severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Thiago doa R$ 1.000 a Pedro Tourinho (PT) e, na mesma cadeia, Pedro Tourinho paga R$ 10.000 a Thiago como despesa de campanha em 2022 e 2024. Não há partido ou coligação em comum indicado entre as duas entidades, e o valor que retorna é dez vezes maior que o doado, o que dificulta a explicação por mera coincidência ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do vínculo e do serviço prestado.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre a campanha de Josemundo Dario Queiroz (deputado estadual) e Orlando Vitoriano de Oliveira (vereador do PT), ambos sem coligação/partido comum explicitado nos fatos. As transações são de mão dupla: uma doação de R$ 4.000 da campanha para Orlando e uma despesa de R$ 20.000 de Orlando para a campanha, totalizando R$ 24.000. Não há informação sobre a natureza do serviço/produto da despesa, nem sobre a relação entre os dois, o que impede classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Orlando Vitoriano de Oliveira (PT) recebeu R$ 600,00 de Deivid Ferreira Couto e, no mesmo ano de 2022, pagou R$ 15.000,00 a Deivid como despesa de campanha. Não há informação de partido/coligação comum para Deivid, e o valor pago é 25 vezes maior que o recebido, o que dificulta explicar como simples coincidência ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a relação entre as partes.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 41.889,46
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (ELEGIS, do ramo de consultoria/tecnologia) doa R$ 41.802,26 à campanha de JOSEMUNDO DARIO QUEIROZ (PT), e a mesma campanha paga R$ 87,20 de volta à mesma empresa. O valor da doação da empresa para a campanha é quase 480 vezes maior que o valor que retorna como despesa, o que não configura um loop financeiro simétrico, mas chama atenção pela assimetria e pela relação direta entre doador e fornecedor da mesma campanha. Não há informação de coligação ou vínculo partidário que explique a coincidência, e o ramo da empresa (consultoria/tecnologia) não é claramente compatível com o serviço de R$ 87,20 pago pela campanha. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta2 nósR$ 10.164,78
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas (Paulo Batista Pires, Josemundo Dario Queiroz e Ronaldo José Lacerda) com valores modestos (R$ 1.500 e R$ 10.000) em anos diferentes (2018 e 2022). Não há indício de coligação ou partido comum entre os dois políticos citados (PDT e PT), mas também não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha. A diferença temporal e a ausência de informações sobre a relação entre as partes tornam o caso ambíguo, sem elementos suficientes para classificá-lo como bizarro ou plausível.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas delas (José de Filippi Junior e Orlando Vitoriano de Oliveira) são do PT de SP, o que poderia indicar relação partidária legítima. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022 e 2024) e a terceira pessoa, Maria de Fátima Queiroz, não tem partido ou cargo informado, impossibilitando verificar se há vínculo partidário ou de coligação. O valor total é baixo (R$ 13.300) e as transações são de naturezas diferentes (despesa e doações), sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há elemento concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito, mas também não se pode afirmar que é um padrão rotineiro sem mais informações.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 14.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve José de Filippi Junior (PT) e Maria de Fátima Queiroz: ela doa R$ 1.000 em 2018 e R$ 2.000 em 2024, enquanto a campanha dele paga R$ 12.500 a ela em 2018. O valor pago é mais de dez vezes o doado no mesmo ano, e não há indicação de partido/coligação comum ou de relação comercial que explique a despesa. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo duas delas filiadas ao PT (José de Filippi Junior e Josemundo Dario Queiroz), o que permite explicar a movimentação como repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. Porém, Maria de Fátima Queiroz não tem partido informado e aparece como elo intermediário, recebendo R$ 12.500 de uma campanha e doando R$ 2.500 para outra, valores que não fecham exatamente e cujo vínculo não é esclarecido. Sem saber a relação entre Maria de Fátima e os demais, não dá para afirmar que é rotineiro nem que é claramente estranho.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 19.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Marco Antonio Ernandez doou R$ 150,00 para a campanha de José de Filippi Junior (PT) em 2018, e a mesma campanha pagou R$ 19.000,00 em despesas a Marco Antonio Ernandez nos anos de 2018 e 2020. O valor pago é mais de 100 vezes maior que o doado, e não há informação de partido ou coligação comum entre eles que explique a relação como algo rotineiro. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas despesas e a ligação entre as partes.
severidade alta3 nósR$ 10.600,00
severidade alta2 nósR$ 10.200,00
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 19.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve José de Filippi Junior (PT) e Rossimeire Jacon, com doações dela para ele em 2018/2020/2024 e despesas dele para ela em 2018/2020. Não há informação sobre partido ou coligação de Rossimeire, nem sobre a natureza dos serviços prestados, o que impede avaliar se é relação política legítima ou algo a checar. Os valores são modestos (R$ 19,1 mil no total) e distribuídos ao longo de vários anos, sem salto de ordem de grandeza.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas ligadas ao PT em SP, com valores modestos (R$ 300 a R$ 14.500) e anos distintos (2018-2024), o que é compatível com doações e despesas rotineiras entre aliados políticos. Não há um fato agudo — como valores de ordem de grandeza discrepante, fornecedor de ramo estranho ou ciclo curto e fechado sem vínculo partidário — que force uma checagem manual. A diferença temporal e a associação partidária tornam a explicação simples plausível, mas a existência de um loop nominal impede afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12 mil no total) e três pessoas ligadas ao PT em SP, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um esquema coordenado. O valor pago por José de Filippi a Edson (R$ 11.200) é bem maior que as doações de volta, mas pode ser despesa de campanha legítima. Não há elemento concreto que destoe do padrão comum de financiamento entre correligionários.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve José de Filippi Junior (PT) e Edson Luiz da Silva: Edson doou R$ 800,00 à campanha de José (2018 e 2024), enquanto a campanha de José pagou R$ 11.200,00 a Edson em 2018 e 2020 — um retorno financeiro 14 vezes maior que a doação recebida. O valor pago pela campanha destoa em uma ordem de grandeza do valor doado, e o fluxo fecha um ciclo entre as mesmas duas pessoas, o que dificulta a explicação como simples coincidência de coligação. Não há prova de irregularidade, mas o desequilíbrio e o ciclo curto justificam checagem humana.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas que mantêm relação política e eleitoral ao longo de vários anos (2018, 2020, 2024), com doações de ARQUIMEDES ANDRADE para JOSE DE FILIPPI JUNIOR e despesas da campanha de JOSE para ARQUIMEDES. Os valores são modestos (R$ 400 a R$ 12.000) e a diferença de sentido é compatível com prestação de serviços ou ressarcimento, não com um retorno exato do dinheiro doado. Não há indício de empresa fachada, ramo estranho ou valor muito acima do padrão.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 12.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas que já se relacionavam em transações de campanha desde 2018: Arnaldo doou R$ 2.200 a José em 2018/2020 e R$ 500 em 2024, enquanto José pagou R$ 10.500 a Arnaldo como despesa de campanha em 2018. O fluxo líquido é de José para Arnaldo, compatível com pagamento por serviço ou ressarcimento a um apoiador/fornecedor que também fez doações pequenas, padrão comum em campanhas municipais. Não há indício de ciclo fechado de valores equivalentes nem de fornecedor com ramo incompatível.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas, sendo que duas são do PT de SP (José de Filippi Junior e Orlando Vitoriano de Oliveira), o que poderia ser explicado por aliança partidária ou ressarcimento. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000, R$ 500 e R$ 10.500), sem um padrão claro de devolução ou repasse. Não há informação suficiente sobre a relação entre as partes ou a natureza dos serviços para afirmar se é rotineiro ou estranho.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 12.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três pessoas, todas do PT de SP, com valores modestos (R$ 12,4 mil no total). A sequência pode ser explicada por doações entre aliados do mesmo partido e um pagamento de despesa de campanha a uma prestadora de serviços (FABIANA APARECIDA MARTINS DOS REIS), que depois doou para José de Filippi Junior. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre adversários.
severidade alta3 nósR$ 10.533,33
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 26.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas físicas, sendo que duas delas (José de Filippi Junior e Orlando Vitoriano de Oliveira) são do PT de SP, o que poderia indicar relação partidária legítima. Porém, o terceiro elo (Deivid Ferreira Couto) não tem partido informado, e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), com valores que não são idênticos. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão comum de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 22.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 22,2 mil) e pessoas do mesmo partido (PT/SP), o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos. Porém, o terceiro elo da cadeia (CPF 37930753387) não tem nome nem partido informado, e a transação de R$ 15 mil de Orlando para 'ANTONIO TEIXEIRA FILHO' não coincide exatamente com o 'ANTONIO TEIXEIRA' que doou a José, deixando a cadeia incompleta. Sem esses elos esclarecidos, não há fato concreto que force uma checagem nem que descarte o caso.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 13.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13.800 no total) e pessoas ligadas ao PT em São Paulo, com José de Filippi Junior (prefeito) e Orlando Vitoriano de Oliveira (vereador) atuando no mesmo partido e provavelmente na mesma região. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e sugere movimentações normais de campanha, como doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. O valor pago por José de Filippi a Dejanira (R$ 13.000) é compatível com despesas de campanha, e não há indício de que Dejanira seja uma empresa de fachada ou que os valores destoem do padrão. Portanto, o caso parece explicável por relações partidárias e de prestação de serviços, sem fato concreto que exija atenção imediata.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Dejanira Maria da Silva doou R$ 400 a José de Filippi Junior em 2018, e a campanha dele pagou R$ 13.000 a ela em 2018 e 2020. Não há informação sobre o partido de Dejanira nem sobre a natureza dos pagamentos, o que impede avaliar se é um caso de mesma coligação, prestação de serviço ou ressarcimento. O valor de ida (R$ 400) é muito menor que o de volta (R$ 13.000), mas sem contexto sobre o serviço prestado não dá para dizer se é desproporcional.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas físicas, Douglas Elias Belchior (PT) e Patricia Toni Firmino, com R$ 18.200 movimentados em 2018 e 2022. As transações são de naturezas opostas (doação de R$ 300 recebida e despesa de R$ 17.900 paga), o que pode ser explicado por contratação de serviços de campanha com posterior devolução/doação, mas os dados fornecidos não detalham a natureza do serviço nem a relação partidária entre as partes. Sem saber se há vínculo partidário/coligação ou qual serviço foi prestado, não há fato concreto que caracterize padrão anômalo nem que afaste a explicação rotineira.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 15.010,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Douglas Elias Belchior recebeu R$ 10,00 de Beatriz Lourenço Nascimento e, no mesmo ano de 2022, pagou R$ 15.000,00 a ela como despesa de campanha. A diferença de três ordens de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga, sem indicação de vínculo partidário ou coligação entre as duas, dificulta a explicação como mera coincidência ou repasse interno de campanha. Vale checagem humana para entender a natureza do serviço prestado por Beatriz e a razão do fluxo financeiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.618,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre Douglas Elias Belchior e Edison Magalhães Rocha, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e em direções opostas: uma doação de R$ 18,00 de Edison para Douglas em 2018 e uma despesa de R$ 20.600,00 de Douglas para Edison em 2022. Não há informação sobre vínculo partidário, coligação ou relação contratual entre eles que permita avaliar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem. O valor da despesa é muito superior ao da doação, mas sem contexto sobre o serviço prestado não é possível dizer se é anômalo.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 50.134,38
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a empresa PAGUE JUNTO doou R$ 44.992,00 ao candidato e recebeu de volta R$ 1.188,64 como despesa de campanha no mesmo ano de 2018. A empresa atua em tecnologia de intermediação, ramo que não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o valor devolvido é cerca de 38 vezes menor que a doação, o que não se explica como simples ressarcimento. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza da despesa e a relação entre as partes.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 14.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com sobrenomes coincidentes (Douglas e Clayton Elias Belchior) e uma terceira (Patricia Toni Firmino), mas os partidos são diferentes (PT e PSOL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 14.300 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações de campanha, mas também não é possível descartar coincidência familiar ou ressarcimento.
severidade alta2 nósR$ 10.300,00
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas pessoas: RIVANILSON DA SILVA ALVES doa R$ 1.800 à campanha de RODRIGO SOBRAL ROLLEMBERG e, no mesmo ano (2022), a campanha paga R$ 10.000 de despesa a RIVANILSON. Não há informação de partido/coligação comum nem de vínculo que explique naturalmente esse retorno de dinheiro quase 6x maior que a doação. O valor da despesa paga é de uma ordem de grandeza acima da doação recebida, o que foge do padrão de mera coincidência entre aliados.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 13.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas pessoas: Rione Viana Rocha doou R$ 1.000 a Rodrigo Sobral Rollemberg em 2018, e em 2022 a campanha de Rollemberg pagou R$ 12.000 a Rione Viana Rocha como despesa. Não há informação sobre partido ou cargo de Rione, nem sobre a natureza do serviço prestado, o que impede avaliar se há vínculo político legítimo ou se é mera coincidência. O valor é baixo e o intervalo de quatro anos entre as transações enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Faltam elementos para classificar como bizarro ou plausível.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 534.810,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PSB-DF), o que é um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 1.500 de doação entre candidatos, R$ 2.428 a R$ 5.882 da direção para a candidata) e a despesa de R$ 525.000 feita por Rodrigo à direção estadual em 2022 é compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 3.325.553,53
IA · deepseek-flash O fluxo é entre um candidato do PSB e a direção estadual do próprio PSB no DF, o que é um padrão comum de repasse partidário. A doação de R$ 46.453,15 em 2018 e a despesa de R$ 525.000,00 em 2022 ocorrem em anos distintos e em direções opostas, sem ciclo curto e fechado. O valor maior pago pelo candidato à direção pode ser contribuição partidária ou repasse de sobra, não havendo indício de retorno imediato.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 545.856,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com vínculos partidários distintos (PSB e PSD) e uma direção estadual do PSB, o que à primeira vista poderia sugerir uma coincidência entre campanhas aliadas. No entanto, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.000,00 de doação de Maria para Rodrigo em 2018; R$ 19.856,77 da direção para Maria em 2018; e R$ 525.000,00 de despesa de Rodrigo para a direção em 2022), o que quebra a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que force uma checagem manual urgente, mas também não é possível descartar como rotineiro sem mais contexto sobre a relação entre os envolvidos e a natureza dos gastos.
severidade alta3 nósIA: plausívelR$ 529.428,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB no DF, com valores modestos (R$ 500 e R$ 3.928,57) em 2018 e uma despesa maior (R$ 525.000) em 2022. O padrão é compatível com repasses internos de partido a candidatos da mesma legenda e devolução/contribuição à direção partidária, sem fornecedor externo nem ramo estranho. A diferença de anos e de ordens de grandeza entre as transações enfraquece a ideia de ciclo fechado intencional.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: Luiza doa R$ 1.800 à campanha de Rodrigo e, no mesmo ano de 2022, a campanha de Rodrigo paga R$ 9.900 a Luiza como despesa. Não há informação de partido/coligação comum para Luiza, e o valor pago de volta é 5,5 vezes maior que a doação recebida, o que dificulta a leitura como simples ressarcimento ou coincidência entre aliados. O fato concreto que chama atenção é o retorno financeiro ampliado à doadora no mesmo exercício, sem ramo de atividade ou vínculo declarado que explique a despesa.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 14.810,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Elizabeth Ribeiro doa R$ 250 a Rodrigo Rollemberg e, no mesmo ano de 2018, recebe R$ 14.560 como despesa da campanha dele. A assimetria é grande — o valor que sai é quase 60 vezes o que entra — e não há indicação de vínculo partidário ou coligação entre as duas entidades que explique naturalmente o fluxo. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre as partes.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 777.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PSB e REDE) e uma produtora de filmes, com valores modestos entre as pessoas físicas (R$ 2.000 e R$ 5.000) e uma despesa de R$ 770.000 da campanha de Rodrigo Sobral à Studio 13, que não fecha o ciclo descrito. Não há evidência de que a produtora Ipe Amarelo tenha recebido ou repassado valores, nem de que a Studio 13 se conecte às outras entidades. Os fatos disponíveis não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 74.900,67
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas físicas: R$ 17.400,00 doados por Manoel Antônio Vieira Alexandre a Rodrigo Sobral Rollemberg e R$ 57.500,67 pagos de volta por Rollemberg a Manoel no mesmo ano de 2018. O valor devolvido é mais de três vezes o doado, e não há informação de partido/coligação comum ou de relação comercial que explique o fluxo de ida e volta. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 16.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre duas pessoas: Rogério doa R$ 100 a Ilda e Ilda paga R$ 15.900 a Rogério como despesa, no mesmo ano de 2022. O valor de volta é 159 vezes maior que o de ida, o que não se explica por mera coincidência de coligação ou ressarcimento. Não há informação de partido/coligação comum entre eles nos fatos, então vale checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 25.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três pessoas de partidos diferentes (PRTB e PROS) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, o valor que sai de Pablo para Nezio (R$ 20.000) é 25 vezes maior que o que entra de Davi para Pablo (R$ 800), e Nezio devolve R$ 4.800 a Davi como despesa, configurando um loop curto e fechado no mesmo ano. Esse conjunto de fatos justifica uma checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.090,13
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 11.491,29
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa que doou R$ 10.800,00 à campanha de Virgílio Feitosa da Rosa (NOVO-PE) e recebeu de volta R$ 691,29 como despesa de campanha, provavelmente por serviços de aplicativo móvel. A diferença de ordem de grandeza (doação ~15x maior que a despesa) e o fato de a empresa ter ramo compatível com o serviço prestado tornam a movimentação explicável como doação empresarial seguida de contratação do mesmo fornecedor. Não há ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário, valores atípicos ou fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.097,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 12.411,00 à campanha de Alexandre Baule em 2020 e recebeu de volta R$ 686,10 em despesas pagas pela mesma campanha. A diferença de ordem de grandeza (a devolução é ~5,5% do valor doado) é compatível com pagamento de serviços/ressarcimento, não com retorno do valor doado. Além disso, a empresa é do ramo de aplicativos móveis, o que pode ter relação com despesas de campanha (ex.: software, comunicação), e o fluxo ocorre no mesmo ano eleitoral, sem ciclo curto entre entidades sem vínculo partidário.
severidade alta2 nósR$ 10.021,11
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.210,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) que doou R$ 13.320,60 à campanha de Nylton Rodrigues Ribeiro Filho (NOVO/ES) e recebeu de volta R$ 890,00 como despesa de campanha, no mesmo ano de 2020. O valor de retorno é pequeno (cerca de 6,7% do total doado) e pode ser explicado por um ressarcimento ou pagamento por serviço prestado pela empresa à campanha. Não há indício de que o retorno seja desproporcional ou que a empresa tenha ramo incompatível com o serviço, mas a relação circular entre doador e fornecedor da mesma campanha merece uma checagem simples para confirmar a natureza do gasto.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.810,78
IA · deepseek-flash A empresa MOUX doou R$ 11.110,00 à campanha de Camila Machado Leocadio Lins dos Santos (PP) em 2020, e no mesmo ano a campanha pagou R$ 700,78 de volta à mesma empresa. O ciclo fechado no mesmo ano eleitoral, com valores de ordens de grandeza diferentes (doação muito maior que a despesa), não tem explicação óbvia por coligação ou repasse partidário, já que a empresa não é candidata nem partido. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do pagamento de volta.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 12.102,62
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: a empresa Moux doou R$ 11.300,00 ao candidato Orestes Michel de Andrade (NOVO-SC) e, no mesmo ano de 2020, o candidato pagou R$ 802,62 de despesas à mesma empresa. Embora o valor de retorno seja bem menor que a doação, a coincidência de a empresa doadora também ser fornecedora da campanha no mesmo pleito é um fato concreto que merece checagem humana, pois não há explicação simples (mesma coligação, repasse partidário, etc.) nos dados apresentados.