severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.599,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis entre si (R$ 41,6 mil no total). As transações são doações e despesas entre campanhas do mesmo partido em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), padrão comum de repasse interno e apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda. Não há fornecedor externo com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza discrepante, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.540,00
IA · deepseek-flash Todas as cinco entidades são do mesmo partido (NOVO) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em cadeias de doações e despesas entre correligionários. Os valores são relativamente baixos (R$ 41.540 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, podendo refletir apoios mútuos, ressarcimentos ou pagamentos por serviços dentro da mesma coligação. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.616,46
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos entre campanhas e a direção estadual. Os valores são modestos (R$ 35,6 mil no total) e as maiores quantias envolvem a direção estadual repassando recursos a candidatos, padrão comum em partidos. Não há indício de ciclo fechado de curto prazo ou valores atípicos que sugiram algo além da rotina partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 27.210,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que o ciclo reflita doações e despesas entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 27 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno rápido e fechado. O loop envolve também uma pessoa sem partido/cargo identificado (ANA CAROLINA ALENCASTRO DAL BEN), que aparece como doadora e depois recebe uma despesa de campanha, mas isso pode ser explicado por prestação de serviços à campanha. Não há indício de valores muito acima do mercado ou de fornecedor com ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.750,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que as movimentações decorram de repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 51.750 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 42.260,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum e legítimo para doações e despesas entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 42.260 no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2020-2024), sem um ciclo curto e fechado que sugira conluio. A presença de uma entidade sem nome (04220876022) e de um doador externo (GUSTAVO CORREA FERNANDES) não é suficiente para tornar o caso bizarro, dado o contexto partidário compartilhado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.568,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção municipal/partidária. Os valores são modestos (R$ 20,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), compatíveis com movimentação rotineira de campanha. Não há indício de empresa comercial ou fornecedor sem relação com o serviço, nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 111.600,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção municipal/partidária. Os valores são modestos (R$ 111,6 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com movimentação rotineira de campanha, como repasses internos e devoluções. Não há indício de fornecedor estranho ao ramo, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.990,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e o ciclo inclui repasses da direção estadual do partido, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (R$ 20.990 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor, fornecedor fora do ramo ou salto de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.887,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e o fluxo inclui repasses da direção estadual para candidatos e despesas de candidatos para a direção — padrões comuns em prestações de contas partidárias. O ciclo envolve valores modestos (R$ 30,8 mil no total) e transações em anos eleitorais distintos, sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. Não há fornecedor externo nem valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 258.210,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do partido, que é o canal legítimo de repasse de recursos a candidatos. As transações se distribuem por vários anos (2020 a 2026) e valores, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum. O retorno final a Frederico Cosentino (R$ 25 mil) é pequeno frente ao total movimentado (R$ 258 mil) e pode ser explicado como ressarcimento ou devolução dentro do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.988,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem entre 2018 e 2024, período compatível com repasses internos do partido e doações entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 35,9 mil no total) e as movimentações incluem despesas com direção partidária e doações entre aliados, padrão comum em campanhas. O ciclo fechado é explicável pela circulação de recursos dentro do mesmo grupo político, sem indício de fornecedor estranho ou valor discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.410,75
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum em ciclos de doações e despesas entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 23,4 mil no total) e as transações ocorrem ao longo de 2022 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. A presença de uma empresa sem nome e de uma campanha de outro candidato (FABIO MAIA OSTERMANN) como intermediários não chega a configurar um fato que exija checagem manual, dado o contexto partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.277,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 40 mil no total) e transações distribuídas entre 2018 e 2024. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses/despesas da direção partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem entidade sem vínculo partidário evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 49.954,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 49.954,10, mas as transações mostram conexões partidárias plausíveis: Frederico e Giuseppe são ambos do NOVO/RS, e há repasses da direção estadual do partido. A participação de Nilmar Piva Bortolotto (UNIÃO) e de Fábio Maia Ostermann (candidato a deputado federal em 2022) não tem partido/coligação explicitamente comum com os demais, mas os valores são modestos e podem refletir alianças locais ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 36.584,10
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo inclui a direção estadual do próprio partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de volta — padrão comum de movimentação interna partidária. Os valores são modestos (R$ 36,5 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018-2024, sem salto de ordem de grandeza. O fornecedor sem nome (47323116000125) e FABIO MAIA OSTERMANN aparecem como elos intermediários, mas não há indício de ramo alheio ao serviço ou preço fora do razoável.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 36.876,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 36,8 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 41.205,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 41 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024). As movimentações são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da direção estadual para candidatos do mesmo partido, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 46.428,85
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual, candidatos e comitês do partido). O fluxo de recursos entre candidatos da mesma legenda, incluindo doações de uma campanha para outra e despesas pagas a diretórios partidários, é um padrão comum em prestações de contas eleitorais. Os valores são modestos (total de R$ 46 mil) e distribuídos ao longo de 2018, 2022 e 2024, sem indício de ciclo fechado suspeito ou desproporção. Não há elemento concreto que fuja da rotina de movimentação financeira partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.211,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (NOVO-RS) e valores modestos (R$ 36 mil no total), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, há um elo de outro partido (DIRCEU GODOI DE QUADROS, PL) e uma empresa sem nome identificado (47323116000125), o que impede afirmar que é apenas movimentação intrapartidária. Não há fato isolado que destoe de forma clara (valor, ramo ou ciclo fechado entre desconhecidos), mas também não dá para descartar sem checar quem é a empresa intermediária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 57.921,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com doações e despesas entre candidatos da mesma sigla em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024). Os valores são modestos (R$ 57,9 mil no total) e compatíveis com repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre candidatos aliados. Não há empresa fornecedora com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que destoe do conjunto. O padrão é típico de movimentação dentro de um mesmo grupo político, sem fato concreto que exija checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 61.599,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de volta — padrão comum de movimentação interna partidária. Os valores são modestos (R$ 61,6 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração suspeita. A presença de uma empresa sem nome (47323116000125) e de FABIO MAIA OSTERMANN como intermediários não é suficiente para caracterizar anomalia, dado o contexto partidário compartilhado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.766,60
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual, candidatos e comitês). O fluxo inclui doações da direção estadual para candidatos, repasses entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha, padrão comum em coligações partidárias. Não há fornecedor externo sem relação com o partido nem valores discrepantes que sugiram algo atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 55.952,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do mesmo partido (NOVO-RS) e incluem a direção estadual, o que é um padrão comum de repasses internos e devoluções. As transações somam valores moderados (R$ 55,9 mil) e se distribuem ao longo de 2018-2024, sem um salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. O elo com a empresa sem nome (47323116000125) e a eleição de Fábio Ostermann não têm contexto suficiente para afirmar que foge do rotineiro. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.274,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do partido NOVO no RS, o que poderia ser explicado por alianças internas e repasses entre campanhas aliadas. Porém, a cadeia inclui uma empresa sem nome identificado e uma despesa de R$ 30.000 de Felipe Zortea para 'ANA C. A. D. BEN', que não aparece como entidade do loop, dificultando a verificação da circularidade. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, mas a falta de clareza sobre o papel da empresa e da beneficiária final impede uma conclusão definitiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 61.274,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são filiadas ao mesmo partido (NOVO) no RS, o que torna plausível que sejam doações e despesas entre aliados da mesma coligação. A empresa sem nome no meio da cadeia não tem ramo identificado, mas também não há indício de que seja um fornecedor estranho ao serviço. Os valores são da mesma ordem de grandeza e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de retorno imediato ou de valor desproporcional que justifique priorização automática.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.867,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro da mesma estrutura partidária (direção estadual, candidatos e comitês do NOVO). O fluxo inclui doações da direção estadual para candidatos, repasses entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a comitês eleitorais, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 30,8 mil no total) e compatíveis com movimentação de campanha de pequeno porte. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou de valores anômalos que justifiquem priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 42.086,46
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações incluem repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos para a direção estadual — padrão comum de financiamento partidário. O ciclo envolve valores modestos (R$ 42 mil no total) e se estende por vários anos (2018–2024), o que é compatível com movimentações rotineiras entre campanhas aliadas. Não há indício de empresa de ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 66.315,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo passa pela direção estadual do partido, que é exatamente o canal legítimo de repasse de recursos a candidatos. As transações se distribuem por vários anos (2018 a 2026) e os valores são modestos, compatíveis com doações internas e ressarcimentos entre aliados. O ciclo fechado é explicável pela concentração de campanhas do mesmo partido/coligação no mesmo estado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.140,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do Partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses internos de partido, doações entre correligionários e ressarcimentos de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há fornecedor estranho ao ramo nem empresa devolvendo valor milionário, então o padrão se explica por dinâmica partidária comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.490,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual. Os valores são modestos (R$ 21,49 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que é compatível com movimentação partidária rotineira, como repasses internos e devoluções. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 45.290,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) e do mesmo estado (RS), e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), o que é compatível com repasses internos, doações entre correligionários e ressarcimentos de campanha. O ciclo não é curto nem fechado no mesmo ano, e os valores são modestos (R$ 45,3 mil no total), sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor com ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 21.170,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) no Rio Grande do Sul, e o ciclo envolve doações entre candidatos da mesma legenda e repasses da direção estadual, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 21.170 no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018-2024), sem concentração temporal suspeita. A devolução de R$ 7.000 de Maria Agostina para Frederico pode ser ressarcimento ou sobra de campanha, sem indício de anormalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 264.390,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores compatíveis com repasses internos de campanha. As transações são doações entre filiados do mesmo partido e despesas pagas a diretórios partidários, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou valor uma ordem de grandeza acima do restante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 258.390,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (NOVO) e do mesmo estado (RS), e as transações incluem repasses da direção estadual para candidatos e doações entre candidatos da mesma legenda, padrões comuns em campanhas. O ciclo envolve valores modestos (R$ 2,58 mil a R$ 199,5 mil) e anos eleitorais distintos, sem indicar um esquema fechado ou desproporcional. A movimentação é compatível com articulação partidária rotineira, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.117,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos entre campanhas da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 38 mil no total) e as setas incluem tanto doações quanto despesas, sugerindo um fluxo de recursos dentro da mesma estrutura partidária. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 21.440,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do partido NOVO no Rio Grande do Sul, em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 21,4 mil no total) e as transações incluem tanto doações quanto despesas de campanha, sugerindo ressarcimentos ou apoio mútuo dentro do grupo político. Não há indício de empresa com ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 37.717,35
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo campo político-partidário, o que é um padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 37,7 mil no total) e as movimentações incluem doações da direção estadual para candidatos e despesas de campanha, típicas de repasses internos e apoio mútuo entre correligionários. Não há indício de empresa sem relação com o partido ou de valores muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.617,35
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 46,6 mil no total) e a maioria das entidades tem vínculo partidário: três candidatos do NOVO/RS e a direção estadual do NOVO. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Porém, há um elo sem partido declarado (DIRCEU GODOI DE QUADROS, do PL) e uma empresa sem nome identificado, o que impede descartar completamente a estranheza. Não há fato concreto que force uma checagem humana prioritária, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 35.117,35
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, incluindo repasses da direção estadual e devoluções/despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 35 mil no total) e compatíveis com movimentação rotineira de campanhas de deputado estadual/federal. O ciclo envolve também a campanha de Marcel Van Hattem, do mesmo partido, o que reforça a explicação por aliança interna e não por um esquema fechado entre desconhecidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.320,01
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 18,3 mil no total) e as operações podem ser explicadas como doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores atípicos que sugiram algo além da rotina partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.670,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 11.670 no total) e as setas podem ser explicadas por doações entre correligionários, despesas com a direção estadual e devoluções de sobra, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor estranho, valor muito acima do mercado ou empresa doando e recebendo de volta quantia quase igual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.350,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e o elo central é a Direção Estadual/Distrital, que recebeu despesa de Felipe Zortea e doou para Maria Agostina — padrão comum de repasse partidário entre candidatos da mesma legenda. As doações de Frederico para Felipe ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e valores modestos, enquanto a despesa de Maria Agostina a Frederico (R$ 7.000) pode ser ressarcimento ou pagamento por serviço de campanha, sem indicar ciclo fechado suspeito. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 89.300,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos do próprio partido (Giuseppe Riesgo), o que é um padrão legítimo e comum. As demais transações são de valores baixos (R$ 400 a R$ 1.500) entre candidatos da mesma sigla em anos distintos, compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos. O ciclo fechado é mais um artefato de como os dados foram encadeados do que um fluxo circular real de dinheiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.231,54
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas partidárias típicas entre direções municipal/estadual e candidatos. O ciclo envolve valores modestos (R$ 39 mil no total) e anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), compatíveis com repasses internos e ressarcimentos de campanha. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 26.654,19
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 26,6 mil no total) e as setas podem ser explicadas por doações entre aliados, despesas com direção partidária ou ressarcimentos. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores anômalos que fujam do padrão de campanhas de pequeno porte.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.556,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do partido NOVO no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 38,5 mil no total) e transações distribuídas ao longo de vários anos (2018-2022). As setas são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas pagas a diretórios partidários, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 65.344,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 65 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. Há conexões partidárias: Frederico e Felipe são do NOVO/RS, e o diretório municipal do NOVO aparece como intermediário. A Mariana é do REPUBLICANOS, partido diferente, mas o valor de R$ 15 mil pago a Ana Carolina (doadora inicial) pode ser despesa de campanha. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.815,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao partido NOVO no Rio Grande do Sul, e as transações são doações e despesas entre direções partidárias e candidatos do mesmo partido. O fluxo de recursos entre candidatos e órgãos partidários é comum em campanhas, especialmente quando há repasses de direções estaduais/municipais para candidatos e destes para o partido (como contribuições ou ressarcimentos). O valor total é modesto (R$ 34,8 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indício de ciclo fechado no mesmo pleito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.906,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura municipal do Partido NOVO no RS, com valores baixos (R$ 39,9 mil no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários, repasses da direção municipal e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala. O padrão é compatível com movimentação interna de um mesmo grupo partidário, sem fato concreto que exija checagem humana prioritária.