severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 73.829,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PL de Goiás e uma empresa de soluções financeiras, mas os valores são muito assimétricos: a empresa doou R$ 69.229,83 a Gustavo Gayer em 2022, enquanto a despesa de Frederico Cunha à mesma empresa foi de apenas R$ 99,65. O elo de retorno (Gustavo -> Bruno -> Frederico) soma R$ 4.500,00, quantia pequena perto da doação principal. Não há um fato concreto que fuja de um padrão comum (mesmo partido, fornecedor do ramo financeiro, valores baixos), mas também não dá para descartar sem checar a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 80.973,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. As conexões entre os candidatos (Gustavo Gayer e Dieyme Xavier, ambos do PL de GO) e as empresas (Facebook e Rinobox) não formam um ciclo fechado no mesmo período, e a maior parte do valor (R$ 69.229,83) é uma doação da Rinobox a Gustavo Gayer, que não retorna à empresa. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento eleitoral.
severidade média4 nósR$ 10.495,00
severidade média5 nósR$ 10.049,60
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.495,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 7.395) e as entidades identificadas pertencem a partidos diferentes (AVANTE e UNIÃO), sem coligação comum evidente. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas de campanha, mas também não se pode descartar coincidência ou relação pessoal não capturada.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 32.297,92
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PC do B de Minas Gerais, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), o que é compatível com repasses internos do partido entre candidatos e direções partidárias ao longo do tempo. Os valores são modestos (R$ 32 mil no total) e as quantidades de transações são pequenas, sem indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de empresa sem relação com o partido. O loop aparente pode ser explicado por doações e despesas rotineiras dentro da mesma estrutura partidária, não havendo um fato concreto que destoe do padrão esperado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 53.019,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PC do B de MG (Gilson Luiz Reis e José Vieira Filho) e intermediários sem partido identificado, com valores modestos (R$ 53 mil no total). As transações ocorrem em 2018 e 2020, período eleitoral, e podem refletir repasses dentro da mesma coligação ou ressarcimentos entre aliados. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo estranho, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário), mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.747,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 42,7 mil, mas todas as pessoas identificadas são do PC do B de MG, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um padrão claro de retorno imediato. Não há um fato concreto que destoe do que se esperaria de movimentação entre correligionários, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.265,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 34 mil no total) e entidades majoritariamente ligadas ao PC do B em MG, o que é compatível com movimentação interna de campanha, repasses partidários e ressarcimentos. A única entidade de partido diferente (Carmem Lúcia, do DC) aparece com transações de valor irrisório (R$ 1,80) e uma doação recebida de outra campanha, sem indicar um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento municipal, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 93.929,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PC do B em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 93,9 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas são compatíveis com doações entre aliados do mesmo partido e repasses da direção estadual a candidatos, padrão comum em coligações. Não há fornecedor estranho ao ramo, valor fora de ordem de grandeza, nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.075,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas todas filiadas ao PC do B de Minas Gerais, com valores modestos (R$ 16 mil no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022). O padrão é compatível com doações e despesas entre aliados do mesmo partido, incluindo um pagamento de campanha a um fornecedor que também aparece como doador. Não há indício de empresa de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo curto e fechado entre desconhecidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.425,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas do PC do B de MG, com valores modestos (R$ 17,4 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas podem ser explicadas por doações entre aliados do mesmo partido, despesas de campanha pagas a fornecedores/militantes e ressarcimentos internos. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação partidária local.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 14.775,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas físicas do mesmo partido (PC do B) em Minas Gerais, com valores modestos (R$ 14,7 mil no total) e transações espaçadas entre 2018, 2022 e 2024. As setas são doações e despesas entre aliados partidários, padrão comum em campanhas proporcionais de um mesmo diretório. Não há empresa fornecedora com ramo estranho, nem valor de ordem de grandeza acima do resto, nem ciclo curto e fechado entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 39.313,88
IA · deepseek-flash Todas as entidades com filiação partidária identificada pertencem ao PC do B de MG, e as transações envolvem doações entre candidatos do mesmo partido, repasses da direção estadual e despesas de campanha. O ciclo fechado é compatível com movimentação financeira rotineira dentro de uma mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores de ramo estranho. Não há indício que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.191,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 25 mil) e pessoas do mesmo partido (PC do B de MG), o que é compatível com uma rede de aliados. Porém, a cadeia inclui uma gráfica (fornecedor típico de campanha) e um vaivém entre Danilo Jomaso/Jomoso Vaz e Gilson Reis que não fecha claramente como simples repasse partidário. Faltam dados sobre a natureza exata de cada transação e a relação entre os envolvidos para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.920,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.920, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e nem todas as setas do resumo aparecem nas transações listadas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Três das pessoas são do PC do B de MG, o que dá uma explicação partidária plausível para parte das movimentações, mas a presença de uma gráfica e de nomes sem partido identificado impede uma conclusão simples. Não há valor fora de escala nem fornecedor de ramo incompatível que salte aos olhos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 519.655,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSD), mas o valor que fecha o loop de volta ao PL (R$ 506.100,00) é uma despesa de Carlos Alberto Dias Viana, não uma doação, e o valor que sai do PL para Sidnei (R$ 11.555,08) é pequeno. As transações intermediárias (R$ 1.800,00 e R$ 200,00) são de baixa expressão e podem ser ressarcimentos ou repasses rotineiros. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão legítimo comum.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 520.550,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSD), o que à primeira vista dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 506.100,00) é uma despesa de Carlos Alberto Dias Viana para a direção estadual do PL, enquanto as demais somam valores bem menores, e não há detalhamento do que seria essa despesa. Sem saber a natureza do gasto (ex.: repasse partidário, cessão de espaço, serviço) e sem verificar se há relação prévia entre os envolvidos, não é possível classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 516.825,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL e PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação no mesmo pleito. Porém, a maior transação (R$ 506.100,00) é uma despesa de Carlos Alberto para a Direção Estadual do PL, compatível com repasse partidário, e as demais somas são pequenas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas a mistura de partidos e a defasagem temporal impedem cravar como rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.564,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações de terceiros não identificados na cadeia (Antônio Carlos Doorgal de Andrada, Haroldo Pereira) e uma despesa de Paulo Abi-Ackel para Haroldo Pereira que não se conecta diretamente às demais. Os valores são modestos (R$ 15,5 mil no total) e as entidades compartilham o mesmo estado (MG), o que permite explicar por relações políticas locais ou prestação de serviços gráficos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não há elemento suficiente para priorizar como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.852,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.852,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Luís Henrique e Silvano; PSDB de Paulo Abi-Ackel), mas a gráfica e a entidade sem nome não têm partido informado, e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha em 4 entidades de partidos diferentes (REDE e AVANTE) e sem coligação declarada em comum, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, as quantias são desproporcionais: Welbert paga R$ 9.000 a Valéria, mas esta doa apenas R$ 1.500 a Luis Henrique, enquanto Luis Henrique paga R$ 3.000 a Isaque, que doa só R$ 1.500 a Welbert — o dinheiro some no caminho e o elo de retorno é fraco. Merece checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações cruzadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 10.916 no total) e as transações são poucas e espaçadas no tempo, podendo refletir doações e despesas rotineiras entre pessoas físicas que atuam politicamente na mesma região de MG. Não há um fato concreto e gritante, como valores muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.916,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 10.916,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há dois candidatos do mesmo partido (AVANTE/MG), o que poderia explicar parte da movimentação, mas também há um candidato do PSD e dois intermediários sem partido informado. Os valores são modestos e não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.712,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (REDE e AVANTE) em MG, mas os valores são modestos (R$ 14,7 mil no total) e as transações intermediárias são com pessoas físicas sem partido/cargo informado, o que impede avaliar vínculo. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível. Sem saber quem são os intermediários e se há relação de coligação ou parentesco, não dá pra dizer se é padrão legítimo ou algo a checar.
severidade média5 nósR$ 10.011,00
severidade média5 nósR$ 10.011,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 15.016,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) e cargos distintos, sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por repasse partidário rotineiro. Além disso, há inconsistências nos nomes (ONEDIO LOBO BRAGANSSA vs. GRAGANSSA, ROSENI APARECIDA vs. APARECIDO) e os valores são muito díspares (R$ 16 a R$ 9.000), com uma despesa de R$ 9.000 saindo de uma campanha e voltando como doação de R$ 1.500 no ciclo seguinte. O conjunto merece checagem humana para verificar se há relação real entre as pessoas ou se é apenas coincidência de registros.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.866,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AVANTE, CIDADANIA, PSD) em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 13.866 no total) e as transações incluem doações e despesas de campanha, que podem ocorrer entre aliados políticos locais em Minas Gerais. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas o fechamento do ciclo entre pessoas sem vínculo partidário declarado merece uma checagem humana para descartar coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.016,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.016,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Resende e Meira), mas também entidades sem partido informado e de outros partidos (PSD), sem clara coligação comum. Os valores são modestos e compatíveis com movimentação típica de campanhas municipais/estaduais em MG, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 13.100,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022 e 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (AVANTE entre Luis Henrique e Antônio Carlos) e possíveis relações familiares (Renata Faria de Paiva e Renata Faria de Paiva Meira), o que pode explicar doações e despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.969,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas 4 pessoas e R$ 15,9 mil, com transações espalhadas entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop fechado. As entidades são de partidos diferentes (PL e REPUBLICANOS) e cargos distintos, mas os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.250,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas sem partido/coligação claramente comum entre todas, mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação (R$ 11.667,00 de Jair Bolsonaro para Fabiano de Sousa Pontes) é uma despesa de campanha, e a doação de R$ 200 de Selma para Bolsonaro é irrisória, sugerindo que o 'ciclo' pode ser apenas coincidência de nomes em bases distintas. Não há um fato concreto e nomeável que destoe do padrão comum de doações e despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.249,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PL, Republicanos, PRTB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas entre si, sem um elo claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto e nomeável que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 1.247.686,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas do PT (partido, direção estadual, candidatos do RJ e Lula), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. Os valores são modestos e compatíveis com doações entre aliados e repasses de direção partidária, sem indício de empresa doando milhões e recebendo de volta. A maior transação (R$ 732 mil) é uma despesa de Lula para a direção estadual, consistente com repasse partidário. Não há fato concreto que fuja do roteiro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 64.370,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são do PT/RJ e as transações ocorrem em 2018 (ano eleitoral), com uma única exceção em 2020. Há uma doação de R$ 50.000 de Maria Naustria para Luiz Lindbergh em 2020, fora do ciclo principal, e uma despesa de R$ 50.000 de Luiz Lindbergh para a campanha de Marcia Tiburi em 2018. Os valores são modestos (total R$ 64.370,81) e a maioria das transações é compatível com repasses entre aliados da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.187,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 55 mil no total) e todos os agentes com partido identificado são do PT, o que é compatível com repasses internos de campanha ou ressarcimentos entre aliados. A maior transação (R$ 50 mil) é uma despesa de Luiz Lindbergh à campanha de Marcia Tiburi, ambos do PT, e as demais são doações de pequeno porte. Não há salto de ordem de grandeza, fornecedor de ramo estranho nem empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo valor, de modo que os fatos não apontam claramente para nada anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 55.187,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são pequenos (R$ 55 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2020), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, as entidades têm vínculos partidários (PT) e cargos no RJ, o que pode explicar movimentações dentro de uma mesma coligação ou grupo político. Não há um fato concreto que destoe do padrão, como valor muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas 3 delas são do PC do B (ALBA, LEONARDO e ROBERTO) e uma do PT (LUIZ LINDBERGH), partidos que frequentemente atuam em coligações no RJ. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 5.400) e compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas coligadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e partidos distintos (PT e PV), o que enfraquece a hipótese de um esquema coordenado imediato. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e as transações são de naturezas variadas (doação e despesa), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual, mas também não há elementos que expliquem completamente o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.177,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 29 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSB, PDT, PSDB), o que à primeira vista não configura um padrão comum de mesma coligação. No entanto, as transações estão espalhadas por anos distintos (2018 e 2022) e incluem uma empresa (AIXMOBIL) que tanto doou quanto recebeu pagamento, além de um intermediário (EDUARDO JORGE ROCHA PEDROSA FILHO) que não aparece como candidato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima dos demais, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado no mesmo ano), mas a combinação de partidos distintos e a presença de uma empresa no meio do loop impede uma explicação simples e imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 304.227,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos distintos: uma despesa de R$ 903,49 de João Azevedo Lins Filho (PSB) à AIXMOBIL em 2018, doações de R$ 24.324,00 da AIXMOBIL a Cássio Cunha Lima (PSDB) em 2018, despesa de R$ 99.000,00 de Cássio à direção estadual em 2018 e doação de R$ 180.000,00 da direção estadual a João Azevedo em 2022. Os partidos são diferentes (PSB e PSDB), mas ambos atuam na Paraíba e o elo entre eles é uma empresa privada, sem indicar coligação comum. O valor da despesa de João à AIXMOB é irrisório perto das demais transações, e o intervalo de quatro anos entre as pontas do ciclo enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 221.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSB e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a circularidade. A AIXMOBIL doou R$ 25.790,00 a João Azevedo Lins Filho em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro, valor sete vezes maior e sem relação aparente com o serviço prestado. O elo entre João Azevedo e Bolsonaro se dá por uma despesa de R$ 11.500,00 a Luiz Antônio Gomes Monteiro, que doou apenas R$ 1,00 a Bolsonaro, tornando a cadeia ainda mais opaca. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 371.662,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: uma empresa (AIXMOBIL) doa a um senador do PSB em 2018, enquanto no mesmo ano a campanha presidencial de Bolsonaro (PL) paga R$ 184 mil à mesma empresa, e em 2022 Pablo Marçal (PRTB) doa R$ 160 mil a Bolsonaro. Não há coligação, partido ou vínculo declarado que explique a coincidência de a mesma empresa receber despesa de uma campanha e doar a outra, com valores de ordens de grandeza diferentes. O elo de R$ 2 mil de Flavio Boanerges para Marçal e o pagamento de R$ 1,5 mil do senador ao mesmo Flavio completam um circuito fechado que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 214.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades sem partido/coligação em comum: uma empresa (AIXMOBIL) doa R$ 25.790 a um senador do PSB, que paga R$ 4.500 a um intermediário, que doa R$ 1 a Bolsonaro (PL), cuja campanha paga R$ 184.352 à mesma empresa. O elo mais frágil é a doação de R$ 1 de José Roberto de Lima Araújo a Bolsonaro, valor irrisório que serve apenas para fechar o loop, e a empresa AIXMOBIL aparece nas duas pontas (recebendo da campanha de Bolsonaro e doando ao senador do PSB). A diferença de magnitude (R$ 184 mil pagos pela campanha vs. R$ 25 mil doados pela empresa) e a ausência de vínculo partidário entre os personagens dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 359.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSB, MDB, Republicanos, PODEMOS) e valores que variam de R$ 2 mil a R$ 284 mil, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e incluem doações e despesas, o que dificulta caracterizar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível explicar tudo por um padrão partidário único.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 319.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PSB, PL, PODEMOS) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem doações e despesas eleitorais típicas, com valores compatíveis com campanhas estaduais. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.020,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PSB e MDB), partidos diferentes. Os valores são modestos (R$ 15.020 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é um padrão rotineiro e legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) e anos distintos (2018 a 2026), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Por outro lado, os valores são relativamente baixos e as transações podem refletir relações pessoais ou serviços prestados entre os envolvidos, sem um fato concreto que destoe claramente. Não há um único elemento que force uma checagem manual imediata, mas também não se pode descartar sem mais informações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) e anos distintos (2018 a 2026), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 50.540 no total) e as transações parecem doações e despesas normais de campanha, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há elemento claro que justifique priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.