, ressarcimentos ou sobras de campanha dentro do mesmo partido. Não há fornecedor externo, valor atípico ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósR$ 10.420,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.697,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores baixos (R$ 26,7 mil no total) e transações de doação/despesa entre campanhas do mesmo campo político. Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado de repasses internos e ressarcimentos entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro. O caso não apresenta um indício forte que justifique priorização manual, mas a cadeia fechada merece apenas registro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 35.597,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 35,6 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao NOVO/RS, com uma campanha de 2018 (Marcel Van Hattem) atuando como intermediária. As transações se distribuem entre 2018 e 2022, com doações e despesas que podem refletir repasses partidários, ressarcimentos ou apoio entre aliados da mesma sigla. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre estranhos), mas a presença de DIRCEU GODOI (PL) e de uma empresa sem nome dificulta uma explicação totalmente automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.097,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 24 mil no total) e transações típicas de repasses internos entre candidatos da mesma legenda. As doações e despesas ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com movimentação partidária rotineira, sem indício de empresa estranha ao ramo ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.125,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2022. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários, repasses da direção partidária a candidatos e despesas de campanha pagas a fornecedores/aliados do mesmo grupo político. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 27.632,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com repasses internos entre direção estadual e candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 27,6 mil no total) e as setas podem ser explicadas por doações entre correligionários, despesas com diretório e ressarcimentos, sem ciclo fechado de curto prazo entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor estranho, valor muito acima do padrão ou empresa devolvendo quantia idêntica.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.170,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três dos cinco participantes são do partido NOVO no RS, o que oferece uma explicação plausível de rede partidária comum. Os valores são modestos (R$ 27.170 no total) e as transações parecem doações e despesas ordinárias de campanha, sem indício de retorno direto do mesmo valor.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.847,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do mesmo partido (NOVO-RS), o que é compatível com repasses internos, doações entre correligionários e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 30,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.747,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações entre correligionários e repasses da direção estadual. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 18.177), típicos de contribuições de campanha, e o ciclo envolve apenas membros do mesmo partido, sem fornecedores externos ou valores atípicos. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta quantias milionárias ou de ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.447,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos entre campanhas e direção partidária. Os valores são modestos (R$ 200 a R$ 18.177) e a maior parte do fluxo é da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. O ciclo fechado pode ser coincidência de doações entre aliados do mesmo partido, sem indício de anormalidade grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.891,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e estruturas do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 31,9 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre candidatos do mesmo partido, repasse da direção estadual e despesas de campanha. O fluxo fecha o ciclo passando pela direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e ressarcimentos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao contexto eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 33.891,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 33,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e há elos com partidos distintos (NOVO e UNIÃO), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte dos valores é compatível com doações e despesas típicas de campanha, e a cadeia pode ser explicada por repasses partidários e apoios entre candidatos. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.891,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve repasses entre candidatos da mesma legenda e a direção estadual. Os valores são modestos (R$ 39,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), o que é compatível com doações internas, ressarcimentos e despesas de campanha. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.616,35
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo inclui repasses da direção estadual do partido e despesas de campanha, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 30,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indício de retorno financeiro pessoal. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.