severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 73.071,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades com vínculos partidários plausíveis: Glauber é do PSOL e a direção estadual do PSOL-RJ aparece como origem/destino, enquanto Ana Carolina é do PT e recebeu doações de direção estadual. A BG Studios aparece como fornecedora de Ana Carolina e doadora de Glauber, mas os valores são pequenos (R$ 96,88 de despesa) e as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação com o serviço, empresa devolvendo milhões), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 128.991,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas o PSOL-RJ aparece como origem e destino final, e a maior transação (R$ 76,5 mil) é uma doação da BG Studios a Tarcísio Motta em 2018, enquanto a despesa de Ana Carolina com a mesma empresa é de apenas R$ 96,88. Os valores são de ordens de grandeza muito distintas e as transações ocorrem em anos diferentes, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de doações e despesas entre campanhas aliadas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 80.911,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores e anos distintos: a maior parte do dinheiro (R$ 41.497,00) é uma doação da BG Studios para Monica Santos em 2018, enquanto a despesa de Monica para a Direção Estadual é de R$ 29.000,00 em 2022. As demais transações são de baixo valor (R$ 96,88) ou de doação partidária para candidata, padrão comum. Não há um fato agudo que destoe, mas a combinação de uma empresa doadora que também recebe pagamento de campanha e o fechamento do ciclo entre poucos atores justifica uma olhada humana para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 58.887,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 58,9 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020 e 2022) e misturam doações e despesas entre campanhas de partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa de tecnologia. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, mas também não é possível afirmar que seja um fluxo rotineiro sem checar a motivação de cada repasse. A menção a 'Direção Estadual/Distrital' como origem/destino sugere possível repasse partidário, o que é comum, porém a presença da empresa BG Studios no meio do ciclo pede verificação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 118.021,34
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas o elo mais forte é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia que doou R$ 89.607,09 a Marcelo Ribeiro Freixo (PT) e recebeu de volta apenas R$ 96,88 de Ana Carolina Quintana de Serpa Vieira (PT), sem que o ramo da empresa explique o vínculo. Além disso, o partido repassou R$ 10.317,37 a Ana Carolina e recebeu R$ 18.000,00 de Marcelo, valores que não se equilibram e sugerem checagem manual. A coincidência de todos os personagens serem do PT/RJ reduz a estranheza, mas o descompasso entre a doação milionária da BG Studios e o retorno irrisório justifica um humano olhar.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 65.358,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos (2018-2022), sem um encadeamento temporal curto e fechado que caracterize um loop suspeito. As transações podem ser explicadas por doações partidárias rotineiras e uma despesa de campanha com fornecedor de tecnologia, mas a conexão entre a empresa BG Studios e a candidata Renata (que recebeu doação da empresa e depois devolveu recursos ao partido) merece uma olhada mais atenta. Não há, porém, um fato isolado que destoe de padrões comuns, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 47.521,25
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 47,5 mil no total). As duas candidatas são de partidos diferentes (PT e PSOL), mas ambos integram a mesma federação/coligação no RJ, o que pode explicar repasses partidários cruzados. Não há um fato agudo que destoe (como valor uma ordem de grandeza acima, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.795,23
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,8 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários (PT/PDT) e uma empresa de consultoria (ELEGIS) que pode ter prestado serviços a campanhas, mas os valores e as direções não formam um retorno claro do dinheiro à origem. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmas pessoas), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 127.586,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de tecnologia. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018-2024), sem concentração temporal que sugira um loop artificial. O valor pago à BG Studios (R$ 7.520) é pequeno e condizente com serviços de tecnologia para campanha, e o retorno à direção partidária é típico de repasses internos. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 183.506,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a estrutura do PSOL no Rio de Janeiro: o partido repassa recursos a candidatos (Maria Bertoche e Tarcísio Motta), que por sua vez contratam a BG Studios, empresa que também doa a Tarcísio. Os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia/estúdio, e as transações se distribuem por vários anos (2018-2024), sem concentração temporal suspeita. O elo mais frágil é a doação da BG Studios a Tarcísio (R$ 76,5 mil) logo após receber R$ 75,20 de Rodrigo Cosenza, mas o valor irrisório torna improvável que seja um retorno disfarçado.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 135.426,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos e entidades com vínculos partidários plausíveis: Maria Bertoche e Rodrigo Cosenza são do PSOL, e Mônica Santos é do PT, partidos que frequentemente atuam em coligações no RJ. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e incluem doações de direção partidária e despesas de campanha, padrões comuns. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um loop fechado entre campanhas e uma empresa de tecnologia merece uma checagem humana para confirmar se há relação contratual legítima.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 113.402,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de campanha. As transações se distribuem ao longo de vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira triangulação. O valor pago à BG Studios (R$ 2.997,30) é pequeno e condizente com serviços de tecnologia/estúdio, não havendo indício de preço fora do razoável.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 172.536,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) e uma empresa, mas os valores são muito díspares: a maior transação (BG Studios -> Marcelo Ribeiro Freixo, R$ 89.607,09) não retorna à empresa, e as demais somam frações pequenas. As conexões entre os candidatos podem ser explicadas por alianças ou repasses partidários, mas a presença de uma empresa de tecnologia recebendo despesa de campanha e doando para outro partido merece verificação. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, nem elementos suficientes para considerá-lo rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 119.873,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas quase todas são do PSOL-RJ (partido, candidatos e direção estadual), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas entre aliados. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos, sem um elo que destoe. Não há um fato concreto que fuja do explicável, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios e a razão dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 102.036,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PSOL/RJ e a maior parte das transações é compatível com repasses internos do partido (Direção Estadual -> candidatos) e despesas de campanha. A única transação que foge do padrão partidário é a doação de R$ 8.107,00 da BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA para Daniella Monteiro da Silva, mas o valor é modesto e não há indício de que a empresa tenha recebido de volta valor equivalente. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 154.825,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e inclui uma empresa privada (BG Studios Tecnologia) que recebeu R$ 32.436,00 de doação de Luciana Boiteux e depois pagou R$ 40.680,00 a Bruno Coelho, ambos do PSOL, mas o elo final é uma despesa de Mônica Santos (PT) de R$ 29.000,00 à direção estadual do PSOL. O valor de R$ 29.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações do ciclo (R$ 500,00 e R$ 406,80), e a passagem por uma empresa de tecnologia sem relação aparente com o serviço prestado dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. A mistura de partidos e a presença de um fornecedor privado no meio do loop justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 113.125,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 113 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e a maioria dos atores é do PSOL/RJ, o que permite explicar parte do fluxo como repasses partidários e doações entre aliados. A entrada da empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA como doadora de um candidato e depois recebedora de despesa de outro candidato do mesmo partido é o ponto que mais chama atenção, mas o valor é modesto e não há indicação de que o ramo da empresa seja incompatível com os serviços. Não há um fato isolado suficientemente forte para classificar como bizarro, nem elementos que confirmem um padrão rotineiro claro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 155.546,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro (direção estadual, dois candidatos do partido e uma empresa que doou a um deles), o que é compatível com movimentação interna de campanha/partido. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de 2018 e 2022, sem um salto de ordem de grandeza ou um fornecedor de ramo incompatível. A empresa BG Studios aparece como doadora de um candidato e prestadora de serviço de outro, mas o valor pago por Bruno (R$ 406,80) é irrisório frente à doação recebida por Glauber (R$ 8.217,00), o que não configura retorno significativo. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que fuja do padrão de circulação de recursos dentro do mesmo campo político.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 211.466,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas pertencem ao mesmo campo político (PSOL/RJ): o diretório estadual do PSOL repassou recursos a Bruno Coelho de Lima, que pagou despesas à BG Studios, que doou a Tarcísio Motta, que por sua vez pagou despesa ao diretório estadual. Esse tipo de circularidade entre candidatos e órgão partidário da mesma sigla pode decorrer de repasses partidários, ressarcimentos ou contratação de serviços, sem que os fatos apresentados permitam afirmar algo além disso. Não há, nos dados fornecidos, um elemento concreto que destoe do padrão esperado para campanhas aliadas, nem um fato que claramente exija checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 163.386,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há vínculos partidários indiretos: Bruno é do PSOL e Mônica do PT, partidos que frequentemente atuam em coligações no RJ. A BG Studios aparece tanto como doadora de Mônica quanto como fornecedora de Bruno, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe claramente (valores, ramo do fornecedor ou ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 141.362,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL-RJ, com valores compatíveis entre doações do partido a candidatos e repasses de candidatos ao partido (contribuições estatutárias). A empresa BG Studios aparece como doadora de Taliria e também como fornecedora de Bruno, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima, sem valores atípicos. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de fluxo financeiro desproporcional que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 200.496,33
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas os atores centrais são de partidos diferentes (PSOL e PT), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A BG Studios Tecnologia LTDA aparece como doadora de R$ 89,6 mil a Marcelo Ribeiro Freixo (PT) e, ao mesmo tempo, recebe R$ 406,80 de Bruno Coelho de Lima (PSOL), criando uma ligação indireta entre campanhas de partidos distintos. O valor de R$ 89,6 mil doado pela empresa é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop, o que justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 147.833,24
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a maior parte do valor (R$ 29.000,00) é uma única despesa de Renata da Silva Souza para a direção estadual do PSOL, enquanto a empresa BG Studios Tecnologia aparece doando R$ 25.944,00 para a mesma candidata e recebendo apenas R$ 406,80 de Bruno Coelho de Lima. O ramo da empresa (tecnologia) não tem relação óbvia com serviços de campanha, e o fluxo de dinheiro saindo de uma campanha para a direção partidária após receber doação de uma empresa privada merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 129.996,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual, o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, a empresa BG STUDIOS TECNOLOGIA LTDA aparece doando para uma candidata e recebendo despesa do outro candidato, sem que se saiba se há relação contratual legítima. Os valores e a ordem das transações não são absurdos, mas a intermediação da empresa privada no ciclo impede uma explicação automática.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.713,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PSOL, REDE, PSB) e valores que variam de R$ 13,20 a R$ 32.500,00, sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso é ambíguo e não permite afirmar se é rotineiro ou estranho sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 72.277,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 72 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, com valores e naturezas heterogêneas (doações, despesas, repasse partidário). Há vínculos partidários claros (PSOL entre direção estadual, Daniela Petti e Luciana Boiteux) e a BG Studios aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser coincidência ou relação comercial legítima. O elo mais frágil é a doação de Luciana (PSOL) para Monica (PT) em 2022, sem coligação comum evidente, mas o valor é baixo (R$ 500) e pode ser doação entre pessoas físicas. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, mas também não dá para descartar sem checar os vínculos entre BG Studios e as campanhas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 30.577,52
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre 5 entidades, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia LTDA: uma empresa de tecnologia que doa R$ 8.217,00 a Glauber (PSOL) e recebe R$ 198,28 de Daniela (PSOL) como despesa de campanha, sem relação aparente entre o ramo da empresa e o serviço prestado. Além disso, o loop envolve um candidato do PDT (Wanderson) devolvendo R$ 10.818,94 à direção estadual do PSOL, partido diferente do seu, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. Os valores são modestos, mas a combinação de fornecedor de ramo desconexo com trânsito entre partidos distintos justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 72.998,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PSOL-RJ): a direção estadual do partido, dois candidatos filiados e uma empresa que doou a um deles. As transações são de 2018 (e uma de 2022) e os valores são modestos e compatíveis com repasses partidários, doações de pessoa jurídica e despesas de campanha. O retorno à direção estadual (R$ 54.440,12) é o maior valor, mas é compatível com repasse/estatutário ou ressarcimento de campanha, não com um loop fechado de lavagem. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 128.918,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio de Janeiro, em 2018, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A BG Studios Tecnologia aparece como doadora de Tarcísio Motta e também recebedora de pagamentos de Daniela Petti, o que pode ser explicado por serviços prestados a campanhas do mesmo partido. O retorno de Tarcísio à direção estadual em 2022, por valor de R$ 32.500, é compatível com devolução de sobra ou repasse partidário. Não há indício de enriquecimento pessoal ou de empresa alheia ao ramo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 80.838,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos distintos: doação do PSOL-RJ a Daniela Ramos Petti (2018), despesa dela com a BG Studios (2018), doação da BG Studios a Monica Santos Francisco (2018) e despesa desta com a direção estadual (2022). Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a ligação entre as campanhas pode ser explicada por trânsito de recursos dentro de um mesmo campo político ou por serviços prestados. Os fatos apresentados não são suficientes para afirmar que há algo claramente anômalo, mas também não permitem descartar a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 58.814,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-RJ) e uma empresa de tecnologia, com valores e anos distintos (2018 e 2022). A doação da empresa à Taliria (R$ 29.973,00) é a maior transação, mas não há indício de que a empresa tenha recebido recursos equivalentes de volta. O retorno ao partido em 2022 (R$ 18.500,00) pode ser ressarcimento ou sobra, mas sem mais contexto não é possível afirmar que fuja do rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 117.948,67
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas os elos não são todos do mesmo partido/coligação: Daniela Petti é PSOL e Marcelo Freixo é PT, e a empresa BG Studios aparece doando R$ 89,6 mil a Freixo e recebendo R$ 198 de despesa de Daniela. O valor que sai da empresa para Freixo é de ordem de grandeza muito superior às demais transações da cadeia, e o retorno ao PSOL via despesa de Freixo (R$ 18 mil) não tem explicação simples pela mesma coligação. Isso justifica checagem humana para entender a relação entre a empresa, os dois políticos e o partido.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 65.285,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-RJ) e uma empresa de tecnologia, com valores e anos distintos (2018 e 2022). A doação da direção partidária para Daniela Petti e a despesa de Renata Souza com a direção são movimentações típicas de campanha, e a doação da BG Studios para Renata pode ser apoio empresarial. Não há um fato único que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, mas a existência de um loop fechado entre quatro entidades justifica uma checagem humana para confirmar se as transações são independentes ou se há ressarcimento não declarado.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 47.448,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-RJ) e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 47,4 mil no total). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo período. A doação da empresa BG Studios à candidata Daniella Monteiro (R$ 8,1 mil) e a despesa da candidata Daniela Ramos Petti com a mesma empresa (R$ 198 mil) são de magnitudes diferentes e podem ter explicações legítimas, como serviços prestados. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão partidário-eleitoral comum.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 99.730,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 99.730,14, mas as transações estão espalhadas por 2018, 2020, 2022 e 2024, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. As entidades têm partidos diferentes (PSOL, PDT, PT), porém todas atuam no Rio de Janeiro, e os valores individuais são modestos (R$ 1.000 a R$ 62.630), compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas fluminenses, mas a cadeia fechada merece uma olhada humana para confirmar se há relação de coligação ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 89.230,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 89 mil no total) e transações espaçadas ao longo de vários anos (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, a maioria das entidades compartilha partidos de esquerda (PSOL, PDT) no Rio de Janeiro, um ambiente político onde doações e despesas cruzadas entre aliados são comuns. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 101.130,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 101 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. Há vínculos partidários (PSOL) entre parte dos envolvidos, o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo campo político, mas a presença de David Michael (PDT) e de um intermediário sem partido declarado (Raphael Lacerda de Abreu) impede uma explicação simples por coligação. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 103.830,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta, Monica Benicio e a direção estadual do partido), com uma única conexão a David Miranda (PDT), que foi aliado histórico do PSOL em campanhas no RJ. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e valores compatíveis com repasses partidários e doações entre aliados, sem concentração temporal ou montante anômalo. O valor total de R$ 103 mil é modesto e a maior parte vem de repasse da direção estadual a David Miranda em 2018, padrão comum de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 128.339,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 128 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2020 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. Há vínculos partidários relevantes (PSOL aparece na direção estadual, em Renata e em Glauber), o que dá uma explicação plausível de repasses internos e despesas com fornecedor comum. O valor da BG Studios (R$ 8,2 mil recebidos de Glauber e R$ 2 mil pagos por Renata) não é de ordem de grandeza destoante, e não há indício claro de empresa fora do ramo. Faltam elementos para dizer se é rotineiro ou estranho.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 184.259,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 184 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, Tarcísio Motta e Renata Souza são ambos do PSOL/RJ, e a direção estadual do partido aparece repassando recursos, o que é um padrão partidário comum. A BG Studios Tecnologia recebeu de uma campanha e doou para outra do mesmo campo político, mas sem detalhes sobre a natureza do serviço prestado não é possível afirmar que seja anômalo.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 136.179,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 136 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e entre partidos distintos (PSOL, PDT, PT), o que enfraquece a explicação por mera coincidência de coligação. Chama atenção que a BG Studios Tecnologia LTDA, uma empresa de tecnologia, apareça tanto recebendo despesa de campanha (R$ 2.052,60) quanto doando R$ 41.497,00 para uma candidata do PT, sem relação aparente com o serviço. Além disso, a candidata do PT devolve R$ 29.000,00 à direção estadual do PSOL, fechando o loop, o que não é um padrão rotineiro de ressarcimento ou sobra de campanha.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 114.155,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 114 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento imediato que caracterize um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários entre alguns agentes (PSOL), o que pode explicar parte das movimentações como repasses internos ou ressarcimentos, mas a presença de uma empresa de tecnologia (BG STUDIOS) recebendo despesa de campanha e doando para outra candidata mereceria uma checagem mais detalhada. Os fatos não são suficientes para afirmar que é rotineiro nem para apontar um indício forte de anormalidade.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 173.289,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL, PDT, PT) e uma empresa privada, o que à primeira vista dificulta a explicação por uma única coligação. Porém, os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), com a maior parte concentrada em 2018, o que pode refletir dinâmicas normais de campanha, como doações entre aliados ou prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 102.789,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 102,8 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022) e partidos distintos (PSOL, PDT), o que enfraquece a explicação por simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Chama atenção que uma empresa (BG Studios Tecnologia) apareça tanto recebendo despesa de campanha quanto doando para outra candidata, e que o dinheiro retorne à direção estadual do PSOL após passar por pessoas físicas. O conjunto merece checagem humana para entender a real conexão entre as partes e a natureza dos repasses.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 98.780,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL/RJ (Tarcísio Motta, Renata Souza e a direção estadual do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, sem um elo que destoe. O único ponto fora do PSOL é David Miranda (PDT), mas o valor recebido da direção estadual e a doação que ele faz a Renata são pequenos e podem refletir alianças pontuais. Não há um fato concreto que force uma checagem manual, nem elementos suficientes para descartar o sinal.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 73.882,52
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 1.000 a R$ 2.000) e entidades de partidos diferentes (PSOL, PDT, REDE), o que poderia sugerir conexões entre campanhas aliadas, mas não há evidência de coordenação ou benefício mútuo claro. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2020), dificultando a caracterização de um loop fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 126.930,14
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 126.930,14, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria das entidades é filiada ao PSOL ou atua no mesmo campo político, o que é compatível com repasses partidários e doações entre aliados. O elo entre David Michael (PDT) e Patrícia Felix (PSOL) em 2020 não tem explicação óbvia, mas não há indício de que seja anômalo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 67.024,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 67 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários entre alguns personagens (PSOL/PT) e a BG Studios aparece tanto como doadora de Luciana quanto fornecedora de Carlos André, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (valor, ramo ou ciclo curto) a ponto de justificar priorização automática.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 25.324,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 25,3 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2024) e a maioria das entidades é do PSOL, o que permite explicar como repasses partidários e doações entre aliados. A única entidade de outro partido (Wanderson, PDT) aparece recebendo doação de Glauber (PSOL) em 2018 e pagando despesa à direção estadual no mesmo ano, sem indicar um loop fechado e imediato. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação partidária, como valor muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 67.745,62
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSOL no Rio, com valores que não destoam entre si (R$ 8,2 mil, R$ 5 mil, R$ 54,4 mil e R$ 25). As transações se distribuem por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. O padrão é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor de tecnologia dentro do mesmo campo político.