severidade média5 nósIA: bizarroR$ 43.648,01
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 43,6 mil, com uma empresa (BG Studios Tecnologia) recebendo R$ 3.164,32 de despesa da campanha de Monica Santos (PT) e, no mesmo ano de 2018, doando R$ 29.973,00 para Taliria Petrone (PSOL). O elo de fechamento é uma doação de Luciana Boiteux (PSOL) para Monica Santos (PT) em 2022, sem partido/coligação em comum evidente entre PT e PSOL. A diferença de magnitude entre a despesa paga à empresa e a doação feita por ela, somada ao ciclo fechado entre campanhas de partidos distintos, justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 34.835,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 34,8 mil no total) e transações em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior parte do volume é uma doação de uma empresa (BG Studios) a Luciana Boiteux, que é um fluxo normal de campanha, e as demais transações são de baixo valor e podem ser explicadas por relações partidárias (PSOL) ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, mas a combinação de entidades e a direção circular justificam uma checagem rápida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.576,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 195.576,00, mas as transações estão distribuídas em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são heterogêneos, sem um retorno claro do mesmo montante. Há vínculos partidários entre Tarcísio Motta e Dyonne Chaves Boy (ambos PSOL/RJ), o que pode explicar parte das movimentações como aliança interna, mas a presença de Monica Santos Francisco (PT) e da empresa BG Studios Tecnologia LTDA quebra a explicação simples por mesma coligação. Não há um fato único e gritante, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.648,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39.648,16, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, com valores e naturezas heterogêneas (doações e despesas). Há vínculos partidários entre Tarcísio Motta e Luciana Boiteux (ambos PSOL/RJ), o que pode explicar parte da circulação, mas a empresa BG Studios aparece tanto doando quanto recebendo da mesma campanha, o que merece checagem. Não há um fato isolado que torne a explicação simples impossível, nem elementos suficientes para afirmar que é apenas rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.209,16
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018: a empresa BG Studios doa R$ 41.497,00 à campanha de Monica Santos (PT), que paga R$ 350,00 a Marina Iris; Tarcisio Motta (PSOL) paga R$ 5.912,96 à BG Studios, e Marina Iris doa R$ 200,00 a Tarcisio. O ponto que chama atenção é a BG Studios aparecer simultaneamente como doadora de valor alto para uma campanha e como fornecedora paga por outra campanha do mesmo ciclo, sem que os fatos expliquem a relação entre as campanhas ou o serviço prestado. Isso não é prova de irregularidade, mas é um fato concreto que justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 171.231,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL (Tarcísio Motta, Luciana Boiteux e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A única conexão com o PT (Mônica Santos Francisco) é uma doação de R$ 500 em 2022, valor baixo e sem indício de retorno significativo. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 108.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 108.150,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado no mesmo período. Os valores são modestos e há vínculos partidários indiretos (PSOL e PT, ambos de esquerda no RJ), o que pode explicar movimentações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão de financiamento eleitoral a ponto de justificar priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 42.798,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 42,8 mil, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2022, sem concentração temporal que sugira um loop fechado. Quatro das cinco entidades são do PSOL/RJ (Tarcísio, Luciana, Lia e a empresa BG Studios), o que é compatível com circulação de recursos dentro do mesmo campo político. A única exceção é Mônica Santos (PT), mas o valor que ela movimenta (R$ 2,7 mil de despesa e R$ 500 de doação) é pequeno frente ao total. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.359,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 51 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas todas do Rio de Janeiro. A maior transação é uma doação de uma empresa (BG Studios) para uma candidata do PT, seguida de despesas da campanha do PSOL com a mesma empresa, o que poderia ser um fornecedor real de serviços. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (como valor uma ordem de grandeza acima, empresa de ramo incompatível ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo), mas a combinação de doação empresarial e posterior pagamento à mesma empresa merece uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços e a relação entre as campanhas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 174.381,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL no Rio de Janeiro (Tarcísio Motta, Luciana Boiteux e Lia Ludolff), além da direção municipal do partido, o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados da mesma legenda. A única entidade de outro partido (Mônica Santos, do PT) aparece com valor pequeno (R$ 500) e pode refletir aliança local ou ressarcimento pontual. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos (2018–2024), sem concentração temporal ou montante atípico que sugira um loop artificial.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 111.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 111.300,00, com um fluxo de R$ 50.000,00 saindo de Tarcísio Motta (PSOL) para Francisco Rodrigues de Alencar Filho, que por sua vez doa R$ 57.600,00 para Monica Santos Francisco (PT), que paga despesa de R$ 2.700,00 para Lia Ludolff (PSOL), que havia doado R$ 1.000,00 para Tarcísio. A presença de partidos diferentes (PSOL e PT) e o valor expressivo de R$ 50.000,00 em uma única despesa de campanha para outro candidato dificultam a explicação por mera coincidência de coligação ou repasse partidário rotineiro. O loop fechado em um único ano (2022) e a ausência de vínculo partidário comum entre todos os elos justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.258,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 43 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PT e PSOL), mas há conexões plausíveis: Tarcísio Motta e Luciana Boiteux são ambos do PSOL/RJ e podem ter relação política; a BG Studios aparece como fornecedora de Tarcísio e doadora de Luciana no mesmo ano (2018), o que pode ser coincidência ou indício de repasse. As transações são de anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe drasticamente (valor muito acima, ramo incompatível, ciclo curto entre sem vínculo), mas a combinação de doações e despesas cruzadas entre os mesmos atores justifica uma checagem humana para descartar ou confirmar irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 51.819,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores e anos dispersos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. As transações somam R$ 51,8 mil, mas a maior parte (R$ 41,5 mil) é uma doação da BG Studios a Monica em 2018, enquanto o retorno à empresa via despesa de Tarcísio é de apenas R$ 5,9 mil no mesmo ano. Não há evidência de que os elos formem um circuito intencional, podendo ser coincidências entre campanhas de partidos distintos (PSOL e PT) no Rio de Janeiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 174.841,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente agentes do PSOL (Tarcísio Motta, Luciana Boiteux e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos legítimos entre candidatos e a estrutura partidária. A única ligação fora desse grupo é Mônica Santos (PT), que recebeu R$ 500 de Luciana e pagou R$ 3.360 a Sthefani Coutinho, valores pequenos e sem relação clara com o restante da cadeia. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar checagem prioritária, mas também não dá para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 111.760,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 111.760,00, com uma doação de R$ 57.600,00 de Francisco Rodrigues de Alencar Filho para Monica Santos Francisco e uma despesa de R$ 50.000,00 de Tarcisio Motta de Carvalho para Francisco Rodrigues de Alencar Filho, valores altos e próximos que fecham o loop. As entidades não compartilham partido ou coligação declarada (Tarcisio é PSOL, Monica é PT, e Francisco é identificado como campanha a deputado federal), o que dificulta explicar o fluxo como mera coincidência partidária. O retorno do dinheiro à cadeia em um ciclo curto e com valores expressivos justifica uma checagem humana mais detida.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.023,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e rápido. A maioria dos envolvidos é do PSOL/RJ, o que poderia explicar doações e despesas entre aliados, mas a empresa BG Studios Tecnologia recebeu apenas R$ 387 de um candidato e doou R$ 32,4 mil a outra candidata, valores e papéis que não se encaixam claramente em um padrão rotineiro. Não há um fato isolado que seja gritante o suficiente para classificar como bizarro, nem elementos que permitam descartar completamente a estranheza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 47.584,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com partidos diferentes (PT e PSOL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária comum. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por relações políticas locais no Rio de Janeiro, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há indício claro de irregularidade, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 68.711,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve partidos diferentes (PT e PSOL) e uma empresa que doou R$ 41.497,00 para Mônica Santos Francisco em 2018 e recebeu R$ 2.414,68 de Luciana Boiteux no mesmo ano, sem vínculo partidário ou coligação declarada entre as campanhas. Além disso, há uma despesa de R$ 8.000,00 de Mônica para Isabel Silva Prado Lessa em 2022, que depois doou R$ 16.800,00 para Luciana em 2024, fechando o loop com valores e anos distintos. A combinação de partidos distintos, empresa que doa e recebe da mesma cadeia e transações em anos diferentes dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 115.743,71
IA · deepseek-flash Há um ciclo fechado de dinheiro entre a empresa Um a Mais Serviços de Tecnologia, a campanha de Tarcísio Motta (PSOL) e Monica Benicio (PSOL), com valores que chamam atenção: a empresa doou R$ 3.384,00 a Monica, mas recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio no mesmo ano de 2024. A diferença de ordem de grandeza (a empresa recebeu ~32 vezes o que doou) e o fato de a empresa ser fornecedora da campanha que a financiou dificultam uma explicação simples de coincidência ou mera aliada partidária. O loop envolve ainda uma pessoa física (Raphael Lacerda de Abreu) que doou à campanha de Tarcísio e recebeu pagamento da campanha de Monica, fechando o ciclo, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas transações.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 557.274,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia: dois candidatos do partido, a direção estadual do PT e uma empresa que doou a ambos. A maior transação é uma despesa de R$ 150.000 de Valmir Carlos da Assunção para a direção estadual do PT, compatível com repasse partidário ou contribuição estatutária, e as demais são valores pequenos (R$ 138, R$ 299) ou doações da direção a uma candidata do próprio partido. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 197.436,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia, o diretório estadual do partido e uma empresa de tecnologia. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, compatíveis com doações e despesas de campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço. O loop pode ser explicado por coincidências entre campanhas do mesmo partido, mas a menção a 'loop' no resumo sugere que uma checagem manual pode ser útil, embora não haja indício claro de irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 129.409,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia (Valmir Carlos da Assunção e Mario Augusto de Almeida Neto), a empresa Um a Mais Serviços de Tecnologia e a campanha de Rui Costa ao governo em 2018. As transações são de 2018 e 2022, com valores compatíveis entre si (R$ 10.155 a R$ 100.000), e o fluxo pode ser explicado por doações e despesas dentro do mesmo campo político, sem um fato isolado que destoe. Não há indício claro de empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo, nem fornecedor de ramo incompatível, nem valor de ordem de grandeza acima do resto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 120.632,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 3.753,00 para Maria de Lourdes (PSOL) em 2024 e, no mesmo ano, recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) por 10 despesas. O valor recebido pela empresa é cerca de 29 vezes maior que a doação que ela fez, e a cadeia fecha um loop com entidades de partidos diferentes (PSB e PSOL), o que dificulta uma explicação simples por mesma coligação ou repasse partidário. A diferença de ordem de grandeza e o ciclo curto entre doação e pagamento justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 774.001,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 3.753,00 à candidata Maria de Lourdes e recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta, valor quase 29 vezes maior que a doação. Embora todos sejam do PSOL/RJ, a assimetria entre o que a empresa deu e o que recebeu, somada ao fechamento do loop, justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as partes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 122.196,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito assimétricos: a maior parte (R$ 115.207,40) é doação da direção municipal do PSOL a Paulo Pinheiro, enquanto as transações que fecham o loop somam apenas alguns milhares de reais. As entidades compartilham vínculo partidário (PSOL/RJ) e as transações ocorrem em 2020 e 2024, o que é compatível com movimentação partidária rotineira. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.331,61
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao PSOL (as duas pessoas são filiadas e a direção municipal é do partido), o que é um padrão comum em campanhas. Os valores são modestos (R$ 26,3 mil no total) e as transações podem ser explicadas por doações internas, ressarcimentos ou pagamentos por serviços de tecnologia. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, então não há elemento suficiente para priorizar uma checagem manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 194.291,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao PSOL-RJ (duas candidatas do partido e a direção municipal), o que é um padrão comum em campanhas. Os valores são modestos e as transações podem ser explicadas por doações partidárias, ressarcimentos ou pagamentos de despesas dentro da mesma coligação. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 130.738,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro: a empresa Um a Mais doou para Maria de Lourdes (PSOL), que pagou despesa à direção municipal do PSOL, que doou para Luciana Boiteux (PSOL), que pagou despesas à mesma empresa. Todos os valores são modestos (R$ 3.753,00 de doação da empresa, R$ 2.081,80 de despesas de Luciana com a empresa, R$ 3.176,30 de despesa de Maria com o partido) e o grosso do fluxo (R$ 123.601,09) é repasse oficial do partido à candidata, padrão legítimo. Não há indício de enriquecimento ou de valores desproporcionais; o loop aparente decorre de relações partidárias e de prestação de serviços dentro do mesmo campo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 112.136,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PSOL do Rio de Janeiro (duas candidatas do partido, a direção municipal e uma empresa que presta serviços de tecnologia/consultoria). A maior parte do valor (R$ 105 mil) é doação da direção municipal à candidata Mônica, padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de pequeno valor (R$ 3,7 mil, R$ 3,1 mil e R$ 64) e compatíveis com doações entre aliados e pagamento de serviços, sem indício de desvio de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 124.210,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PSOL-RJ, com valores muito assimétricos: a maior parte (R$ 117 mil) é doação da direção municipal ao candidato André Magalhães Barros, enquanto as demais pontas são pequenas (R$ 3,7 mil de doação da empresa à Maria de Lourdes, R$ 3,1 mil de despesa dela com a direção e R$ 13 de despesas do candidato com a empresa). O retorno à empresa é irrisório (R$ 13,20) e não configura devolução relevante, e a empresa doadora é do ramo de tecnologia/consultoria, compatível com despesas de campanha. O padrão é consistente com repasses internos partidários e prestação de serviços, sem fato que destoe a ponto de exigir checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 126.057,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 13.448,00 para a campanha de Luciana Boiteux (PSOL) e recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) no mesmo ano de 2024, um fluxo financeiro de mão dupla entre a mesma empresa e duas campanhas do mesmo partido. Embora ambos sejam do PSOL/RJ, o valor recebido pela empresa é cerca de 8 vezes maior que o doado, e a empresa aparece simultaneamente como doadora e fornecedora, o que foge do padrão comum de doação empresarial. Isso justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços prestados e a real motivação da doação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 39.086,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 39 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. As três pessoas físicas são filiadas ao PSOL, o que oferece uma explicação plausível de rede política comum, mas as duas empresas não têm vínculo partidário declarado e o encadeamento exato não é claro. Não há um fato isolado que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.093.024,14
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por coligação ou conta partidária comum. Além disso, a empresa UM A MAIS aparece como doadora de Luciana Boiteux (PSOL) em 2024 e como fornecedora paga por Lula (PT) em 2018 e 2022, com valores de despesa muito superiores (R$ 129,8 mil e R$ 140,3 mil) às doações de retorno (R$ 13,4 mil), sugerindo um fluxo de recursos que merece checagem manual. A presença de uma empresa de tecnologia doando a uma candidata e recebendo pagamentos de outra campanha, sem vínculo partidário evidente, é um fato concreto que justifica atenção humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 210.599,39
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia que doam para campanhas do PSOL e depois recebem pagamentos dessas mesmas campanhas, fechando um loop de R$ 210 mil. A empresa Um a Mais doou R$ 13,4 mil à campanha de Luciana em 2024 e recebeu R$ 108,4 mil da campanha de Tarcísio no mesmo ano, uma assimetria de quase 8 vezes que não se explica por mera coincidência de coligação. Já a BG Studios doou R$ 76,5 mil a Tarcísio em 2018 e recebeu R$ 2,4 mil de Luciana no mesmo ano, inversão que também merece checagem. O fato de as transações ocorrerem em anos distintos e entre pessoas do mesmo partido não elimina a estranheza do fluxo circular entre doadores e fornecedores.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 28.613,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL) e empresas privadas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente que explique a circularidade. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), mas fecham um loop financeiro entre os mesmos atores, o que dificulta uma explicação simples de coincidência ou repasse partidário rotineiro. O valor total de R$ 28,6 mil não é alto, mas a estrutura de ida e volta entre campanhas e empresas merece checagem humana para descartar ou confirmar irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 535.326,96
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia), uma candidata do PSOL (Luciana Boiteux), uma candidata do PT (Monica Santos), a direção estadual do PSOL-RJ e o candidato do PSOL Tarcisio Motta. A empresa doa R$ 13.448,00 a Luciana Boiteux em 2024 e, no mesmo ano, recebe R$ 108.426,73 de despesas da campanha de Tarcisio Motta — um retorno quase 8 vezes maior que a doação, o que não se explica por mera coincidência de coligação. Além disso, há um elo entre partidos diferentes (PT e PSOL) via doação de Luciana (PSOL) para Monica (PT), que depois paga despesa à direção estadual do PSOL, formando um caminho indireto entre legendas distintas. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza desses repasses e a relação comercial entre a empresa e as campanhas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 741.196,96
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 131 mil) é repasse do diretório estadual do PSOL para Thais Ferreira, enquanto as demais transações somam alguns milhares. As entidades compartilham vínculos partidários (PSOL/PT) e o fornecedor 'Um a Mais' aparece tanto doando para Luciana Boiteux quanto recebendo despesa de Thais, o que pode ser coincidência de prestação de serviços. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de movimentação partidária, mas o fechamento do ciclo com valores tão assimétricos impede descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 133.197,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 133 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos. A maioria das conexões pode ser explicada por repasses partidários legítimos: a Direção Estadual do PSOL doou a André Magalhães Barros (PSOL) e Mônica Santos Francisco (PT) pagou despesa à direção estadual, o que é comum em campanhas. A doação da empresa Um a Mais a Luciana Boiteux (PSOL) e o pequeno pagamento de André Barros à mesma empresa não configuram, isoladamente, um padrão claramente anômalo. Não há um fato concreto que destoe fortemente, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.892,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 14,9 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PSOL, PT) em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que dificulta uma explicação única por coligação. A maior transação é uma doação de R$ 13,4 mil da empresa Um a Mais para Luciana Boiteux, e a empresa recebe de volta apenas R$ 60,55 de Thais, quebrando a ideia de retorno financeiro relevante. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre mesmas pessoas), mas também não é um padrão claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.845,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 14.845,20, mas as transações estão espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, sem um encadeamento temporal curto e fechado. As entidades têm partidos diferentes (PSOL, PT) e a maior parte do valor é uma doação de uma empresa a uma candidata do PSOL, não um retorno direto à origem. Não há um fato concreto que force uma explicação simples nem um indício forte de irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 211.849,03
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre cinco entidades, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado no mesmo pleito. Ainda assim, chama atenção que a maior transação (R$ 108.426,73) seja um pagamento de Tarcísio Motta (PSOL) à empresa Um a Mais, que no mesmo ano de 2024 doou R$ 13.448,00 à campanha de Luciana Boiteux (PSOL) — ou seja, dinheiro que sai de uma campanha retorna para outra campanha do mesmo partido via empresa. Além disso, a BG Studios, que doou R$ 76.519,00 a Tarcísio em 2018, recebeu despesa de Mônica Santos (PT) no mesmo ano, criando um elo entre partidos diferentes sem coligação explícita. Não há prova de irregularidade, mas o conjunto justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.374,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.374,24, mas as transações estão espalhadas entre 2018 e 2024, com valores pequenos e tipos variados (doações e despesas). Há elos partidários (PSOL entre Luciana e Mônica Tereza) e a empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando quanto recebendo, o que pode ser contratação e doação no mesmo ciclo eleitoral. Não há um fato agudo — como valores milionários, ciclo fechado no mesmo ano ou fornecedor sem relação — que force uma checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 123.157,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) que doou R$ 13.448,00 para a campanha de Luciana Boiteux (PSOL) e, no mesmo ano de 2024, recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) — um retorno quase 8 vezes maior que a doação. Embora Tarcísio e Luciana sejam ambos do PSOL/RJ, a empresa aparece nos dois lados do fluxo (doadora e fornecedora) com valores muito desproporcionais, o que foge do padrão de simples repasse partidário ou coincidência entre aliados. A cadeia ainda inclui uma despesa de Mônica Santos (PT) para Marina Iris e uma doação de Marina para Tarcísio, mas o elo mais chamativo é a empresa que doa e depois recebe da mesma rede. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a razão do retorno financeiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 126.307,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) e quatro políticos do PSOL/RJ, com a empresa doando R$ 13.448,00 à campanha de Luciana Boiteux e recebendo R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta no mesmo ano (2024). O valor pago pela campanha à empresa é cerca de 8 vezes maior que o doado de volta, e a empresa aparece nos dois extremos do loop, o que não se explica apenas por coincidência de coligação. Embora os políticos compartilhem partido/coligação, a assimetria de valores e o papel central da empresa justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 126.767,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa fornecedora (Um a Mais Serviços de Tecnologia) e o candidato Tarcísio Motta (PSOL): a empresa doa R$ 13.448,00 à campanha de Luciana Boiteux (PSOL), e a campanha de Tarcísio paga R$ 108.426,73 à mesma empresa. Ou seja, o dinheiro sai da campanha para a empresa e volta como doação a uma aliada do mesmo partido, com valores de ordens de grandeza diferentes. Embora PSOL e PT sejam aliados, o retorno financeiro da empresa que recebeu o maior pagamento para dentro da cadeia de campanhas é um fato concreto que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 125.707,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 13.448,00 para a campanha de Luciana Boiteux (PSOL) e, no mesmo ano de 2024, recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) — um retorno quase 8 vezes maior que a doação. Embora ambos sejam do PSOL/RJ, o fluxo empresa→candidata→assessora→candidato→empresa fecha um loop com valores desproporcionais e sem explicação contratual aparente nos dados. Isso justifica checagem humana para verificar se há contrato de prestação de serviços que explique o pagamento e se a doação da empresa é compatível com sua atividade.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 123.607,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 13.448,00 para a campanha de Luciana Boiteux (PSOL) e recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) no mesmo ano de 2024, um valor cerca de 8 vezes maior que a doação. Embora ambos sejam do PSOL/RJ, a empresa aparece nos dois lados da cadeia (doadora e fornecedora) com valores muito desproporcionais, o que não é explicado apenas por coincidência de coligação. Isso justifica uma checagem humana para verificar a natureza dos serviços prestados e a razão da diferença de valores.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 23.149,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 4.180, R$ 13, R$ 18.108, R$ 693 e R$ 155) e anos distintos (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. As entidades compartilham majoritariamente o PT, mas há duas empresas de tecnologia/consultoria que podem ter relações comerciais legítimas com campanhas. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), então não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.158,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia/consultoria e dois políticos do PT, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2026) e os valores são modestos (R$ 23 mil no total). A doação de R$ 18 mil da ELEGIS para Maria do Rosário em 2026 é a maior, porém dentro de parâmetros normais para serviços de consultoria. Não há um fato agudo que destoe, como valores muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço; a conexão partidária e o intervalo temporal tornam o loop plausível como coincidência ou ressarcimento.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 155.963,71
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa fornecedora e campanhas de partidos diferentes (PSOL, PT, PSB), sem coligação comum declarada. A empresa 'Um a Mais' doou R$ 43.204 ao PT (Wadih Damous) em 2018 e, seis anos depois, recebeu R$ 108.426,73 da campanha do PSOL (Tarcísio Motta) em 2024 — valor 2,5x maior que a doação original. O elo intermediário envolve uma doação de apenas R$ 200 de Tiago Prata (PSB) a Tarcísio em 2018, o que não explica a conexão posterior com a empresa. A diferença de partidos e o retorno financeiro ampliado à mesma empresa justificam checagem humana.