severidade média5 nósIA: plausívelR$ 47.257,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018-2024), não num ciclo curto e fechado. O fluxo predominante é da direção estadual do partido para candidatos (R$ 19 mil para Alexandre) e de candidatos entre si, com valores modestos (R$ 30 a R$ 10,3 mil), compatíveis com repasses internos e devoluções de sobra. O retorno à direção estadual (R$ 17,4 mil) é uma despesa de Ailton, padrão comum de contribuição partidária. Não há indício de empresa privada ou valores de ordem de grandeza destoante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.059,37
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 30 a R$ 17.453) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação é um repasse da direção estadual para uma candidata, o que é típico de financiamento partidário. Não há indício de empresa doando e recebendo de volta valores equivalentes ou fornecedor fora do ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 218.516,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses internos de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maior parte do volume é a doação da direção estadual a Renato Roseno, não um retorno fechado entre os mesmos atores. Não há indício de empresa privada devolvendo valor expressivo nem de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 186.839,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos entre candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos (a maioria entre R$ 30 e R$ 10.300), e o único montante alto (R$ 153 mil) é doação da direção estadual para um candidato, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.165,00
IA · deepseek-flash Todas as cinco entidades são do PSOL do Ceará, o que torna doações mútuas entre candidatos do mesmo partido/coligação um padrão comum e legítimo. Os valores são modestos (R$ 30 a R$ 10.300 por transação) e distribuídos ao longo de vários anos (2018 a 2026), sem concentração temporal ou valor de ordem de grandeza destoante. O ciclo fechado é explicável por repasses internos entre aliados de mesma sigla, sem indício de fornecedor estranho ou empresa devolvendo valor milionário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.774,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (CE), o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação em 2018. Os valores são pequenos (R$ 33 mil no total) e a empresa BG Studios aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser coincidência ou um fluxo normal de campanha. Não há um fato isolado que destoe fortemente, como valor muito acima do padrão ou ausência total de vínculo partidário.
severidade média5 nósR$ 10.002,00
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.971,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores muito assimétricos: a maior parte do fluxo é a doação de R$ 33.010 da BG Studios a Renato Roseno, enquanto as demais transações são de R$ 30 a R$ 1.200. As doações entre candidatos do mesmo partido e o pagamento de despesa à empresa que também doou são compatíveis com uma rede de aliados da mesma coligação, sem indicar ciclo fechado de valores equivalentes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.166,16
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 30, R$ 50, R$ 1.200, R$ 17.453) e o maior fluxo (R$ 190.432) vem da direção partidária para um candidato, o que é rotineiro. O loop se fecha via despesa de campanha à direção estadual, compatível com ressarcimento ou contribuição partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 33.234,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL do Ceará, o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido. Os valores são pequenos (R$ 30 a R$ 12.496) e a maior parte do fluxo é uma doação de R$ 33.010 da empresa BG Studios ao candidato Renato Roseno, seguida de repasses internos de baixíssimo valor. A devolução de R$ 124,96 à empresa pode ser ressarcimento ou pagamento por serviço, e não há indício de que os valores retornem de forma significativa à origem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.352,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são candidatos do PSOL do Ceará, o que é um padrão comum de doações entre aliados do mesmo partido/coligação. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora de R$ 33.010,00 para Renato Roseno quanto como fornecedora de R$ 62,00 para Anna Karina, valores de ordens de grandeza muito diferentes e sem relação direta com o ciclo. O valor total movimentado (R$ 34.352,08) é modesto e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem concentração temporal que sugira um esquema.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.944,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 34,9 mil no total) e todos os políticos identificados são do PSOL do Ceará, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Renato Roseno quanto recebendo despesa de Ailton Dantas, mas os valores são modestos e não há indício de que o ramo da empresa seja incompatível com os serviços. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre membros do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços prestados.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 209.139,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, um padrão comum de repasses internos entre candidatos e o partido. Os valores são modestos (R$ 3,00 a R$ 190 mil) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação é um repasse da direção estadual para um candidato, o que é rotineiro. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.705,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 40,7 mil no total) e entidades majoritariamente do PSOL do Ceará, o que é compatível com movimentação entre campanhas aliadas. Porém, o loop fecha numa empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 33 mil a Renato Roseno em 2018 e recebeu apenas R$ 65,60 de despesa de Rebeca Veloso no mesmo ano, sem que os fatos expliquem a conexão direta entre a empresa e o ciclo. Não há elemento claro de preço fora de mercado, fornecedor sem relação com o serviço ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário, mas a assimetria entre a doação da empresa e o retorno via despesa merece uma olhada humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.115,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará que aparecem repetidamente em eleições na mesma região, o que é compatível com uma rede de aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 13.115 no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2026), sem concentração temporal típica de um esquema de lavagem. As doações entre os três candidatos do PSOL podem ser repasses internos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação, e as despesas a terceiros (Lara e David) não retornam diretamente aos doadores originais. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre correligionários.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.702,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 33.010,00 de doação da BG Studios a Renato em 2018, R$ 150,00 de despesa de Renato a David em 2022, R$ 13,00 de doação de David a Anna em 2024 e R$ 62,00 de despesa de Anna à BG Studio em 2018), com anos e sentidos que não formam um loop coerente de retorno de recursos. As entidades Renato e Anna são ambos do PSOL/CE, o que poderia explicar conexões partidárias, mas a empresa BG Studios aparece como doadora e depois recebedora de valor irrisório, sem que os fatos permitam afirmar se é coincidência ou padrão a checar. Não há um fato único e nomeável que caracterize ciclo fechado suspeito, nem elementos suficientes para descartar completamente a estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.930,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 10.930 no total) e todas as pessoas físicas identificadas são do PSOL do Ceará, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. A empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, mas em anos diferentes (2018) e com valores modestos, sem indício de retorno desproporcional. Não há um fato concreto que destoe do padrão de transações entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.370,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL do Ceará, com histórico de candidaturas em anos variados, o que é compatível com um grupo político que se apoia mutuamente. Os valores são modestos (R$ 12.370 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2026), sem um ciclo curto e fechado. O loop envolve doações entre aliados e despesas de campanha, padrão comum em coligações partidárias. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor discrepante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.291,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 35 mil no total) e três candidatos do mesmo partido (PSOL/CE), o que é compatível com doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação. A maior transação é uma doação de uma empresa (BG Studios) a Renato Roseno em 2018, e as demais são valores muito menores em anos distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro à origem. Não há um fato concreto que destoe do esperado a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 28.199,93
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o ciclo envolve valores pequenos (R$ 100 a R$ 1.745) entre candidatos e a direção estadual do próprio partido. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor total do loop (R$ 28.199,93) é modesto e não há indício de fornecedor estranho ou montante fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 61.540,10
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do mesmo partido (PSOL) no Ceará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses internos partidários e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 61,5 mil no total) e as setas incluem tanto doações quanto despesas, padrão comum em prestações de contas de campanha. Não há indício de empresa comercial ou fornecedor estranho ao ramo; a direção estadual do partido aparece como origem/destino, o que explica o fluxo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.227,79
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o loop envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 19 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. O ciclo fechado pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo entre aliados, não havendo indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.029,37
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL no Ceará, e a direção estadual do partido aparece como origem e destino de recursos, o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias. Os valores são modestos (R$ 80 a R$ 17.453) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem concentração temporal suspeita. O ciclo fechado pode ser explicado por doações entre correligionários e pagamentos à estrutura partidária, sem indício de anormalidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 209.486,16
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o ciclo envolve repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos de volta à direção, padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 1.500 e R$ 10.000 entre candidatos, R$ 17.453,71 de despesa para a direção) e a maior parte do total vem de doações da própria direção estadual a Renato Roseno, não de um retorno fechado. Não há fornecedor externo nem salto de ordem de grandeza que indique algo fora do rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 177.809,66
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. Os valores são modestos (a maior transação é um repasse partidário de R$ 153 mil) e as transações ocorrem ao longo de vários anos, sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop identificado parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma estrutura partidária, não um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.602,63
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e a cadeia inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de campanha pagas a outros candidatos do mesmo partido. O ciclo envolve valores modestos (R$ 50,6 mil no total) e transações em anos eleitorais distintos, compatíveis com doações entre aliados, ressarcimentos e repasses partidários. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação interna de um mesmo partido.
severidade média5 nósR$ 10.549,12
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.040,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14 mil no total) e pessoas do mesmo partido (PSOL/CE), o que é compatível com doações entre aliados e pagamentos a fornecedor. Porém, a cadeia fecha um loop completo passando por uma empresa (BG Studios) que recebeu despesa de campanha e depois doou para outra candidata, sem que os fatos expliquem a natureza do serviço prestado. Não há indício forte de irregularidade, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.631,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13,6 mil, com valores pequenos e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. Três dos quatro políticos são do PSOL/CE, o que permite explicar parte das movimentações como doações entre aliados da mesma coligação, mas a empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato, e o elo final (JOSÉ NILDO N. DANTAS) não tem partido/cargo informado. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), então não dá para cravar 'bizarro' nem descartar como rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 216.057,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL no Ceará e a direção estadual do partido aparece como origem/destino de recursos, o que é um padrão comum de repasses partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de campanhas de um mesmo partido, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a motivação de cada repasse.
severidade média5 nósR$ 10.021,76
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.221,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,2 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia que recebeu R$ 2.405,76 de despesa da campanha de Renato Roseno (PSOL/CE) em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 5.516,00 para a campanha de Edmilson Barbosa Francelino Filho (PSOL/CE). Empresa do ramo de tecnologia doando para campanha e sendo paga pela campanha de outro candidato do mesmo partido no mesmo ciclo eleitoral é um padrão que merece checagem humana, ainda que possa ser explicado por serviços prestados ou relação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.681,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são candidatos do PSOL no Ceará, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação/partido. As transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado de curto prazo. A empresa BG Studios aparece como doadora de um candidato e fornecedora de outro, o que pode ser explicado por contratação de serviços de tecnologia, mas o valor total é baixo (R$ 13,6 mil) e não há indício de preço fora do mercado. Não há fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.578,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que recebeu R$ 2.405,76 de despesa da campanha de Renato Roseno (PSOL-CE) em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 13.513,00 para Talita Victor Silva (PSOL-DF), que por sua vez pagou despesa de R$ 1.500,00 a Ingrid Gomes Martins, a qual doou R$ 160,00 a Renato Roseno em 2020. Embora os valores não sejam idênticos e haja diferença temporal, o fluxo fecha um loop entre campanhas do mesmo partido (PSOL) e uma empresa de tecnologia, o que foge do padrão comum de doação ou despesa isolada. A quantia doada pela empresa é cerca de 5,6 vezes o valor que ela recebeu da campanha, mas o retorno via terceiros e o ramo da empresa (tecnologia) sem relação óbvia com serviços de campanha justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.943,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL/CE) e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 16,9 mil no total) e transações concentradas em 2018. A empresa doou para Ailton e recebeu pagamento de Renato, o que pode ser coincidência de uma mesma coligação ou prestação de serviços, mas o elo final (José Nildo Nobre Dantas) não tem partido/cargo informado, dificultando a explicação simples. Não há valor fora de escala nem fornecedor com ramo incompatível, mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário explícito merece checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 22.253,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com dinheiro saindo de uma campanha para a empresa e voltando para outra campanha da mesma rede. A empresa BG Studios recebeu R$ 2.405,76 de Renato Roseno e doou R$ 9.078,00 para Ailton Dantas, valores que não são compatíveis com uma simples prestação de serviço. Embora todos sejam do mesmo partido, o fluxo circular entre campanhas e uma empresa privada justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 38.083,69
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 38 mil, com um núcleo fechado em 2018: Renato Roseno paga R$ 2.405,76 à BG Studios, que no mesmo ano doa R$ 9.078,00 a Ailton Dantas, ambos do PSOL/CE. A BG Studios é uma empresa de tecnologia recebendo despesa de campanha e, na sequência, doando valor quase quatro vezes maior a outro candidato do mesmo partido — o que foge do padrão comum de fornecedor que apenas presta serviço. O restante do ciclo (direção estadual, Adriana e Ailton) é compatível com repasses partidários, mas o trecho BG Studios merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 71.423,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 71,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando quanto recebendo, mas o ramo de tecnologia pode ter relação com serviços de campanha, e não há indício de valor fora de escala. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 48.111,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/CE, a direção estadual do partido e uma empresa privada (BG Studios Tecnologia), com R$ 48 mil movimentados em 2018 e 2022. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como fornecedora paga por Renato Roseno (R$ 2.405,76 em 6 despesas) e como doadora de Ailton Dantas (R$ 9.078,00 em 4 doações), criando um fluxo empresa→candidato e candidato→empresa dentro do mesmo ciclo. Embora todos sejam do mesmo partido, a presença de uma empresa privada no meio de um loop de recursos partidários justifica checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.913,13
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com movimentações internas partidárias (doações entre candidatos, repasses da direção estadual e despesas com fornecedor). Os valores são modestos (R$ 40,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que sugira triangulação. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como fornecedor de ramo alheio ou valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 219.369,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PSOL do Ceará e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 219 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. A empresa BG Studios aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas o valor é pequeno e compatível com serviços de campanha. Não há indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 187.693,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos, sem uma ordem de grandeza discrepante. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, mas o ramo de tecnologia pode ser compatível com serviços de campanha. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 60.486,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que recebeu R$ 2.405,76 de um candidato e doou R$ 9.078,00 para outro candidato do mesmo partido, configurando um fluxo de dinheiro entre campanhas via empresa privada. Embora todos os candidatos sejam do PSOL/CE, a presença de uma empresa de tecnologia intermediando doações e despesas de campanha, com valores que retornam à cadeia, não tem explicação simples e merece verificação humana. A quantia total (R$ 60.486,39) não é alta, mas o padrão de loop fechado entre pessoas e empresa sem relação partidária explícita justifica atenção.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.128,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 17 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2024. A maioria das setas é compatível com doações e despesas típicas de campanha, e a conexão partidária comum oferece uma explicação simples para o loop. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre desconhecidos), então não há elemento concreto que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.432,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 9.078,00 para a campanha de Ailton Clácio e, no mesmo ano de 2018, recebeu R$ 2.405,76 como despesa da campanha de Renato Roseno, fechando um fluxo de dinheiro que sai e volta para a mesma rede. Além disso, há pagamentos de Ailton Clácio a Bárbara Oliveira dos Reis (R$ 8.210,00 no total) e doações de Bárbara para Rodrigo Santaella, o que sugere um circuito de recursos entre pessoas ligadas ao PSOL cearense. Embora todos os envolvidos sejam do mesmo partido, o retorno de recursos da empresa para a própria cadeia e a coincidência de anos e valores justificam uma checagem humana para descartar irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.018,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores baixos e pulverizados (R$ 17 mil no total). As doações entre candidatos da mesma sigla e o pagamento a um fornecedor de tecnologia são padrões comuns em campanhas, e a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por contratação e devolução/doação. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas a existência de um loop completo com uma empresa no meio justifica uma checagem humana para confirmar a natureza das transações.
severidade média5 nósR$ 10.387,76
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 55.243,44
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas a maior transação (R$ 46.305,68 pagos por ZULEIDE FERNANDES DE QUEIROZ a NERICILDA BEZERRA DA ROCHA em 2022/2024) é uma despesa de campanha para uma pessoa física que, no ano seguinte, doa R$ 50,00 a JOÃO ALFREDO TELLES MELO, que por sua vez doa R$ 3.000,00 a RENATO ROSENO DE OLIVEIRA. Embora todos os políticos sejam do PSOL/CE, o elo central envolve uma empresa de tecnologia (BG STUDIOS) que recebe despesa de RENATO e doa para ZULEIDE, sem relação óbvia com o serviço prestado. O volume e a direção das transações entre pessoas físicas e a empresa justificam uma checagem humana para entender a natureza dos pagamentos e a coincidência do ciclo.
severidade média5 nósR$ 10.887,81
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 13.165,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e uma empresa ligadas ao PSOL do Ceará, com valores baixos (R$ 13 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026). O elo mais forte é a despesa de R$ 2.405,76 paga por Renato Roseno à BG Studios, que é compatível com serviços de tecnologia/estúdio, e as doações entre candidatos do mesmo partido são comuns. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.