severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.884,08
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e o ciclo envolve doações entre candidatos do mesmo partido e repasses da direção estadual, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 58,8 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. O maior valor é uma despesa de R$ 38,8 mil de Renato Roseno para a direção estadual, compatível com contribuição partidária. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 219.169,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da Direção Estadual para Paulo Rubens (R$ 179 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidato. As demais movimentações são de pequeno valor e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos, sem indício de anomalia grave.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 219.414,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 160 a R$ 38.800) e o único montante maior (R$ 179.040,21) vem da direção estadual para um candidato, padrão comum de financiamento partidário. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou salto de ordem de grandeza que destoe do conjunto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 380.262,95
IA · deepseek-flash Todas as entidades com partido identificado são do PSOL no Ceará, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a uma candidata (R$ 331,5 mil), padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 160 a R$ 6,4 mil) e envolvem doações entre candidatos da mesma legenda ou pagamentos a uma pessoa física, sem indício de retorno do dinheiro ao doador original. O ciclo fechado é mais compatível com circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido do que com um esquema atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 403.787,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente agentes do PSOL no Ceará (candidatos e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos, doações entre correligionários e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes do mesmo campo. Os valores são modestos (R$ 2.460 a R$ 38.800) e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2026), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia. O sinal é explicável por movimentação rotineira dentro da mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 374.606,82
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e o partido. Os valores são modestos (R$ 374 mil no total) e as transações se distribuem por vários anos (2018-2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a uma candidata, o que é típico de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 374.851,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 331,5 mil da direção estadual para Adriana Gerônimo) é um repasse típico de verba partidária, e as demais somam valores modestos. Não há fornecedor externo, empresa de ramo alheio ou salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 391.961,84
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é da direção estadual para Adriana Geronimo (R$ 331,5 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidatos, e as demais são de baixa monta ou despesas de campanha. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que justifique checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 372.462,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 331,5 mil) é doação da direção estadual para Adriana Gerônimo, padrão comum de repasse a candidatos do próprio partido. As demais transações são de baixo valor e podem ser ressarcimentos ou devoluções dentro da mesma coligação, sem fato concreto que fuja do padrão político-partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.597,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 53,6 mil no total) e transações típicas de campanha: doação da direção partidária a candidata, doações de pessoas físicas a candidato e despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes. O fechamento do loop pode ser explicado por repasses internos do partido, ressarcimentos e doações entre aliados da mesma sigla, sem indicar um padrão atípico. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho ao serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.457,62
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 53,4 mil no total) e as setas não formam um ciclo fechado no mesmo ano ou entre pessoas sem vínculo partidário. O próprio resumo reconhece que pode ser coincidência entre campanhas da mesma coligação ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 53.157,62
IA · deepseek-flash Todas as pessoas físicas envolvidas são filiadas ao PSOL no Ceará, e a direção estadual do partido aparece como origem/destino de recursos, o que é compatível com repasses internos e doações entre correligionários. Os valores são modestos (R$ 53 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O fluxo pode ser explicado por devoluções, ressarcimentos ou apoio financeiro entre candidatos da mesma legenda.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.497,62
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses partidários e doações entre correligionários. O ciclo envolve valores modestos (R$ 52,5 mil no total) e a maior transação é uma despesa de R$ 38,8 mil de Renato Roseno para a direção estadual, provavelmente contribuição partidária. Não há indício de empresa privada ou fornecedor estranho ao ramo; o fluxo segue a lógica de movimentação interna de um partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 55.797,62
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e as transações são compatíveis com o fluxo normal de uma campanha: repasse da direção estadual para candidata, doações entre candidatos do mesmo partido e despesas pagas a fornecedores/aliados. Os valores são modestos (R$ 55,8 mil no total) e as datas se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem ciclo curto e fechado no mesmo ano. O 'loop' parece ser um artefato de como as transações foram encadeadas, não um movimento circular real de dinheiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 57.257,62
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o fluxo inclui repasses da direção estadual do partido para candidatos, o que é um padrão legítimo e comum. As doações entre candidatos da mesma sigla e o pagamento de despesa à direção partidária também são movimentações típicas de campanha. O ciclo fechado é explicável pela concentração de recursos dentro do mesmo partido, sem indícios de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 84.866,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de movimentação dentro da mesma estrutura partidária. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), quebrando a ideia de um loop fechado e imediato. A BG Studios aparece como doadora de Renato em 2018 e como fornecedora de Louise no mesmo ano, mas os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 61.094,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e entidades do PSOL no Ceará, o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. O valor total é modesto e a BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, mas sem elementos sobre o serviço prestado ou vínculos societários não dá para cravar se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.106,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores pequenos (R$ 52 mil no total) e transações de anos diferentes (2018, 2020, 2022). As maiores quantias são repasses da direção partidária a candidatos e despesas de candidatos à direção, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 80 a R$ 170) e podem ser doações entre aliados ou pagamentos a fornecedor, sem indicar um esquema circular fechado no mesmo período.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 57.106,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço de outro, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima, mas não há indício forte de irregularidade. O fluxo fecha o ciclo, porém dentro de uma mesma rede partidária e em anos eleitorais distintos, o que é explicável por movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 87.867,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários. A BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Renato Roseno quanto recebendo despesa de Anna Karina, mas o valor recebido (R$ 62,00) é irrisório e pode ser um serviço pontual. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.534,78
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL no Ceará, e a maior parte das transações é de 2018, com uma despesa de 2022. O fluxo inclui doação da direção estadual para candidata, doações entre candidatos do mesmo partido e despesa de campanha para a direção estadual, padrão comum em contas partidárias. O valor total é modesto (R$ 51,5 mil) e não há indício de fornecedor estranho ou valor fora de escala.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 51.779,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 51,7 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024). O maior fluxo é uma despesa de R$ 38,8 mil de Renato Roseno para a direção estadual do partido, compatível com repasse partidário ou ressarcimento, e as demais são doações pequenas entre filiados da mesma legenda. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor de ordem de grandeza discrepante que fuja do padrão de movimentação interna de um partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 83.771,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis entre si (R$ 11,9 mil, R$ 33 mil, R$ 6,5 mil e R$ 38,8 mil). As transações se distribuem entre 2018 e 2022, não formando um ciclo curto e fechado no mesmo período. A doação da BG Studios a Renato Roseno e a despesa de Rebeca Veloso com a mesma empresa são padrões comuns em campanhas do mesmo partido. Não há indício de que o dinheiro retorne enriquecido ou que os valores destoem do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 59.999,26
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020 e 2022, não formando um ciclo curto e fechado. O fluxo principal é a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos (Rebeca Veloso) e candidatos pagando despesas à direção (Renato Roseno), o que é rotineiro em prestações de contas partidárias. A doação de Ailton a Renato (R$ 160) é de valor irrisório e a despesa de Rebeca com a BG Studios (R$ 65,60) é compatível com serviços de tecnologia/estúdio, sem indício de preço fora do razoável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 56.011,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PSOL do Ceará e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a uma candidata, o que é um padrão legítimo. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 56 mil no total), sem indício de desproporção. A empresa BG Studios Tecnologia recebeu doação de uma candidata e doou para outro candidato, mas o valor é pequeno e pode ser contratação de serviços. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 122.570,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL cearense e uma candidata do PT, partidos que costumam atuar em coligações no Ceará, o que dá uma explicação partidária plausível para parte das transferências. Os valores são modestos (R$ 122,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), sem concentração temporal suspeita. Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível — que justifique priorizar checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 121.199,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 121 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria dos elos é entre membros do PSOL ou repasses do diretório partidário, o que é comum em campanhas. A única ligação entre partidos distintos é a despesa de Maya Eliz (PT) para Bárbara Oliveira, que não fecha o ciclo diretamente. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas a cadeia longa e a mistura de anos impedem uma explicação simples e automática.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 121.444,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 160 e R$ 150 em doações entre candidatos do PSOL em 2020) e repasses da direção partidária para Maya (PT), que não fecham um loop claro de retorno. A maior transação (R$ 38.800 de Renato para a direção estadual) é uma despesa de campanha, não uma doação de volta, e não há evidência de que o dinheiro retorne ao ponto de origem. Sem partido/coligação comum entre todos os elos e sem valores expressivos, não há fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 128.195,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do PSOL cearense (Renato Roseno e João Alfredo Telles Melo) e uma candidata do PT, partidos que frequentemente atuam em coligações no Ceará. As transações são de baixo valor (R$ 2.460 a R$ 80 mil), compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários, e a maior parte ocorre em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), sem concentração temporal suspeita. O valor total do loop (R$ 128 mil) é modesto e não há indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 248.815,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 2.000, R$ 660, R$ 80, R$ 4.500) que são compatíveis com doações internas, ressarcimentos e despesas de campanha entre aliados do mesmo partido. A maior transação (R$ 99.578,76) é repasse da direção estadual para uma candidata, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor estranho, valor de ordem de grandeza discrepante nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 252.110,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de repasses internos entre campanhas do mesmo partido. Os valores são modestos e compatíveis com doações entre aliados e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. A maior transação é o repasse da direção estadual para Anna Karina (cerca de R$ 99,5 mil ao longo de 2018-2022), o que é típico de apoio financeiro partidário. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço que dificulte a explicação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 285.106,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL no Ceará, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos a uma candidata — padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 65,60 e R$ 6.000) e a maior parte do volume (R$ 99,5 mil) vem da própria direção partidária, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do que se espera de campanhas da mesma coligação/partido, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar as datas e a natureza exata de cada repasse.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 257.515,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados do mesmo campo político. As transações se distribuem por vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O maior valor é um repasse da direção estadual para uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 246.830,05
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PSOL do Ceará, e o ciclo envolve repasses da direção estadual do partido para candidatos e doações entre candidatos da mesma legenda, padrão comum em campanhas proporcionais. Os valores são modestos (R$ 30 a R$ 99 mil por transação) e compatíveis com movimentação de campanha de pequeno porte. O loop aparente pode ser explicado por doações cruzadas entre aliados e despesas de campanha, sem indicar necessariamente irregularidade.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 247.074,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é um repasse da direção estadual para uma candidata (R$ 99,5 mil), padrão comum em campanhas proporcionais. As demais movimentações são de baixo valor (R$ 60 a R$ 38,8 mil) e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou apoio mútuo dentro da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 251.525,93
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o elo de maior valor é um repasse da direção estadual do partido para uma candidata, padrão legítimo e comum. As demais transações são doações de baixíssimo valor entre candidatos da mesma sigla/coligação (R$ 10 a R$ 3.000), compatíveis com apoio mútuo ou ressarcimento. O ciclo se fecha, mas os valores pequenos e a identidade partidária tornam a explicação simples suficiente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 247.000,93
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL do Ceará, e a maior parte do fluxo é a direção estadual do partido repassando recursos a uma candidata (R$ 99.578,76), o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. As demais transações são doações de valores baixos entre candidatos da mesma sigla/coligação (R$ 10 a R$ 700), compatíveis com apoio mútuo ou rateio de sobras. O ciclo fechado existe, mas os valores pequenos e o vínculo partidário comum tornam a explicação simples razoável.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 279.102,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL/CE e uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 33.010,00 a Renato Roseno em 2018 e recebeu R$ 62,00 de despesa de Anna Karina no mesmo ano, além de repasses partidários e devolução de Renato à direção estadual. Embora todos sejam do mesmo partido, o retorno de recursos da empresa doadora para a cadeia de campanhas e o valor desproporcional entre a doação recebida e a despesa paga justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 255.330,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do volume (R$ 99.578,76) é doação da direção estadual para uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de baixo valor (R$ 62 a R$ 38.800) e podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido e pagamento por serviços de tecnologia/estúdio. Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 246.342,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores pequenos e compatíveis com doações internas e despesas de campanha. A maior transação é o repasse da direção estadual para Anna Karina (R$ 99,5 mil), padrão comum de financiamento partidário. As demais movimentações (R$ 170, R$ 80, R$ 62 e R$ 38,8 mil) são de baixa monta e podem ser explicadas por devoluções, ressarcimentos ou pagamentos a fornecedor do mesmo grupo político.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 251.342,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual doando para Anna Karina (R$ 99,5 mil em 10 parcelas), padrão comum de repasse a candidatos do próprio partido. As demais transações são de baixo valor (R$ 100, R$ 62, R$ 5.150) e a devolução de R$ 38,8 mil de Renato à direção estadual pode ser ressarcimento ou sobra de campanha, sem indício de enriquecimento ou fornecedor fora de contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 67.152,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é típico de movimentações entre campanhas do mesmo partido ao longo do tempo. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo, apenas a estrutura partidária repassando recursos e candidatos pagando despesas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 67.397,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. As transações são de baixo valor (R$ 160 a R$ 38.800) e incluem doações entre candidatos da mesma sigla e repasses da direção estadual, compatíveis com apoio mútuo e ressarcimentos. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique atenção especial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 135.281,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 135 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2026. As movimentações são compatíveis com repasses partidários, doações entre correligionários e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Não há fornecedor estranho, valor fora de escala ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 50.760,71
IA · deepseek-flash Todas as entidades são do PSOL no Ceará, e o elo central é a Direção Estadual do partido, que repassa recursos a candidatos e recebe despesas de campanha — padrão comum de fluxo partidário. Os valores são modestos (R$ 3 mil a R$ 38,8 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem ciclo curto e fechado no mesmo pleito. O 'loop' parece ser um artefato de encadear transações de anos diferentes entre pessoas da mesma coligação/partido, não um movimento circular real de dinheiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.752,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas parecem ligadas ao PSOL do Ceará, o que é um padrão comum em coligações partidárias. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 77 mil no total) e as direções das setas misturam doações e despesas, dificultando a caracterização de um esquema circular típico. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 204.213,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é um repasse da direção estadual ao candidato Gabriel Lima (R$ 161 mil), padrão comum de financiamento partidário, e as demais são doações e despesas de pequeno porte entre aliados do mesmo partido. Não há fornecedor sem relação com o serviço, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doadora recebendo de volta, apenas movimentação interna de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 204.458,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 160 a R$ 38.800) que são compatíveis com doações entre aliados e repasses partidários rotineiros. O valor mais alto (R$ 161.490,31) vem da Direção Estadual para um candidato, padrão legítimo de financiamento partidário. Não há fornecedor de ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza acima do resto, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 193.755,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados. A maior transação é a doação da Direção Estadual para João Alfredo Telles Melo (R$ 153 mil), típica de repasse de recursos do partido a candidato da mesma sigla. As demais movimentações são de pequeno porte e podem ser explicadas por devolução de sobra, ressarcimento ou apoio entre candidatos do mesmo campo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 193.895,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 153 mil) é uma doação da direção estadual ao candidato João Alfredo, padrão comum de financiamento partidário. As demais movimentações são de baixo valor e podem ser explicadas por ressarcimentos ou doações entre aliados do mesmo partido.