severidade média5 nósIA: bizarroR$ 50.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) e cargos/anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente que explique a cadeia. Além disso, há um fluxo de R$ 20.000,00 de Milton Hobus para Gerri Adriani Consoli em 2024 e um retorno de R$ 27.000,00 de Gerri para Josiani da Rocha, valores que, embora não idênticos, fecham um circuito com despesas de campanha. A combinação de partidos distintos, anos variados e valores relevantes justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) em SC, mas os valores são modestos (R$ 50,5 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 a 2026), sem um encadeamento temporal curto e fechado. As doações de Milton Hobus a Gerri Consoli (R$ 20 mil em 2024) e as despesas de Gerri a Josiani da Rocha (R$ 27 mil em 2022-2026) podem refletir relações políticas locais ou prestação de serviços, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de empresa fachada, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo imediato entre os mesmos atores, o que torna o caso ambíguo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 50.540,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, REPUBLICANOS) e anos distintos (2014 a 2026), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou ressarcimento. Além disso, há um desequilíbrio grande de valores: Milton Hobus doa R$ 20.000 a Gerri Consoli, enquanto Gerri paga R$ 27.000 a Josiani da Rocha, que doa apenas R$ 40 a Olívio Flores, que paga R$ 500 a Fernando D'Ávila, que doa R$ 3.000 a Milton Hobus. A cadeia fecha o loop, mas as quantias e a diversidade de vínculos (incluindo pessoas físicas sem cargo) justificam uma checagem humana para entender a motivação real dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) em SC, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 50.520 no total) e há doações e despesas de campanha que podem refletir relações políticas locais ou reembolsos. Não há um fato agudo, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.561,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, UNIÃO, REPUBLICANOS) e valores que variam de R$ 61 a R$ 27.000, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. O caso merece apenas acompanhamento, mas não se destaca como bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.516,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 3 candidatos de partidos diferentes (PSD, PSDB, Republicanos) e valores que variam de R$ 16 a R$ 27.000. As conexões entre eles são doações e despesas em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024, 2026), sem um padrão claro de retorno imediato ou de mesma coligação. Não há um fato único que destoe gritantemente, como um valor muito acima dos demais ou um fornecedor de ramo incompatível, mas a existência de um ciclo fechado entre pessoas de partidos distintos justifica uma checagem humana para entender a motivação dos repasses.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 236.653,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop (R$ 2.000 a R$ 25.000), e a empresa AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora do principal pagador do ciclo. Esses dois fatos — heterogeneidade partidária e assimetria de valores com duplo papel da empresa — justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.332.490,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, que pode ser repasse partidário rotineiro, e a doação de R$ 25 mil da Direção Nacional a Antônio Carmo é compatível com repasse a candidato. Não há um fato único que destoe de padrões legítimos, mas a combinação de partidos e a sequência circular justificam uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.653,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor mais alto é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 7.281 ao candidato do PSDB em MG — inversão de fluxo entre partidos adversários. Além disso, a doação de R$ 10.000 da Direção Nacional do PSDB a Simone Coutinho (vereador) e a despesa de R$ 20.000 de Marcus Vinicius à Direção Nacional no mesmo ano (2018) sugerem um circuito interno partidário que merece checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.317.490,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações distintas (PSDB, PL, PSB), mas os valores e tipos de transação são compatíveis com padrões rotineiros de financiamento eleitoral: repasses da direção nacional a candidatos, doações de pessoas físicas e despesas de campanha a fornecedores. O valor mais alto (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de campanha de Alckmin à Direção Nacional, provavelmente repasse partidário, e a doação de R$ 10 mil da direção nacional a Simone Coutinho Brito é típica de apoio a candidato. Não há indício de que os mesmos atores estejam devolvendo recursos entre si de forma circular suspeita; as conexões se dão por elos partidários e de prestação de serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.634,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, direção nacional), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação, mas também não há um fato isolado que destoe claramente. Os valores são muito heterogêneos (R$ 1,40 a R$ 184 mil) e as transações ocorrem em anos distintos, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados ao longo do tempo. Não há um único elo com valor de ordem de grandeza anômala ou fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.309.472,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem captar relações indiretas via 'Direção Nacional' e fornecedores, sem um encadeamento claro de retorno do dinheiro. Não há um fato concreto e nomeável que caracterize ciclo fechado suspeito, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 227.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, União, PSDB), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação, mas as transações são de anos distintos e valores desiguais. A maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que pode ser um serviço legítimo, e as demais pontas são pequenas ou compatíveis com repasses partidários. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.323.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, UNIÃO, PSB) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e podem refletir dinâmicas normais de campanhas, como repasses partidários, doações entre candidatos e pagamentos a fornecedores. O valor de R$ 2,1 milhões pago por Alckmin à Direção Nacional do PSDB é compatível com repasses partidários, e a doação de R$ 16 mil da Direção Nacional a Rodrigo Vengrus também é plausível. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como um ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo partidário ou um fornecedor sem relação com o serviço. Diante disso, os dados não permitem afirmar se é rotineiro ou estranho, justificando uma checagem manual apenas como precaução.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 59.334,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 59,3 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. As entidades compartilham vínculo partidário (PSDB) e há repasses da direção nacional a candidatos, padrão comum e legítimo. O valor de R$ 2.000,00 de Marcus Vinicius à Direção Nacional em 2018 é o único elo que fecha o ciclo no mesmo ano, mas não há indício de que seja anômalo frente ao restante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.155.172,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do mesmo campo político (PSDB/PSB) e uma empresa que doou para campanha de Alckmin em 2018. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2024) e valores compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem um elo fechado e imediato entre pessoas sem vínculo partidário. O maior valor (R$ 2,1 milhões) é uma despesa de Alckmin para a direção nacional, o que é típico de repasses partidários, e não um retorno direto a um doador.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.133,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e intencional. A maior parte do valor (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que pode ser um serviço legítimo, e as demais transações são de baixa monta ou de direção partidária. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de movimentação entre campanhas e empresas, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.308.970,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e um fornecedor privado (AIXMOBIL), sem coligação comum que explique a cadeia. A transação de R$ 1 de Oberdan Saretta (PSDB) para Jair Bolsonaro (PL) é um valor atípico e sem justificativa aparente. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de Alckmin e depois recebe pagamento de Bolsonaro, o que fecha um loop entre campos opostos. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 3.362.311,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente repasses do próprio PSDB (direção nacional e estadual) a candidatos filiados ou aliados, o que é padrão legítimo de financiamento partidário. As transações entre candidatos de partidos diferentes (Vitor Lippi/PSD -> Paulo Henrique/PL) são de valor baixo (R$ 3.750) e podem ser ressarcimento ou despesa compartilhada. O valor mais alto (R$ 3,275 mi) é doação da direção nacional ao candidato Vitor Lippi, típica de campanha majoritária. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 867.083,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção que a AIXMOBIL, fornecedora da campanha de Bolsonaro em 2018, apareça depois doando para um candidato do PSDB em 2018, e que o valor de R$ 184 mil pago a ela seja uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop. A soma de R$ 645 mil da Direção Nacional a José Roberto Teixeira também destoa do restante, mas pode ser repasse partidário rotineiro; o conjunto, porém, merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.962.920,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas variadas (doações, despesas, repasses partidários) e valores que podem ser compatíveis com atividades lícitas de campanha, sem um elo direto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 45.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSD) e uma pessoa sem partido identificado, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 45.850 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), o que pode refletir movimentações partidárias rotineiras, como repasses de direção nacional, ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor de ramo incompatível, mas a mistura de partidos e a presença de uma entidade sem nome no ciclo impedem uma classificação como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.884,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O valor de R$ 184.352,21 pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 2.250 a R$ 7.281), e a doação de R$ 1,00 de Marcos Antonio a Bolsonaro é um valor atípico que merece checagem. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB e recebendo despesa de campanha do PL, sem relação partidária evidente entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.309.721,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e podem refletir dinâmicas normais de campanhas e repasses partidários. A maior transação (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, o que pode ser devolução de sobra ou repasse legal, e não há um fato isolado que destoe de forma inexplicável. Sem mais contexto sobre a natureza dos gastos e a relação entre as entidades, não é possível classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), enquanto este paga R$ 20.000,00 à Direção Nacional e Frederico Lisboa (PSDB) doa R$ 10.000,00 da Direção Nacional e R$ 1,00 a Bolsonaro. A assimetria de valores e a mistura de partidos e anos tornam a explicação simples (ex.: mesma coligação) insuficiente, justificando checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.317.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), mas as transações são de períodos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do volume (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a Direção Nacional, que pode ser repasse partidário legal, e a doação de R$ 1,00 de Frederico a Bolsonaro é irrelevante. Não há um fato único e concreto que caracterize algo claramente atípico, mas também não se pode descartar coincidência entre campanhas de diferentes legendas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 218.509,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, União) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas variadas (doações, despesas de campanha) e valores díspares, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe de forma evidente, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de agregação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.314.346,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, UNIÃO, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 2,12 milhões de Alckmin para a Direção Nacional do PSDB, enquanto as demais somam valores muito menores, gerando assimetria de ordens de grandeza. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de Arlene Ramon para Bolsonaro, valor atípico que não se explica por padrão rotineiro. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a real natureza do loop.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.043.110,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades ligadas ao PSDB: a Direção Nacional do partido repassou R$ 1.015.000,00 ao senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), que pagou R$ 829,81 à AIXMOBIL, a qual doou R$ 7.281,00 ao candidato a governador Marcus Vinicius (PSDB-MG), que por sua vez pagou R$ 20.000,00 à Direção Nacional. Os valores são de ordens de grandeza muito diferentes e as transações ocorrem todas em 2018, ano eleitoral, sendo compatíveis com repasses partidários, despesas de campanha e doações dentro do mesmo campo político. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor desproporcional que destoe do conjunto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 3.138.948,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve o PSDB nacional repassando recursos a Cássio Cunha Lima (PSDB) e a Aixmobil, que doa a Alckmin (PSB), enquanto Alckmin paga despesas à direção nacional. As transações ocorrem todas em 2018 e os valores são modestos frente ao total, mas a presença de uma empresa privada (Aixmobil) no meio do ciclo e a diferença de partidos entre os candidatos impedem uma explicação automática como mero repasse partidário. Não há, contudo, um fato isolado que destoe de forma gritante (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então o caso fica no limbo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 61.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 61.400,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e não formam um loop curto e fechado no mesmo período. Há vínculos partidários (PSDB) entre três das quatro entidades, o que pode explicar repasses internos e devoluções, mas a presença de um candidato do NOVO e a direção nacional do PSDB como entidade genérica impedem uma conclusão simples. Os valores são modestos e não há indício de desproporção ou ramo de atividade incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 219.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 1,00 de Marilda a Bolsonaro e uma despesa de R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil, por exemplo. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um que claramente destoe a ponto de justificar priorização. O conjunto é compatível com coincidências de registros públicos de campanha, mas não permite afirmar que seja rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.315.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00, R$ 1.795,00, R$ 8.000,00, R$ 184.352,21, R$ 2.121.323,53) e as transações parecem desconexas, sem um padrão claro de devolução de recursos. Não há um fato único e contundente que caracterize um ciclo fechado e suspeito, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 217.263,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes, mas o elo mais forte é a despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que no mesmo ano de 2018 doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB-MG). A AIXMOBIL aparece como fornecedora de uma campanha presidencial e doadora de outra campanha estadual no mesmo ciclo, sem relação partidária ou coligação evidente entre elas. O restante do loop envolve valores pequenos e direções partidárias nacionais, mas a concentração de R$ 184 mil em uma empresa que também doa a adversário de outro estado justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.313.100,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB, 2018-2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: uma doação de R$ 1,00 de um vereador do PSDB a Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional em 2018. Não há um fato único que destoe de forma clara a ponto de justificar priorização, mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem checar as notas fiscais e contratos por trás das despesas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 5.269.323,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PSD) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Por outro lado, os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, e o 'loop' pode resultar de movimentações cruzadas ao longo do tempo. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.921,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), valores de ordens de grandeza distintas. Além disso, há uma doação de R$ 1,00 de Alda Regina (PSDB) a Bolsonaro (PL), valor atípico que reforça a necessidade de checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.307.759,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 2,121 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, enquanto as demais são doações de valores baixos (R$ 1,00 a R$ 1.795,00), sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados de anos e campanhas diferentes. Não há um fato concreto e isolado que caracterize um ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores no mesmo período.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.135,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, direção nacional), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: uma doação de R$ 2,00 de Jefte a Bolsonaro e uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à Aixmobil, o que torna o 'loop' mais uma coincidência contábil do que um fluxo circular relevante. Não há um fato concreto que, isoladamente, justifique priorização humana, mas também não há explicação simples e única para todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.308.972,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares (de R$ 2,00 a R$ 2,1 milhões) e algumas são despesas genéricas de campanha, não doações diretas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização sem uma análise mais detalhada dos vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 215.635,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 2,00 de um vereador do AM a Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à Aixmobil em 2018. O elo mais substancial é o pagamento da campanha de Bolsonaro à Aixmobil, que pode ser contratação de serviço, e a doação da Aixmobil a Marcus Vinícius (PSDB) em 2018, que pode ser doação empresarial à época permitida. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.311.472,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de campos políticos distintos (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas cada elo tem explicação simples: repasse da direção nacional do PSDB a um vereador do partido, doação de R$ 2,00 de um vereador a Bolsonaro, despesas de campanha de Alckmin e Bolsonaro com fornecedores e direção partidária. O elo AIXMOBIL (R$ 1.795 doados a Alckmin em 2018) e a despesa de Bolsonaro à mesma empresa em 2018 são compatíveis com contratação de serviços de mobilidade, sem indício de retorno do dinheiro à campanha de origem. Não há ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário nem valor de ordem de grandeza anômala que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.638,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), enquanto este pagou R$ 20.000,00 à Direção Nacional do PSDB. A diferença de ordens de grandeza e a mistura de partidos e uma empresa privada no mesmo loop justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.309.475,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), mas as transações são de naturezas distintas: doações de campanha, despesas de campanha e repasses partidários. O elo de fechamento (Alckmin -> Direção Nacional) é uma despesa de R$ 2,1 milhões em 2018, compatível com repasse partidário, e não uma doação de volta ao PSDB. Os demais valores são pequenos ou de fornecedor (Aixmobil), sem um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 281.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas os valores e anos são muito díspares: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é um pagamento de despesa de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, enquanto as demais transações são de anos distintos e valores pequenos ou de repasse partidário. Não há um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem em curto prazo, e as conexões podem ser explicadas por relações partidárias e contratos usuais. Faltam elementos para afirmar que há um loop fechado suspeito ou que seja totalmente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.377.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 a R$ 2,1 milhões) e as transações parecem ser repasses partidários e despesas de campanha rotineiras, sem um elo direto e fechado entre as mesmas partes. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 49.186,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PP) e uma empresa privada, o que à primeira vista poderia sugerir um loop fechado. No entanto, as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores não formam um ciclo de retorno exato: a maior transação (R$ 20.000,00) é uma despesa de Marcus Vinicius para a Direção Nacional, enquanto a doação da Direção Nacional a Cleberson é de R$ 18.750,00 em 2018 e R$ 20.000,00 em 2022. Além disso, a doação da AIXMOBIL a Marcus Vinicius (R$ 7.281,00) e a despesa de Cleberson à AIXMOBIL (R$ 30,30) são de magnitudes muito diferentes e podem ter motivações distintas. Não há um fato concreto que caracterize um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores sem justificativa aparente, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.145.023,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PP) e valores muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 2,12 milhões de Alckmin para a Direção Nacional do PSDB em 2018, enquanto as demais somam alguns milhares. As conexões intermediárias (Cleberson Gardin e Aixmobil) movimentam valores pequenos e não há elemento claro que explique o encadeamento como um padrão rotineiro, mas também não há um fato isolado que destoe de forma gritante. O caso merece checagem, mas os dados fornecidos não permitem afirmar se é coincidência entre campanhas ou algo que exija atenção prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 54.623,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSDB, com valores compatíveis entre si (R$ 5 mil a R$ 22 mil) e anos distintos (2018 e 2020). A maior parte das transações é explicável por repasses partidários e doações entre aliados do mesmo partido, e a empresa Aixmobil aparece como doadora e fornecedora, o que é comum em campanhas. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.150.461,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente figuras do PSDB (Maria Cristina Botafogo, Antonio Floriano Pesaro) e o PSDB nacional, com valores e anos compatíveis com campanhas de 2018 e 2020. A transação de maior valor (R$ 2.121.323,53) é uma despesa de Geraldo Alckmin Filho para a Direção Nacional do PSDB, padrão comum de repasse partidário, e as demais transações são de baixa monta ou doações dentro do mesmo campo político. A presença da AIXMOBIL como fornecedora/doadora não é suficiente para caracterizar anomalia sem mais contexto sobre seu ramo de atuação. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre campanhas aliadas e direção partidária.