severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.807.550,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas cada transação individualmente tem explicação plausível: doação de direção partidária a candidato, doação de empresa a candidato, despesas de campanha. O elo que mais chama atenção é a doação de R$ 8 mil de Valdir Rossoni (PSDB) a Jair Bolsonaro (PL) em 2022, mas o valor é pequeno e pode ser apoio pontual. Não há um fato isolado que configure ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário comum ou valor de ordem de grandeza anômala.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.395,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31,4 mil no total) e transações de anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem PSDB, PT e uma empresa, sem coligação única evidente, mas as quantias são pequenas e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmos atores), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 2.127.233,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente campanhas e a direção nacional do PSDB em 2018, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 1.000 a R$ 3.000) e uma despesa de R$ 11,46 com a Aixmobil. O elo mais pesado é a transferência de R$ 2.121.323,53 da campanha de Alckmin para a Direção Nacional, que é exatamente o tipo de repasse/devolução de sobra previsto na legislação eleitoral. A doação de R$ 1.795 da Aixmobil a Alckmin e a despesa de R$ 11,46 de Bohn Gass à mesma empresa são de baixa materialidade e compatíveis com serviços prestados. Não há um fato concreto que fuja do padrão de mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.687.502,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSDB (direção nacional, direção estadual e dois candidatos do partido no Pará), o que é um padrão comum de repasses internos partidários. Os valores são compatíveis com doações de direção nacional a candidato (R$ 500 mil em 2018 e R$ 1,025 milhão em 2022) e despesas de campanha a diretório estadual (R$ 160 mil), sem inversão de ordem de grandeza. A transação de R$ 2,33 de José Neto para a direção nacional é irrisória e provavelmente um ressarcimento ou estorno. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor atípico que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.529.323,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, Solidariedade) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de tipos comuns (doações de direção partidária e despesas de campanha) e os valores não são absurdos, sendo plausíveis como repasses partidários rotineiros. Não há um fato único e concreto que destoe claramente, como um fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima dos demais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 139.209,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do PSDB e a direção nacional do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2018, com a maior parte sendo doação da direção nacional ao candidato Gilberto (R$ 111,8 mil). A empresa AIXMOBIL aparece como doadora de Marcus Vinicius e também recebeu um pequeno pagamento de Gilberto (R$ 53,92), o que pode ser um ressarcimento ou compra pontual, sem indício de anormalidade.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 2.235.047,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político: o PSDB (direção nacional) repassou recursos a Gilberto Cezar (PSDB), que pagou despesa à Aixmobil, que doou a Alckmin (PSB, mas historicamente aliado do PSDB em coligações). O valor dominante é a despesa de Alckmin para a direção nacional (R$ 2,12 milhões), compatível com repasse partidário ou ressarcimento de campanha presidencial, não com um loop fechado de lavagem. As demais transações são de pequeno porte (R$ 1.795 e R$ 53,92) e podem ser coincidências de prestação de contas. Não há um fato concreto que fuja do padrão de movimentação entre partidos aliados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 212.884,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas os valores são muito assimétricos: a maior transação é um pagamento de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais somam valores pequenos. A doação de R$ 1,00 de Angela Pefatti a Bolsonaro é atípica, mas pode ser simbólica. Não há um fato único que destoe de forma clara a ponto de justificar priorização sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.308.721,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação, mas as transações têm naturezas e magnitudes muito distintas: uma doação de R$ 100 de Angela Pefatti a Bolsonaro em 2022, doações de R$ 1.250 e R$ 1.795, e despesas de milhões (R$ 2,12 mi de Alckmin à Direção Nacional e R$ 184 mil de Bolsonaro à Aixmobil). O elo Aixmobil -> Alckmin (R$ 1.795) e o elo Bolsonaro -> Aixmobil (R$ 184 mil) formam um par que chama atenção, mas sem saber o ramo da Aixmobil e o objeto das despesas não dá para dizer se é fornecedor legítimo ou algo a checar. O loop parece mais um artefato de agregação de dados de anos e campanhas diferentes do que um ciclo fechado e coerente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 221.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são muito díspares: a maior parte (R$ 184.352,21) é um pagamento de despesa de campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de valores pequenos ou repasses partidários. Não há um encadeamento claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem no mesmo período, e a diferença de partidos e anos enfraquece a ideia de um loop fechado. Faltam elementos para afirmar que é um padrão rotineiro ou que há algo claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.317.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas e magnitudes muito díspares: uma doação de R$ 1,00 de Leonardo a Bolsonaro, uma despesa de R$ 2,1 milhões de Alckmin à Direção Nacional e uma doação de R$ 1.795 da Aixmobil a Alckmin. O elo que fecha o ciclo é justamente a doação de R$ 1,00, valor irrisório que pode ser mero registro residual, enquanto os grandes valores seguem fluxos partidários usuais (direção nacional repassando a candidato, campanha pagando fornecedor). Não há um fato único e concreto que force uma checagem, mas também não dá para descartar sem olhar a origem do repasse de R$ 1 milhão ao vereador do PSDB em 2024.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 3.548.344,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSDB (José de Freitas Cordeiro, Marcus Vinicius Caetano Pestana da Silva) e o PSDB como partido, além de Geraldo Alckmin (PSB em 2018, mas historicamente PSDB). As transações são de anos distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem um elo empresarial inexplicável. A AIXMOBIL aparece como doadora e fornecedora, mas o valor recebido (R$ 226,24) é irrisório frente à doação (R$ 1.795,00), não configurando retorno significativo. O fluxo 'Direção Nacional' -> candidato -> despesa é típico de repasses partidários.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 214.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que pode ser despesa operacional legítima, e as demais somas são pequenas ou compatíveis com repasses partidários. Não há um fato único que destoe claramente, mas a combinação de partidos e períodos distintos impede descartar o alerta sem checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.310.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos (PSDB, PL, PSB), o que à primeira vista dificulta uma explicação por simples coligação. Porém, os valores são muito heterogêneos e as transações ocorrem em anos diferentes, sem um encadeamento temporal claro que caracterize um loop fechado no mesmo pleito. A doação de R$ 1,00 de Ezildo a Bolsonaro e a despesa de Alckmin à Direção Nacional são movimentações típicas de campanha, não necessariamente conectadas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 221.643,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato do PSDB e depois recebeu pagamentos da campanha de Jair Bolsonaro (PL), sem relação partidária evidente. O valor pago pela campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 10.000,00 e R$ 20.000,00), o que chama atenção. Além disso, a doação de R$ 10.000,00 feita por Antônio Torres Amaral (PSDB) a Bolsonaro (PL) em 2022 não tem explicação simples por coligação ou repasse partidário. Esses fatos justificam uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.317.480,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor de R$ 1.000.000 doado pela Direção Nacional do PSDB a Antônio Torres Amaral (PSDB) é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.000, R$ 1.795, R$ 184.352,21), o que chama atenção. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora de Alckmin e depois recebedora de despesa de Bolsonaro, fechando um ciclo entre campos políticos opostos. Esses fatos dificultam uma explicação simples e justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 229.572,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 202.250,00) é doação da direção nacional do PSD a Paula Cristina Ioris de Oliveira, enquanto as demais pontas são pequenas (R$ 41,15 de despesa e R$ 7.281,00 de doação da AIXMOBIL a Marcus Vinicius). As entidades não compartilham partido/coligação evidente (PSD vs PSDB) e a AIXMOBIL aparece como empresa doadora, mas o elo de volta é uma despesa de apenas R$ 41,15, o que enfraquece a ideia de 'loop' relevante. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (valor de ordem de grandeza acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre aliados), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.325.409,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSB, PSD) e valores muito díspares, mas as transações são de anos distintos e podem refletir repasses partidários, doações e despesas ordinárias de campanha. A maior parte do volume (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a direção nacional do PSDB, o que é compatível com transferência de recursos partidários. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 5.320.977,00
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente quadros do PSDB em Minas Gerais no mesmo ano (2018), com a Direção Nacional do partido repassando R$ 5,2 milhões a Anastasia (candidato a governador) — padrão típico de financiamento partidário. As demais transações são de valores muito menores (R$ 47,7 mil, R$ 50 mil, R$ 100 mil, R$ 20 mil) e podem ser despesas de campanha, ressarcimentos ou doações entre aliados da mesma coligação. Não há um fato isolado que destoe do esperado, como fornecedor de ramo alheio ou valor uma ordem de grandeza acima do resto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 129.230,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSDB e uma empresa, com valores que não são absurdos (R$ 1.018,75 de doação do partido a Mariela, R$ 7.281,00 da AIXMOBIL a Marcus, R$ 20.000,00 de despesa de Marcus ao partido e R$ 74,44 de Mariela à AIXMOBIL). A ligação partidária entre os candidatos e a direção nacional do PSDB oferece uma explicação plausível para parte das movimentações, mas a presença da AIXMOBIL como intermediária e o fechamento do ciclo em 2018 não são totalmente esclarecidos pelos dados. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem checagem adicional.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 2.225.067,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PSB), mas todas as transações ocorrem em 2018 e os valores são muito díspares: a maior parte do fluxo é uma despesa de R$ 2,12 milhões de Alckmin para a Direção Nacional do PSDB, enquanto as demais transações somam pouco mais de R$ 100 mil. A doação da Direção Nacional a Mariela (PSDB) e a despesa dela com a AIXMOBIL são compatíveis com repasses partidários e gastos de campanha, e a doação da AIXMOBIL a Alckmin é de valor baixo. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, mas a combinação de partidos e a assimetria extrema dos valores deixa o caso em aberto para uma checagem mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 4.029.789,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSDB em estados diferentes (MG e CE) e uma empresa (AIXMOBIL) que aparece como doadora de um e fornecedora de outro, mas os valores são de ordens de grandeza muito distintas (R$ 7,2 mil, R$ 250 mil, R$ 2 mil e R$ 4 milhões) e as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2026). A doação de R$ 4 milhões da Direção Nacional do PSDB a Ciro Gomes em 2026 é o elo mais expressivo, mas pode ser repasse partidário regular. Não há um fato único que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 6.125.626,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PSB) e anos distintos (2018 e 2026), o que enfraquece a explicação por coligação única. Porém, a maior parte do valor (R$ 4 milhões) é uma doação do diretório nacional do PSDB a Ciro Gomes em 2026, e as demais transações são de 2018, com valores muito menores. Não há um fato concreto que caracterize um loop fechado e suspeito, mas também não é um padrão rotineiro claramente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.027.623,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PSDB e a direção nacional do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. A empresa AIXMOBIL aparece como doadora de um candidato e recebedora de despesa de outro, mas os valores são modestos (R$ 7.281 e R$ 342,71) e podem ser prestação de serviço. O valor mais alto (R$ 1 milhão) é repasse da direção nacional ao candidato, padrão comum, e o retorno de R$ 20 mil é despesa de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, mas a combinação de entidades e o fechamento do ciclo em um único ano justificam uma checagem manual para confirmar a natureza dos vínculos.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 3.123.461,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político em 2018: a Direção Nacional do PSDB doou R$ 1 milhão a Antônio Floriano Pereira Pesaro (PSDB/SP), que pagou R$ 342,71 à Aixmobil, que doou R$ 1.795 a Geraldo Alckmin (PSB, mas candidato a presidente em coligação com o PSDB), e a campanha de Alckmin pagou R$ 2,12 milhões à Direção Nacional do PSDB. Os valores são assimétricos e as transações podem ser explicadas por repasses partidários, despesas de campanha e ressarcimentos dentro da mesma coligação, sem um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 256.683,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato do PSDB e recebeu despesas de campanha de Jair Bolsonaro (PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Além disso, a AIXMOBIL aparece como doadora e depois como fornecedora na mesma cadeia, o que dificulta uma explicação simples de repasse partidário ou ressarcimento. O valor total de R$ 256 mil e a presença de uma empresa no meio do loop justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.352.520,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSDB, PL, PSB) e uma empresa privada, sem coligação comum evidente que explique a cadeia. Chama atenção o salto de escala: uma doação de R$ 50 de Mariel Rocha a Jair Bolsonaro em 2022 contrasta com R$ 1.843.522,10 pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL em 2018, e a AIXMOBIL doa R$ 1.795 a Alckmin no mesmo ano. A presença de uma empresa de serviços/participações no meio de um loop entre campanhas presidenciais e municipais justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 228.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência partidária. Porém, a maior transação (R$ 184 mil de Bolsonaro para Aixmobil) é uma despesa de campanha, e a doação de R$ 1,00 de Luiz Carlos a Bolsonaro é irrelevante, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento eleitoral, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.324.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos distintos, mas as transações de maior valor são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A doação de R$ 1.795,00 da AIXMOBIL a Alckmin em 2018 e a despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL no mesmo ano podem ter relação com serviços prestados, mas não há elementos suficientes para afirmar que o ciclo seja anômalo. A doação de R$ 1,00 de um vereador do PSDB a Bolsonaro em 2022 é atípica, porém de valor irrisório.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 221.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, Direção Nacional), o que enfraquece a explicação por simples repasse partidário, mas as transações são de naturezas distintas (doação, despesa) e valores muito díspares. O elo mais forte é a despesa de R$ 184 mil de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 7,2 mil a Marcus Vinicius (PSDB), mas não há conexão direta entre os dois. Sem datas exatas e sem saber se há relação societária ou contratual entre as partes, não dá para afirmar que o loop é rotineiro nem que é genuinamente estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.317.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e valores muito díspares, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 2,121 milhões) é uma despesa de Alckmin à Direção Nacional, que pode ser repasse partidário rotineiro, e a doação de R$ 10 mil da Direção Nacional a um vereador do PSDB é compatível com apoio partidário. Já a despesa de R$ 184 mil de Bolsonaro à AIXMOBIL e a doação de R$ 1.795 da AIXMOBIL a Alckmin no mesmo ano (2018) merecem uma checagem, mas sem mais contexto não é possível afirmar que foge do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 286.634,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por mera coincidência partidária. Porém, os valores são muito díspares: a doação de R$ 100 de José Eduardo Canuto a Bolsonaro em 2022 é irrisória e pode ser um mero registro isolado, enquanto o grosso do fluxo (R$ 184 mil) é despesa de Bolsonaro à AIXMobil, que depois doa a um candidato do PSDB. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços da AIXMobil e a relação entre as campanhas, não há um fato único que caracterize ciclo fechado suspeito nem que o torne claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.382.471,74
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebe R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro e doa R$ 1,8 mil a Alckmin no mesmo ano, sem relação partidária óbvia. A maior parte do valor (R$ 2,12 milhões) é uma despesa de Alckmin para a direção nacional do PSDB, o que pode ser repasse partidário, mas a presença da empresa no meio do loop e a doação de R$ 100 de Canuto a Bolsonaro em 2022 (fora do ciclo principal de 2018) dificultam uma explicação simples de mesma coligação. Vale checagem humana para entender a natureza dessas transações e se há relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 214.508,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos distintos (PSDB, PSL, PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. O valor pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 1.000 a R$ 20.000), e a AIXMOBIL aparece simultaneamente como fornecedora da campanha presidencial e doadora da campanha de Marcus Vinícius (PSDB-MG). Esses fatos dificultam uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 2.310.345,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB, PSL, PL, PSB) e uma empresa privada (AIXMOBIL), o que dificulta explicar como mera movimentação interna de uma mesma coligação. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: a despesa de R$ 2.121.323,53 do vice Alckmin para a Direção Nacional é de uma ordem de grandeza muito superior às demais transações (R$ 1.795 a R$ 184.352). O conjunto fecha um loop com atores que não compartilham partido/coligação declarada, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PP, PSD) e anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 3.000 a R$ 15.000) e as transações são poucas e espaçadas no tempo, podendo refletir doações entre aliados políticos locais ou ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 50.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 50 mil, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e entre partidos diferentes (SOLIDARIEDADE, PP, PSDB, PSD), sem coligação comum evidente. Os valores são modestos e compatíveis com doações entre candidatos do mesmo estado (MA). Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jose Roberto Costa Santos e Davi Brandao Farias) são do mesmo partido (MDB) e do mesmo estado (MA), o que oferece uma explicação simples de aliança política ou coligação. As transações são de valores modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e ocorreram em anos distintos (2022 e 2024), sem um encadeamento temporal imediato que sugira um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em anos diferentes (2020 e 2024) e partidos distintos (MDB e PDT), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. Os valores são modestos (R$ 700 a R$ 10.000) e as transações misturam doações e despesas, o que pode refletir relações pessoais ou prestação de serviços, mas a ausência de nomes completos e de contexto sobre os vínculos impede uma explicação simples. Não há um fato isolado que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que é rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 31.700,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários e familiares entre alguns agentes (EDVAN e DAVI BRANDÃO DE FARIAS, ambos no MA), o que pode explicar doações entre aliados. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação de campanha, tornando o caso pouco conclusivo para priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (ambas do MDB/MA), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 700 a R$ 10.000) e as transações misturam doações e despesas de campanha, padrão compatível com ressarcimentos ou repasses entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do comum a ponto de justificar priorização, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.000,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas candidatas a prefeito em municípios do MA, com valores que se compensam (R$ 10.000 de doação de Francisco a Edvan e R$ 8.000 de despesa de Erica a Francisco; R$ 10.000 de despesa de Edvan a Marcelo e doação simbólica de R$ 0,64 de Marcelo a Erica). As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024) e podem refletir relações pessoais ou prestação de serviços entre aliados políticos, sem que os dados permitam afirmar que há um conluio. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas do mesmo campo político, mas também não há elementos suficientes para descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 36.000,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 36.000,64, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020, 2022, 2024) e entre partidos distintos (UNIÃO, PDT, MDB), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente explicável.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.000,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Erica e Davi) são candidatos de partidos diferentes (UNIÃO e MDB) e em anos distintos, o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária. Os valores são modestos (R$ 10.000, R$ 8.000, R$ 3.000 e R$ 0,64) e as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, sem um padrão claro de ida e volta imediata. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor muito acima do mercado, ciclo curto e fechado entre aliados) que justifique priorização manual.
severidade média4 nósR$ 10.770,90
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas são candidatos de partidos diferentes (MDB e PDT) e em anos distintos (2020 e 2024). As transações são de baixo valor (R$ 1.000 e R$ 10.000) e podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras entre pessoas físicas, sem indícios de conluio ou valores atípicos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como empresa fantasma, valor muito acima do mercado ou ciclo fechado entre mesmas entidades sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 30.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 30 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas de campanha. Há vínculos partidários e familiares entre alguns agentes (EDVAN e DAVI BRANDAO DE FARIAS, ambos no MA), o que pode explicar a circulação como coincidência ou ressarcimento. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos do MDB no Maranhão (João Alberto de Souza e Davi Brandão Farias), o que poderia indicar relação partidária. Porém, as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2022 e 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há elementos suficientes para afirmar que se trata de um loop suspeito ou de mera coincidência entre aliados.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 136.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PP e REPUBLICANOS) e anos distintos (2018, 2022, 2026), sem coligação ou conta partidária comum que explique a circulação. Chama atenção que ANDRE LUIZ CARVALHO RIBEIRO pagou R$ 125.000,00 a NEUBERTH SILVA em 2022, enquanto a doação de FABIO AUGUSTO FURTADO REIS a ANDRE em 2026 foi de exatamente R$ 5.000,00 — o mesmo valor que JESUINO pagou a FABIO em 2018, sugerindo um elo fechado e repetido entre os mesmos nomes. O conjunto justifica checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.875,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com valores modestos (R$ 13.875 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PL entre Maria Ducilene e Aluizio; sobrenomes Souza Santos entre Ranildo e Aluizio), mas também um elo sem partido declarado (Thiago Alves dos Santos), o que impede tanto a explicação simples por mesma coligação quanto a caracterização de algo claramente atípico. Os valores são baixos e compatíveis com doações e despesas rotineiras de campanhas municipais no Maranhão. Não há fato concreto que salte aos olhos como anômalo o suficiente para justificar priorização manual.