severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.015,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao mesmo campo político (PCdoB/PCDOB) no Rio Grande do Sul, o que torna plausível que o ciclo resulte de doações e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. O elo 'NAIADE SALINOS TELES' aparece como fornecedor/beneficiário intermediário, mas sem dados adicionais não há elemento que fuja do padrão de movimentação partidária local.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.545,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do mesmo partido (PCdoB) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum de movimentação entre aliados. Os valores são modestos (R$ 12.545 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de doações e despesas entre membros de uma mesma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.425,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PC do B no RS, o que é compatível com movimentação interna de campanha/coligação. Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 7.000) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para doações e despesas entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.515,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas todas filiadas ao PC do B (ou PCdoB), partido que costuma ter estrutura de repasse entre candidatos e diretórios. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2024), o que é compatível com doações entre correligionários e pagamentos de despesas de campanha dentro do mesmo partido. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor fora de escala. O loop pode ser coincidência de uma rede partidária pequena e coesa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 26.424,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e a movimentação envolve doações da direção estadual para candidatos e despesas entre campanhas aliadas. O ciclo envolve valores modestos (R$ 26.424 no total) e transações em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários rotineiros e acertos internos. Não há indício de fornecedor sem relação, valor fora de escala ou empresa devolvendo montante expressivo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 20.245,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e as transações envolvem doações e despesas entre direção estadual e candidatos, padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 10 a R$ 13.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem ciclo curto e fechado. O loop pode ser explicado por repasses partidários e ressarcimentos dentro da mesma coligação, não havendo indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.094,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PC do B) no Rio Grande do Sul, e o loop envolve a direção estadual repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas à direção — padrão comum de movimentação partidária. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 7.000 de Juliano Roso para Alex Necker) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e não há indício de empresa doadora recebendo de volta. Não há fato concreto que fuja do padrão de repasses internos de partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.329,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 36.329 no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: PC do B (Juliano Roso, Alex Necker e a direção estadual) e PSOL (Manuela D'Ávila), partidos que frequentemente atuam em coligações no RS. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 56.329,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 56,3 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PC do B e PSOL), mas há conexões partidárias indiretas: Juliano Roso e Alex Necker são ambos do PC do B/RS, e Manuela D'Ávila (PSOL) aparece recebendo doação da direção estadual e pagando despesa a Jorge Vinicius, que doou a Juliano Roso. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), mas também não é um padrão claramente rotineiro de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 24.589,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no RS, com valores baixos (R$ 24.589 no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, despesas de campanha e ressarcimentos internos de uma mesma coligação, sem indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao meio político. O fato de o dinheiro retornar à cadeia após passar por vários anos e pessoas do mesmo partido é mais compatível com circulação interna de recursos do que com um esquema fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 189.424,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros do PC do B do RS, o que é compatível com repasses internos de direção partidária e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 189 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma coligação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 194.491,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado pertencem ao PC do B do Rio Grande do Sul, e o elo central é a própria direção estadual do partido, que tipicamente repassa recursos a candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 53.445) e compatíveis com transferências internas de campanha, não com um fluxo de enriquecimento. O ciclo fechado é explicável por repasses partidários e despesas de campanha entre aliados da mesma estrutura, sem indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do mesmo partido (PC do B) no RS, o que é um padrão comum de movimentação entre aliados. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e os valores não formam um ciclo fechado no mesmo período, dificultando caracterizar um loop claro. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.570,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas do mesmo partido (PC do B) e do mesmo estado (RS), o que é compatível com movimentação entre aliados políticos. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024), não configurando um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e os valores são modestos (R$ 11.570 no total). Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre as partes e a natureza dos gastos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.972,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 28,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As maiores quantias são repasses da direção estadual ao candidato Moreno Barrios (R$ 18,6 mil em 8 parcelas), padrão típico de apoio partidário, e uma despesa de Juliano Roso a Pedro Mandelli (R$ 7,2 mil). Não há fornecedor estranho ao ramo, valor de ordem de grandeza destoante, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário — o que torna o loop explicável por movimentação interna de campanhas da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.793,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no Rio Grande do Sul, com valores modestos (R$ 22,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações internas entre correligionários e repasses da direção partidária a candidatos, padrão comum em campanhas. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 103.086,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B no RS, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações somam R$ 103 mil, mas a maior parte é a doação da direção estadual a Juliano Roso (R$ 93,4 mil), que é o fluxo normal de recursos do partido para candidatos. O restante são valores pequenos (R$ 7,3 mil, R$ 2,3 mil e R$ 145) que podem ser ressarcimentos ou pagamentos entre aliados, sem indício de anormalidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.128,50
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PC do B do Rio Grande do Sul, com cargos municipais/estaduais, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre correligionários e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 14 mil no total) e as setas envolvem tanto doações quanto despesas, padrão comum em ciclos de apoio mútuo dentro do mesmo partido. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas do mesmo partido (PC do B) no RS, e valores modestos (R$ 12 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar os vínculos entre ELIANA SARDI BORTOLON e os demais.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PC do B) e atuam no RS, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 7.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há um fato concreto que destoe do padrão partidário-eleitoral comum, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 18.251,50
IA · deepseek-flash Todas as quatro entidades são do mesmo partido (PC do B) e do mesmo estado (RS), o que é um padrão comum em ciclos de doações e despesas entre candidatos de uma mesma coligação. Os valores são relativamente baixos (R$ 18,2 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do padrão; o fluxo pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.695,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 4 entidades e R$ 13.695,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024 e 2026) e os valores são pequenos e díspares. As duas entidades nomeadas são do mesmo campo político (PCdoB/PC do B) no RS, o que oferece uma explicação simples para eventuais repasses cruzados. Não há um fato concreto — como ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário ou valor de ordem de grandeza destoante — que justifique priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.235,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PCdoB no Rio Grande do Sul, partido/coligação em comum, o que é um padrão legítimo de repasses e despesas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 12.235 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022, 2024, 2026), sem concentração temporal suspeita. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.765,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas ocorrem em anos distintos (2022, 2024, 2026) e os valores são pequenos (R$ 12.765 no total). As entidades principais são todas do PCdoB no RS, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.125,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, mas as duas entidades identificadas são do mesmo campo político (PCdoB e PC do B) no RS, o que torna plausível que se trate de rede de aliados. Os valores são modestos (R$ 6 a R$ 8.000) e as transações estão espalhadas entre 2018, 2024 e 2026, sem concentração temporal que sugira um loop artificial. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósR$ 10.665,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.195,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 11.195 no total). As entidades compartilham partidos do mesmo campo político (PCdoB/PCDOB) no RS, o que torna plausível que sejam aliados ou membros da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.265,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas físicas de partidos diferentes (PCdoB e PSB) e valores baixos (R$ 13.265 no total), mas as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 12.000 de GIOVANI CULAU OLIVEIRA para TIAGO AUGUSTO MORBACH) é uma despesa de campanha, enquanto as demais são doações de valores pequenos, padrão compatível com movimentação rotineira entre militantes. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.765,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Bruna Liege e Giovani Culau) são candidatas de partidos diferentes (PSB e PCdoB) no RS, o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 14.765 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), com indícios de que podem ser prestações de serviços entre profissionais de campanha (ex.: Tiago Morbach recebeu R$ 12.000 de Giovani Culau em 2024 e doou R$ 250 para Bruna em 2022). Não há um fato concreto que destoe do padrão de contratações e doações entre agentes de campanha, mas também não é possível afirmar que seja um fluxo rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 126.025,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 126 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo campo político (PC do B e PSB, aliados históricos no RS). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto — como valor de ordem de grandeza acima do resto, fornecedor fora do ramo ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário — que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 84.522,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 84,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e há vínculos partidários claros: PC do B e PSB no RS, com repasses da direção estadual ao candidato Ramiro. As maiores quantias são doações da direção partidária a candidato, padrão legítimo, e as demais transações são de valores baixos e podem ser ressarcimentos ou apoios entre aliados. Não há um fato único que destoe (como empresa de ramo alheio ou valor uma ordem de grandeza acima), mas a cadeia fechada em anos diferentes merece uma olhada humana para confirmar se há relação de coordenação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.184,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSB, PC do B, PSOL) e um diretório estadual, com valores modestos (R$ 36 mil no total) e transações espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022). As setas podem ser explicadas por doações entre aliados de esquerda, repasses partidários e despesas de campanha, sem um elo claro que force uma checagem imediata. Não há um fato concreto, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorizar este caso.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 127.518,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 127,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários entre algumas entidades (PCdoB/PCDOB), o que pode explicar repasses internos, mas a presença de pessoas de partidos diferentes (PSB) e valores díspares dificulta uma conclusão única. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 429.793,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 100 a R$ 34.749) e entidades que compartilham vínculos partidários: PC do B (Paulete e a direção estadual) e PSB (Bruna), partidos que frequentemente integram coligações no RS. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão de repasses partidários e despesas de campanha, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar se houve coligação formal entre PSB e PC do B nos pleitos citados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.840,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas aparecem como entidades com partido/cargo (PCDOB e PSB, partidos diferentes). As transações são de anos distintos (2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 250 a R$ 12.000), sem um elo claro de coligação ou conta partidária comum que explique o retorno do dinheiro à mesma cadeia. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há um padrão legítimo evidente que justifique o loop fechado entre os mesmos nomes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.775,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PCdoB e PSB) e valores modestos (R$ 12.775 no total), com transações espalhadas entre 2018 e 2024. As setas misturam doações e despesas de campanha, o que é compatível com ressarcimentos, prestação de serviços ou coincidências entre campanhas do mesmo estado. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para apontar para um lado nem para o outro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.205,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, há vínculos partidários comuns (PC do B, PSB) e valores que variam de R$ 100 a R$ 5.000, sem uma quantia claramente desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas aliadas, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.295,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário declarado (PCDOB e PSB), partidos diferentes. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores não formam um retorno exato do mesmo montante, o que enfraquece a ideia de ciclo fechado imediato. Sem informações sobre coligação, tipo de despesa ou vínculo entre os demais envolvidos, não há um fato concreto que destoe claramente de uma movimentação rotineira de campanha.
severidade média4 nósR$ 10.715,10
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.235,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas de partidos diferentes (PSB e PCDOB) e valores pequenos (R$ 16,2 mil no total), mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação (R$ 12 mil de GIOVANI CULAU OLIVEIRA para TIAGO AUGUSTO MORBACH) é uma despesa de campanha, não uma doação de retorno, e pode ser um pagamento legítimo por serviço. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de prestação de contas, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas do RS.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.315,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 14.315 no total). Há sobreposição partidária parcial (PC do B entre Pedro Dias e Silvana Conti; PSB/PC do B em campos aliados de esquerda no RS), o que pode explicar doações e despesas dentro de um mesmo campo político. Não há um fato agudo — como valores milionários, fornecedor de ramo estranho ou ciclo fechado no mesmo ano — que force uma checagem prioritária.
severidade média4 nósR$ 10.810,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 100 a R$ 9.000), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Há sobreposição partidária parcial (PC do B/PCDOB) entre algumas entidades, o que poderia explicar doações entre aliados, mas a presença de BRUNA (PSB) e de LEONIL (sem partido informado) quebra a cadeia simples. Não há um fato concreto e gritante que justifique priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas de partidos diferentes (PSB, PC do B, PPL) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 100 a R$ 9.000) e as transações são de naturezas variadas (doações e despesas), podendo refletir relações pessoais ou prestação de serviços entre candidatos. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a combinação de partidos e anos também não permite descartar coincidência.
severidade média4 nósR$ 10.875,00
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 16.395,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PSB e PCDOB) e sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. O valor de R$ 12.000 pago por Giovani Culau Oliveira a Tiago Augusto Morbach é de uma ordem de grandeza muito acima das demais transações da cadeia (R$ 250, R$ 45 e R$ 4.100), o que chama atenção. Além disso, o loop fecha exatamente entre os mesmos nomes, sugerindo uma checagem humana sobre a real natureza desses pagamentos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.930,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL do Ceará (Rodrigo Santaella, Ailton Claecio e Anna Karina), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 11.930,12 no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal suspeita. A empresa BG Studios aparece como doadora de R$ 150 e depois como fornecedora de R$ 681, valores pequenos e sem indício de retorno significativo. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 15.650,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 15,6 mil no total). As transações se distribuem entre 2018, 2020, 2022 e 2026, sem concentração temporal que sugira um esquema fechado. A maior parte do fluxo é explicável por doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos a fornecedor, padrão comum em campanhas. Não há indício de empresa doando milhões e recebendo de volta, nem valores fora de escala.
severidade média5 nósR$ 10.415,08
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 48.639,76
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL do Ceará, o que é um padrão comum em cadeias de doações e despesas entre correligionários. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora quanto como fornecedora de uma campanha, mas o valor pago (R$ 62,00) é irrisório e compatível com um serviço pequeno. O ciclo se fecha, mas os valores são modestos e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados políticos.