severidade média4 nósIA: bizarroR$ 117.184,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 4.325,00 para a campanha de Mônica Cunha (PSOL) e, no mesmo ano de 2024, recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL), valor 25 vezes maior que a doação. A cadeia fecha com uma despesa de R$ 4.000,00 da campanha de Mônica para Raphael Lacerda de Abreu, que em 2020 havia doado R$ 200,00 a Tarcísio. Embora haja vínculo partidário entre os candidatos, a assimetria de valores e o fechamento do ciclo em um único ano eleitoral justificam uma checagem humana para entender a natureza dos serviços prestados e a razão do fluxo financeiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 116.284,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 4.325,00 para a campanha de Monica Cunha (PSOL) e recebeu R$ 108.426,73 da campanha de Tarcisio Motta (PSOL) no mesmo ano de 2024, valor 25 vezes maior que a doação. Embora ambos sejam do PSOL/RJ, a assimetria entre o que a empresa doou e o que recebeu como pagamento de despesas, dentro de um ciclo fechado, é um fato concreto que merece checagem humana. Não há informação sobre a natureza dos serviços prestados que justifique esse volume.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 775.897,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo campo político (PSOL-RJ): uma empresa doou para a campanha de Mônica Cunha, que repassou recursos à direção municipal do partido, que por sua vez doou à campanha de Tarcísio Motta, e este pagou despesas à mesma empresa. Esse tipo de fluxo é compatível com repasses internos de partido/coligação, ressarcimentos e contratação de fornecedor por campanhas aliadas, sem valores de ordem de grandeza discrepante. Não há indício de quebra do padrão que justifique priorização imediata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 124.091,88
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas candidatas do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a maior transação é a doação da direção municipal a Paulo Pinheiro (R$ 115 mil), enquanto as demais somam menos de R$ 10 mil. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando quanto recebendo, mas os valores são pequenos e compatíveis com prestação de serviços de campanha. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 28.227,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas duas candidatas do PSOL-RJ e a direção municipal do próprio partido, além de uma empresa de tecnologia. As transações são compatíveis com o fluxo normal de campanha: doações da direção partidária às candidatas, doação de empresa a uma candidata, pagamento de despesas de campanha à empresa e repasse de sobra/contribuição de uma candidata ao partido. Os valores são modestos (R$ 28,2 mil no total) e as quantidades de transações (7, 2, 6, 1) são típicas de movimentação eleitoral.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 196.187,10
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito desiguais: a maior parte (R$ 187 mil) é doação do diretório municipal do PSOL para Mônica Benício, enquanto as demais transações somam menos de R$ 9 mil. As duas pessoas físicas são filiadas ao mesmo partido (PSOL-RJ), o que torna plausível que o loop decorra de movimentações internas da legenda, como repasses e pequenos ressarcimentos. Não há um fato isolado que destoe do padrão partidário comum, mas a presença de uma empresa privada no ciclo justifica uma checagem humana para confirmar a natureza dos serviços prestados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 304.573,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas três delas são do mesmo campo partidário (PSOL): a direção municipal do partido, uma candidata a deputada estadual e uma suplente. As transações são de naturezas e valores muito distintos — a maior parte (R$ 295 mil) é doação do partido à candidata, enquanto as demais são valores pequenos (R$ 4.325, R$ 50, R$ 4.500). O elo que fecha o ciclo é uma despesa de apenas R$ 50,40 da candidata à empresa de tecnologia, o que pode ser mero reembolso ou compra pontual, sem indicar um fluxo circular relevante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 132.634,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa 'Um a Mais' aparece doando para uma candidata e recebendo pagamentos da outra, mas os valores são modestos (R$ 4.325,00 doados vs R$ 208,18 pagos) e podem refletir serviços prestados ou devolução de sobra. O valor total do loop (R$ 132,6 mil) é puxado pela doação da direção municipal a Luciana Boiteux (R$ 123,6 mil), que é um repasse partidário típico, não um fluxo circular suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 126.106,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PSOL-RJ): dois candidatos, a direção municipal e uma empresa. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. O fluxo 'candidato -> empresa -> outro candidato -> direção partidária' pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos e contratação de serviços dentro da mesma estrutura partidária.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 122.804,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) que doa R$ 4.325,00 para a campanha de Monica Cunha (PSOL) e, no mesmo ano de 2024, recebe R$ 108.426,73 da campanha de Tarcísio Motta (PSOL) como despesa — um fluxo de retorno muito maior que a ida, dentro do mesmo partido. Além disso, a cadeia inclui uma doação de Tiago Prata (PSB) para Tarcísio Motta (PSOL) em 2018 e uma despesa de Monica Cunha para Leonardo Amatuzzi em 2024, conectando pessoas de partidos diferentes e anos distintos. O valor de R$ 108 mil pago pela campanha à empresa que também doou para aliado do mesmo partido merece checagem humana para verificar a natureza do serviço e a real contrapartida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 362.582,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS e uma empresa de tecnologia, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: R$ 313 e R$ 693,16 contra R$ 160.000 e R$ 201.576. O elo de R$ 160.000 de Dionilso Marcon para João Edegar Pretto não tem contrapartida direta no ciclo, e a doação de João Edgar Pretto a Maria do Rosário não se conecta claramente às demais. Sem mais contexto sobre vínculos partidários, contratos ou ressarcimentos, não há um fato único que destoe o suficiente para priorizar, nem elementos que expliquem tudo como rotina.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.749,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT/RS (Dionilso Marcon e Adão Pretto Filho) e uma campanha majoritária do mesmo campo (João Edegar Pretto), o que é compatível com repasses internos de coligação. A empresa 'Um a Mais' aparece nas duas pontas, mas os valores que a envolvem são pequenos (R$ 313 e R$ 44,64) frente ao total de R$ 164,7 mil, e o elo mais pesado (R$ 160 mil) é uma despesa de Marcon para a campanha de Pretto, não um retorno à empresa. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que destoe claramente do padrão de movimentação entre aliados, mas também não há detalhamento suficiente para descartar checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.783,18
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12,8 mil, com transações espalhadas entre 2018 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As conexões partidárias são parciais (PSB e PSOL aparecem, mas Augusto é de SP e a empresa não tem vínculo declarado), e os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 41.577,81
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 41,5 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PSB entre Augusto e Tatiana; PSOL para Thais), mas as empresas não têm filiação declarada e os valores são modestos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação eleitoral comum, nem elementos que permitam descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 1.074.246,46
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PT e PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2026), o que enfraquece a explicação de simples repasse dentro da mesma coligação. Porém, as transações são de naturezas e valores muito díspares: a empresa recebeu da campanha de Lula pagamentos por serviços (R$ 270 mil) e fez doações a um deputado do PSB (R$ 2,8 mil), enquanto as demais setas são doações de baixo valor entre pessoas físicas. Não há um fato único e gritante que configure ciclo fechado suspeito, mas a combinação de partidos e a diferença de escala justificam uma checagem humana para entender a relação entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 53.237,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PT, PSOL, PSB) e anos distintos (2018, 2022, 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Duas empresas de tecnologia aparecem simultaneamente como doadoras e fornecedoras dentro do mesmo loop, e os valores são relevantes (R$ 32,4 mil da BG Studios para Luciana e R$ 15,7 mil de Marivaldo para a BG Studios). A combinação de ciclo fechado, partidos distintos e empresas que doam e recebem na mesma cadeia justifica uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 215.330,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSOL, PT, PSB) e UFs distintas, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente que explique a cadeia. As transações ocorrem em anos variados (2018, 2022, 2024), mas o encadeamento fecha um loop completo de R$ 215 mil, com empresas de tecnologia aparecendo como doadoras e fornecedoras de campanhas. A soma de R$ 108 mil paga por Tarcísio Motta à UM A MAIS é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia, o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.074.785,46
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que, em sua maioria, compartilham o PT (Nilto Tatto, José de Filippi Jr. e Lula), o que poderia sugerir trânsito de recursos entre aliados. Porém, a empresa 'Um a Mais Serviços de Tecnologia' aparece simultaneamente como doadora de campanha (R$ 2.404 para Nilto Tatto) e como fornecedora de Lula, recebendo R$ 270.236,58 em despesas — um retorno financeiro muito superior à sua doação, o que quebra a simetria esperada. Além disso, o elo 'Teonilo Monteiro da Costa' (candidato a deputado estadual) não tem partido informado e recebe R$ 5.000 de Nilto Tatto, mas depois doa R$ 1.010 a José de Filippi Jr., criando um trecho sem clara conexão partidária. Esses dois fatos — a empresa que doa pouco e recebe muito da mesma cadeia e o elo sem partido comum — justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 51.492,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia/consultoria e dois candidatos do PSOL-RJ, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024), o que enfraquece a explicação de um fluxo coordenado no mesmo pleito. Ainda assim, chama atenção que as duas empresas apareçam simultaneamente como doadoras de campanhas e fornecedoras pagas pelas mesmas campanhas, fechando um circuito fechado de R$ 51,4 mil. Esse padrão de 'empresa que doa e depois recebe da mesma campanha' merece checagem humana para verificar se há relação societária ou de fato entre as partes.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.096.009,71
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSOL e PT) e anos distintos, o que dificulta explicar como mera coincidência de coligação. A empresa UM A MAIS recebeu R$ 270 mil da campanha de Lula (PT) e doou R$ 12,7 mil para Tarcísio Motta (PSOL), enquanto a BG Studios recebeu R$ 5,9 mil da campanha de Tarcísio e doou R$ 8,1 mil para Humberto Costa (PT). Há um fluxo cruzado entre empresas e campanhas de partidos distintos, com valores que não são triviais, justificando uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 31.598,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 31,6 mil, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre Tarcísio Motta (PSOL) e os demais (PT), mas não há coligação explícita citada, e os valores são modestos e compatíveis com serviços de tecnologia/consultoria. Não há um fato concreto que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 174.532,97
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A empresa 'UM A MAIS' aparece como doadora de Tarcísio e recebedora de despesas de Paulo Pinheiro, mas os valores são modestos (R$ 12,6 mil e R$ 59,48) e podem refletir contratação de serviços de tecnologia/consultoria. Não há indício de que a empresa tenha doado valores milionários ou que o ciclo seja fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 78.668,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL-RJ): o diretório municipal repassa a Thais, Thais paga a Um a Mais, a empresa doa a Tarcísio, e Tarcísio repassa ao diretório. Esse tipo de fluxo cruzado entre candidatos, partido e um fornecedor comum é compatível com campanhas coordenadas de uma mesma coligação, com rateio de despesas e ressarcimentos internos. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2024, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor de ramo alheio ao serviço. Não há, nos fatos apresentados, um elemento que fuja do padrão rotineiro de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 246.628,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL-RJ): o candidato Tarcísio Motta, a candidata Mônica Benício e a direção municipal do partido. A empresa 'Um a Mais' aparece como doadora de Tarcísio e também como fornecedora paga por Mônica, o que é compatível com uma empresa que atua junto a campanhas do partido. Os valores são modestos e as transações se concentram em 2024, sem salto de ordem de grandeza que destoe do restante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 355.014,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo campo político (PSOL/RJ): o diretório municipal repassa recursos a Maria de Lourdes, Tarcísio Motta doa ao diretório e a empresa Um a Mais aparece como doadora de Tarcísio e recebedora de uma despesa de campanha de Maria de Lourdes. Os valores são muito assimétricos (R$ 295 mil do diretório para Maria de Lourdes contra R$ 50,40 de despesa dela com a empresa), o que enfraquece a ideia de um loop fechado de dinheiro. O padrão é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e contratação de serviços de tecnologia/consultoria por campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 183.075,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes da mesma órbita partidária (PSOL-RJ): dois candidatos do partido, a direção municipal e uma empresa que presta serviços de tecnologia. As transações são compatíveis com doações partidárias, repasses internos e pagamentos por serviços, com valores pequenos e pulverizados (R$ 208,18 a R$ 123.601,09). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo alheio ao serviço, e o fluxo pode ser explicado por ressarcimentos e circulação de recursos dentro da mesma coligação.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.473,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas estão ligadas ao PSOL do Rio de Janeiro: Tarcísio Motta e Monica Cunha são candidatos do partido, e a direção municipal é o próprio partido. As transações são de valores modestos e compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O loop pode ser explicado por repasses internos do partido e pagamentos a um fornecedor comum, não havendo um fato concreto que destoe do padrão.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 176.547,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ), a direção municipal do partido e uma empresa de tecnologia. As transações são de naturezas e magnitudes muito diferentes: doações da empresa a Tarcísio (R$ 12,7 mil) e despesas de André com a mesma empresa (R$ 13,20) são valores irrisórios e podem ser reembolsos ou serviços pequenos; já a doação da direção municipal a André (R$ 117 mil) e a despesa de Tarcísio com a direção (R$ 46,6 mil) são repasses partidários típicos. Não há um fato único que destoe claramente, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço, mas o fechamento do ciclo entre os mesmos atores justifica uma checagem humana para confirmar se são movimentações rotineiras de campanha ou algo a esclarecer.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.087,98
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 12.686,09 para a campanha de Tarcísio Motta (PSOL) e recebeu de volta R$ 60,55 da campanha de Thais de Souza Ferreira (também PSOL), além de uma despesa de R$ 1.000,00 da campanha de Tarcísio para José Matheus Raymundo Ribeiro. Os valores são modestos e as entidades compartilham o mesmo partido (PSOL/RJ), o que pode indicar relação política legítima. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, mas também não é possível descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 743.435,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares: a maior parte (R$ 131 mil) é doação do diretório estadual do PSOL para Thais, enquanto as transações que fecham o loop são pequenas (R$ 60,55 de Thais para a Um a Mais e R$ 12,6 mil da Um a Mais para Tarcísio). As entidades compartilham o mesmo partido (PSOL-RJ) e os anos variam (2018-2024), o que é compatível com movimentação partidária rotineira. Não há um fato isolado que destoe claramente (fornecedor de ramo alheio, valor uma ordem de grandeza acima, ciclo curto entre desconhecidos), mas a combinação de empresa privada no meio de repasses partidários merece uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 121.372,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A empresa 'Um a Mais' aparece doando para um candidato e recebendo pagamento de outro, mas os valores são modestos e podem refletir serviços prestados. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 135.435,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção estadual do partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas partidárias. A empresa 'Um a Mais' aparece doando para Tarcísio Motta e recebendo um valor pequeno (R$ 13,20) de André Barros, mas o grosso do fluxo (R$ 32.500,00) é uma despesa de Tarcísio para a direção estadual, que por sua vez doou a André Barros. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço; os montantes são modestos e compatíveis com movimentação partidária. Assim, os dados não permitem afirmar se é rotineiro ou estranho, justificando uma checagem humana apenas se houver outros indícios.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 112.892,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 112,9 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores não retornam de forma equivalente ao ponto de partida. Há elos partidários (PSOL) entre Tarcísio, Mônica e a direção estadual, o que pode explicar parte do fluxo, mas a empresa Um a Mais aparece doando a Tarcísio e recebendo de Mônica em 2024, sem que se saiba a natureza do serviço. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, nem elementos suficientes para descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 47.653,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (Um a Mais Serviços de Tecnologia) que doa R$ 12.686,09 para a campanha de Tarcísio Motta (PSOL) em 2024 e, no mesmo ano, recebe R$ 60,55 de despesa da campanha de Thais de Souza Ferreira (também PSOL). Apesar de ambos serem do PSOL/RJ, a empresa não é uma conta partidária, e o fluxo de recursos saindo de uma campanha para uma empresa que também é doadora da mesma coligação merece checagem manual. O valor doado pela empresa é uma ordem de grandeza superior ao retorno recebido, mas o simples fato de uma empresa doar e depois receber recursos da mesma cadeia já é um indício que justifica atenção humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.982,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta (PSOL-RJ) e Thais de Souza Ferreira (PSOL-RJ), ambos do mesmo partido, e uma empresa de tecnologia que doou a Tarcísio e recebeu despesas de Thais. As transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024) e os valores são modestos, mas a ligação entre a empresa e os candidatos não é explicada pelos dados. Não há um fato concreto que torne a explicação simples impossível, nem elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.539,54
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas empresas de tecnologia/consultoria e dois candidatos do PT, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2026) e os valores são modestos (R$ 20,5 mil no total). A doação da Um a Mais a Maria do Rosário em 2018 e a despesa de Roberto Cupolillo à mesma empresa no mesmo ano sugerem uma relação comercial normal, enquanto a doação da Elegis a Cupolillo em 2026 e o pagamento de Maria do Rosário à Elegis no mesmo ano podem ser coincidência entre campanhas do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe do padrão (valores altos, ciclo curto e fechado, fornecedor sem relação com o serviço) que justifique priorização manual imediata.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 68.696,63
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 68,7 mil, com transações que se estendem por 2018, 2022, 2024 e 2026, o que já dificulta uma explicação por coincidência temporal. O ponto mais chamativo é a empresa UM A MAIS SERVICOS DE TECNOLOGIA E CONSULTORIA LTDA: ela doa R$ 8.926 a Maria do Rosário (2018) e, no mesmo ano, recebe R$ 335,70 de Roberto Cupolillo como despesa de campanha — um retorno de dinheiro para a mesma empresa que doou, ainda que em valor menor. Além disso, a ELEGIS (consultoria/tecnologia) doa R$ 29.109 a Aparecida de Oliveira Pinto (2024), que por sua vez doa a Roberto Cupolillo (2022 e 2026), e Maria do Rosário paga despesa à ELEGIS (2026), fechando um circuito entre empresas e candidatos do PT sem que se veja a contrapartida clara. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 22.713,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 22,7 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo campo partidário (PT) e atuação em consultoria/tecnologia, o que é compatível com prestação de serviços entre campanhas aliadas. As transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2024, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e imediato. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto e fechado entre desconhecidos), mas também não há explicação simples e documentada para todas as setas. Por isso, não dá para cravar 'bizarro' nem 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.551,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT (Maria do Rosário e Wadih Damous) e uma empresa de tecnologia, com valores modestos (R$ 13,5 mil no total). A empresa doou R$ 8.926 à Maria do Rosário em 2018 e recebeu R$ 3.325 de Wadih Damous no mesmo ano, o que pode ser explicado por contratação de serviços de tecnologia/consultoria por ambas as campanhas. A ligação entre Maria do Rosário e Alexania Rossato só aparece em 2024, fora do período das demais transações, e não há informação sobre vínculo partidário ou coligação entre Alexania e os demais. Os fatos não são suficientes para afirmar padrão legítimo nem para apontar algo claramente atípico.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.248,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 46 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2024, 2026) e os valores são pequenos e desproporcionais entre si. As duas empresas (Um a Mais e Elegis) atuam em tecnologia/consultoria, ramo compatível com serviços de campanha, e os políticos são todos do PT, o que permite explicar parte das conexões por aliança partidária. Não há um fato único e concreto que destoe a ponto de justificar priorização humana imediata, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza exata dos vínculos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 213.362,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria do Rosário e Adão Pretto Filho) e uma empresa de tecnologia, com valores muito díspares entre as etapas: R$ 8.926 de doação da empresa a Maria do Rosário, R$ 200.000 de despesa de Maria do Rosário a João Edgar Pretto (candidato a governador), R$ 4.392 de doação da campanha de João Edgar a Adão Pretto Filho e apenas R$ 44,64 de despesa de Adão Pretto à empresa. O elo de fechamento é irrisório (R$ 44,64) e pode ser mero reembolso ou compra pontual, enquanto o salto de R$ 200.000 entre campanhas do mesmo partido é compatível com repasse partidário/coligação. Não há um fato isolado que destoe de forma clara o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 213.361,67
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PT no RS (Maria do Rosário e Dionilso Marcon) e uma empresa de tecnologia, com valores e anos dispersos (2018 e 2022). A maior transação é uma despesa de R$ 200 mil de Maria do Rosário a João Edgar Pretto, que não aparece como entidade do loop, e a doação da empresa a Maria do Rosário é de 2018, enquanto as demais são de 2022. Não há um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores no mesmo período, nem valores que se anulem, o que enfraquece a leitura de circularidade suspeita.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 43.613,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, PCDOB, PSB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos e as transações podem refletir prestação de serviços entre campanhas ou empresas do setor de tecnologia/financeiro, sem um elo claro de favorecimento. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 10.986,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 10.986,42, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e há elos intermediários (TALLES ADRIANO DOS REIS) que não têm partido/cargo informado. As entidades MARCIA ANGELITA TIBURI e LUCIA MARINA DOS SANTOS são ambas do PT/RJ, o que permite explicar parte do fluxo como movimentação dentro do mesmo campo político. Não há um fato agudo (como valores milionários, fornecedor de ramo incompatível ou ciclo fechado no mesmo ano) que force uma checagem imediata, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.886,42
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 14.886,42, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e há vínculos partidários parciais (Márcia Tiburi e Lúcia Marina são do PT/RJ). A empresa 'Um a Mais' recebeu de Lúcia Marina (2022) e doou para Márcia Tiburi (2018), o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato único que destoe (valor, ramo, ciclo curto fechado) que justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar sem checar os vínculos entre as pessoas físicas e a empresa.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 33.909,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia em 2018 e uma empresa de tecnologia/consultoria. As transações são compatíveis com um padrão comum: doações de campanha majoritária (Rui Costa) para candidatos proporcionais, despesas de campanha com fornecedor de serviços e doações de empresa para candidato. Os valores são modestos (R$ 33,9 mil no total) e as setas podem ser explicadas por repasses partidários e contratação de serviços, sem um fato que destoe do roteiro eleitoral típico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 408.955,79
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e desproporcionais entre si (R$ 2.250,00 de doação da empresa a Mário; R$ 391.406,78 da direção a Vera; R$ 15.000,00 de despesa de Mário à direção; R$ 299,01 de despesa de Vera à empresa), sem um elo que destoe de forma inexplicável. A empresa aparece apenas como doadora de pequeno valor e depois como fornecedora de serviços de tecnologia, ramo compatível com campanhas eleitorais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 23.599,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (candidatos, direção estadual e uma empresa que presta serviços de tecnologia/consultoria ao partido), o que é compatível com movimentação interna de uma mesma coligação. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 23,6 mil no total), sem salto de ordem de grandeza. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo pagamentos de outro, padrão que pode refletir contratação de serviços e devolução/doação dentro do mesmo grupo político. Não há fornecedor de ramo alheio nem ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 138.599,15
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do PT da Bahia, o diretório estadual do partido e uma empresa de tecnologia. As transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.250, R$ 114.376, R$ 20.215, R$ 120.000, R$ 15.000), sem um elo claro de retorno financeiro expressivo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações partidárias e contratação de serviços, mas também não é possível afirmar que seja um fluxo rotineiro sem checagem adicional.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 139.514,32
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT na Bahia (dois candidatos, um prefeito e a direção estadual do partido), o que é um padrão comum de movimentação interna de recursos partidários. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando quanto recebendo pagamentos de campanhas do mesmo partido, o que pode ser explicado por contratação de serviços de tecnologia/consultoria. Os valores são modestos (R$ 2.250 de doação, R$ 1.145 e R$ 202 de despesas) e as transações se distribuem ao longo de 2018, 2020, 2022 e 2024, sem concentração suspeita.