severidade média5 nósIA: bizarroR$ 233.734,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação comum evidente. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), e este pagou R$ 20.000,00 à Direção Nacional do PSDB, que doou R$ 22.000,00 a Maria Cristina (PSDB), que doou R$ 101,00 a Bolsonaro. O elo entre a empresa e o candidato do PL, sem relação partidária clara, e o fechamento do ciclo com valores de ordens de grandeza distintas justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.329.571,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, os valores e anos são heterogêneos: a maior transação é uma despesa de R$ 2,12 milhões de Alckmin à Direção Nacional em 2018, enquanto as demais são de ordens de grandeza muito menores e em anos distintos (2018, 2020, 2022). Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de transações não relacionadas, e não um ciclo fechado intencional.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 342.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSDB em Minas Gerais (Jarbas Correa, Heber Quintella e Marcus Vinicius), com valores que variam de R$ 400 a R$ 250 mil e anos distintos (2018-2024), o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados da mesma federação. A entrada da Direção Nacional do PSDB repassando R$ 250 mil a Jarbas em 2024 e a despesa de R$ 20 mil de Marcus Vinicius à direção em 2018 são padrões comuns de financiamento partidário. O único elo fora do PSDB é João Fernando (NOVO), mas os valores que o conectam ao ciclo são baixos (R$ 400 e R$ 1.000), podendo ser doações pontuais entre candidatos de campos distintos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.203.594,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB) e uma empresa privada, mas as transações estão distribuídas em anos distintos (2018 e 2026) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A maior parte do volume (R$ 2,121 bilhão) é uma despesa de Alckmin para a Direção Nacional, o que pode ser repasse partidário legal, e a doação da Direção Nacional a Paulo Célio (R$ 80 mil) em 2026 é típica de financiamento partidário. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade; o loop pode ser coincidência contábil entre campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 236.502,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PSDB no Pará, com valores que parecem compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 160 mil de Nilson Pinto para o diretório estadual) é uma despesa típica de campanha, e as demais são doações de pequeno porte entre aliados do mesmo partido. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação partidária, nem valores de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.509,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é uma despesa de R$ 184 mil de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que não tem relação partidária clara com os demais, mas o valor é compatível com serviços de campanha. Já a doação de R$ 100 de Robinson Pais a Bolsonaro em 2022 é irrisória e não fecha o ciclo de forma significativa.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.309.346,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há elos frágeis, como a doação de R$ 1,00 de Robinson Pais a Jair Bolsonaro. A maior parte do volume (R$ 2,121 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, que não se conecta diretamente às demais doações. Sem dados adicionais sobre a natureza dos serviços da AIXMOBIL ou a relação entre os envolvidos, não há um fato concreto que caracterize um padrão anômalo claro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 218.908,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou para um candidato do PSDB e recebeu despesas da campanha de Bolsonaro (PL), sem coligação comum evidente. Além disso, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para AIXMOBIL) é de uma ordem de grandeza superior às demais e ocorre no mesmo ano em que a empresa doou para outro candidato, fechando o loop. A soma das doações de Patricia (R$ 7.250) e Marcus (R$ 7.281) não explica o retorno de R$ 20.000 à direção nacional, mas o elo empresa-campanha de partido adversário merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.314.745,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e podem refletir dinâmicas normais de campanhas e repasses partidários. A maior transação (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional do PSDB, o que é compatível com repasses partidários. Não há um fato único que destoe claramente a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 422.633,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil de despesa da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 7,2 mil à campanha de Marcus Vinicius (PSDB-MG). O elo de volta se dá por uma doação de R$ 1.000 de Marcos Vinicius Bizarro (PL) a Bolsonaro em 2022, valor irrisório perto dos R$ 210 mil que ele recebeu da Direção Nacional em 2020. A combinação de partidos distintos, uma empresa intermediária e um retorno desproporcional justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.518.470,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mera coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas variadas (doação de direção nacional, despesa de campanha, doação entre candidatos) e os valores não formam um retorno proporcional claro, dificultando caracterizar um loop fechado típico. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como valor uma ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.053.339,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de magnitude muito diferentes: R$ 1.002.250 e R$ 1.023.750 do PSD para Lucas Redecker, R$ 7.281 da AIXMOBIL para Marcus Pestana, R$ 58,95 de Lucas Redecker para AIXMOBIL e R$ 20.000 de Marcus Pestana para a direção nacional. As transações menores (R$ 58,95 e R$ 7.281) não têm relação de escala com as doações partidárias milionárias, e a ligação entre Lucas Redecker (PSD-RS) e Marcus Pestana (PSDB-MG) não é explicada por coligação ou partido comum nos dados. Ainda assim, os valores pequenos podem ser ressarcimentos ou despesas operacionais rotineiras, e o sinal não apresenta um fato isolado que destoe de forma clara.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 4.149.177,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve a Direção Nacional do PSDB repassando recursos a Lucas Redecker (PSD) e a Geraldo Alckmin (PSB), com uma pequena despesa de Redecker à AIXMOBIL e uma doação da AIXMOBIL a Alckmin. Os valores são muito assimétricos: as maiores transações são repasses partidários a candidatos de outros partidos em anos eleitorais, o que é comum em coligações proporcionais e majoritárias. A ligação AIXMOBIL–Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, valor irrelevante perto do total, e a despesa de Redecker à AIXMOBIL é de R$ 58,95, compatível com reembolso ou serviço pequeno. Não há um fato concreto que fuja do padrão de repasses partidários e pequenas despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 216.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas variadas (doação, despesa, repasse partidário) e valores díspares, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.312.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por mera coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00, R$ 1.795,00, R$ 5.000,00, R$ 184.352,21 e R$ 2.121.323,53) e as transações parecem ser eventos isolados em anos diferentes, sem um encadeamento claro de curto prazo. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, nem elementos que expliquem completamente a circularidade. Falta informação sobre a natureza dos pagamentos e a relação entre as partes para uma triagem mais segura.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 224.093,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor mais alto é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) para a AIXMOBIL, que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), criando um fluxo de retorno entre campos opostos. A soma total (R$ 224 mil) e a presença de uma empresa no meio do ciclo justificam uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.319.930,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações têm naturezas e magnitudes muito díspares (doações pequenas, despesas de campanha de milhões), e o elo JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL -> ALCKMIN pode ser explicado por contratação de serviços de mobilidade, sem que os dados permitam afirmar que o dinheiro retornou à origem. Não há um fato único e concreto que caracterize um ciclo fechado e suspeito, mas também não é possível descartar completamente a estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 235.413,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, Direção Nacional), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa, repasse partidário) e valores muito díspares. O elo JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL (R$ 184 mil em 7 despesas) é o mais substancial e poderia ser contratação de serviços, mas não há detalhamento do ramo da AIXMOBIL nem do objeto. Já o elo JADISON -> BOLSONARO é de apenas R$ 2,00, irrelevante para caracterizar ciclo financeiro. Sem mais contexto sobre vínculos societários e contratos, não há um fato único que force a triagem como 'bizarro'.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.331.251,04
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista sugere conexões incomuns, mas as transações são de naturezas variadas (doações, despesas de campanha) e valores muito díspares. A maior parte do volume (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a Direção Nacional, que pode ser repasse partidário legal, e a doação de R$ 20 de Jadison a Bolsonaro é irrisória. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento eleitoral, como um retorno exato de valor ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 231.655,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. Chama atenção que a AIXMOBIL, fornecedora de serviços de mobilidade, apareça simultaneamente como doadora de campanha e recebedora de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018, enquanto também doou a um candidato do PSDB. O valor recebido pela empresa é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.327.492,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por simples coincidência de coligação. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares (R$ 22 a R$ 2,121 milhões) e ocorrem em anos diferentes, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. O valor expressivo pago por Alckmin à Direção Nacional em 2018 é compatível com repasses partidários usuais, e a doação da AIXMOBIL a Alckmin no mesmo ano não tem relação direta com as demais transações. Faltam elementos que liguem as pontas de forma suspeita.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.192.441,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PP) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 2,165 mi) é doação da direção nacional do PSDB a Nilson Leitão (PP), enquanto as demais transações são de baixa monta (R$ 16 mil, R$ 7,2 mil e R$ 20 mil), sugerindo que o 'loop' pode ser apenas um artefato de agregação de dados de campanhas distintas. Não há um fato concreto e nomeável que configure um ciclo fechado e suspeito entre os mesmos atores, nem valores equivalentes de ida e volta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 4.288.279,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PP, PSB) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por mera coincidência partidária. Porém, os valores são muito assimétricos: a maior parte do fluxo é a doação de R$ 2,165 milhões do PSDB nacional a Nilson Leitão (PP) e a despesa de R$ 2,121 milhões de Alckmin (PSB) ao PSDB nacional, enquanto as transações com a AIXMOBIL são de baixíssimo valor (R$ 1.795 e R$ 160,86). Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de transações de naturezas distintas (doações partidárias e despesas de campanha), sem um encadeamento direto e intencional entre as quatro entidades.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.305,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSDB e a direção nacional do partido, o que é compatível com repasses internos legítimos. A empresa AIXMOBIL aparece doando para um candidato e recebendo um valor pequeno de outro, mas sem indicar relação contratual ou de coligação que explique a conexão. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.129.143,47
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PSB) e anos distintos (2018 e 2020), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, a maior transação (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a Direção Nacional, compatível com repasse partidário, e as demais somam valores pequenos (R$ 1.795 e R$ 2.494), que podem ser ressarcimentos ou doações isoladas. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 231.645,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, e a empresa aparece doando para um candidato do PSDB em 2018, mesmo ano em que recebeu pagamento do candidato do PL. A soma fecha um ciclo com valores desproporcionais e atores sem relação partidária evidente, o que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.327.482,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 1.200 de Daniel Gurgel a Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional em 2018, por exemplo, não formam um fluxo circular típico. O elo AIXMOBIL aparece como doadora de Alckmin e fornecedora de Bolsonaro, mas sem valores ou ramo de atividade que permitam avaliar se há algo além de coincidência. Não há um fato concreto que justifique priorização imediata, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 251.683,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou repasse partidário. Por outro lado, há elos que fazem sentido isoladamente: a Direção Nacional do PSDB repassando R$ 40 mil a um vereador do PSDB em 2024 e um governador do PSDB pagando despesa à direção nacional em 2018 são padrões partidários comuns. O elo mais chamativo é o pagamento de R$ 184 mil da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que também doou R$ 7,2 mil a um candidato do PSDB em 2018, mas sem mais contexto não dá para dizer se é apenas uma fornecedora legítima ou algo que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.347.520,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados de campanhas não relacionadas. Não há um fato concreto e específico, como um retorno de valor quase idêntico entre as mesmas partes, que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 219.134,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 7,2 mil à campanha de Marcus Vinicius (PSDB-MG). O elo de volta se dá por uma doação de R$ 1,00 de Jorge Verano (PSDB) a Bolsonaro (PL), valor irrisório que não explica a conexão. A soma das transações é dominada por um pagamento de R$ 184 mil da campanha presidencial a uma empresa que depois aparece doando a um candidato de outro partido, o que foge do padrão de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.314.971,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares. A maior parte do volume (R$ 2,121 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, que não se conecta diretamente às demais transações de forma clara. Não há um fato único e concreto que caracterize um padrão anômalo ou claramente legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.884,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas os valores são muito desiguais: a maior transação é um pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam valores residuais. A doação de R$ 1,00 de Sebastião Lima a Bolsonaro e a doação de R$ 2.250 do PSDB a um vereador do PL em 2018 não formam um fluxo financeiro relevante que feche um ciclo típico de lavagem ou desvio. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços da AIXMOBIL e a relação entre os envolvidos, não há um fato concreto que destoe claramente de padrões rotineiros de movimentação partidária e empresarial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.309.721,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas a maioria das transações ocorre em 2018 e pode refletir dinâmicas eleitorais daquele ano, como repasses partidários e contratação de serviços. A doação de R$ 1,00 de Sebastião A. de Lima a Jair Bolsonaro em 2022 é atípica, porém de valor irrisório e sem impacto no total. Não há um fato único que destoe de forma clara a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que sai de Jair Bolsonaro para a AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é duas ordens de grandeza maior que as demais transações do loop, e a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB em 2018, ano em que também recebeu pagamentos da campanha presidencial. A soma das pontas não bate (R$ 213.643,21 movimentados, mas só a perna Bolsonaro→AIXMOBIL já é R$ 184 mil), o que sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação — ainda assim, a combinação de partidos distintos, empresa privada no meio e salto de valor justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.309.480,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 2,121 milhões da campanha de Alckmin (PSB) para a Direção Nacional do PSDB, enquanto a doação de volta da Direção Nacional para Michele Strack (PSDB) é de apenas R$ 2.000, e a doação de Michele para Bolsonaro é de R$ 10. O loop fecha com valores muito díspares e sem explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.943.344,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente repasses da direção nacional do PSDB a candidatos do próprio partido/coligação (Marcus Pestana, PSDB-MG) e despesas de campanha de Geraldo Alckmin (PSB) à direção nacional, padrão comum de financiamento partidário. A passagem pela AIXMOBIL é de valor irrisório (R$ 1.795 de doação e R$ 226 de despesa) frente aos R$ 7,9 milhões totais, compatível com ressarcimento ou prestação de serviço acessório. Não há indício de que os valores retornem enriquecidos aos doadores originais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 53.253.241,66
IA · deepseek-flash O loop envolve valores de ordens de magnitude muito diferentes: a maior parte (R$ 52,99 mi) é doação da direção nacional do PSDB a Alckmin, típica de campanha presidencial, enquanto as demais transações somam apenas alguns milhares de reais. As conexões entre Alckmin (PSB em 2018, mas historicamente PSDB) e Marcus Vinícius (PSDB-MG) e a empresa Aixmobil são de baixo valor e compatíveis com ressarcimentos ou doações pontuais dentro do mesmo campo político. Não há um ciclo fechado de alto valor entre pessoas sem vínculo partidário, nem fornecedor com ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 55.295.819,59
IA · deepseek-flash O loop é explicável por movimentação interna do PSDB em 2018: a direção nacional financiou a campanha presidencial de Alckmin (PSDB à época), que repassou recursos a outra campanha do partido em MG, e esta fez doações/despesas de pequeno valor que retornaram à direção. Não há fornecedor estranho, empresa privada recebendo de volta valor milionário equivalente, nem ciclo entre partidos/coligações distintos. Os valores de retorno são muito inferiores ao aporte inicial, compatível com repasses e ressarcimentos internos de campanha.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 54.309.477,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente diretórios do PSDB e uma campanha presidencial de Alckmin em 2018, quando ele era do partido. A maior transação (R$ 52,99 milhões) é um repasse do diretório nacional para campanha majoritária, valor compatível com esse tipo de disputa. As demais transações são de escala muito menor e não devolvem o mesmo montante ao ponto de origem, não caracterizando um fluxo circular fechado. O intervalo entre 2018 e 2020 e a natureza partidária dos repasses tornam o caso explicável por padrões comuns de financiamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 231.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, União) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 100 de Alberto Muniz a Bolsonaro é irrisória, enquanto o pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil é uma despesa de campanha comum. Não há um fato concreto que force uma checagem, mas também não há um padrão legítimo claro que explique todo o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.327.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, UNIÃO, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação simples por mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 100 de Alberto Muniz a Bolsonaro em 2022, uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional em 2018 e uma doação de R$ 2 milhões da Direção Nacional a Alberto Muniz em 2020. O elo AIXMOBIL (doação a Alckmin em 2018 e recebimento de despesa de Bolsonaro em 2018) é o trecho mais concreto, mas os fatos fornecidos não permitem afirmar se há relação indevida ou apenas coincidência entre campanhas e repasses partidários.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 217.183,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos distintos: PSDB (direção nacional e candidato em MG) → candidato do PSDB no PI → Jair Bolsonaro (PL) → empresa AIXMOBIL → candidato do PSDB em MG → direção nacional do PSDB. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro (2018) para a AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 7.281,00 ao candidato do PSDB em MG, criando um caminho indireto entre a campanha presidencial e o candidato mineiro. Embora valores e anos variem, a existência de um loop fechado entre atores sem coligação/partido comum evidente (PL e PSDB) e a presença de uma empresa privada no meio justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.313.020,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações têm naturezas variadas (doação, despesa, repasse partidário) e valores que não formam um retorno claro de mesmo montante, dificultando caracterizar um loop fechado típico. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 215.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), criando um elo indireto entre campos opostos. Além disso, há uma doação de R$ 100,00 de Pedro França Batista a Bolsonaro, valor irrisório que destoa do restante e sugere mero acaso, mas a combinação de valores e partidos justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.311.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PSB, PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e doou R$ 1,8 mil a Alckmin no mesmo ano, além de um vereador do PSDB do Amapá que doou R$ 1 a Bolsonaro em 2022. O elo mais frágil é a doação de R$ 1,00, valor simbólico que não explica a cadeia, e a presença de uma empresa de serviços e participações no meio de um loop entre campanhas presidenciais adversárias. Não há prova de irregularidade, mas a combinação de partidos opostos, empresa privada e valores díspares justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 463.893,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária. A transação de maior valor é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, empresa que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), e este, por sua vez, tem uma despesa de R$ 20.000,00 com a Direção Nacional do PSDB. Além disso, há uma doação de R$ 10,00 de Alessandri (PSDB) a Bolsonaro (PL), valor irrisório que destoa do restante e sugere possível elo artificial para fechar o loop. A combinação de valores díspares, partidos distintos e uma empresa privada no meio justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.559.730,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas cada transação individualmente tem explicação plausível: doação de direção partidária a candidato, doação de empresa a candidato, despesa de campanha a fornecedor. O elo mais frágil é a doação de R$ 10,00 de Alessandri (PSDB) a Bolsonaro (PL) em 2022, que fecha o ciclo, mas o valor irrisório sugere coincidência ou registro residual, não um fluxo financeiro relevante. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para descartar o sinal como rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 232.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, MDB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Chama atenção que a AIXMOBIL, uma empresa, apareça doando para um candidato do PSDB em 2018 e depois recebendo R$ 184 mil de despesa da campanha de Bolsonaro no mesmo ano, fechando o loop. O valor total do ciclo (R$ 232 mil) é modesto, mas a combinação de atores sem vínculo partidário comum e a presença de uma empresa no meio do ciclo justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.328.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, MDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas distintas (doações, despesas, repasse de direção nacional) e valores muito díspares, sem um elo claro que caracterize um loop fechado e suspeito. O maior valor (R$ 2,1 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, que pode ser repasse partidário, e não há indício de retorno direto do dinheiro ao doador original.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 311.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações estão distribuídas em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito heterogêneos, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação de R$ 100 de Sérgio Lopes a Jair Bolsonaro é irrisória perto do total e pode ser mero registro atípico. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização sem mais contexto.