severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.468.627,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT): uma empresa doou valores altos à campanha presidencial de Lula, que repassou recursos à direção regional do PT-DF, a qual doou a um candidato a deputado distrital do PT, que por sua vez pagou despesas à mesma empresa. As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores de retorno à empresa são irrisórios (R$ 15,49) em comparação às doações, não configurando um fluxo circular relevante. O padrão é compatível com doações partidárias e contratação de serviços dentro do mesmo espectro político, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 7.474.849,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades da mesma órbita partidária (PT) e valores de ordens de grandeza muito diferentes: a empresa doou R$ 2,2 milhões a Lula, enquanto o candidato a deputado pagou apenas R$ 332,55 à mesma empresa. O retorno à empresa é irrisório perto do que ela doou, e as transferências entre Lula e a direção estadual do PT são repasses partidários usuais. Não há um fato concreto que fuja do padrão de doações e despesas de campanha dentro do mesmo campo político.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.525.360,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e Direção Estadual/Distrital), o que permite explicar parte das movimentações como repasses partidários e doações entre aliados. Porém, a empresa UM A MAIS aparece doando valores altos a Lula em 2018 e 2022 e, ao mesmo tempo, recebendo despesas de Henrique Lopes, sem que os fatos esclareçam a natureza desses pagamentos. O elo de volta à empresa é de apenas R$ 547,70, muito inferior às doações que ela fez, o que enfraquece a ideia de um ciclo financeiro fechado e relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.527.899,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e Direção Estadual/Distrital), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A empresa 'UM A MAIS' aparece como doadora de Lula em valores altos, mas também como fornecedora de Henrique Lopes, o que pode ser relação comercial normal. O retorno ao ponto de partida se dá por valores pequenos (R$ 547,70) em despesas, não por devolução de montante equivalente, enfraquecendo a ideia de ciclo fechado para lavagem ou fraude.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 7.535.623,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa que doou R$ 2,2 milhões à campanha de Lula e, anos depois, recebeu pagamentos de um candidato do PT/MT que também foi financiado pelo diretório regional. A soma das doações da empresa (R$ 2,21 mi) é de outra ordem de grandeza frente às demais transações do loop (R$ 3 mil a R$ 108 mil), e o retorno à empresa ocorre como despesa de campanha, o que não é o fluxo típico de uma doação empresarial. Embora todos estejam no campo do PT, o encadeamento empresa→presidente→diretório→vereador→deputado→empresa fecha um circuito com valores muito díspares e papéis mistos (doador e fornecedor), o que merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.526.635,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e diretório regional do PT/MT), o que é um padrão comum em prestações de contas: doações de empresas a candidatos, repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são compatíveis com transações eleitorais típicas, e a maior parte do fluxo (R$ 5,98 mi e R$ 1,61 mi) são doações da mesma empresa ao mesmo candidato presidencial em anos distintos, não um retorno direto e fechado. O elo que fecha o ciclo é uma despesa de R$ 54.770 do deputado Henrique Lopes à empresa UM A MAIS, valor pequeno e que pode ser contratação de serviços de tecnologia/consultoria, ramo da empresa.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.603.796,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente entidades e candidatos do PT (Lula, Diretório Regional do PT/MT, Henrique Lopes) e uma candidata do PCdoB, partido tradicionalmente aliado. As transações são de anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), com valores compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem um retorno financeiro direto e substancial ao doador original. O único elo que foge ao padrão é a pequena despesa de R$ 547,70 paga por Henrique Lopes à UM A MAIS, mas o valor é irrisório perto do total e pode ser um serviço de campanha.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.551.021,19
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente entidades do PT (Lula, diretório regional, candidatos do MT) e uma empresa que fez doações vultosas a Lula em 2018 e 2022. As transações de retorno são de valores muito menores (R$ 547,70 e R$ 108.000,00) e podem ser ressarcimentos ou repasses partidários. O ciclo não configura, por si só, um padrão anômalo que fuja do comum em campanhas do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.636.304,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (Lula, diretório estadual do PT/MT e um deputado estadual do PT), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. A empresa 'UM A MAIS' aparece doando valores altos a Lula (R$ 2,2 mi somados) e recebendo de volta apenas R$ 547,70 de um candidato, o que não configura retorno significativo. O fluxo Lula -> Direção Estadual (R$ 108 mil) e Direção Estadual -> Henrique (R$ 114 mil) é típico de repasse partidário a candidatos. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor com ramo incompatível que justifique alerta.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.532.869,53
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente entidades e candidatos do PT (Lula, diretório regional do PT/MT, candidatos do PT no MT), o que é compatível com o padrão comum de repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. As transações de maior valor são doações da empresa UM A MAIS para a campanha de Lula (R$ 598 mil em 2018 e R$ 1,6 mi em 2022), valores expressivos mas dentro do que se espera de doações a campanha presidencial. As demais pontas do ciclo são de baixo valor (R$ 200, R$ 547,70) ou repasses de direção partidária a candidata do mesmo partido, o que enfraquece a leitura de ciclo fechado suspeito.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.531.941,44
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e aliados), e a maior parte do volume são doações da empresa UM A MAIS diretamente à campanha de Lula em 2018 e 2022, o que é um padrão legítimo de doação empresarial. As demais transações são de valores muito menores e dispersas em anos diferentes, algumas entre partidos/coligações distintas (MDB e PT), mas sem um encadeamento claro de retorno do dinheiro à empresa doadora. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.535.926,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades e candidatos todos filiados ou ligados ao PT (Lula, diretório regional do PT/MT, e candidatos do PT em MT), o que é um padrão comum de repasses partidários e doações entre aliados. As transações são de anos variados (2018, 2020, 2022, 2024) e valores compatíveis com doações e despesas de campanha, sem um elo único que destoe. A empresa 'UM A MAIS' aparece como doadora de Lula e também como fornecedora de Henrique, o que pode ser coincidência de mercado ou relação comercial legítima. Não há um fato isolado que fuja do explicável por dinâmica partidária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.482.338,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades majoritariamente do PT (Lula, Patrus, Lenice), o que poderia ser explicado por alianças partidárias e repasses internos. Porém, a empresa UM A MAIS aparece como doadora de valores altos a Lula e também como fornecedora paga por Patrus, sem que se saiba a natureza do serviço ou se há relação partidária formal. Os valores são díspares e as transações ocorrem em anos distintos, dificultando a caracterização de um loop fechado e coordenado. Faltam elementos para afirmar se é um padrão legítimo ou algo que mereça checagem mais detalhada.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 7.485.338,43
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 2,2 milhões à campanha de Lula em 2018 e 2022 e, ao mesmo tempo, recebeu R$ 4.521,69 em despesas da campanha de Patrus Ananias em 2018, fechando um loop com valores de ordens de grandeza muito diferentes. Embora todos os políticos sejam do PT, o retorno financeiro à empresa doadora é desproporcional e o elo com Pedro Luiz Neves Victer Ananias (vereador de MG) via doação de Wagner Caetano e despesa a Patrus não tem explicação óbvia. A coincidência de sentidos e a participação de uma empresa que doa milhões e recebe de volta um valor irrisório merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.605.276,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e candidatos do PT no MA), o que permite explicar boa parte do fluxo como doações partidárias e repasses internos. A empresa 'UM A MAIS' doou valores altos a Lula em 2018 e 2022, mas o retorno a ela é de apenas R$ 259,77, pago por uma campanha de deputada federal em 2022 — quantia irrisória perto do total movimentado. Não há, nos fatos apresentados, um elo claramente anômalo (fornecedor de ramo estranho, valor de ordem de grandeza destoante, ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário) que justifique priorizar uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 7.591.076,51
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa doadora de campanha presidencial, o diretório estadual do PT no Maranhão e uma candidata federal do mesmo partido, o que é compatível com uma rede partidária legítima. A maior parte do valor (R$ 2,2 mi) é doação da empresa ao candidato presidencial, e o retorno da candidata à empresa é de apenas R$ 259,77, tornando o 'loop' sobretudo uma coincidência contábil entre transações de naturezas e magnitudes muito diferentes. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão de doações e repasses dentro do mesmo partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 8.084.722,53
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e candidatos do PT), com doações da empresa ao candidato presidencial e repasses da direção estadual à candidata a deputada estadual na Bahia. A empresa 'Um a Mais' aparece como doadora de Lula e também como fornecedora da candidata Vera Lúcia, mas o valor pago por ela é irrisório (R$ 299,01) perto das doações milionárias. O fluxo pode ser explicado por doações regulares dentro do partido e uma compra de pequeno valor, sem ciclo fechado de dinheiro em grande monta.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 7.724.884,48
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses partidários e doações entre aliados. Porém, a empresa UM A MAIS aparece doando valores vultosos a Lula (R$ 2,2 milhões somados) e recebendo de volta apenas R$ 3,7 mil de um candidato estadual, sem que os fatos esclareçam a natureza dessas transações. A diferença de escala e a ausência de detalhes sobre os serviços prestados ou a relação comercial impedem uma conclusão segura.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.699.365,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e diretório estadual da Bahia), o que é um padrão comum em coligações. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são muito díspares, sem um retorno claro de grande montante à empresa doadora. Não há um fato único que destoe e justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar completamente sem checar a cronologia e a natureza dos serviços.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.814.365,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e direção estadual do PT-BA), o que é padrão comum em transferências partidárias e doações entre aliados. As maiores quantias são doações da empresa Um a Mais para a campanha de Lula (R$ 2,2 mi em 2018/2022), enquanto os retornos a Valmir e à empresa são de valores muito menores (R$ 1,2 mi de doação partidária e R$ 1,3 mil em despesas), sem simetria que sugira devolução disfarçada. O loop se fecha por meio de repasses legítimos entre campanhas e direção partidária, não por um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 7.815.281,06
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (UM A MAIS) que doou R$ 2,2 milhões à campanha de Lula em 2018 e 2022 e depois recebeu de volta R$ 1.346,91 em despesas pagas por um candidato a deputado federal (Valmir Carlos da Assunção), valor irrisório perto do que doou. A cadeia fecha com um candidato a prefeito (João Durval Trabuco) doando R$ 1.000 a Valmir, mas não há explicação simples para o retorno financeiro da empresa doadora, ainda que o valor seja pequeno. A diferença de magnitude entre a doação milionária e o retorno de centavos chama atenção e merece checagem humana para entender a natureza dessas despesas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.895.365,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades majoritariamente do mesmo campo político (PT), com a empresa 'Um a Mais' doando valores expressivos à campanha de Lula em 2018 e 2022, e o diretório estadual do PT na Bahia repassando recursos a candidatos do partido. As transações de retorno da cadeia (Valmir pagando despesas à empresa) são de valor muito inferior (R$ 1.144 e R$ 202) e podem ser serviços prestados, não um retorno do dinheiro doado. O loop aparente decorre de uma cadeia de doações e despesas entre aliados, sem um fato que destoe do padrão de financiamento partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 7.710.365,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT e direção estadual do PT-BA), o que é um padrão comum em prestações de contas: doações de empresas a candidatos, repasses partidários e despesas de campanha a fornecedores. Os valores são compatíveis com transações eleitorais usuais e as setas podem ser explicadas por doações entre aliados, repasses partidários e pagamentos a fornecedores. Não há um fato isolado que destoe, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 7.468.200,89
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT), com doações da empresa ao candidato presidencial e repasses do diretório estadual a candidatos locais, o que é compatível com padrões legítimos de financiamento partidário. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são de ordens de grandeza diferentes, sem um elo claramente anômalo. O fechamento do ciclo se dá por uma despesa de campanha de José Ricardo Wendling à empresa UM A MAIS, mas o valor é modesto (R$ 340,15) e pode ser um serviço prestado. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização imediata, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços e a cronologia exata.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 7.478.050,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT): uma empresa doou diretamente para a campanha presidencial de Lula em 2018 e 2022, o diretório estadual do PT no Amazonas repassou recursos a um candidato a deputado estadual do PT, e a campanha de Lula transferiu verbas ao diretório estadual. As quantias são compatíveis com doações empresariais de grande porte e repasses partidários usuais, e as transações de retorno (despesas de campanha) têm valores muito menores que as doações de entrada, sem indicar enriquecimento circular atípico. O fato de a empresa 'Um a Mais' ter recebido pagamentos de um candidato do PT e doado a Lula não é surpreendente, dado o alinhamento partidário. Não há elemento concreto que fuja do padrão de financiamento eleitoral entre aliados.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 48.404,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PCdoB/SP) e o comitê municipal do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo pagamento de outro, mas os valores são modestos (R$ 9,4 mil em doações, R$ 571 em despesa) e podem refletir contratação de serviços de campanha. O valor total do loop (R$ 48,4 mil) é baixo e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 24.925,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (PCdoB/PC do B) em SP, o que é um padrão comum de doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 24.925 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 38.344,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo campo político (PCdoB) e uma empresa de tecnologia/consultoria que presta serviços a campanhas, o que é um padrão comum. Os valores são modestos (R$ 38 mil no total) e as transações estão espalhadas por vários anos (2018-2022), sem um ciclo curto e fechado. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 187.144,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos do mesmo partido (PCdoB-SP) e o comitê estadual do partido, o que é um padrão comum de movimentação interna. As transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2024), não configurando um ciclo curto e fechado. Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha, sem indício de ordem de grandeza anômala. Não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 721.234,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e órgãos do PC do B em São Paulo: dois candidatos do partido, o comitê estadual e uma empresa que presta serviços de tecnologia/consultoria. As transações são de baixo valor relativo (a maior é R$ 118 mil em 10 doações ao longo de 3 anos) e se distribuem por vários anos, não configurando um ciclo curto e fechado. O padrão é compatível com doações partidárias, repasses internos e pagamentos por serviços prestados, sem indício de anormalidade que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 234.481,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo partido (PCdoB/SP), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e direção partidária. As transações estão espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos, sem uma empresa doando milhões e recebendo de volta quase o mesmo. A empresa 'Um a Mais' aparece tanto doando a um candidato quanto recebendo despesa de outro, mas o valor recebido (R$ 291,70) é irrisório frente ao doado, não configurando um loop financeiro relevante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 66.452,65
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas todas as pessoas físicas são filiadas ao PC do B de São Paulo, e o comitê estadual do partido aparece no meio da cadeia, o que é compatível com movimentação interna de uma mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 66 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018 e 2022, sem salto de ordem de grandeza. A empresa 'Um a Mais' recebeu apenas R$ 571,25 de uma candidata e doou R$ 9,4 mil a um candidato do mesmo partido, o que não configura retorno milionário. Não há fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados partidários.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 312.660,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção municipal do mesmo partido (PSOL-RJ), o que é um padrão comum: a conta do diretório repassa recursos a candidatos e estes pagam despesas de campanha, inclusive a fornecedores que também são filiados. Os valores são modestos (R$ 2.869,82 de doação partidária, R$ 16.677,62 de despesa, R$ 7.000,00 de despesa) e compatíveis com campanhas municipais de vereador. Não há indício de empresa grande devolvendo valor milionário nem de fornecedor de ramo estranho. O loop aparente pode ser explicado por reembolso ou circulação de recursos dentro da mesma coligação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 90.775,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas candidatas do mesmo partido (PSOL/RJ) e uma empresa de tecnologia que prestou serviços à campanha de Daniela Petti em 2018, enquanto doou para Tarcísio Motta no mesmo ano. A maior parte do valor (R$ 76,5 mil) é uma doação empresarial direta, não um retorno de dinheiro; o pagamento de R$ 198,8 mil da campanha de Daniela à BG Studios é compatível com serviços prestados. O elo entre Tarcísio e Dejair Dias em 2024 (R$ 3 mil) é uma despesa isolada, sem conexão direta com o núcleo do ciclo, e pode ser mera coincidência de nomes ou um ressarcimento. Não há indício de que o dinheiro tenha saído e voltado à mesma campanha de forma artificial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 117.155,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2024) e os valores são de ordens de grandeza diferentes: R$ 76,5 mil de uma empresa para Tarcísio em 2018, R$ 699 de Dyonne para a mesma empresa, R$ 380 de uma doadora para Dyonne e R$ 30 mil de Tarcísio para essa doadora em 2024. Não há um ciclo curto e fechado no mesmo período, e a ligação entre as pontas depende de uma pessoa física (Ana Karenina) que só aparece em 2024. Os fatos não permitem afirmar padrão legítimo nem apontar um indício forte o suficiente para priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.548,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do PSOL no RJ (Tarcísio Motta e Luciana Boiteux) e uma empresa de tecnologia, com valores e anos dispersos (2018, 2020, 2024). A maior parte do fluxo é a empresa doando para Luciana em 2018 e recebendo despesas de Tarcísio no mesmo ano, o que pode ser coincidência de prestação de serviços entre campanhas aliadas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor de ordem de grandeza acima ou fornecedor sem relação), mas o fechamento do ciclo com intermediários sem partido declarado merece uma olhada humana para descartar irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 42.198,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta (PSOL-RJ) e Luciana Boiteux (PSOL-RJ), ambos do mesmo partido, o que oferece uma explicação simples para parte das transações. A BG Studios aparece como fornecedora de Tarcísio em 2018 e como doadora de Luciana no mesmo ano, o que pode ser coincidência dentro de uma mesma rede política. Já a ligação com Sthefani Coutinho (doação a Tarcísio em 2020 e despesa de Luciana em 2024) não tem partido/coligação declarado e ocorre em anos distintos, mas os valores são pequenos e não há indício forte de irregularidade.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 40.098,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta (PSOL-RJ) e Luciana Boiteux (PSOL-RJ), ambos do mesmo partido, o que oferece uma explicação simples para parte das transações. A BG Studios aparece como fornecedora de Tarcísio em 2018 e como doadora de Luciana no mesmo ano, o que pode ser coincidência de campanhas aliadas ou relação comercial legítima. Porém, os valores são modestos e as transações estão espalhadas em anos diferentes (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e suspeito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de campanhas do mesmo partido, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar a natureza dos serviços da BG Studios.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 37.335,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta e Talíria Petrone, ambos do PSOL/RJ, e uma empresa de tecnologia (BG Studios) que prestou serviços a Tarcísio em 2018 e doou para Talíria no mesmo ano. Os valores são modestos (R$ 37,3 mil no total) e as transações se distribuem entre 2018, 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo período. A ligação partidária e a natureza do serviço (tecnologia para campanha) tornam o fluxo explicável por padrões comuns de contratação e doação entre aliados, mas a presença de uma pessoa física intermediária (Raphael Lacerda de Abreu) sem clara ligação partidária impede uma conclusão definitiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.069,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta (PSOL-RJ) e Daniella Monteiro (PSOL-RJ), ambos do mesmo partido, e uma empresa de tecnologia que prestou serviços à campanha de Tarcísio em 2018 e doou para Daniella no mesmo ano. Os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um encadeamento temporal imediato que sugira um loop artificial. Não há um fato concreto que destoe do padrão de relacionamento entre campanhas aliadas e fornecedores, mas a presença de uma pessoa física (Gabriela Fernandes Castro) recebendo de uma campanha e doando para outra mereceria uma olhada mais atenta.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 18.769,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 18,7 mil, mas o elo mais chamativo é a BG Studios Tecnologia LTDA: ela recebe R$ 5.912,96 em despesas da campanha de Tarcísio Motta e, no mesmo ano de 2018, doa R$ 8.107,00 para Daniella Monteiro da Silva, ambos do PSOL/RJ. Embora todos os políticos sejam do mesmo partido, uma empresa de tecnologia que presta serviço a uma campanha e no mesmo ciclo eleitoral doa valor superior a outra campanha do partido merece checagem humana para verificar a origem dos recursos e a real contrapartida do serviço. O restante do loop (doações e despesas entre candidatos do PSOL) é compatível com articulação partidária, mas o nó empresa-campanha-doação é o fato que justifica priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 16.069,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16 mil no total) e entidades que compartilham o mesmo partido (PSOL/RJ), o que permite explicar parte das transações como contratação de serviços e doações entre aliados. Porém, a BG Studios aparece simultaneamente como fornecedora paga pela campanha de Tarcísio e doadora da campanha de Daniella, e há um elo sem nome (13094608760) que não pode ser avaliado. Sem saber o ramo da empresa, a natureza dos serviços prestados e quem é o elo anônimo, não há fato concreto que force uma checagem nem que afaste a suspeita.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.069,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17 mil) e pessoas/empresas ligadas ao PSOL no Rio, o que poderia ser explicado por relações partidárias ou prestação de serviços. Porém, a empresa BG Studios aparece tanto como doadora de uma candidata quanto como fornecedora paga por outro candidato, e há um intermediário sem partido identificado (Vinicius Kabarite) que recebe de uma campanha e doa para outra. Esses fatos não são suficientes para afirmar irregularidade, mas também não permitem descartar um padrão atípico que mereça checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 17.989,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma empresa (BG Studios Tecnologia) que recebeu R$ 5.912,96 em despesas da campanha de Tarcísio Motta e, no mesmo ano de 2018, doou R$ 8.107,00 para a campanha de Daniella Monteiro, ambos do PSOL/RJ, criando um fluxo de ida e volta entre campanhas e uma empresa privada. Além disso, há uma doação de Tiago Pinto Prata (PSB) para Tarcísio Motta (PSOL) em 2018, partidos diferentes, e uma despesa de Daniella para Paloma de Oliveira Rocha em 2022, que depois doa para Tiago Pinto Prata no mesmo ano, fechando o ciclo com valores menores. A coincidência de sentidos e a participação de uma empresa que recebe da campanha e doa para outra campanha do mesmo partido no mesmo ano eleitoral justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.569,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Tarcísio Motta (PSOL-RJ) pagando despesas à BG Studios, que doou à Daniella Monteiro (também PSOL-RJ), que por sua vez pagou despesa a Stella Martins, que doou a Tarcísio. Há vínculo partidário entre os dois candidatos, o que permite explicar parte do fluxo como circulação dentro do mesmo campo político, mas o elo central (empresa que recebe de uma campanha e doa a outra) e o retorno via pessoa física não têm explicação simples nos dados apresentados. Os valores são modestos (R$ 17,5 mil no total) e distribuídos em anos diferentes, o que reduz a força do sinal, mas o desenho fechado em 4 entidades ainda merece uma olhada humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 223.882,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente quadros do PSOL (Tarcísio Motta e Clarice Chacon) e a direção municipal do próprio partido, com valores pequenos entre pessoas físicas (R$ 200 e R$ 20) que são compatíveis com doações entre aliados. O fluxo principal é a direção municipal repassando R$ 177 mil à candidata Clarice, e Tarcísio pagando R$ 46,5 mil em despesas à mesma direção — padrão comum de conta partidária financiando campanhas. O único elo fora do PSOL é Tiago Prata (PSB), mas o valor é irrisório e a doação ocorreu em 2018, sem conexão temporal com o restante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 237.565,86
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PSOL no Rio, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do fluxo (R$ 187 mil) é doação da direção municipal para Mônica Benício, padrão comum de repasse a candidatas do partido. As demais transações são de baixo valor (R$ 200 a R$ 4.658) e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados da mesma sigla.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 350.498,36
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente pessoas e órgãos do PSOL (Tarcísio Motta, Maria de Lourdes e a direção municipal do partido), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. Porém, a entrada de Tiago Pinto Prata (PSB) e de Lucas B. M. Ferreira como elos da cadeia não tem explicação simples nos dados, e o valor de R$ 295.698,36 repassado pela direção municipal a Maria de Lourdes é muito superior às demais transações. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, mas também não dá para descartá-lo como rotineiro.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 174.131,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção municipal do PSOL no Rio de Janeiro, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024) e não há indício de enriquecimento ou de fornecedor alheio ao meio político. O padrão é típico de movimentação entre campanhas aliadas e a estrutura partidária, sem fato concreto que destoe.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 258.672,77
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas dois candidatos do mesmo partido (PSOL-RJ) e a direção municipal do próprio partido, um padrão comum de repasses internos e despesas compartilhadas. A empresa BG Studios aparece como doadora de Tarcísio em 2018 e como fornecedora de Luciana no mesmo ano, o que pode ser coincidência de rede de fornecedores/aliados. Os valores são modestos e as transações se distribuem ao longo de vários anos, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.