severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.407.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), o que dificulta explicar como um simples repasse partidário ou coligação. Além disso, há uma assimetria extrema de valores: uma doação de R$ 100 de Sérgio Lopes a Jair Bolsonaro contrasta com despesas de R$ 1,8 milhão e R$ 2,1 milhões no mesmo ciclo. A presença de uma empresa de serviços e participações (AIXMOBIL) recebendo pagamento de campanha e doando para outra campanha merece checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 261.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma única coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são muito heterogêneos: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto a doação de Celso Bassani a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de agregação de dados de anos e naturezas diferentes, sem um fluxo circular real e coordenado. Não há um fato concreto que, isoladamente, indique algo claramente anômalo ou claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.357.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, as transações têm naturezas e magnitudes muito díspares (de R$ 1,00 a R$ 2,1 milhões) e não há um elo claro que conecte todas as pontas do loop, dificultando tanto a explicação rotineira quanto a caracterização de um fato anômalo específico. O valor de R$ 1,00 doado por Celso Bassani Barbosa a Jair Bolsonaro é atípico, mas não sustenta sozinho um alerta. Diante disso, os fatos não apontam de forma consistente para um padrão legítimo nem para um indício forte que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são muito heterogêneos. A maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que depois doou R$ 7,2 mil a um candidato do PSDB — não há um fluxo circular claro e imediato. As demais transações (R$ 2 mil de Marcus Vinícius à Direção Nacional, R$ 2 mil da Direção Nacional a Marcilio, R$ 1 de Marcilio a Bolsonaro) são de baixíssimo valor e podem ser ressarcimentos ou doações rotineiras.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.309.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de campos políticos distintos (PSDB, PL, PSB) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: doações de R$ 1,00 e R$ 1.795,00 convivem com repasses partidários de R$ 2.000,00 e despesas de campanha de R$ 184 mil e R$ 2,1 milhões, típicas de prestação de contas eleitorais. O elo 'Direção Nacional' aparece como conta partidária genérica, e a doação da AIXMOBIL a Alckmin em 2018 é compatível com apoio empresarial declarado. Não há um fato único que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 226.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou para um candidato do PSDB e depois recebeu pagamentos da campanha de Jair Bolsonaro (PL), sem relação partidária evidente. Além disso, há uma transação de R$ 1.000,00 (100 centavos) de Juliano Geraldo da Cunha para Jair Bolsonaro, valor atipicamente baixo que não se explica por padrão comum de doação. A soma das movimentações (R$ 226.634,21) e a presença de uma empresa que doa e depois recebe recursos de campanha de outro espectro político justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.322.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (de R$ 1,00 a R$ 2,1 milhões) e as transações parecem ser operações normais de campanha (doações, despesas com fornecedor), sem um elo claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de financiamento eleitoral, mas a mistura de partidos e anos impede descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.955,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou para um candidato do PSDB e depois recebeu pagamentos da campanha de Bolsonaro (PL), sem relação partidária óbvia. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do ciclo (R$ 7.281,00 a R$ 20.000,00), o que chama atenção. Além disso, a cadeia fecha um loop com uma empresa que não tem relação aparente com os candidatos, justificando uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.317.792,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares: a maior transação é uma despesa de R$ 2,121 milhões do comitê de Alckmin à Direção Nacional, enquanto as demais somam cerca de R$ 196 mil, e não há detalhamento do que seria essa despesa. Sem saber a natureza do pagamento à Direção Nacional e sem conexão partidária clara entre todos os elos, não é possível afirmar que o loop é rotineiro nem que é genuinamente bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 621.733,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que não tem relação partidária óbvia com os demais. A transação de maior valor é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), criando um fluxo cruzado entre adversários políticos. Além disso, há um repasse de R$ 400.000,00 da Direção Nacional do PSDB a Raizer da Silva Ferreira em 2024, sem que se explique a origem desse valor no ciclo. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou conta partidária e justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.717.570,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações parecem repasses partidários e doações entre campanhas, com valores compatíveis com financiamento eleitoral. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.147,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, direção nacional) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato do PSDB e recebeu pagamento da campanha de Bolsonaro (PL) no mesmo ano de 2018. O valor pago por Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184 mil) é uma ordem de grandeza superior às demais transações do loop, e a empresa não tem relação partidária óbvia com os demais elos. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge ao padrão de simples repasse partidário e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.308.985,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm valores muito díspares e naturezas variadas (doação de empresa, repasse partidário, despesa de campanha), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 213.134,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 184 mil) é um pagamento de despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto a doação de Maurício a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Não há um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem, e as conexões podem ser explicadas por relações partidárias ou comerciais normais. Faltam elementos para afirmar que o loop é suspeito ou para descartá-lo completamente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.308.971,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 1,00 a R$ 2,1 milhões) e as transações parecem ser eventos isolados de anos diferentes, sem um fluxo circular claro e coordenado. Não há um fato concreto que destoe de forma gritante, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais, que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.827.448,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSDB e uma empresa, mas as transações são de naturezas e ordens de grandeza muito diferentes: a maior parte do valor (R$ 1,8 milhão) é doação da direção nacional ao senador Jutahy Magalhães Júnior, enquanto as demais pontas somam valores pequenos (R$ 7,2 mil, R$ 167 e R$ 20 mil). O elo que fecha o ciclo é uma despesa de apenas R$ 20 mil de Marcus Vinicius à direção nacional, o que pode ser devolução de sobra ou contribuição partidária, sem sinal claro de anormalidade. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 3.923.286,10
IA · deepseek-flash O loop envolve figuras da mesma chapa presidencial de 2018 (PSDB/PSB) e a direção nacional do PSDB, o que é um padrão comum de repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 2,12 mi) é despesa de Alckmin para a direção nacional, enquanto a doação da AIXMOBIL a Alckmin é de apenas R$ 1.795,00, e a despesa de Jutahy à AIXMOBIL é de R$ 167,57. Não há um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário, nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 271.833,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de uma ordem de grandeza muito acima das demais transações do loop (R$ 6.000 a R$ 20.000), e a empresa AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB em 2018 enquanto recebe pagamento da campanha de Bolsonaro no mesmo ano. Isso não prova irregularidade, mas é um fato concreto que foge do padrão de simples repasse partidário e merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.367.670,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem vínculo partidário comum evidente. O valor de R$ 2,12 milhões pago por Alckmin à Direção Nacional é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 6 mil a R$ 184 mil), e a AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de Alckmin e fornecedora de Bolsonaro, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 368.933,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas variadas (doação, despesa) e valores que não formam um retorno claro de mesmo montante. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização humana imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.464.770,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações parecem desconexas entre si, sem um padrão claro de retorno do dinheiro. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de classificação.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 231.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Chama atenção a assimetria de valores: uma doação de R$ 100 de Clécio Azevedo a Bolsonaro em 2022, enquanto a AIXMOBIL recebeu R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro em 2018 e doou R$ 7.281,00 a Marcus Vinícius (PSDB) no mesmo ano. A ligação AIXMOBIL-Bolsonaro-Marcus Vinícius forma um núcleo fechado e temporalmente concentrado (2018) que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.327.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada, sem vínculo partidário comum evidente. Chama atenção a assimetria de valores: uma doação de R$ 100 de Clécio Azevedo a Jair Bolsonaro, enquanto a maior transação é uma despesa de R$ 2,12 milhões de Alckmin à Direção Nacional, e a AIXMOBIL aparece doando a Alckmin e recebendo despesa de Bolsonaro. A cadeia fecha um loop com valores muito díspares e atores que não compartilham o mesmo grupo político declarado, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 216.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou para um candidato do PSDB e depois recebeu pagamentos da campanha de Jair Bolsonaro, sem vínculo partidário evidente. A transação de maior valor (R$ 184 mil) é uma despesa da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto a doação da AIXMOBIL a Marcus Vinicius foi de apenas R$ 7,2 mil, mas o loop fecha com um repasse de R$ 20 mil da campanha de Marcus Vinicius à Direção Nacional do PSDB. A presença de uma empresa privada no meio de um ciclo que envolve campanhas de partidos distintos e valores desproporcionais justifica uma checagem humana para entender a real natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.312.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), o que enfraquece a explicação por uma única coligação, mas as transações são de naturezas distintas (doação de empresa, repasse partidário, doação de pessoa física, despesas de campanha) e valores muito díspares. O elo JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL (R$ 184 mil em despesas) e a doação AIXMOBIL -> ALCKMIN (R$ 1,8 mil) são de anos e contextos diferentes, e o retorno ao PSDB nacional se dá via despesas de campanha, não como devolução direta. Não há um fato único e claro que configure ciclo fechado suspeito, mas também não é um padrão rotineiro evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 281.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022) e valores muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação de R$ 100 de João Muniz Sobrinho a Jair Bolsonaro é atípica, mas isolada e de valor irrisório. Já o pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que doou R$ 7,2 mil a um candidato do PSDB, pode ter explicações comerciais legítimas (serviços prestados), não sendo possível afirmar que há algo estranho só com esses dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.377.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB, 2018-2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: uma doação de R$ 1,00 de João Muniz a Bolsonaro e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional, o que sugere que o 'loop' pode ser artefato de como o sistema encadeia doações e despesas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (fornecedor sem relação, valor de ordem de grandeza acima do resto, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para descartar sem checar a origem do repasse da Direção Nacional a João Muniz.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.634,43
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação comum que explique a cadeia. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 7.281,00 e R$ 10.000,00), e a empresa AIXMOBIL aparece simultaneamente como doadora de Marcus Vinicius (PSDB) e recebedora de despesa da campanha de Bolsonaro (PL). A soma desses fatores dificulta uma explicação simples de coincidência ou ressarcimento partidário rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.317.471,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação por uma única coligação. Porém, as transações têm naturezas e magnitudes muito díspares (de R$ 1,22 a R$ 2,1 milhões) e algumas são claramente repasses partidários ou despesas de campanha, dificultando caracterizar um fluxo circular intencional. Não há um fato único e concreto que destoe de forma evidente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor muito acima do mercado.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 885.582,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente repasses do próprio partido (direção nacional e estadual do PSD/PSDB) para candidatos filiados, o que é um padrão legítimo de financiamento partidário. As transações entre candidatos são de valores baixos (R$ 2.000 e R$ 2.380) e podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha, não havendo indício de desvio de finalidade. O valor mais alto (R$ 800.000) é uma doação direta do partido a Mauro Bragato, compatível com o porte de uma campanha estadual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 291.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (PL) à AIXMOBIL, que depois doa R$ 7.281,00 a Marcus Vinicius (PSDB), enquanto este paga R$ 20.000,00 à Direção Nacional do PSDB. A doação de R$ 100,00 de Rodrigo Rossoni (PSDB) a Bolsonaro (PL) é um valor irrisório que não explica o loop, e a diferença de ordens de grandeza entre as transações dificulta uma explicação simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.387.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada, o que à primeira vista poderia sugerir algo estranho. Porém, as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, enquanto a doação de Rossoni a Bolsonaro é de apenas R$ 1,00. Isso sugere que o 'loop' pode ser um artefato de como o sistema conecta transações de campanhas diferentes, sem um fluxo circular real e coordenado. Não há um fato concreto que indique conluio ou irregularidade, mas também não é possível descartar completamente sem uma análise mais detalhada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 213.134,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMobil (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 7.281,00 e R$ 1,00), e a empresa AIXMobil aparece simultaneamente como doadora de campanha e fornecedora do próprio candidato, o que foge do padrão usual. A doação de R$ 1,00 de Paulo Maciel a Bolsonaro, embora irrelevante financeiramente, fecha o ciclo entre pessoas sem vínculo partidário declarado. Esses fatos justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.308.971,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB; 2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm naturezas e magnitudes muito diferentes: uma doação de R$ 1,00 de um vereador do PSDB a Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 2,1 milhões da campanha de Alckmin à Direção Nacional em 2018. Não há um fato isolado que fuja claramente do padrão de doações partidárias e despesas de campanha, mas a combinação de valores díspares e a presença de uma empresa privada (Aixmobil) no ciclo justificam uma checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 216.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou conta partidária. Por outro lado, as transações individuais têm valores e naturezas que podem ser compatíveis com doações e despesas rotineiras, e o elo de R$ 1,00 entre Licia e Bolsonaro é claramente simbólico, não caracterizando um fluxo financeiro relevante. O elo mais expressivo é o pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que pode ter explicação comercial, mas o conjunto não permite afirmar se há algo além de coincidências entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.312.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista sugere conexões incomuns. Porém, os valores são muito díspares: uma doação de R$ 1,00 de Licia para Bolsonaro e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional, o que torna o 'loop' mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular intencional. A doação da AIXMOBIL a Alckmin em 2018 e a despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL no mesmo ano podem ter explicações legítimas (fornecedor comum, reembolso), mas não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro ou bizarro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 88.649,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas direções partidárias (nacional e estadual do PSDB) e dois candidatos, um deles filiado ao PSDB (Nilton Hirota) e outro ao PV (Romero Rocca), mas todos atuando em São Paulo em 2020. As transações são compatíveis com repasses de recursos partidários a candidatos e despesas de campanha pagas a diretórios, um padrão comum em prestações de contas. O valor total (R$ 88,6 mil) é modesto e não há indício de enriquecimento ilícito ou de fornecedor estranho ao ramo. A presença de um candidato de outro partido (PV) no ciclo é o único ponto que foge ao script mais trivial, mas pode ser explicado por coligações ou apoios locais.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.921,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e anos diferentes: PSDB (Angela, vereadora em MT, e Marcus, governador em MG) e PL (Bolsonaro), além de uma empresa privada (Aixmobil). O elo mais pesado é a despesa de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à Aixmobil, que depois doa R$ 7,2 mil a Marcus Vinicius (PSDB-MG) — não há coligação ou partido comum que explique essa ligação direta. A doação de R$ 1 de Angela a Bolsonaro é atípica e o retorno de R$ 20 mil de Marcus à Direção Nacional (PSDB) fecha o ciclo, mas a combinação de valores díspares e partidos distintos dificulta uma explicação rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.307.759,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), mas as transações são de naturezas distintas: doações de valores baixos (R$ 100, R$ 287,50, R$ 1.795) e despesas de campanha de valores altos (R$ 2,1 milhões e R$ 184 mil). O elo JAIR BOLSONARO -> AIXMOBIL -> ALCKMIN (R$ 184 mil de despesa e R$ 1.795 de doação) é o trecho mais direto, mas a AIXMOBIL pode ser fornecedora de campanha e a doação posterior a um candidato da mesma coligação é plausível. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de financiamento eleitoral, mas a combinação de partidos opostos e valores díspares impede descartar de imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 261.683,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm valores e naturezas variadas (doação de direção partidária, despesa com fornecedor, doação de pessoa física), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é um caso trivial de mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.357.520,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As transações têm naturezas e valores muito díspares: uma doação de R$ 50 mil do PSDB a um vereador do PL em 2018, uma despesa de R$ 2,1 milhões do vice Alckmin ao PSDB no mesmo ano, e uma doação de R$ 5 mil do vereador a Bolsonaro em 2022. Não há um fato concreto que destoe de padrões comuns de financiamento (doações entre aliados, repasses partidários, despesas de campanha), mas a combinação de partidos opostos e a defasagem temporal também não permitem descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 114.240,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo partidário (PSDB): a Direção Nacional repassa recursos a candidatos do partido, um candidato paga despesa à AIXMOBIL e outro candidato faz despesa à Direção Nacional. Os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. A AIXMOBIL aparece como fornecedora de ambos os candidatos, o que é comum em campanhas do mesmo partido. Não há indício forte que exija checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 2.210.078,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve figuras da mesma família política (PSDB/PSB) e uma empresa que doou para a campanha de Alckmin em 2018, sendo que a maior parte do valor (R$ 2,12 milhões) é uma despesa da campanha de Alckmin para a direção nacional do PSDB, compatível com repasse partidário ou ressarcimento. As doações da direção nacional a Raul Sanchez (PSDB) e da AIXMOBIL a Alckmin são de aliados do mesmo grupo, e a pequena despesa de Sanchez à AIXMOBIL (R$ 84,88) é irrelevante. Não há um fato que destoe do padrão de movimentação entre campanhas coligadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 238.884,21
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são muito díspares: a doação de R$ 1,00 de Geila a Bolsonaro em 2022 é simbólica e não caracteriza um fluxo financeiro relevante. A maior transação é um pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que pode ser uma despesa legítima, enquanto a doação de R$ 27 mil do PSDB a Geila e o repasse de R$ 20 mil de Marcus Vinicius ao partido são compatíveis com movimentações partidárias típicas. Não há um fato concreto que force uma checagem, como ciclo fechado no mesmo ano com valores equivalentes ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.334.721,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mera coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, as transações têm naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 1,00 de Geila a Bolsonaro e uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional, o que torna o 'loop' uma construção contábil frágil. Não há um fato isolado que configure um padrão típico de irregularidade, como empresa doadora recebendo de volta valor equivalente, mas também não é possível descartar sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 60.589,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 60,5 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e misturam doações partidárias, doações entre candidatos e uma despesa de campanha. A maior parte do fluxo passa pela direção nacional do PSDB/PSD repassando recursos a candidatos, o que é padrão legítimo, e a única despesa (R$ 5,9 mil de Lucas Redecker à Aixmobil) é pequena frente ao total. Não há um fato isolado que destoe claramente — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço —, mas também não dá para descartar sem checar se as datas e os vínculos partidários realmente conectam as pontas do ciclo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.156.427,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSD, PSB) e uma empresa privada, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são de ordens de grandeza muito diferentes. A maior parte do volume (R$ 2,121,323.53) é uma despesa de Alckmin Filho para a Direção Nacional, que não se conecta diretamente às demais pontas do ciclo. Não há um fato único e concreto que force uma explicação implausível, nem elementos suficientes para descartar coincidência entre campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 215.384,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, há transações de valores muito díspares (R$ 1,00, R$ 3.750, R$ 7.281, R$ 20.000 e R$ 184.352,21) e a maior delas é uma despesa de campanha presidencial com uma empresa de serviços, o que pode ter explicação comercial. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é um padrão tipicamente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.311.221,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), mas as transações são de naturezas distintas: doações de valores baixos (R$ 1,00 e R$ 1.795,00), repasses partidários e despesas de campanha de grande porte (R$ 2,1 milhões e R$ 184 mil). A conexão entre elas parece mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular real, já que os valores e anos não formam um encadeamento coerente. Não há um fato concreto que indique fraude, mas também não é possível descartar coincidência ou erro de registro sem checagem manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 711.713,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse interno de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos (de R$ 80 a R$ 500 mil) e as transações podem ser explicadas por doações cruzadas e despesas de campanha comuns, sem um elo claro de retorno financeiro direto. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor ordens de grandeza acima dos demais.