severidade média4 nósIA: bizarroR$ 11.454,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e valores que retornam quase integralmente ao ponto de partida (R$ 11.454 no total), com transações cruzadas entre campanhas de partidos diferentes (PSD e UNIÃO) e em anos distintos (2018 e 2022). O fato que mais chama atenção é a coincidência de sobrenomes 'LINS DE ALBUQUERQUE' entre os dois candidatos e 'LINS' em um dos intermediários, sugerindo possível vínculo familiar, mas sem que haja coligação ou partido comum declarado que explique naturalmente o fluxo. Além disso, a doação de R$ 5.000 de EYLAN para GEORGE e a despesa de R$ 3.000 de ATILA para EYLAN no mesmo ano configuram um caminho de ida e volta entre as mesmas campanhas, o que merece checagem humana para descartar mera coincidência ou confirmar se há repasse disfarçado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas campanhas identificadas são do mesmo partido (PT) e da mesma UF (PE), o que oferece uma explicação plausível de coordenação partidária ou reembolso entre aliados. Os valores são modestos (R$ 19.800 no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas do mesmo grupo político, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos a prefeito do PT em PE, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e os valores são modestos (R$ 17.600 no total). As entidades intermediárias não têm partido ou cargo informado, e não há indício de que os repasses sejam entre as mesmas campanhas ou coligações. Sem mais contexto, não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados políticos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PP, PATRIOTA) e anos distintos (2020 e 2024), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. Porém, os valores são baixos (R$ 100 a R$ 26.000) e as transações podem ser ressarcimentos ou doações entre candidatos de uma mesma base aliada em municípios pequenos. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.744,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e direção partidária), o que é um padrão comum em transferências partidárias. Os valores são modestos (R$ 41,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento temporal imediato que sugira um loop fechado. A empresa BG Studios aparece tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outro candidato, mas sem indício de que o valor doado seja desproporcional ou que o serviço prestado seja incompatível com seu ramo. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 277.788,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT de Mato Grosso do Sul: direção estadual, candidato a senador, candidato a deputado federal e diretório regional. As transações são de valores modestos (R$ 5.250, R$ 22.500, R$ 250.000 e R$ 38,92) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há fornecedor externo, valor discrepante ou entidade sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 137.788,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e órgãos do PT de Mato Grosso do Sul: o diretório estadual doou a Vander Loubet (PT), que pagou despesa a Amarildo Valdo da Cruz (candidato do PT em 2022), cuja campanha doou a Camila Bazachi Jara (PT), que por sua vez pagou despesa ao diretório regional do PT MS. Todos os elos são do mesmo partido/coligação, e os valores são modestos (R$ 5.250, R$ 2.500, R$ 130.000 e R$ 38,92), compatíveis com repasses internos, ressarcimentos e despesas de campanha. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou elo sem vínculo partidário que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 86.838,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de Mato Grosso do Sul: direção estadual, dois candidatos do partido e uma campanha de deputado estadual do mesmo campo. As transações são de valores modestos (R$ 5.250, R$ 1.550, R$ 80.000 e R$ 38,92) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de empresa privada devolvendo valor alto ou fornecedor fora do ramo; o loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro de uma mesma coligação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.788,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e aliados), o que permite explicações rotineiras como repasses partidários, doações entre correligionários e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 46,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar com segurança que tudo se explica por um único mecanismo legítimo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.538,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11.538,92) e entidades majoritariamente ligadas ao PT/MS, com exceção de Dagoberto Nogueira Filho (PP), o que poderia ser explicado por alianças locais ou repasses partidários. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e não formam um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, dificultando caracterizar um loop típico. Não há um fato concreto que destoe (valor, fornecedor ou temporalidade) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 52.170,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT, com valores modestos e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022). As movimentações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo campo político, sem um elo claramente anômalo. O valor total (R$ 52 mil) não destoa do padrão de financiamento de campanhas municipais/estaduais.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 16.731,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de Mato Grosso do Sul: a direção estadual do partido, duas candidatas do PT/MS e um intermediário (Pedro Cruz Alfaia Neto). Doações de diretório partidário a candidatas do próprio partido e despesas de campanha pagas a diretório regional são padrões legítimos e comuns. Os valores são modestos (R$ 16,7 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem concentração temporal suspeita.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 20.406,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de Mato Grosso do Sul (direção estadual, candidatas do PT e um doador individual), o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha. Os valores são modestos (R$ 20,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018-2024), sem concentração temporal suspeita. A maior parte do fluxo é a direção partidária repassando recursos a candidatas, o que é rotineiro. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.906,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Mato Grosso do Sul (direção estadual, candidatos do partido e um fornecedor/aliado), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e pagamentos a prestadores de serviço do mesmo grupo político. Os valores são modestos (R$ 19,9 mil no total) e as transações estão distribuídas em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo curto entre desconhecidos sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 19.406,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de Mato Grosso do Sul (direção estadual, candidatos e uma fornecedora), o que é compatível com repasses internos do partido, despesas de campanha e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 19,4 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018 a 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.594,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, candidatos do partido) e uma empresa que prestou serviços de tecnologia a uma campanha. As transações são de valores modestos e ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), sendo compatíveis com doações partidárias, repasses internos e pagamento de fornecedor. Não há indício de quebra do padrão esperado para campanhas de um mesmo partido.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 315.251,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades com vínculos partidários parcialmente distintos (PT em SC, PE e nacional) e uma empresa de tecnologia, mas o elo mais chamativo é a despesa de R$ 300.000,00 da campanha de Lula para DECIO NERY DE LIMA, que no mesmo ano doa exatamente R$ 300.000,00 a LINO FERNANDO BRAGANCA PERES. Esse repasse de valor idêntico, no mesmo ano, entre campanhas de esferas diferentes, não tem explicação simples por coligação ou conta partidária única. O restante do loop (doações de Humberto a Lula e despesas de Lino com a BG Studios) é compatível com padrões comuns, mas o elo Lula→DECIO→Lino merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 302.431,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 302 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. As entidades compartilham vínculos partidários (PT) ou são diretórios partidários, o que oferece uma explicação plausível de movimentação dentro da mesma estrutura partidária. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 18.894,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 18,9 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2022, 2024, 2026) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As entidades compartilham majoritariamente o partido PT em SC, o que oferece uma explicação plausível de articulação partidária. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 17.190,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 17.190,52, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024, 2026) e os valores são modestos. As entidades nomeadas são todas do PT de Santa Catarina, o que pode indicar uma rede de aliados do mesmo partido, mas não há como afirmar que o loop seja um padrão rotineiro ou algo que mereça checagem prioritária. Faltam informações sobre a empresa sem nome e sobre a natureza exata de cada movimentação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.500,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades listadas são do PT de Mato Grosso, e o ciclo envolve valores modestos (R$ 23,5 mil no total) entre candidatos do mesmo partido em anos eleitorais distintos. As transações podem ser explicadas por repasses internos de campanha, doações entre aliados da mesma coligação ou ressarcimentos, sem nenhum fato que fuja do padrão comum. O caso não apresenta indício de irregularidade que justifique priorização para checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas do mesmo partido (PT) em Mato Grosso, com transações de baixo valor (R$ 11 mil no total) e em anos distintos (2018 e 2022). As setas podem ser explicadas por doações e despesas rotineiras dentro de uma mesma coligação partidária, mas a existência de um loop fechado entre os mesmos nomes chama atenção. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.884,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS/AL) e pessoas físicas, mas o fluxo fecha um loop: ELBANISE paga despesa a MICHAEL, MICHAEL doa para LIVIA, e LIVIA paga despesa a BRAULIO, que doa de volta para ELBANISE. A coincidência de valores (R$ 3.000 de ELBANISE a MICHAEL e R$ 3.000 de BRAULIO a ELBANISE) e a repetição de nomes entre doador e fornecedor sugerem que pode não ser mera coincidência entre campanhas aliadas. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e se há relação pessoal ou empresarial entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 66.024,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT (Antonio Sabino, Humberto Costa, Lula e a direção regional do partido), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e despesas de campanha dentro do mesmo campo político. Os valores são modestos (R$ 66 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022), sem um encadeamento imediato que sugira devolução disfarçada. A BG Studios Tecnologia aparece como fornecedora de um candidato e doadora de outro, mas sem indício de que o valor pago seja incompatível com o serviço ou que a empresa não tenha relação com o ramo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 165.569,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (diretório estadual, candidatos a deputado estadual/federal e presidente), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 3 mil, R$ 2,7 mil, R$ 39,9 mil) e o maior fluxo (R$ 120 mil) é uma despesa da campanha presidencial para o diretório estadual, padrão comum de repasse a diretórios. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de ordem de grandeza que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 48.602,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 48,6 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas de campanhas distintas. Há elos partidários (PT entre Wadih e Paulo Maurício; PCdoB de Danieli) e empresas prestadoras de serviços, o que permite explicações rotineiras como repasses, pagamentos e ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo ou ciclo curto fechado) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.415,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 41,4 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Wadih Damous e José Leão são do PT/RJ, e Danieli Balbi é do PCdoB/RJ, partidos que costumam atuar em coligações. As transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. A RINOBOX aparece tanto doando a Wadih quanto recebendo despesa de Danieli, mas os valores são pequenos e compatíveis com serviços gráficos/financeiros de campanha. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização sem checagem adicional.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 47.677,26
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades de partidos diferentes (PT e PCdoB) sem coligação comum declarada, o que dificulta a explicação por alinhamento partidário. A RINOBOX SOLUCOES FINANCEIRAS LTDA aparece como doadora de R$ 35.993,26 para Wadih Damous e, ao mesmo tempo, recebeu R$ 264,00 como despesa da campanha de Danieli Balbi, criando um fluxo de ida e volta entre campanhas sem relação partidária evidente. O valor doado pela RINOBOX é uma ordem de grandeza superior às demais transações do ciclo, o que merece checagem humana sobre a origem e o destino desses recursos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 38.946,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 38,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT e PCdoB), mas há conexões plausíveis: WADIH e NICOLAS são ambos do PT/RJ, e a RINOBOX aparece tanto doando para WADIH quanto recebendo despesa de DANIELI. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe (valor, ramo do fornecedor ou ciclo curto fechado) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.496,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 39,5 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020 e 2022) e misturam doações e despesas de campanhas distintas. As duas maiores quantias (R$ 35,9 mil da Rinobox para Wadih e R$ 1,5 mil do Facebook para Danilo) não se conectam diretamente de forma suspeita, e os elos menores (R$ 1,25 mil, R$ 500 e R$ 253) são compatíveis com serviços de internet/impulsionamento e taxas. Não há um fato único e concreto que destoe do padrão de mercado ou indique ciclo fechado no mesmo pleito.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 39.083,14
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (Rinobox Soluções Financeiras) que doou R$ 35.993,26 à campanha de Wadih Nemer Damous Filho (PT) e depois recebeu R$ 377,88 em despesas da campanha de Maria Ines Pandelo Cerqueira (PT), com um intermediário (Haroldo Garcia Pereira) que recebeu despesa de Wadih e doou para Maria Ines. Apesar de Wadih e Maria Ines serem ambos do PT/RJ, o retorno de recursos da campanha para a mesma empresa doadora, ainda que em valor menor, configura um loop de movimentação que merece checagem humana. O ramo da Rinobox (soluções financeiras) não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o intermediário sem partido declarado quebra a cadeia de forma não trivial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.241,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e empresas de ramos distintos (Facebook e Rinobox), mas os valores são pequenos e as transações podem ser explicadas por doações e despesas normais de campanha. A Rinobox aparece tanto como doadora da campanha de Eloa quanto como fornecedora de Danilo, o que pode indicar uma relação comercial legítima, não necessariamente um conluio. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 27.910,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PT e PRTB) e empresas de ramos distintos (Facebook e Rinobox), sem coligação ou relação partidária evidente. A maior transação é um gasto de R$ 24.000 da campanha de Monica Carris com o Facebook, enquanto as demais são valores muito menores, criando uma assimetria que dificulta explicar o loop como mera coincidência. A presença de uma empresa de soluções financeiras (Rinobox) doando para uma candidata e recebendo de um candidato de outro partido também não tem justificativa óbvia nos dados.
severidade média5 nósR$ 10.771,07
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 788.757,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (partido, candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum em movimentações partidárias. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia Ltda aparece como fornecedora de serviços para Maria Naustria e também como doadora para Humberto Costa, o que pode ser explicado por relações comerciais e políticas dentro do mesmo partido. Não há indício de valores atípicos ou de empresas sem relação com o ramo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 427.876,41
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que doou R$ 7.995,00 para Maria Naustria (PT) em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 5.912,96 de Tarcisio Motta (PSOL) como despesa de campanha — valores quase idênticos e no mesmo exercício, o que sugere possível triangulação. Além disso, a cadeia conecta políticos de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma direção partidária estadual, sem coligação explícita que explique a circularidade. O montante total de R$ 427 mil é relevante, mas o núcleo suspeito é o par de transações empresa↔candidato com valores próximos e mesma janela temporal.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.325.828,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL) e uma empresa privada, com valores que se repetem de forma quase simétrica: BG Studios doou R$ 7.995,00 a Maria Naustria em 2018 e recebeu R$ 7.930,44 de Francisco Rodrigues no mesmo ano, sugerindo um possível retorno do dinheiro à empresa doadora. Além disso, a soma das despesas de Monica Santos (R$ 29.000,00) e de Francisco (R$ 293.470,16) supera em muito as doações que receberam, indicando que o fluxo não é apenas repasse partidário comum. A presença de uma empresa de tecnologia como elo entre campanhas de partidos distintos e o fechamento do ciclo em 2018 justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.880,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 43,8 mil) e entidades de partidos diferentes (PSOL e PT), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A BG Studios Tecnologia LTDA aparece tanto doando para Maria Naustria quanto recebendo despesa de Dyonne Chaves Boy, ambos do PSOL em 2018, o que pode ser um fornecedor real da campanha. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, ramo incompatível ou ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo ano), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 507.561,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 79,95 mil, R$ 405 mil, R$ 1 mil, R$ 72,40 e R$ 29 mil) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades incluem partidos (PSOL e PT) e uma empresa de tecnologia, sem clara ligação entre todas. Não há um fato único e concreto que destoe de padrões comuns de doações partidárias e despesas de campanha.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.526,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT, PSB e PSOL) e uma empresa privada, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), mas o sistema as trata como um loop fechado, o que pode ser um artefato de agregação. O fato que mais chama atenção é a empresa BG Studios Tecnologia LTDA aparecer tanto como doadora de Maria Naustria (R$ 7.995,00) quanto como recebedora de despesa de Anderson (R$ 99,20), sugerindo uma possível relação circular que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.683,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas de partidos diferentes (PSOL e PT) e uma empresa de tecnologia, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte do valor (R$ 29.000,00) é uma despesa de Mônica Santos Francisco para a direção estadual do PT, que pode ser repasse partidário rotineiro. Já a doação de R$ 7.995,00 da BG Studios para Maria Naustria e o pagamento de R$ 256,08 de André Tenreiro à mesma empresa não têm explicação óbvia, mas os valores são modestos e podem refletir relações comerciais ou de apoio político não esclarecidas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 133.430,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 133 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há conexões partidárias plausíveis: PSOL (direção estadual e João Batista) e PT (Maria Naustria e Monica Santos), além de uma empresa (BG Studios) que doou para Maria e recebeu despesa de João. Não há um fato único e gritante que fuja do padrão de movimentação entre aliados, mas a existência de um loop fechado com uma empresa de tecnologia merece uma olhada humana para descartar coincidência ou erro de registro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 65.619,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 65,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: PSOL (direção estadual e Cintia) e PT (Maria Naustria e Monica). As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. A BG Studios aparece tanto doando para Maria Naustria quanto recebendo despesa de Cintia, mas os valores são pequenos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização imediata, nem elementos que expliquem completamente o ciclo como rotina.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 117.899,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades que compartilham vínculos partidários (PT/PSOL) e temporais (2018-2024), o que é compatível com repasses internos de direção partidária, doações entre aliados e despesas com fornecedor. A BG Studios aparece tanto como doadora de Maria Naustria quanto fornecedora de Leci, mas o valor pago por Leci (R$ 54,40) é irrisório frente à doação recebida (R$ 7.995,00), sem indicar retorno financeiro relevante. Não há um fato agudo que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira, mas a cadeia fechada merece conferência documental.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 201.011,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 201 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários (PT e PSOL) e a BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por relações comerciais ou de aliança. Não há um fato agudo que destoe, como um valor muito acima dos demais ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 346.491,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 799,50 a R$ 301.047,53) e anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT/RJ, e a BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo de campanhas do mesmo partido, padrão compatível com prestador de serviços recorrente. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização, mas também não é possível descartar sem checar a cronologia exata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 100.657,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 100 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há vínculos partidários e de coligação entre os atores (PT e PSOL no RJ). A BG Studios aparece tanto doando para Maria Naustria quanto recebendo despesa de Renata, o que pode ser coincidência de fornecedor, mas não há um fato agudo que destoe do padrão de movimentação partidária. Sem valores unitários anômalos ou ramo de atividade incompatível, não há elemento que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.460,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.460,22, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários parciais (PT e PSB) e a BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser explicado por relações comerciais ou de militância. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valor muito acima do mercado ou ciclo fechado no mesmo ano entre pessoas sem vínculo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 92.194,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 92 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários: Maria Naustria e Monica Santos são do PT, Daniella Monteiro é do PSOL, e há repasses da direção estadual do PSOL. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo período. A BG Studios aparece tanto doando para Maria Naustria quanto recebendo despesa de Daniella, mas os valores são pequenos e podem refletir contratação de serviços de tecnologia por campanhas. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização sem uma análise mais aprofundada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 42.455,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e uma empresa privada (BG Studios Tecnologia), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A BG Studios doou R$ 7.995,00 para Maria Naustria em 2018 e, no mesmo ano, recebeu R$ 75,20 de Rodrigo Wrencher (PSOL), sugerindo uma conexão direta entre uma empresa doadora e uma campanha de outro partido. Além disso, há um fluxo de R$ 29.000,00 de Monica Santos (PT) para a direção estadual, valor muito superior às demais transações, o que merece verificação humana.