severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 33.897,13
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três entidades de partidos diferentes (NOVO e AVANTE) e em anos distintos (2020 e 2022), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, a maior transação (R$ 25.000 de Marcio para Andre) é uma despesa de campanha sem relação aparente com o serviço prestado pela MOUX, e o valor de R$ 25.000 é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 8.341 e R$ 555). O conjunto merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a conexão entre os envolvidos.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 33.910,51
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (Moux) doa R$ 31.930,00 à campanha de Felipe Zortea Camozzato e, no mesmo ano de 2020, a campanha paga R$ 1.980,51 de volta à mesma empresa. Embora o valor de retorno seja bem menor que o da doação, a coincidência de a mesma empresa doadora também ser fornecedora da campanha no mesmo exercício é um fato concreto que merece checagem humana. Não há informação sobre a natureza do serviço prestado por uma empresa de 'aplicativos móveis' a uma campanha eleitoral, o que reforça a necessidade de verificação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 15.828,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Moux) que doou R$ 14.824,00 à campanha de Manoella Vieira da Silva (PL-SC) em 2020 e recebeu de volta R$ 1.004,13 como despesa de campanha no mesmo ano. O valor de retorno é cerca de 7% do doado, e não há informação sobre a natureza do serviço prestado pela Moux que justifique a despesa. Sem saber se a empresa é fornecedora legítima de serviços para campanhas ou se há relação partidária/coligação entre as partes, não é possível classificar como rotineiro nem como claramente suspeito.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 10.987,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (NOVO/PR) e uma empresa, com valores que não são absurdos (R$ 1.940 de doação, R$ 47,55 de despesa e R$ 9.000 de despesa). A doação da empresa para José Carlos e a despesa de José Carlos para Helcio podem ser explicadas por repasse dentro da mesma coligação/partido, mas a despesa de Helcio para a MOUX (empresa que doou ao colega de partido) fecha um loop que não tem explicação óbvia nos dados. Como não há informação sobre a natureza do serviço prestado pela MOUX nem sobre a relação entre os candidatos, não dá para afirmar que é rotineiro nem que é claramente estranho.
severidade alta2 nósR$ 10.227,53
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.225,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e o candidato Ney Emilio Clivati (NOVO/SC), com R$ 15.300,00 doados pela empresa ao candidato e R$ 925,96 pagos pelo candidato à empresa como despesa. O valor de retorno é cerca de 6% do valor doado, o que é compatível com um pagamento por serviços ou produtos prestados pela empresa à campanha, e não com um retorno integral do dinheiro. Não há informação sobre a natureza da despesa nem sobre a relação comercial prévia entre as partes, o que impede afirmar se é um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 16.994,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 15.840,30 à campanha de uma vereadora do NOVO e recebeu de volta R$ 1.154,23 como despesa paga pela mesma campanha. O valor de retorno é cerca de 7% do doado, compatível com pagamento por serviços prestados pela empresa de aplicativos móveis à campanha (ex.: impulsionamento, software, comunicação), e não com devolução do grosso da doação. Não há indício de que o retorno seja desproporcional ou de ramo alheio ao serviço, então o padrão é explicável por contratação normal de fornecedor.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.014,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e o candidato Edson Teixeira (NOVO-SP), com valores modestos: R$ 13.291,11 doados pela empresa ao candidato e R$ 723,43 pagos pelo candidato à empresa como despesa. Não há informação sobre a natureza do serviço prestado nem sobre vínculo partidário entre as partes, e o valor de retorno é pequeno em relação à doação, o que pode ser compatível com reembolso ou compra de serviço. Faltam elementos concretos que sugiram algo além de uma relação comercial/doação comum, mas também não há como descartar totalmente a necessidade de checagem.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 22.167,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX/EIGHTY-EIGHT) e um candidato do NOVO, com valores modestos (R$ 7.850 doados e R$ 613,21 gastos). Não há informação sobre a natureza do serviço prestado nem sobre vínculo partidário entre as partes, o que impede afirmar se é um padrão legítimo (ex.: candidato que comprou serviços da empresa e depois recebeu doação) ou algo que mereça checagem. O resumo do próprio sistema admite que pode ser coincidência, ressarcimento ou algo a verificar, sem fato concreto que destoe.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 33.892,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX) e um candidato do NOVO, com valores modestos (R$ 32 mil de doação e R$ 1,8 mil de despesa). Não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre as partes, mas também não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor próximo ao doado. O sinal é genérico e os fatos disponíveis não permitem afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem.
severidade alta2 nósR$ 10.431,42
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 11.011,66
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa (MOUX APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e um candidato a vereador da REDE, sem coligação ou partido em comum que explique a reciprocidade. A empresa doou R$ 10.410,00 ao candidato e recebeu de volta R$ 601,66 como despesa de campanha, um retorno de ~5,8% do valor doado, o que não é um ressarcimento integral nem uma devolução de sobra típica. O ramo da empresa (aplicativos móveis) não tem relação óbvia com uma campanha de vereador, e o fluxo de ida e volta no mesmo ano eleitoral merece checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.402,72
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 13.985,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades de partidos diferentes (NOVO e PL) e anos distintos (2020 e 2026), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são pequenos (R$ 13.985,95 no total) e a empresa MOUX aparece tanto doando quanto recebendo pagamento de campanha, o que pode ser compatível com prestação de serviços de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas a mistura de partidos e a defasagem temporal impedem uma explicação simples.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 12.907,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa doadora (MOUX Aplicativos Móveis) e um candidato a prefeito pelo NOVO em SC, com R$ 11.981,82 doados pela empresa ao candidato e R$ 925,18 pagos de volta pela campanha à mesma empresa como despesa. O valor de retorno é cerca de 7,7% do valor doado, o que é compatível com um pagamento por serviço prestado pela empresa à campanha, e não com uma devolução disfarçada. Não há indício de que a empresa tenha recebido de volta quase o mesmo que doou, nem de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Sem mais contexto sobre a natureza da despesa, não há fato concreto que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 15.249,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) que doou R$ 14.384,60 para a campanha de Bruno Mega de Andrade (NOVO/RJ) e recebeu de volta R$ 864,60 como despesa de campanha. A diferença de mais de 16 vezes entre os valores sugere que não houve devolução do montante doado, mas sim um pagamento por serviço prestado pela empresa ao candidato, o que é comum em campanhas (ex.: aluguel de aplicativo, software). O valor da despesa é baixo e compatível com um serviço pontual, não configurando um loop financeiro fechado ou suspeito.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.783,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e um candidato do NOVO em 2020, com R$ 17.671,41 doados pela empresa ao candidato e R$ 1.111,68 pagos de volta pela campanha à mesma empresa. O valor de retorno é cerca de 6% do valor doado, o que é compatível com um pagamento por serviços prestados pela empresa à campanha, e não com um retorno do dinheiro doado. Não há indício de que o candidato tenha repassado recursos à empresa como forma de devolver a doação, nem de que a empresa tenha recebido de volta o mesmo montante que doou.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 20.515,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) que doou R$ 19.335,30 à campanha de Juliana da Câmara Torres Benicio (PSDB-RJ) em 2020 e recebeu de volta R$ 1.180,38 como despesa de campanha no mesmo ano. O valor de retorno é cerca de 6% do doado, o que é compatível com um pagamento por serviços prestados pela empresa à campanha, e não com um retorno significativo do dinheiro. Não há indício de que a empresa tenha ramo incompatível com serviços de campanha (aplicativos móveis podem prestar serviços de tecnologia), nem valores fora de escala. O caso não apresenta um fato que dificulte a explicação simples, mas também não é possível afirmar com segurança que é rotineiro sem conhecer a natureza da despesa.
severidade alta3 nósR$ 10.218,01
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 16.840,09
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três entidades de partidos diferentes (PODE e NOVO) e uma empresa privada, o que dificulta a explicação por coligação ou conta partidária comum. A transação mais relevante é uma despesa de R$ 15.000,00 da campanha de Larissa (PODE) para Davi (NOVO) em 2022, enquanto a empresa MOUX doou R$ 1.600,00 a Larissa em 2020 e recebeu R$ 240,09 de Davi no mesmo ano. O retorno à empresa é de valor muito inferior ao total movimentado, mas a direção e a diferença de partidos entre os candidatos justificam checagem humana.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.462,53
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 14.462,53 entre uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e o candidato Paulo Sergio Barcellos Gaspar (NOVO-SP), com a empresa doando R$ 11.890,00 e recebendo R$ 1.352,90 de volta como despesa de campanha. O valor de retorno é cerca de 11% do total doado, o que não configura devolução quase integral nem ciclo fechado de mesmo montante. Sem informações sobre a natureza do serviço prestado pela MOUX e sem vínculo partidário explícito entre as partes, não há fato concreto que destoe de um padrão comum de contratação de fornecedor por campanha.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 14.213,34
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre a empresa MOUX/EIGHTY-EIGHT e a candidata Naira Sathiyo Ferreira Silva (NOVO-SP, vereadora 2020), com R$ 13.400,00 doados pela empresa à campanha e R$ 813,34 pagos de volta pela campanha à empresa. O valor de retorno é cerca de 6% do valor doado, o que é compatível com um ressarcimento de despesa ou pagamento por serviço prestado, e não com um retorno significativo do dinheiro. Não há informação sobre a natureza do serviço prestado pela empresa (aplicativos móveis) nem sobre a existência de vínculo partidário entre as partes, o que impede concluir se há algo fora do padrão.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 13.351,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 12.610,00 à campanha de um vereador do NOVO e recebeu de volta R$ 741,64 como despesa de campanha. A diferença de ordem de grandeza (a doação é ~17x maior que o pagamento de volta) e o fato de a empresa ser do ramo de aplicativos móveis, compatível com serviços de campanha, tornam o loop explicável como doação seguida de contratação de serviço. Não há indício de que o valor retornado se aproxime do doado, o que afastaria a hipótese de devolução disfarçada.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 66.361,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (MOUX - APLICATIVOS MOVEIS LTDA) e um candidato a vereador do NOVO em SP, com R$ 62.711,11 doados pela empresa ao candidato e R$ 3.650,38 pagos de volta pela campanha à mesma empresa. O valor de retorno é cerca de 5,8% do valor doado, o que pode ser compatível com pagamento por serviços prestados (ex.: aplicativo móvel) e não configura devolução quase integral. Não há informação sobre a natureza do gasto nem sobre vínculo partidário entre as partes, mas o padrão 'empresa doa e recebe pagamento por serviço' é comum em campanhas, embora mereça verificação da efetividade do serviço.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 16.856,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa doadora e um candidato que também pagou despesas à mesma empresa, mas os valores são desproporcionais: a empresa doou R$ 15.673,33 e recebeu de volta apenas R$ 1.183,66 em despesas. Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados pela MOUX (aplicativos móveis) nem sobre vínculo partidário/coligação que explique a relação. O volume total é baixo e o retorno é uma fração pequena da doação, o que enfraquece a hipótese de ciclo fechado relevante.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 3.913.316,21
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa e uma campanha: a AIXMOBIL doou R$ 3,7 milhões à campanha de Jair Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184 mil de volta como despesa paga pela campanha. Embora o valor de retorno seja bem menor que a doação, a existência de um fluxo de ida e volta entre os mesmos dois agentes no mesmo exercício é um fato concreto que foge do padrão simples de doação empresarial e merece checagem humana. Não há informação sobre a natureza do serviço prestado que explique a despesa, o que reforça a necessidade de conferência.
severidade alta3 nósR$ 10.473,53
severidade alta3 nósR$ 10.374,53
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.823,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (PL, DC e PRTB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 10, R$ 2.822,09 e R$ 10.000) e as transações estão separadas por quatro anos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe de forma evidente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: plausívelR$ 117.446,03
IA · deepseek-flash O fluxo identificado é compatível com o repasse de recursos da direção nacional do partido (PRTB) para a campanha presidencial de Jair Bolsonaro em 2018, seguido de uma despesa de R$ 10.000 paga pela campanha de volta à direção nacional. Esse tipo de movimentação é comum em campanhas eleitorais, seja como devolução de sobra de recursos, ressarcimento de despesas operacionais ou pagamento de serviços administrativos. O valor de retorno é significativamente inferior ao total doado, o que reforça a natureza residual da operação. Não há indícios de ciclo fechado com valores equivalentes ou de fornecedores sem relação com a atividade partidária.
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 12.832,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com vínculos partidários distintos (PL, PRTB e direção nacional do PRTB) e valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 10, R$ 2.822,09 e R$ 10.000). As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe claramente de padrões comuns de doação partidária ou que aponte para algo além de coincidência entre campanhas.
severidade alta2 nósR$ 10.731,79
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 32.447,19
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa (GOIA SERVICOS DIGITAIS) e um candidato a vereador do MDB, sem coligação ou partido em comum registrado. A empresa doou R$ 31.525,98 ao candidato e recebeu de volta R$ 921,21 como despesa de campanha, um retorno de ~2,9% do valor doado. Embora o valor de retorno seja pequeno, a direção do fluxo (empresa doa e depois recebe pagamento da mesma campanha) é um fato concreto que merece checagem humana para verificar a natureza do serviço prestado e a motivação da doação.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 25.410,78
IA · deepseek-flash O caso mostra um ciclo de R$ 25.410,78 entre uma empresa de serviços digitais e um candidato do PSB, com a empresa doando R$ 9.123,00 e recebendo R$ 1.674,62 de volta como despesa de campanha. O valor de retorno é bem menor que o da doação, o que enfraquece a ideia de devolução integral ou circularidade perfeita. Sem saber se a empresa prestou serviços reais à campanha ou se há relação partidária/coligação entre as partes, não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 31.860,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (GOIA SERVICOS DIGITAIS) que doou R$ 29.192,00 à campanha de Marco Antonio Neves Cabral em 2018 e recebeu de volta R$ 2.668,93 como despesa de campanha no mesmo ano. O valor de retorno é cerca de 9% do valor doado, o que é compatível com um pagamento por serviços prestados pela empresa à campanha, e não com um retorno integral do dinheiro. Não há informação sobre a natureza do serviço ou vínculo partidário que permita afirmar que se trata de um loop suspeito, mas também não há elementos que expliquem completamente a coincidência.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 25.447,24
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa (GOIA SERVICOS DIGITAIS) doa R$ 23.177,00 para a campanha de MATEUS AFFONSO BANDEIRA (NOVO/RS, 2018) e, no mesmo ano, a campanha paga R$ 972,72 de volta à mesma empresa. Não há coligação ou partido em comum que explique naturalmente o fluxo de ida e volta, e a empresa doadora também aparece como fornecedora da campanha, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 37.667,57
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa (GOIA SERVICOS DIGITAIS) e um candidato do NOVO, sem que os fatos indiquem vínculo partidário/coligação que explique a ida e volta do dinheiro. A empresa doa R$ 9.285,00 ao candidato e, no mesmo ano, recebe de volta R$ 2.730,37 como despesa de campanha, um retorno de ~29% do valor doado. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão comum de doação eleitoral e merece checagem humana.
severidade alta2 nósR$ 10.718,32
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 24.662,61
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa e um candidato: a empresa doa R$ 22.666,00 à campanha e a campanha paga R$ 852,55 de volta à mesma empresa, no mesmo ano de 2020. Não há indicação de coligação ou vínculo partidário que explique a reciprocidade, e a diferença de ordem de grandeza entre os fluxos (doação muito maior que a despesa) chama atenção. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 99.105,27
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre apenas duas entidades: uma empresa doa R$ 91.152,00 ao candidato e, no mesmo ano, o candidato paga R$ 6.785,23 de volta à mesma empresa. Não há coligação ou partido em comum que explique naturalmente a ida e volta, e a diferença de ordem de grandeza entre a doação recebida e a despesa paga chama atenção. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza do serviço prestado e a razão do retorno financeiro.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 35.930,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (GOIA SERVICOS DIGITAIS) que doou R$ 18.710,00 à campanha de Luna Zarattini (PT) em 2020 e recebeu de volta R$ 942,37 como despesa de campanha no mesmo ano. A diferença de valores é grande (a empresa doou ~20x mais do que recebeu), o que enfraquece a ideia de devolução ou ressarcimento equivalente. Por outro lado, o valor total é baixo e a empresa presta serviços digitais, ramo compatível com despesas de campanha, mas não há informação sobre a natureza do serviço ou vínculo partidário que explique a circularidade.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 67.784,97
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado: a empresa GOIÁ SERVIÇOS DIGITAIS doa R$ 61.704,43 ao candidato Lucas de Vasconcelos Gonzalez (NOVO/MG) e, no mesmo ano de 2018, recebe de volta R$ 5.741,42 como despesa paga pela campanha. Não há informação de coligação ou vínculo partidário que explique naturalmente essa devolução de recursos à própria doadora. O fato de a empresa doadora ser também fornecedora da campanha, com retorno financeiro em sentido inverso, justifica uma checagem humana.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 67.496,01
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três entidades sem partido ou coligação em comum: uma empresa doou R$ 61,7 mil ao candidato do NOVO em 2018, esse candidato pagou R$ 5,5 mil ao vereador do PL em 2022, e o vereador pagou R$ 41,58 à mesma empresa em 2020. A assimetria é grande — a empresa doa 10 vezes ao candidato do NOVO, mas recebe de volta apenas R$ 41,58 do vereador do PL, o que não configura retorno financeiro relevante. O que chama atenção é a existência de um ciclo fechado entre pessoas de partidos diferentes, com valores muito desproporcionais, sem explicação óbvia de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade alta2 nósR$ 10.787,24
severidade alta3 nósIA: inconclusivoR$ 15.975,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três entidades com partidos diferentes (UNIÃO e PMB) e anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação por coligação comum. Porém, os valores são modestos (R$ 560, R$ 415,09 e R$ 15.000) e a transação de maior valor é uma despesa de campanha de 2022, não uma doação de retorno, o que dificulta caracterizar um loop fechado de financiamento. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 17.629,50
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa e um candidato: a empresa doa R$ 15.301,00 à campanha e a campanha paga R$ 506,91 de volta à mesma empresa, no mesmo ano. Não há coligação/partido em comum que explique o retorno, e o valor de volta é cerca de 3,3% do doado, o que não parece mera coincidência de sobra ou ressarcimento trivial. Vale checagem humana para entender a natureza dessas despesas.
severidade alta2 nósIA: bizarroR$ 29.632,75
IA · deepseek-flash O ciclo é curto e fechado entre uma empresa (GOIA SERVIÇOS DIGITAIS) e uma candidata do PT: a empresa doa R$ 21.139,00 à campanha e a campanha paga R$ 371,15 de volta à mesma empresa, formando um loop. Embora o valor de retorno seja pequeno (1,8% do doado), a coincidência de a mesma empresa doadora ser também fornecedora da campanha no mesmo ano eleitoral (2020) é um fato concreto que merece checagem humana para verificar se há contratação real ou mera devolução disfarçada. Não há informação sobre coligação/partido da empresa que explique a relação como repasse partidário rotineiro.
severidade alta3 nósIA: bizarroR$ 19.252,15
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre três entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. A empresa GOIA SERVICOS DIGITAIS doou R$ 11.214,00 à campanha de Maria Tavares Ferro (PSDB), que por sua vez pagou R$ 2.200,00 à campanha de Antonio Alexandre de Lima Castro (PL), que pagou R$ 28,15 de volta à mesma empresa — um retorno quase simbólico, mas que fecha o loop. O valor total é modesto, mas a direção circular entre campanhas de partidos distintos e uma empresa fornecedora justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade alta2 nósIA: inconclusivoR$ 18.220,88
IA · deepseek-flash O loop envolve uma empresa que doou R$ 11.214,00 à campanha de Maria Tavares Ferro e recebeu de volta R$ 909,76 como despesa de campanha, em transações espalhadas por 2018 e 2020. O valor de retorno é pequeno (cerca de 8% do doado) e compatível com pagamento por serviços digitais, sem indicar ciclo fechado de valores equivalentes. Não há informação sobre a natureza do serviço ou vínculo partidário que permita afirmar padrão suspeito, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade alta2 nósR$ 10.126,55