severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.921,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três candidatos são do mesmo partido (PSOL/CE) e os valores são modestos (R$ 15,9 mil no total). A maior transação é um pagamento de R$ 6.000 de Renato a Maria Cirlene, que não aparece como candidata, e a empresa BG Studios recebeu R$ 9.078 de Ailton e pagou R$ 283 a Edmilson — padrões que podem ser prestação de serviços ou repasses internos. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.933,04
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades e R$ 11.933,04, mas o que chama atenção é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia que aparece como doadora de R$ 5.150,00 para a campanha de Alexandre Araujo Costa e, ao mesmo tempo, recebe R$ 283,04 como fornecedora da campanha de Edmilson Barbosa Francelino Filho. O ramo da empresa não tem relação óbvia com despesas típicas de campanha, e o valor que ela doa é cerca de 18 vezes maior do que o valor que recebe de volta, o que dificulta explicar a cadeia como simples ressarcimento ou coincidência de coligação. Todos os candidatos são do PSOL/CE, o que ajuda a explicar parte do fluxo, mas a presença de uma empresa de tecnologia doando e sendo paga na mesma cadeia merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.110,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do mesmo partido (PSOL-CE) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 12.110 no total) e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.341,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 40,3 mil no total) e três candidatos do PSOL/CE, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando para Renato Roseno quanto recebendo despesa de Ailton Dantas, mas o valor recebido (R$ 681) é irrisório e o doado (R$ 33 mil) pode ser serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 214.536,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 2.145,36 no total) e transações típicas de campanha: doações entre correligionários e repasses da direção partidária a candidatos. O fluxo de volta à direção estadual (R$ 17.453,71) é compatível com ressarcimento ou contribuição partidária, prática comum. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique alerta.
severidade média5 nósR$ 10.700,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 12.160,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (CE), com valores baixos (R$ 12.160 no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018 a 2026). O elo de retorno é uma despesa de campanha de R$ 6.000 paga por Renato a Maria Cirlene, que não é uma das entidades doadoras do ciclo, e sim uma fornecedora/beneficiária — o que quebra a ideia de devolução direta de doação. O padrão é compatível com doações entre correligionários e pagamentos de despesas de campanha, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.484,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL/CE) e uma empresa, mas o fluxo é assimétrico: a BG Studios doa R$ 33.100 a Renato Roseno, enquanto Luciantonio Falcão paga apenas R$ 74 à mesma empresa e Renato Roseno paga R$ 6.000 a Maria Cirlene, que doou só R$ 400 a Luciantonio. A empresa BG Studios aparece como doadora de valor relevante e também como recebedora de despesa de campanha, o que fecha um loop com valores muito desproporcionais entre as pontas. Isso não é típico de mera coincidência de coligação e merece checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.712,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 9.078,00 para a campanha de Ailton Claecio (PSOL) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 74,00 como despesa da campanha de Luciantonio Almeida (PSOL). Além disso, há uma doação de Ailton para Renato Roseno (R$ 160,00) em 2020, e uma despesa de Renato Roseno para Maria Cirlene (R$ 6.000,00) em 2018, que por sua vez doou R$ 400,00 para Luciantonio em 2018. O loop fecha com valores muito díspares e uma empresa de tecnologia recebendo pagamento de campanha, o que não é típico. Apesar de todos os políticos serem do PSOL/CE, a presença de uma empresa doando e recebendo da mesma rede em ano eleitoral merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 11.724,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/CE e uma empresa de tecnologia, com valores que não fecham de forma trivial: a empresa doa R$ 5.150,00 a um candidato, mas recebe apenas R$ 74,00 de despesa de outro; a maior transação é uma despesa de R$ 6.000,00 de Renato Roseno para Maria Cirlene, que não aparece como candidata ou empresa no loop. A presença de uma empresa de tecnologia doando para campanha e recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, sem relação aparente com o serviço, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.960,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PSOL do Ceará, partido/coligação em comum, o que é um padrão legítimo de doações e despesas entre aliados. Os valores são modestos (R$ 11.960 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem concentração temporal suspeita. As despesas parecem pagamentos a fornecedores ou prestadores de serviço, e as doações entre candidatos do mesmo partido são comuns. Não há indício de empresa ou valor fora de escala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 40.191,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL no Ceará e uma empresa, com valores pequenos e anos variados (2018 e 2020). A maior parte do fluxo é a empresa doando R$ 33.010 a Renato Roseno em 2018, e este pagando R$ 6.000 a Maria Cirlene, que doa R$ 400 a Verônica; não há um ciclo curto e fechado de retorno à empresa. Os valores são modestos e compatíveis com transações rotineiras de campanha, sem fato concreto que destoe.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 214.386,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Ceará, com valores modestos (R$ 2.143,86 no total) e transações típicas de campanha: doações da direção partidária a candidatos, despesas de candidatos com a direção e uma pequena doação entre candidatos do mesmo partido. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala. O padrão é compatível com movimentação rotineira de recursos partidários entre aliados da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.939,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 10.939,12, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (PSOL entre Renato e Rodrigo; PCB e PSOL são partidos de esquerda, mas não a mesma coligação), e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos ou despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.184,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.184,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e compatíveis com doações entre candidatos do mesmo campo político (PSOL/PCB no Ceará). Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A conexão entre as entidades pode ser explicada por alianças partidárias e devoluções, sem indício claro de irregularidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas, mas 4 delas são do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (CE), o que é um padrão comum em coligações e grupos políticos locais. Os valores são modestos (R$ 12.580 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação suspeita. Não há um fato concreto que destoe do esperado para doações e despesas entre aliados partidários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.572,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 33.010,00 de uma empresa para um candidato, R$ 6.200,00 de outro candidato para a mesma empresa, R$ 6.000,00 de despesa para uma terceira pessoa) e anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham partido (PSOL) e estado (CE), padrão comum em coligações, mas a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que merece checagem. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 44.172,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas do mesmo partido (PSOL/CE) e uma empresa, com valores modestos (R$ 44 mil no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2026. A BG Studios doou R$ 33 mil a Renato em 2018 e recebeu apenas R$ 62 de despesa de Anna Karina no mesmo ano, o que não configura retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre estranhos), mas a combinação de doações entre candidatos do mesmo partido e uma empresa que também doa merece uma olhada humana para confirmar se é apenas movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.075,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do PSOL do Ceará em 2018 e uma empresa de tecnologia que doou R$ 33.010 a uma delas e recebeu R$ 65,60 da outra — valores muito díspares e sem relação clara entre si. A cadeia fecha, mas os montantes são pequenos e compatíveis com doações e despesas de campanha de baixa expressão, sem um fato isolado que destoe (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível). Não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.303,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 16,3 mil no total) e entidades majoritariamente do mesmo partido (PSOL/CE), o que é compatível com movimentação entre aliados. Porém, a empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto doando R$ 9.078 a Ailton quanto recebendo R$ 65,60 de Rebeca, e há uma despesa de R$ 6.000 de Renato a Maria Cirlene que fecha o loop — sem que se saiba o serviço prestado. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza, fornecedor de ramo incompatível, ciclo fechado entre desconhecidos), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dessas despesas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.315,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL do Ceará em 2018, o que é compatível com movimentação entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 12,3 mil no total) e a maior transação é um pagamento de R$ 6.000 de Renato Roseno a Maria Cirlene, que depois doa R$ 1.000 a Rebeca Veloso — padrão comum de repasse ou ressarcimento interno. A empresa BG Studios aparece tanto doando R$ 5.150 a Alexandre Araujo quanto recebendo R$ 65,60 de Rebeca, o que pode ser contratação de serviço e doação do mesmo fornecedor, sem salto de ordem de grandeza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.189,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do mesmo partido (PSOL) no Ceará, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 11 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um padrão de retorno rápido e fechado. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre campanhas aliadas, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.434,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas do mesmo partido (PSOL) e do mesmo estado (CE), com valores modestos (R$ 11.434 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018-2024). As setas podem ser explicadas por doações entre aliados, ressarcimentos de despesas de campanha ou pagamentos a prestadores de serviço recorrentes (ex.: Bárbara Oliveira dos Reis recebeu despesas de Zuleide e doou para Ailton). Não há indício de empresa, valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor fora do ramo que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.960,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas três delas são do PSOL do Ceará, o que torna plausível que sejam aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 13.960 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.134,96
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018: a empresa BG Studios doa R$ 33.010 a Renato (PSOL), que paga R$ 6.000 a Maria Cirlene, que doa R$ 1.000 a Zuleide (PSOL), que paga R$ 124,96 de volta à BG Studio. O ponto que chama atenção é a empresa doadora aparecer também como fornecedora paga por uma campanha da mesma cadeia, com o dinheiro retornando à origem em poucos passos. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.362,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, mas os valores são pequenos (R$ 16,3 mil no total) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020. A empresa BG Studios aparece tanto doando para Ailton quanto recebendo despesa de Zuleide, o que pode ser um fornecedor comum da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.374,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/CE e uma empresa de tecnologia, com valores que não são triviais: R$ 6.000 de despesa de Renato para Maria Cirlene, R$ 5.150 de doação da BG Studios para Alexandre, e R$ 124,96 de despesa de Zuleide para a BG Studio. O ponto que chama atenção é a empresa BG Studios aparecer simultaneamente como doadora de um candidato e fornecedora de outro dentro do mesmo ciclo, sem que os fatos expliquem a relação comercial ou o serviço prestado. Isso justifica uma checagem humana para entender se há um vínculo real entre as campanhas e a empresa, ou se é apenas coincidência de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 58.815,68
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL do Ceará, o que é um padrão comum de doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 58,8 mil no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018 a 2026), sem um ciclo curto e fechado que sugira conluio. A presença de uma entidade sem nome (25898620320) e de Maria Cirlene Felipe do Carmo, que não aparece como candidata, não é suficiente para tornar o caso bizarro, pois pode ser um fornecedor ou doador individual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.765,60
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre campanhas do PSOL no Ceará e uma empresa de tecnologia: Renato Roseno doou R$ 6.000 a Maria Cirlene, que doou R$ 400 a Alexandre Araújo Costa, que pagou R$ 355,60 à BG Studios, empresa que por sua vez doou R$ 33.010 a Renato Roseno. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como fornecedora paga por uma campanha e como doadora de valor quase 100 vezes maior a outra campanha da mesma cadeia, sem que os fatos expliquem a origem desse dinheiro ou a ligação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.993,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 15.993,60) e três candidatos do PSOL/CE, o que poderia ser explicado por articulação partidária legítima. Porém, a presença de uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 9.078 a Ailton e recebeu R$ 355,60 de Alexandre, além de uma despesa de R$ 6.000 de Renato a Maria Cirlene, sem que Maria apareça como candidata ou doadora, gera dúvida sobre a natureza do fluxo. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, mas também não é possível descartá-lo como rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.010,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL do Ceará, o que é um padrão comum de doações e repasses entre correligionários do mesmo partido/coligação. Os valores são modestos (R$ 12 mil no total) e as transações ocorrem ao longo de vários anos (2018-2026), sem ciclo curto e fechado. A presença de uma entidade sem nome (25898620320) e de Maria Cirlene Felipe do Carmo como intermediária não muda o quadro geral, que é compatível com movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.580,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 pessoas, mas todas as entidades identificadas são do PSOL do Ceará, o que é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 80 a R$ 6.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um padrão de devolução rápida ou de valores anômalos. Não há um fato concreto que destoe de uma explicação rotineira de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.572,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 33 mil de uma empresa para um candidato, R$ 6 mil de despesa de volta à mesma empresa, R$ 400 de doação entre terceiros) e anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham partido (PSOL/CE) e há sobreposição temporal, mas a maior parte do fluxo é uma doação empresarial comum a um candidato, não um retorno direto do dinheiro. Não há um fato isolado que destoe de padrões legítimos de mesma coligação, mas também não dá para descartar sem checar a origem dos recursos.
severidade média5 nósR$ 10.450,00
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.910,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PSOL do Ceará, com valores baixos (R$ 11.910 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2026. As doações entre candidatos do mesmo partido e a despesa de campanha paga a uma terceira pessoa são padrões comuns em prestações de contas, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao meio político. O loop pode ser coincidência de movimentações partidárias ou ressarcimentos, não havendo um fato concreto que fuja do rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.935,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PSOL do Ceará, com candidaturas a deputado federal em anos próximos (2014-2026), o que é compatível com um grupo político que se apoia mutuamente. Os valores são pequenos (R$ 25 a R$ 6.000 por transação) e as doações entre candidatos do mesmo partido/coligação são prática comum e legal. O ciclo envolve também uma pessoa sem cargo (Maria Cirlene) e transações espaçadas no tempo, sem concentração suspeita. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de escala ou empresa recebendo de volta o que doou.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.080,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que é compatível com um grupo político que troca apoios e serviços ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 6.000) e as transações são de tipos comuns (doação e despesa), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo estranho. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado entre aliados do mesmo partido, mas também não há elementos que confirmem uma explicação rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.075,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/CE em 2018, o que já sugere um contexto partidário comum que pode explicar as movimentações. A empresa BG Studios Tecnologia aparece tanto como doadora de R$ 33.010,00 para Renato quanto como recebedora de R$ 65,60 de Rebeca, valores de ordens de grandeza muito diferentes e em direções opostas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. As demais transações são de baixo valor (R$ 1.000,00 e R$ 6.000,00) e podem ser ressarcimentos ou pagamentos rotineiros entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão esperado para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 18.485,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas três candidatos do PSOL do Ceará, que podem ter relações políticas e de campanha entre si, e os valores são modestos (R$ 18,4 mil no total). As transações incluem doações entre os próprios candidatos e despesas pagas a terceiros que depois doaram para outros da mesma rede, o que é compatível com circulação de recursos dentro de um mesmo grupo político. Não há indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo, nem valor discrepante que fuja do padrão de pequenas campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 12.495,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PSOL do Ceará, em sua maioria candidatos a deputado federal, e os valores são modestos (R$ 12.495 no total). As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Doações entre correligionários do mesmo partido e estado são um padrão comum e legítimo, e a maior parte dos valores é de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do esperado para esse tipo de rede.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.072,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre duas campanhas do PSOL/CE e uma empresa de tecnologia, mas os valores são muito desproporcionais: a BG Studios doou R$ 33.010 a Renato, enquanto recebeu de volta apenas R$ 62 de Anna Karina, e a campanha de Renato pagou R$ 6.000 a Maria Cirlene, que por sua vez doou R$ 1.000 a Anna Karina. A assimetria extrema entre o que a empresa doa e o que recebe de volta, somada ao fato de a empresa ser de tecnologia e aparecer como fornecedora de campanha, dificulta a leitura como simples coincidência de coligação. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses e a relação entre as pessoas e a empresa.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 16.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.300,00, com transações em anos diferentes (2018 e 2020), o que já enfraquece a ideia de um loop imediato. O ponto mais chamativo é a empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA: ela doa R$ 9.078,00 para Ailton (2018) e, no mesmo ano, recebe R$ 62,00 como despesa da campanha de Anna Karina — uma empresa de tecnologia recebendo pagamento de campanha eleitoral sem que o ramo de atividade esteja claro. Além disso, Renato paga R$ 6.000,00 a Maria Cirlene, que doa R$ 1.000,00 para Anna Karina, fechando um elo indireto entre campanhas do PSOL/CE. Embora todos os agentes políticos sejam do mesmo partido e estado, a presença de uma empresa doando e recebendo recursos na mesma cadeia, com valores e anos distintos, justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 12.312,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL/CE em 2018 e uma empresa de tecnologia, mas o elo mais forte é a BG Studios: ela doa R$ 5.150,00 para a campanha de Alexandre Araujo Costa e, na mesma cadeia, recebe R$ 62,00 como despesa da campanha de Anna Karina. Além disso, Renato Roseno paga R$ 6.000,00 a Maria Cirlene, que doa R$ 1.000,00 para Anna Karina, e Alexandre doa R$ 100,00 para Renato — valores pequenos, mas o retorno de dinheiro da campanha para a empresa doadora em ciclo curto e fechado merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.510,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PSOL do Ceará, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. Os valores são modestos (R$ 40 a R$ 6.000) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.502,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 33.100,00 para a campanha de Renato Roseno em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 62,00 como despesa da campanha de Anna Karina, configurando um retorno de recursos da mesma cadeia. Além disso, há uma doação de Aurilanio Nobre para Anna Karina em 2024, mas as transações que fecham o loop são de 2018, misturando anos e valores desproporcionais. A presença de uma empresa doando valor alto e recebendo de volta, ainda que simbólico, e a conexão entre campanhas do PSOL no Ceará justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.423,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a BG Studios doou R$ 33.010 a Renato Roseno, enquanto Jamieson Rodrigues pagou apenas R$ 13,60 à mesma empresa e Renato Roseno pagou R$ 6.000 a Maria Cirlene, que doou R$ 400 a Jamieson. Não há um fluxo circular de valor equivalente, e sim transações de naturezas e magnitudes distintas dentro do mesmo ano e da mesma sigla partidária (PSOL/CE), o que pode ser coincidência de rede de campanha. Faltam dados sobre a relação entre Maria Cirlene e as campanhas, e sobre o serviço prestado pela BG Studios, para afirmar qualquer coisa além de que merece conferência se houver outros indícios.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.651,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2020, o que enfraquece a ideia de um loop imediato. O ponto que chama atenção é a BG Studios Tecnologia LTDA: ela doou R$ 9.078,00 para Ailton em 2018 e, no mesmo ano, recebeu apenas R$ 13,60 de Jamieson como despesa de campanha — uma assimetria de quase 700x entre o que a empresa doou e o que recebeu de volta na cadeia. Além disso, Renato pagou R$ 6.000,00 a Maria Cirlene, que doou R$ 400,00 a Jamieson, criando um fluxo de recursos entre pessoas físicas sem cargo/partido identificado no resumo. Vale checagem humana para entender a natureza desses repasses e a relação da empresa com as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 11.663,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PSOL do Ceará em 2018, o que é compatível com doações e despesas entre aliados da mesma coligação/partido. A empresa BG Studios Tecnologia recebeu R$ 5.150,00 em doações de Alexandre Araujo Costa e recebeu R$ 13,60 de despesa de Jamieson, valores pequenos e dentro de uma cadeia de campanha. O maior valor (R$ 6.000,00) é uma despesa de Renato Roseno para Maria Cirlene, que não fecha o ciclo diretamente, e o retorno final a Renato é de apenas R$ 100,00. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique alerta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 39.627,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 33.010 de uma empresa para um candidato, R$ 21.724 do outro candidato de volta à mesma empresa, R$ 600 de despesa e R$ 400 de doação entre pessoas físicas), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham o mesmo partido (PSOL/CE) e os mesmos anos eleitorais, o que é um padrão comum e legítimo de movimentação dentro de uma mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorizar uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.855,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três candidatos do PSOL do Ceará e uma empresa de tecnologia, com valores baixos e em anos distintos (2018 e 2020). A maioria das transações é compatível com doações entre aliados do mesmo partido e pagamentos por serviços, mas a ligação entre a empresa BG Studios e o candidato Ailton (R$ 9.078,00) não tem explicação óbvia nos dados. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não é possível descartar coincidência.