severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.131,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PCB e UNIÃO), sem coligação ou partido comum evidente. Os valores são modestos (R$ 600 a R$ 5.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor de ramo estranho, valor muito acima do padrão, ciclo fechado no mesmo ano) nem uma explicação simples e legítima clara, como mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 27.400,00
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades de partidos diferentes (PP, MDB, PSB) em AL, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024) e os valores são modestos (R$ 27.400 no total). A cadeia não é um ciclo curto e fechado no mesmo pleito, e há elos intermediários (HERCILIO JOSE DE ALENCAR, REGINALDO SILVA BARROS) que não são campanhas, mas pessoas físicas doadoras ou fornecedoras. Sem mais contexto sobre vínculos entre essas pessoas, não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados políticos na região.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo espectro partidário (MDB/União) e valores que não são absurdamente díspares, mas há uma assimetria temporal e de montante que impede uma explicação simples. A doação de R$ 20.000 de Valdivino Dias a Fábio Augusto Pimenta Veras ocorre em 2020, enquanto as demais transações são de 2024, e o retorno de R$ 200.000 de Moacyr Canizo à Direção Nacional é dez vezes maior que a doação inicial recebida por Valdivino. Sem mais contexto sobre a relação entre as partes e a natureza exata das despesas, não é possível classificar como rotineiro nem como claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 227.906,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PL, UNIÃO) e uma direção nacional do MDB, mas os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 200 a R$ 200.000) e as transações ocorrem em anos variados (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coeso. A maior transação é uma despesa de R$ 200.000 de um candidato a prefeito para a direção nacional do MDB, o que pode ser repasse partidário legal, mas o retorno via doação de R$ 15.000 a um vereador do MDB no mesmo ano merece verificação. Não há um fato isolado que torne o caso claramente bizarro, mas também não é possível descartá-lo como rotineiro sem checar a natureza desses vínculos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas a maior transação (R$ 200.000,00) é uma despesa de MOACYR CANIZO DE BRITO FILHO (UNIÃO) para a Direção Nacional do MDB, partido diferente do seu e do qual não há vínculo declarado nos fatos. Além disso, o valor de R$ 200.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 15.000, R$ 12.000 e R$ 200), o que dificulta explicar como simples ressarcimento ou coincidência entre coligados. O retorno do dinheiro à Direção Nacional do MDB fecha o loop, mas a assimetria de partidos e de valores merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 137.354,64
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (MDB) no Pará, e a maior transação (R$ 136 mil) é uma doação da direção nacional do MDB para um candidato a prefeito do próprio partido — padrão comum de repasse partidário. As demais transações são de valores pequenos (R$ 30, R$ 760, R$ 28) e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados, sem indício de desvio de valores expressivos. O ciclo fechado é explicável pela coincidência de campanhas da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve uma despesa de R$ 200.000,00 paga por MOACYR CANIZO DE BRITO FILHO (UNIÃO) à Direção Nacional do MDB, enquanto a Direção Nacional do MDB doou R$ 15.000,00 a ANTONIO DAVID BRITO LIMA (MDB), que por sua vez pagou despesa a FÁBIO AUGUSTO PIMENTA VERAS, o qual doou R$ 12.000,00 a MOACYR. Há um fluxo de recursos de um candidato de outro partido para a direção nacional do MDB e um retorno via doações, com valores e direções que não se explicam por mera coincidência de coligação. O valor de R$ 200.000,00 pago por MOACYR à Direção Nacional do MDB destoa das demais transações (R$ 15.000 e R$ 12.000) e merece checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 89.228,00
IA · deepseek-flash O loop envolve majoritariamente entidades do mesmo partido (MDB): a direção nacional doou R$ 88 mil ao candidato a prefeito Vivaldo Mendes, que pagou despesa a Otavio Yedes, que doou a João Rodrigo (vereador do MDB), que teve despesa com o MDB Nacional. Os valores são pequenos e compatíveis com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo fechado é explicável por relações internas do MDB no Pará.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 215.134,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades que compartilham partido (UNIÃO) e inclui a direção nacional, o que poderia ser rotina de repasse partidário. Porém, a transação final de MOACYR CANIZO DE BRITO FILHO para a Direção Nacional, no valor de R$ 200.000,00, é de ordem de grandeza muito superior às demais (R$ 2.934,00, R$ 12.000,00 e R$ 200,00) e ocorre no mesmo ano de 2024, sem explicação simples para um candidato a prefeito devolver valor tão alto à direção nacional. Isso justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre a direção nacional do MDB e campanhas de dois candidatos de partidos diferentes (MDB e UNIÃO) no Amazonas, com valores desproporcionais: a campanha de Moacyr (UNIÃO) paga R$ 200.000 à direção nacional do MDB, enquanto Everton (MDB) recebe R$ 15.000 da mesma direção. A passagem por Fábio Augusto Pimenta Veras, que não aparece como entidade cadastrada, e a diferença de ordem de grandeza entre as transações dificultam uma explicação simples de repasse partidário rotineiro. O conjunto merece checagem humana para entender a natureza desses repasses entre legendas distintas.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 11.964,87
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção nacional do MDB em Santa Catarina, com valores baixos (R$ 11.964,87 no total). A maior parte do fluxo é a direção nacional do partido repassando recursos à candidata Sandra Regina (R$ 8.050,00), padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de pequeno porte e compatíveis com doação entre aliados do mesmo partido e despesas de campanha, sem indício de anomalia relevante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 102.057,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve predominantemente integrantes do MDB (Ezequiel e Ulisses) e um do PSD (Daniel), partidos que frequentemente compõem coligações no Paraná. As transações são de baixo valor e ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior quantia é um repasse da direção nacional do MDB para Ezequiel, padrão comum de financiamento partidário. Não há indício de empresa privada devolvendo recursos ou valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.212.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB, PP, UNIÃO) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 100 mil, R$ 20 mil, R$ 12 mil, R$ 200, R$ 100) e as transações intermediárias são de baixíssimo valor, sugerindo que o 'loop' pode ser artefato de agregação de dados. Não há um fato único e concreto que destoe de forma clara, como um retorno de valor idêntico ou um fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB e UNIÃO) e uma pessoa sem partido identificado, o que dificulta a explicação por uma mesma coligação. A transação de maior valor (R$ 200.000) é uma despesa de MOACYR CANIZO DE BRITO FILHO (UNIÃO) para a Direção Nacional do MDB, partido adversário, sem relação aparente. Além disso, há uma doação de R$ 15.000 da Direção Nacional do MDB para LUIS GONZAGA (MDB) e uma doação de R$ 12.000 de FABIO AUGUSTO PIMENTA VERAS para MOACYR CANIZO (UNIÃO), fechando um loop que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 227.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma direção nacional do MDB e campanhas de partidos diferentes (MDB e UNIÃO), sem coligação comum evidente. A transação de maior valor (R$ 200.000) é uma despesa da campanha de Moacyr (UNIÃO) para a direção nacional do MDB, o que não tem explicação óbvia. Além disso, há uma doação de R$ 15.000 da direção nacional para Áurea (MDB) e uma doação de R$ 12.000 de Fábio para Moacyr, mas Fábio não aparece como entidade formal, e há uma despesa de Áurea para Fábio em 2020, fora do ciclo temporal principal.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 222.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (MDB e UNIÃO) e uma direção nacional do MDB, mas os valores são modestos e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A maior transação é uma despesa de R$ 200.000 de um candidato a prefeito para a direção nacional do MDB, o que pode ser repasse partidário legal, e as demais são doações de baixo valor. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual imediata.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.750,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17.750 no total) e pessoas com sobrenomes em comum (Campelo da Silva), o que sugere possível relação familiar ou de grupo político local. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há um fato isolado que destoe (valor absurdo, fornecedor sem relação, ciclo fechado no mesmo ano), mas também não há explicação óbvia e documentada (mesma coligação, repasse partidário) que elimine a estranheza.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.803,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (ambas do PT/AM), e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 2.500 a R$ 7.600) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valores muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que se trata de mera coincidência sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 pessoas de partidos diferentes (UNIÃO, PP, PR) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de uma única coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 500 a R$ 20.000) e as transações estão espalhadas no tempo, podendo refletir relações pessoais ou ressarcimentos pontuais. Não há um fato isolado que destoe (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, ciclo curto e fechado no mesmo pleito) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 32.604,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 32,6 mil no total) e transações esparsas entre 2018 e 2024, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários parcialmente sobrepostos (UNIÃO e PL) e uma direção estadual no meio, o que pode ser explicado por repasses internos ou ressarcimentos. Não há um fato concreto, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.537,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (MDB, AGIR, REPUBLICANOS) e valores pequenos (R$ 12.537 no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2024. Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço. A mistura de anos e a ausência de vínculo partidário claro entre todos os elos não permitem afirmar que seja um padrão legítimo nem que seja algo claramente anômalo.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 80.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e R$ 80.350,00, com transações que se fecham em um loop entre campanhas de partidos diferentes (PSC, UNIÃO, PC do B) e sem coligação comum evidente. A doação de R$ 50.000,00 de FRANCISCO RODRIGUES BALIEIRO para JUCIMAR DE OLIVEIRA VELOSO em 2022 é o elo mais expressivo e não tem explicação simples aparente, já que os partidos são distintos e não há indicação de repasse partidário nacional. Além disso, a despesa de R$ 30.000,00 de NICSON MARREIRA LIMA para FRANCISCO RODRIGUES BALIEIRO em 2024, embora possa ser um serviço, completa o ciclo de forma pouco usual. Vale checagem humana para entender a natureza dessas relações.
severidade média4 nósR$ 10.500,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (REPUBLICANOS, PL, SOLIDARIEDADE) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 500 a R$ 8.000) e as transações parecem doações e despesas isoladas entre campanhas do mesmo estado. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação eleitoral, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.937,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PODE) no mesmo estado (AM) e no mesmo ano (2018). As transações são de baixo valor (R$ 19.937 no total) e podem ser explicadas por relações pessoais ou prestação de serviços entre elas, sem que haja um fato concreto que destoe do padrão comum. Não há indício de empresa ou fornecedor com ramo incompatível, nem valores muito acima do mercado, nem ciclo fechado entre pessoas sem qualquer vínculo partidário ou coligação conhecida.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois candidatos de partidos diferentes (REPUBLICANOS e PODE) no Amazonas em 2018, com valores modestos (R$ 22.900 no total) e intermediários sem partido identificado. Não há um fato isolado que destoe — como valor de ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível —, mas também não há vínculo partidário/coligação explícito que explique naturalmente o loop. Fica no meio: pode ser rede de aliados locais ou mera coincidência de prestações de contas, sem elemento que force priorização.
severidade média5 nósR$ 10.200,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.681,05
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 11.681,05) e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Além disso, três das pessoas físicas são filiadas ao mesmo partido (CIDADANIA) no Amazonas, o que pode explicar a circulação de recursos como doações e despesas dentro de uma mesma rede política. Não há um fato concreto que destoe drasticamente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 21.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 21.200,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre alguns envolvidos (Jorge e João Carlos são do Republicanos), o que poderia explicar movimentações dentro do mesmo grupo político. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre campanhas, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 56.045,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 56 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos. As entidades têm partidos distintos (AGIR e REPUBLICANOS) e não há indício de coligação comum ou relação empresarial que explique o loop. Sem mais contexto, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.550,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AGIR, REPUBLICANOS, PL) e anos distintos (2018 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 11.550 no total) e as transações são esparsas no tempo, sem um padrão claro de ida e volta rápida. Não há um fato concreto que destoe (como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não há explicação simples e imediata para o encadeamento entre partidos distintos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 633.670,77
IA · deepseek-flash O loop envolve valores muito díspares (R$ 533 mil de doação partidária, R$ 500 de despesa, R$ 100 mil de despesa e R$ 82 de doação) e anos diferentes (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. As entidades têm partidos distintos (PSD, PSC, UNIÃO) e não há indício de coligação comum ou relação direta entre as campanhas. O elo de ligação é uma intermediária (Maria Darlene Azevedo da Costa) com valores irrisórios, o que não configura um padrão típico de circularidade suspeita.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 633.682,53
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSC e UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de simples coincidência dentro de uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 533 mil de doação partidária, R$ 100 mil de despesa, R$ 500 e R$ 94 em transações menores) e não há um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Sem mais contexto sobre a natureza dos repasses (ex.: ressarcimento, sobra de campanha), não é possível afirmar que há algo genuinamente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 633.682,53
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PSD, PSC e UNIÃO) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de uma cadeia coordenada. A maior transação é uma doação de R$ 533 mil da direção estadual do PSD para Maria José (PSC) em 2018, e o retorno ao PSD é uma despesa de R$ 100 mil de Raimunda (UNIÃO) em 2020 — valores e tempos que não fecham um ciclo claro. Os demais elos são de baixo valor (R$ 940,80 e R$ 500) e podem ser coincidências entre campanhas no Amazonas. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 40.054,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre pessoas físicas sem partido/coligação em comum declarada: Melkisedek Donadon (PDT) paga R$ 4.000 a Jeverson Leandro Costa, que doa R$ 2.900 à Rosani Donadon (PSD), que por sua vez paga R$ 28.785 a Alexandre Kaszewski, que doou R$ 4.369 a Melkisedek. O valor pago por Rosani a Alexandre (R$ 28.785) é cerca de 7 vezes maior que qualquer outra transação da cadeia, e o retorno ao ponto de partida via doação de Alexandre a Melkisedek sugere um possível repasse circular que merece checagem humana. Não há prova de irregularidade, mas o desenho fechado e a disparidade de valores justificam atenção.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 46.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e em anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há intermediários sem partido/cargo informado (JEVERSON LEANDRO COSTA e JORGE ALBERTO MURARO TONEL) que recebem despesas de uma campanha e doam para outra, fechando o loop. O valor total de R$ 46.300 não é alto, mas a estrutura circular entre aparentes parentes e terceiros justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 21.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas em anos diferentes (2018 e 2022), com Melkisedek Donadon (PDT) pagando despesa a Jeverson Leandro Costa, que depois doa a Rosani Donadon (PSD), que paga despesa a Valdiney de Araujo Campos, que doa de volta a Melkisedek. Há vínculo familiar aparente entre os dois candidatos Donadon (mesmo sobrenome, mesma UF), mas os partidos são diferentes e as transações se cruzam em anos distintos, o que dificulta a explicação por simples repasse partidário ou coligação. O valor de R$ 10.000 pago por Rosani a Valdiney é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem justificativa aparente nos dados.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 57.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e anos distintos, mas o elo de fechamento é uma doação de RAQUEL DONADON para MELKISEDEK DONADON em 2018, enquanto as demais transações passam por terceiros sem partido/coligação declarados. O valor total de R$ 57.900 não é alto, mas a existência de um loop fechado entre campanhas aparentemente conectadas por parentesco e sem coligação comum declarada justifica checagem humana. Não há prova de irregularidade, apenas um padrão que foge do fluxo típico de doações e despesas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 37.399,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 37.399,20, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e entre partidos distintos (PDT, PSC, PSD), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há dois nomes 'DONADON' na cadeia, sugerindo possível vínculo familiar, mas não há informação suficiente para afirmar que isso explica as movimentações. Os valores são modestos e compatíveis com despesas de campanha de pequeno porte, sem salto de ordem de grandeza. Não há fato concreto que torne o caso claramente bizarro nem claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.245,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 19.245,20, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são pequenos e heterogêneos. Há vínculos familiares aparentes (sobrenome DONADON) e de mesma base territorial (RO), o que pode explicar conexões entre campanhas. Não há um fato concreto e isolado que destoe do padrão comum de movimentação entre aliados, nem valores de ordem de grandeza superior.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 22.745,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e ROSANI), o que sugere vínculo familiar, e valores modestos (R$ 22,7 mil no total). Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e partidos distintos (PDT, PSD, PSC), sem coligação declarada nos dados. Não há um fato agudo que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação; também não há explicação simples e completa para o loop.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 20.814,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon (MELKISEDEK e RAQUEL) e uma terceira (RAQUEL GREGIO) em partidos diferentes (PDT, PRD, PSC), sem coligação comum declarada nos dados. O dinheiro sai de MELKISEDEK para RAQUEL GREGIO, passa por CARLOS AUGUSTO e ALEXANDRE KASZEWSKI, e retorna a RAQUEL DONADON, fechando o loop em anos distintos (2018-2024). A coincidência de nomes de família e o retorno do valor a uma Donadon justificam checagem humana, embora os valores e prazos longos não configurem prova de irregularidade.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 39.145,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome Donadon em Rondônia, mas os partidos são todos diferentes (PDT, PRD, PSD, PSC), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Além disso, o loop atravessa anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e inclui uma entidade sem nome (56860242787) e um doador externo (Carlos Augusto de Carvalho França) que recebe despesa de Raquel Gregio, sugerindo um repasse de recursos entre campanhas sem vínculo partidário claro. O valor total é modesto, mas a combinação de ciclo fechado, partidos distintos e saltos temporais justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.445,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 23,4 mil no total) e pessoas com sobrenome Donadon em Rondônia, o que sugere possível vínculo familiar ou político local. As transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado típico. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não é possível afirmar que seja rotineiro sem checar os vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 41.154,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas com partidos diferentes (PDT e PSD) e anos distintos, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a cadeia. O valor que fecha o loop (R$ 28.785,00 pagos por Rosani a Alexandre Kaszewski) é cerca de 7 vezes maior que as demais transações do ciclo, sem lote ou justificativa aparente. Além disso, Melkisedek Donadon paga despesa a Jorge Tonel em 2018 e Jorge Tonel doa valor idêntico (R$ 4.000,00) a Rosani Donadon em 2020, sugerindo possível intermediação. Esses elementos justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 23.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de sobrenome DONADON (MELKISEDEK e ROSANI) em partidos diferentes (PDT e PSD) e em anos distintos (2018, 2020, 2022), com valores que retornam quase exatamente ao ponto de partida (R$ 5.000 doados a MELKISEDEK em 2018 e R$ 10.000 pagos por ROSANI a VALDINEY em 2022). O elo entre as duas campanhas se dá por terceiros (JORGE e VALDINEY) que aparecem como doadores e fornecedores, sem que os fatos expliquem a relação comercial ou partidária. Isso não é o padrão típico de repasse partidário ou coligação única, e o fechamento do loop em cadeia curta merece checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 59.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON (MELKISEDEK, ROSANI e RAQUEL) em partidos diferentes (PDT, PSD, PRD) e anos distintos, mas o dinheiro retorna à mesma família após passar por terceiros (JORGE ALBERTO MURARO TONEL e CARLOS AUGUSTO DE CARVALHO FRANÇA). O ponto que chama atenção é o fluxo de R$ 29.000,00 pagos por ROSANI a CARLOS AUGUSTO, que depois doa R$ 10.000,00 a RAQUEL, e esta doa R$ 12.000,00 a MELKISEDEK, fechando o loop com valores que não são meras coincidências de pequeno porte. Embora possa haver explicação legítima (parentes em campanhas diferentes, ressarcimentos), a combinação de laços familiares, partidos distintos e valores expressivos justifica uma checagem humana mais detida.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 17.769,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas com valores quase idênticos (R$ 4.000 a R$ 5.000) e em anos distintos (2018 e 2024), sem que os dois doadores/fornecedores (Alexandre Kaszewski e Jorge Alberto Muraro Tonel) tenham partido ou coligação em comum declarados. O padrão de 'ida e volta' entre as mesmas quatro pontas, com valores da mesma ordem de grandeza, não se explica por repasse partidário ou sobra de campanha. Vale checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as pessoas.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 50.754,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. A transação de maior valor (R$ 28.785,00) é uma despesa da campanha de ROSANI para ALEXANDRE KASZEWSKI, que também doou para MELKISEDEK, fechando um elo indireto entre campanhas sem partido comum. O valor é de ordem de grandeza superior às demais transações (R$ 4.000 a R$ 4.700), sem lote ou justificativa aparente. Isso justifica checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 32.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com sobrenome DONADON em partidos diferentes (PDT, PRD, PSD) e anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há um fluxo de R$ 10.000,00 de ROSANI para VALDINEY DE ARAUJO CAMPOS classificado como despesa, mas VALDINEY aparece apenas como doador de MELKISEDEK, sem cargo/partido informado, o que dificulta explicar a relação. O valor total de R$ 32.600,00 não é alto, mas a combinação de ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado e a transação de maior valor saindo de uma campanha para um doador de outra campanha merece checagem humana.