severidade média5 nósIA: plausívelR$ 22.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT na Bahia, com valores baixos (R$ 600 a R$ 15.000) e anos distintos (2018 a 2026), o que é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e repasses da conta partidária. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho, nem salto de ordem de grandeza. O fluxo aparente é de recursos partidários circulando entre candidatos da mesma sigla, padrão comum e legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.800,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (partido, candidatas a deputada federal, estadual e vereadora), e o loop envolve majoritariamente repasses do diretório estadual para candidatas e despesas de campanha, padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 20,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal que sugira triangulação. A única transação de R$ 15.000 saindo de Maria del Carmen para o diretório estadual em 2022 é compatível com devolução de sobra ou repasse partidário, não havendo indício de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 63.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): a candidata Maria Del Carmen, o candidato Robinson Santos e a direção estadual do PT. As transações são doações da direção partidária a candidatos e despesas/doações de candidatos a aliados (Rui Costa, governador) ou à própria direção, padrão comum em campanhas proporcionais do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 10 mil a R$ 28 mil) e distribuídos em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem indício de retorno financeiro pessoal ou de fornecedor estranho ao ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 130.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e comitês do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 130 mil no total) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor fora de escala ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 245.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia: a direção estadual do PT, dois candidatos do PT (Maria del Carmen e Valmir) e a campanha de Rui Costa (PT), todos em 2018/2022. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação, sem valores de ordem de grandeza anômala. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor idêntico ao doado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 348.446,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e o próprio partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 2,5 mil a R$ 15 mil) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O conjunto é compatível com movimentação rotineira de campanha, sem fato concreto que exija checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 246.070,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT na Bahia (partido estadual, candidatos a deputado estadual, deputado federal e prefeito) e a campanha de Rui Costa, todos do mesmo campo político. As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza anômala. O retorno ao ponto de partida pode ser explicado por circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido, não havendo indício concreto de irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 326.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e direção estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados da mesma coligação e despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 1 mil a R$ 200 mil) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 141.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 1.415,50 a R$ 100.000,00) e as transações se distribuem por anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 25.100,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e o elo central é a direção estadual do partido, que repassa recursos a candidatos e recebe despesas de campanha — padrão comum de financiamento partidário. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 15.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado. O 'loop' parece ser um artefato de agregar doações e despesas de campanhas aliadas ao longo de vários pleitos, não uma movimentação suspeita.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.705,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PT da Bahia (candidatos a deputado estadual, vereador e direção estadual), e o fluxo inclui doações de uma campanha majoritária (Rui Costa) para uma candidata e despesas de campanhas para a direção partidária, padrões comuns em coligações. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos e doações entre aliados do mesmo grupo político, sem valores discrepantes ou fornecedores fora do ramo. Não há indício de empresa privada ou transação atípica que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.600,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e o elo central é a conta estadual do partido, que repassa recursos a candidatas e recebe despesas de campanha — padrão comum de financiamento partidário. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 20.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado. O 'loop' parece ser um artefato de agregar movimentações de anos diferentes entre pessoas da mesma coligação/partido, não uma devolução circular suspeita.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 721.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): a deputada Maria del Carmen, a direção estadual do PT-BA, o senador Jaques Wagner e a campanha de Rui Costa, todos aliados e com transações em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2026). As quantias são modestas (R$ 10 mil a R$ 646 mil) e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo. O loop parece mais um artefato de agregação de dados entre campanhas da mesma coligação do que um padrão atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 86.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (partido estadual, Jaques Wagner, Maria del Carmen e Marta Rodrigues), o que é compatível com repasses internos, devoluções e despesas entre campanhas aliadas. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 50.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal suspeita. A maior transação (R$ 50.000 da direção estadual para Jaques Wagner em 2026) é típica de repasse partidário a candidato majoritário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 107.811,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT na Bahia, com valores modestos (R$ 107,8 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2024), não um ciclo curto e fechado. As movimentações são compatíveis com repasses de direções partidárias a candidatos e despesas de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa privada devolvendo doação.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 245.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político na Bahia (PT): uma candidata estadual, a direção estadual do PT, um deputado federal do PT e uma campanha majoritária do PT (Rui Costa). As transações são compatíveis com repasses partidários a candidatos aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação, valores na casa de dezenas de milhares de reais, sem salto de ordem de grandeza. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor equivalente ao doado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 221.691,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político na Bahia (PT, direção estadual, campanha de Rui Costa governador e dois candidatos do PT). As transações são doações e despesas típicas de campanha: repasses da direção estadual a candidatos, doação de uma campanha majoritária a um candidato, despesa de uma candidata para a campanha de Rui Costa e despesa de um candidato para a direção estadual. Os valores são compatíveis entre si (R$ 20 mil a R$ 150 mil) e não há indício de fornecedor estranho ou valor muito fora de padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 382.541,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (três candidatos do partido e a direção estadual), o que é compatível com repasses internos, devoluções e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 600 a R$ 191 mil) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor discrepante que destoe do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 114.213,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia em 2018, ano de eleição estadual, e passa por uma conta de campanha majoritária (Rui Costa governador) que recebeu despesa de Maria del Carmen e repassou doação a Jaques Wagner — padrão comum de alocação de recursos dentro da mesma coligação. Os valores são compatíveis com transferências partidárias/eletivas da época, e a doação de R$ 600 de Marta a Maria del Carmen é de baixa materialidade. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 47.410,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PSB, PP) e valores modestos (R$ 47,4 mil no total), com transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024. A maior parte do fluxo é explicável por doações e despesas típicas de campanha na Bahia, mas o encadeamento fechado entre pessoas de legendas distintas sem coligação declarada nos dados não permite afirmar que seja um padrão rotineiro nem que seja algo claramente anômalo. Faltam elementos como vínculo societário, contrato ou relação familiar que expliquem o loop.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 221.691,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e órgãos do PT na Bahia, com valores compatíveis entre doações e despesas de campanhas do mesmo partido. As transações podem ser explicadas por repasses internos da direção estadual, devoluções ou apoio financeiro entre aliados da mesma coligação. Não há indício de fornecedor externo ou valor discrepante que fuja do padrão partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 382.541,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre campanhas aliadas. As transações incluem doações da direção estadual para candidata e despesas de candidatos para a direção, típicas de repasses partidários e contribuições estatutárias. Os valores são compatíveis com o porte das campanhas e não há fornecedor externo com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 221.691,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: a direção estadual do partido, dois candidatos petistas (Maria del Carmen e Waldenor) e a campanha de Rui Costa (PT) ao governo em 2018. As transações são doações da direção estadual a candidatos, despesa de candidato para a campanha majoritária do próprio partido e repasse de candidato para a direção estadual — padrões comuns de repasse partidário e apoio dentro da mesma coligação. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou valor fora de ordem de grandeza que destoe do conjunto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 382.541,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são compatíveis com transferências partidárias rotineiras (ex.: R$ 191.631,34 da direção estadual para uma candidata a vereadora) e não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza. O loop parece refletir a circularidade natural de recursos dentro de uma mesma estrutura partidária, não um indício que exija priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 76.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: a direção estadual do partido, dois candidatos a deputado estadual filiados ao PT e uma despesa para a campanha de Rui Costa (governador pelo PT em 2018). As transações são de valores moderados (R$ 31 mil, R$ 10 mil, R$ 20 mil, R$ 15 mil) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sendo compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 237.386,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: uma deputada estadual, um deputado estadual, uma vereadora e a direção estadual do partido. As transações são compatíveis com repasses internos do partido a candidatos, doações entre correligionários e despesas de campanha, sem valores de ordem de grandeza discrepante. O elo 'RUI COSTA DOS SANTOS' aparece como doador e como destino de despesa, mas é uma figura política do mesmo campo, o que não configura anomalia clara.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 121.068,15
IA · deepseek-flash Todas as entidades envolvidas são do PT (direções estadual e municipal, e três candidatas filiadas ao partido na Bahia). O fluxo predominante é de repasses do partido para candidatas (R$ 31.381,82 para Maria del Carmen; R$ 4.000,00 para Maria Marighella) e de despesas/doações entre candidatas e direções partidárias, valores pequenos e compatíveis com movimentação interna de campanha. O ciclo fechado é esperado em redes de mesma coligação/partido, onde recursos circulam entre candidatos e órgãos partidários. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.886,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades do PT da Bahia, com valores baixos (R$ 17.886,33 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos familiares aparentes (Maria del Carmen e André Luís Puga Fidalgo) e todos são do mesmo partido, padrão comum em movimentações internas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do razoável, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 104.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades do PT da Bahia, mas há um fato que chama atenção: a transação de R$ 100.000,00 (10.000.000 centavos) de Marta Rodrigues para a Direção Estadual é duas ordens de grandeza maior que todas as outras do loop (R$ 1.000 a R$ 1.500). Além disso, o loop fecha entre pessoas com sobrenomes coincidentes (Maria del Carmen Puga e André Luís Puga Fidalgo), sugerindo possível relação familiar, o que merece checagem humana sobre a real natureza desses repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 149.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT na Bahia e a direção estadual do partido aparece como intermediária, o que é um padrão comum de repasses partidários. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não são idênticos nem de ordem de grandeza discrepante, dificultando caracterizar um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de movimentações entre aliados do mesmo partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 331.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PT na Bahia e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com doações e despesas partidárias rotineiras. Os valores são de R$ 10 mil a R$ 120 mil, sem salto de ordem de grandeza, e a direção estadual do PT aparece como intermediária, padrão comum em repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 807.625,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (Maria del Carmen, Marta Rodrigues, Jaques Wagner e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de doações e repasses internos entre aliados da mesma sigla. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 646 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O loop aparente pode ser explicado por doações entre correligionários e repasses da direção partidária, não havendo indício de empresa de ramo alheio ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 331.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos entre aliados da mesma legenda. Os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de empresa privada devolvendo quantia expressiva. A cadeia se estende por vários anos (2018-2022), o que reduz a característica de ciclo curto e fechado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.545,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 4 delas são do PT da Bahia, o que é compatível com movimentação entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 15.545 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a relação entre as pessoas físicas envolvidas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 971.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PT na Bahia e a direção estadual do partido, o que é compatível com repasses internos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 971 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos, sem um elo claramente anômalo. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que force uma checagem imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 826.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (três candidatos do PT/BA e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos, doações entre correligionários e ressarcimentos dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 8.263,37 no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 826.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 826 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 971.491,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (três candidatos do partido, a direção estadual e uma campanha majoritária do próprio campo), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 826.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (três candidatos do partido, a direção estadual do PT-BA e uma campanha majoritária do mesmo campo em 2018), o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre correligionários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 8,2 mil no total) e as transações estão espalhadas por anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O sinal parece refletir a malha normal de movimentação financeira de um mesmo grupo político, não um indício que exija priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 826.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT na Bahia (três candidatos do partido, a direção estadual e o diretório estadual), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 8 mil, R$ 10 mil, R$ 15 mil) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 200.277,87
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e o elo central é a Direção Estadual/Distrital do partido, que repassa recursos a candidatos e recebe despesas de campanha — padrão comum de fluxo partidário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado, e os valores são compatíveis com doações e repasses partidários típicos. O loop identificado parece ser um artefato de agregação de movimentações ao longo do tempo, sem fato concreto que fuja do padrão legítimo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT na Bahia (José Raimundo Fontes, Waldenor Alves Pereira Filho, Mário Augusto de Almeida Neto e a Direção Estadual/Distrital do partido), o que é compatível com repasses internos, devoluções e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 206 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem concentração temporal anômala. Não há fornecedor externo com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 205.277,87
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados ao longo do tempo. O valor total do ciclo (R$ 205 mil) é modesto e as maiores movimentações são da direção estadual para candidatos ou de candidatos para a direção, padrão comum em campanhas. Não há um fato isolado que destoe, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 206.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de movimentação financeira dentro do mesmo partido/coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno direto ao doador original. Não há um fato concreto que fuja do esperado para articulações partidárias.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 388.155,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (três candidatos do partido, a direção estadual do PT e a campanha de Rui Costa, também do PT), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre aliados da mesma coligação. Os valores são de ordens de grandeza compatíveis entre si (R$ 8 mil a R$ 150 mil) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor uma ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 219.536,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos, doações entre correligionários e despesas com candidaturas majoritárias do próprio campo. Os valores são modestos (R$ 2,2 mil a R$ 150 mil) e as transações se distribuem por vários anos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante. O conjunto é compatível com movimentação rotineira de campanha dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 864.625,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT na Bahia, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo campo político. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024, 2026), o que é típico de movimentações de campanha ao longo do tempo. Não há fornecedor externo nem valor de ordem de grandeza destoante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 63.336,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político na Bahia (PT e a campanha de Rui Costa), com valores da mesma ordem de grandeza (R$ 10 mil a R$ 28 mil) e transações em anos eleitorais distintos (2018 e 2022). As setas são compatíveis com repasses partidários a candidatos e despesas de campanha, padrão comum em coligações. Não há salto de valor nem fornecedor de ramo estranho que force uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.755,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT da Bahia (candidatos a deputado estadual/federal e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 55,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A doação de R$ 20 mil de Adelia para Robinson em 2022 e a despesa de R$ 10 mil de Robinson para Rui Costa em 2018 são compatíveis com repasses e apoios internos rotineiros. Não há indício de fornecedor com ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo quantia expressiva.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 62.277,87
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PT na Bahia, e o elo central é a Direção Estadual/Distrital do partido, que repassa recursos a candidatos e recebe despesas de campanha — padrão comum de contabilidade partidária. Os valores são modestos (R$ 62 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. O loop aparente pode ser explicado por doações entre aliados do mesmo partido e repasses da conta estadual, sem fato concreto que destoe do razoável.