severidade média4 nósIA: plausívelR$ 38.348,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas do PT no RS em 2018 (Vinicius de Lara Ribas e Henrique Fontana Junior) e uma empresa, AIXMOBIL, que aparece como doadora e também como fornecedora de despesa de campanha. A maior transação (R$ 35.000 de Fontana Junior para Miguel Soldatelli Rossetto) é uma despesa de campanha, não uma doação de volta ao ponto de origem, e o valor que retorna à cadeia é pequeno (R$ 6.375). O padrão é compatível com circulação de recursos dentro do mesmo grupo político/coligação, sem um fato que destoe claramente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 28.238,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em anos distintos (2018 e 2026), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e movimentações rotineiras de campanha. Porém, a transação de R$ 5.000 de Nestor para Miguel em 2026, fora do período eleitoral e sem contexto claro, e a presença de uma empresa (AIXMOBIL) no meio do ciclo, impedem uma conclusão segura. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas também não é possível afirmar que é um padrão legítimo comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 102.518,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 100.000 de Paulo Renato Paim para a campanha de Miguel Rossetto) não fecha o loop diretamente, e as demais somam valores pequenos (R$ 2.000, R$ 455 e R$ 63,75). As entidades compartilham o PT/RS em 2018, o que permite explicar como movimentação dentro do mesmo campo político, mas a presença de uma empresa (AIXMOBIL) recebendo despesa de campanha e doando para outra campanha do mesmo partido merece checagem. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem dados suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 39.577,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 (Vinicius de Lara Ribas e Elvino Jose Bohn Gass) e uma empresa (AIXMOBIL) que doou para Bohn Gass e recebeu despesa de Vinicius. A maior transação é uma despesa de R$ 35.000 de Bohn Gass para Miguel Soldatelli Rossetto, que por sua vez doou R$ 2.000 para Vinicius, indicando repasse dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação entre aliados, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósR$ 10.420,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 77.040,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e fecha com uma despesa de R$ 75.000 da campanha de Fernanda Melchionna (PSOL-RS) a Etevaldo Souza Teixeira, que havia doado R$ 1.000 à campanha de Carla Zanella (PSOL-RS) em 2018. O valor de R$ 75.000 é cerca de 75 vezes maior que a doação original e não há indicação de que Etevaldo seja fornecedor ou tenha vínculo partidário/campanha com a campanha de 2022. O elo entre as duas campanhas do PSOL-RS existe, mas o salto de valor e a ausência de explicação para o pagamento justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.635,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum de doações e repasses entre aliados. Os valores são modestos (R$ 13.635 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do esperado para uma rede de campanhas partidárias, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.180,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.180,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. O ponto que chama atenção é a despesa de R$ 14.000,00 paga por JOAO EDEGAR PRETTO (PT) a ETEVALDO SOUZA TEIXEIRA, que havia doado R$ 1.000,00 a CARLA ZANELLA SOUZA (PSOL) em 2018; não há partido ou coligação em comum entre PT e PSOL que explique naturalmente esse fluxo. Além disso, a doação de FERNANDA MELCHIONNA (PSOL) a JOAO EDEGAR PRETTO (PT) em 2022 também cruza campos partidários distintos. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transferências.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.640,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do mesmo partido (PSOL-RS) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 17.640 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósR$ 10.785,00
severidade média5 nósR$ 10.830,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 80.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 80.540,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato. Ainda assim, chama atenção que a maior transação seja uma despesa de R$ 75.000,00 da campanha de Fernanda Melchionna para Etevaldo Souza Teixeira em 2022, enquanto Etevaldo fez doações de apenas R$ 1.000,00 para Carla Zanella em 2018. Esse salto de ordem de grandeza e a direção do fluxo (dinheiro saindo de uma campanha para um doador anterior de outra campanha) justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.090,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas filiadas ao PSOL/RS, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 45 a R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2020), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.395,00
IA · deepseek-flash Todas as cinco entidades são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (RS), atuando como candidatos a deputado federal em anos próximos. O fluxo de recursos entre candidatos da mesma legenda, incluindo doações e despesas de campanha, é um padrão comum e legítimo, especialmente em coligações proporcionais. Os valores são modestos (total de R$ 18.395) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem indícios de ciclo fechado suspeito.
severidade média4 nósR$ 10.896,05
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.441,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PSOL/RS), o que torna plausível que sejam doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 20.441,05 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um padrão de devolução rápida ou de valores idênticos. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentação entre campanhas do mesmo campo político, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a relação entre as pessoas e a natureza dos gastos.
severidade média4 nósR$ 10.732,71
severidade média5 nósR$ 10.595,45
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.475,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidaturas do PT/RS em 2018 e uma doação da campanha majoritária de Miguel Rossetto (PT) para Paola Carvalho, indicando que os elos podem ser explicados por coordenação dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 30,4 mil no total) e as transações são compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo incompatível. Não há um fato concreto que fuja do padrão comum de movimentação eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.896,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as transações são de 2018 e há vínculos partidários claros: Paola Loureiro Carvalho e Henrique Fontana Junior são ambos do PT/RS, e a doação inicial vem de uma campanha majoritária do mesmo campo (Miguel Rossetto, PT/RS). Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha, e a AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser explicado por contratação de serviços de mobilidade. Não há um fato isolado que destoe do padrão de uma mesma coligação, mas a cadeia fechada merece conferência humana para confirmar a legitimidade dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.786,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PT do RS em anos diferentes (2018 e 2026), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos. Porém, a cadeia inclui uma empresa (AIXMOBIL) que recebeu despesa de campanha e depois doou a um dos candidatos, e há uma transação de 2026 (R$ 5.000) que não se conecta temporalmente às demais de 2018. Os valores são modestos e não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas a combinação de elos empresariais e a mistura de anos eleitorais gera dúvida suficiente para não classificar como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 109.066,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no RS em 2018 (Paulo Paim, Paola Carvalho e a candidatura de Miguel Rossetto ao governo), todas ligadas à mesma coligação estadual, o que explica doações e repasses internos. A AIXMOBIL aparece como doadora de R$ 455 e também como fornecedora de R$ 111,12 para a campanha de Paola, valores pequenos e compatíveis com serviços de mobilidade. O elo final é uma despesa de R$ 100.000 da campanha de Paim para a candidatura de Rossetto, valor alto mas coerente com transferência entre campanhas aliadas da mesma chapa majoritária. Não há indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 46.125,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas do PT no Rio Grande do Sul em 2018 (Paola Loureiro Carvalho e Elvino José Bohn Gass) e a empresa AIXMOBIL, que doou para Bohn Gass e recebeu pagamentos de Paola. A maior transação é uma despesa de R$ 35.000 de Bohn Gass para a campanha de Miguel Rossetto, que por sua vez doou para Paola — valores compatíveis com repasses entre aliados da mesma coligação. O fluxo fecha um ciclo, mas os montantes são modestos e as conexões partidárias/eleitorais explicam a movimentação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.619,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 59,6 mil no total) e entidades majoritariamente do PT/RS, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. Porém, a cadeia mistura anos diferentes (2018, 2022, 2024) e inclui uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) que doou a um senador e depois recebeu despesa de um deputado, sem que os fatos expliquem a conexão. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não dá para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 206.967,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta explicá-lo como mera coincidência de coligação. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à empresa AIXMOBIL, que no mesmo ano de 2018 doou R$ 1.364,00 à candidata Paola Loureiro Carvalho (PT). O elo seguinte é uma doação de R$ 250,00 de Paola (PT) a Antonio Valdeci (PT) em 2024, que por sua vez pagou R$ 21.000,00 a Danesio Teixeira de Medeiros, doador de R$ 1,00 a Bolsonaro em 2022. A combinação de partidos antagônicos, valores de ordens de grandeza muito diferentes e um ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.053,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há elos quebrados: a empresa sem nome e a doação de Antônio Valdeci a João Edegar Pretto não fecham o loop diretamente. As entidades têm vínculos partidários (PT-RS) e a AIXMOBIL aparece como doadora e fornecedora, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo, ciclo curto) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.142,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, com histórico de candidaturas em anos próximos, e as transações ocorrem dentro de uma mesma rede partidária/coligação. Os valores são modestos (R$ 40 mil no total) e as operações incluem doações entre candidatos do mesmo partido e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. O ciclo fechado pode ser coincidência de repasses internos ou ressarcimentos, sem indício de anormalidade grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.142,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e comitês do PT no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 54 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas são doações e despesas típicas de campanha (repasse a candidatos, pagamento a comitês), e a conexão entre as entidades se dá por partido e coligação comuns, não por um esquema fechado entre desconhecidos. O valor de R$ 35.000 pago por Paulo Pimenta a Miguel Rossetto é o maior da cadeia, mas compatível com despesa de campanha a comitê estadual. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.142,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas políticos do PT do Rio Grande do Sul (Paola Loureiro Carvalho, Antonio Valdeci Oliveira de Oliveira e Elvino Jose Bohn Gass) e outros nomes também ligados ao partido no estado, como João Edegar Pretto e Miguel Soldatelli Rossetto. As transações são de baixo valor (R$ 250 a R$ 35.000) e se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O padrão é compatível com doações e despesas rotineiras entre aliados da mesma coligação/partido, sem indício de anormalidade que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.120,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.120,62, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm vínculos partidários (PT-RS) e valores modestos, compatíveis com movimentação rotineira de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.142,00
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas identificadas são do PT do Rio Grande do Sul, com histórico de candidaturas na mesma região e anos próximos, o que é compatível com circulação de recursos dentro do mesmo grupo político/coligação. As transações envolvem doações e despesas de campanha em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), valores moderados e destinatários que são comitês ou candidatos aliados, padrão comum em prestações de contas. Não há um fato isolado que destoe, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.094,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 12 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, três dos envolvidos são do PT/RS, o que pode indicar relação partidária legítima, e as transações incluem doações e despesas de campanha, categorias que podem gerar coincidências. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.075,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.075,80, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e nem todas fecham o loop diretamente. Há elos entre campanhas do PT no RS (Paola e Antonio Valdeci) e uma empresa (Aixmobil) que doou a Paola e recebeu despesa de Tarcísio (PDT), mas sem partido/coligação comum evidente entre todos. O valor total é baixo e as conexões podem ser explicadas por relações políticas locais ou prestação de serviços, não havendo um fato isolado que destoe gritantemente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.980,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 480 a R$ 22.000) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há dois partidos diferentes (PP e CIDADANIA) e um intermediário sem partido identificado (CASSIANO TELLES), dificultando tanto a explicação por coligação quanto a caracterização de um esquema claro. Os fatos não apontam para um padrão rotineiro óbvio nem para um indício forte que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 51.050,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) no RS, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há valores de ordens de grandeza diferentes (R$ 1.000 a R$ 26.950). A maior parte das movimentações parece ser despesas de campanha pagas a fornecedores ou pessoas físicas, e não há um ciclo curto e fechado no mesmo ano entre as mesmas entidades. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de financiamento eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 52.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 26.950), as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e há indícios de que se trata de repasses entre campanhas ou ressarcimentos, sem um padrão claro de enriquecimento ou desvio. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 53.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53.950,00, com um loop fechado entre campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) e uma empresa sem nome identificado. A transação de R$ 26.950,00 de Jesse Sangalli (PL) para a campanha de Any Machado Ortiz (PP) é uma despesa de uma campanha a outra, o que não é um padrão comum e sugere possível repasse ou contratação atípica. Além disso, há doações cruzadas entre os mesmos atores em anos distintos, formando um circuito que merece checagem humana para descartar coincidência ou irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 52.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PP, PL, CIDADANIA) e uma empresa sem nome identificado, o que dificulta explicar tudo como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Além disso, há um fluxo de R$ 26.950,00 da campanha de Jesse Sangalli (PL) para a de Any Machado Ortiz (PP), enquanto esta doou R$ 20.000,00 para Fernanda Biskup (CIDADANIA) e recebeu R$ 1.000,00 de volta dela, formando um circuito fechado entre legendas distintas. O valor total de R$ 52.200,00 não é astronômico, mas a combinação de partidos diferentes e a presença de uma empresa sem nome no ciclo justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 52.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 52.350,00, com um núcleo claro: Jesse Sangalli de Mello (PL) paga R$ 26.950,00 em despesas à campanha de Any Machado Ortiz (PP), que por sua vez doa R$ 20.000,00 à campanha de Fernanda Biskup da Luz (Cidadania), que já havia doado R$ 1.000,00 a Any em 2018. O ponto que chama atenção é o fluxo de mão dupla entre Any e Fernanda (doação de ida e volta em anos distintos) e o fato de Jesse, de partido diferente (PL), aparecer pagando despesas da campanha de Any (PP), o que não se explica por coligação ou conta partidária comum. Não há prova de irregularidade, mas a combinação de partidos distintos e ciclo fechado justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 26.650,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, MDB, CIDADANIA) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 22.000) e as transações estão espaçadas no tempo, podendo refletir doações entre aliados políticos locais no RS ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação), mas a combinação de partidos diferentes e o fechamento do ciclo em 5 elos mantém a dúvida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 53.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. Há vínculos partidários distintos (PP, PL, CIDADANIA) e a maioria das transações parece ser de despesas de campanha a fornecedores ou doações entre candidatos, o que pode ser explicado por alianças locais ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 301.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PSD-RS): a direção estadual doou para Lenise (2018), Lenise pagou despesa a Adriana (2018), Adriana doou para Jairo (2024) e Jairo pagou despesa à direção estadual (2020). São anos e eleições diferentes, com valores modestos (R$ 80 mil, R$ 5 mil, R$ 1,5 mil, R$ 215 mil), compatíveis com repasses partidários, ressarcimentos e doações entre aliados. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação interna de um mesmo partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 420.894,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PRD) e valores de ordens de grandeza distintas, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Além disso, a maior parte do valor (R$ 215.000,00) é uma despesa de Jairo Jorge à direção estadual do PSD, enquanto a doação de volta a Ana Paula (R$ 202.394,00) vem da mesma direção estadual, sugerindo possível repasse partidário legítimo, não necessariamente um retorno direto. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem checar a cronologia exata e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 234.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSD-RS): a direção estadual doou a João Otavio Reinelli, que pagou despesa a Adriana Fraga da Fontoura, que doou a Jairo Jorge da Silva, que pagou despesa à direção estadual. Esse tipo de fluxo é comum em campanhas partidárias, com repasses internos, contratação de serviços e devoluções/ressarcimentos, e os valores são modestos (R$ 2,5 mil a R$ 215 mil). Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 206.336,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 206 mil, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: faltam os elos entre a empresa CDB, o candidato VALTER e o retorno ao ponto de partida. As conexões visíveis (THIAGO→BURIGO, BURIGO→SARTORI, VALTER→Campanha do Bem) são compatíveis com doações e despesas entre campanhas do mesmo campo político no RS, sem valores discrepantes. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para descartar o alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 136.680,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (UNIÃO, MDB, PL) e valores heterogêneos, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há elos sem partido/coligação em comum. O valor mais alto (R$ 100 mil de José Ivo Sartori para Giovani Cherini) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e o elo de volta a Miguel Bianchini é de apenas R$ 33,48 mil. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, mas também não é um padrão rotineiro óbvio de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.864,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PSOL e PL) e valores pequenos (R$ 12.864,21 no total), com transações de baixa materialidade. As doações e despesas ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de pequenas movimentações de campanha, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 22.125,16
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades com valores e anos que não batem: a empresa BG Studios doa R$ 13.513,00 à campanha de Talita Victor Silva em 2018, mas a campanha de Tarcísio Motta (mesmo partido, PSOL) paga R$ 5.912,96 à mesma empresa também em 2018, e ainda há uma despesa de Talita para Evelyn Karina (R$ 1.450,00) que doa a Tarcísio em 2020. O elo Tarcísio -> BG Studios -> Talita -> Evelyn -> Tarcísio forma um loop com valores desproporcionais (a empresa doa mais do que recebe da campanha de Tarcísio) e sem explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário. A diferença de anos e a presença de uma pessoa física intermediária sem cargo/partido declarado dificultam a leitura como coincidência rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.755,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PT da Bahia (candidatos a deputado estadual/federal e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 20 a R$ 20.400 por transação) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. A presença de uma empresa sem nome identificado no ciclo é o único ponto que impede classificar como totalmente rotineiro, mas não há indício de quebra do padrão partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades todas ligadas ao PT na Bahia, com valores modestos (R$ 18.700 no total) e transações espaçadas entre 2020 e 2026. As duas maiores transações são da própria candidata para a direção estadual do partido (despesas de campanha), e as demais são doações de valores baixos entre pessoas do mesmo partido, incluindo dois membros da mesma família (Maria del Carmen e André Luís Puga Fidalgo). Não há um fato isolado que destoe do padrão esperado de movimentação partidária, mas o fechamento do ciclo entre os mesmos nomes justifica uma olhada rápida.