severidade média4 nósIA: plausívelR$ 38.273,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (MDB) em Goiás, com Humberto e Alessandra ambos filiados ao MDB e atuando em anos próximos. As transações são de baixo valor (R$ 38 mil no total) e incluem repasses de direção municipal para candidata, doações de um mesmo doador para Humberto e uma despesa de Alessandra para esse doador em 2020, o que pode ser ressarcimento ou movimentação interna partidária. Não há indício de empresa sem relação com o serviço, valor fora de escala ou ciclo fechado entre entidades sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 87.178,92
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo espectro partidário em Goiás em 2018: Edwal é do MDB e Rosângela recebeu doação da direção estadual, o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores são modestos (R$ 2.000, R$ 80.000, R$ 178,92 e R$ 5.000) e as transações podem ser explicadas por doação, repasse de diretório e ressarcimento dentro da mesma coligação. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora do ramo que dificulte a leitura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades de partidos diferentes (PT, NOVO, REPUBLICANOS) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são baixos (R$ 600 a R$ 8.000) e as transações são de tipos variados (doações e despesa), sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.945,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PT, NOVO, REPUBLICANOS) no Acre, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 16.945 no total) e há indícios de que algumas entidades intermediárias (EVERALDO CUSTODIO DA SILVA, MARIA LUIZA CONCEIÇÃO MORAES) podem ser fornecedores ou pessoas físicas comuns, não necessariamente campanhas. Não há um fato isolado que destoe claramente (como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 77.094,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PODE, UNIÃO, PDT), o que dificulta a explicação por uma mesma coligação, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2026) e os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 29 mil). Além disso, há uma entidade (EDER ROGERIO STELA) que não aparece na lista de entidades nomeadas, e a transação de 2026 pode ser um erro ou dado futuro. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação, mas a combinação de partidos distintos e o ciclo fechado merece uma verificação humana para descartar coincidência ou erro de dados.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 11.383,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (LEONALDO PARANHOS DA SILVA e RENATO DA SILVA) são de partidos diferentes (PSD e PL) e cargos/anos distintos, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são modestos (R$ 11.383 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2020 e 2024), podendo refletir reembolsos, devoluções ou coincidências de rede de relacionamento. Não há um fato isolado que destoe de forma clara (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 32.280,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório municipal do PT em Pinhao (PR), o que é compatível com movimentação interna de campanha (doações do partido a candidatos e despesas de candidatos ao partido). Os valores são modestos (R$ 32,28 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2024), sem um ciclo curto e fechado entre entidades sem vínculo partidário. Não há um fato concreto que destoe do padrão esperado, como valor muito acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não é possível afirmar que seja mera coincidência sem checar os vínculos entre as pessoas físicas.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 71.212,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades do PT no Paraná, com valores modestos (R$ 71 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação (R$ 65.985,00 da direção estadual para Elizabeth) é um repasse partidário típico, e as demais somam valores pequenos. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas o fechamento do ciclo em anos distintos (2018, 2022, 2024) impede descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 68.212,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT no Paraná: uma direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e candidatos pagando despesas entre si. O valor total é modesto (R$ 68 mil) e as transações estão distribuídas em anos eleitorais diferentes (2018, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários e ressarcimentos de campanha. Não há fornecedor externo nem valor fora de escala que sugira algo atípico.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 67.532,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT no Paraná, com valores modestos (R$ 67,5 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior parte do fluxo é a direção estadual do PT repassando R$ 65.985,00 para uma candidata do próprio partido, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de pequeno valor e compatíveis com ressarcimentos ou pagamentos a fornecedores/militantes do mesmo campo político.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 336.658,38
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas campanhas e a direção estadual do PT no Paraná, com valores muito baixos nas pontas (R$ 81,43 e R$ 11,00) e uma doação de R$ 1.500 da GMT Tecnologia para uma candidata do mesmo partido. A maior parte do volume (R$ 314 mil) é repasse da direção estadual para Antenor Gomes de Lima, padrão comum de financiamento partidário. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa recebendo de volta valor expressivo; o loop parece decorrer de movimentações rotineiras entre aliados da mesma federação.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.627,72
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 11,6 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários (PT) ou atuam no mesmo estado (PR), o que é compatível com doações entre aliados e pagamentos a fornecedores. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 177,72) é irrisório e pode ser ressarcimento ou taxa. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 79.218,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 79 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos. Há elos partidários plausíveis (PDT entre Jozaine e Ricardo, direção estadual repassando a Ricardo), mas a empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo de campanhas, sem que se saiba seu ramo de atuação. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, como valor muito acima dos demais ou ausência total de vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 91.738,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PDT no Paraná, o que é um padrão comum de movimentação interna partidária. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018 e 2022) e os valores são compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de retorno financeiro anômalo. O valor total do loop (R$ 91,7 mil) é modesto e não destoa das demais transações.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.853,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 12,8 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2022 e 2024, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários parciais (PDT entre Jozaine e Andreia; direção estadual repassando a Andreia), o que dá margem a explicações rotineiras como repasses partidários e despesas de campanha. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando quanto recebendo, mas o valor recebido (R$ 793,62) é irrisório frente à doação (R$ 6.450), sem indicar retorno significativo. Não há um fato isolado que destoe o suficiente para justificar priorização humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.490,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores pequenos (R$ 17,5 mil no total) e todas as entidades têm vínculo partidário ou de campanha no PDT do Paraná em 2018, o que é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando para uma candidata quanto recebendo pagamento de outro candidato do mesmo partido, o que pode ser apenas prestação de serviço online. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito alto, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo fechado entre desconhecidos), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente plausível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.236,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 12,2 mil no total) e entidades de partidos diferentes (PDT e PT), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A empresa CONFIA BRASIL aparece tanto doando para uma campanha do PDT em 2018 quanto recebendo despesa de uma campanha do PT no mesmo ano, mas o valor da despesa é irrisório (R$ 26,43) e pode ser um serviço comum. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações entre aliados ou de despesas com fornecedores, nem um ciclo curto e fechado entre os mesmos atores.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 19.160,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PTB, PPS, MDB, REPUBLICANOS) e anos distintos (2016 a 2024), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são relativamente baixos e as transações podem ser explicadas por doações entre aliados locais ou ressarcimentos, sem um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação). Não há elemento concreto que justifique priorização imediata, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.312,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do MDB de MT, o que torna plausível que o ciclo decorra de relações internas do partido, como repasses, doações entre aliados ou ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 2.100 a R$ 6.000) e as transações se distribuem entre 2020, 2022 e 2024, sem concentração temporal ou montante atípico. Não há fornecedor com ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.262,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado claro: há doações e despesas entre pessoas físicas e campanhas, com valores e anos variados. Três dos cinco nomes são de políticos do MDB de MT, o que poderia indicar relação partidária legítima, mas os outros dois (ANDRE LUIS BIANCHI e ROBSON LUAN TELES TEIXEIRA) não têm partido/cargo informado, dificultando avaliar se há vínculo. Os valores são modestos (R$ 15,2 mil no total) e dispersos em anos diferentes, sem um fato concreto que destoe ou configure ciclo curto e fechado entre pessoas sem relação aparente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 192.058,31
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre uma empresa (AIXMOBIL), um deputado do PP e a campanha presidencial de Bolsonaro (PL), sem coligação/partido comum evidente entre Nilson (PP) e Bolsonaro (PL). A AIXMOBIL doa R$ 6.706 a Nilson em 2018 e, no mesmo ano, recebe R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro — valor 27x maior que a doação de entrada, sem ramo declarado que explique o vínculo. O elo intermediário é uma despesa de R$ 1.000 de Nilson a 'Gustavo F Saraiva Bouret', que depois doa R$ 0,10 a Bolsonaro, valor irrisório que não fecha a lógica do loop. O conjunto tem um fato nomeável (empresa que doa e recebe de volta muito mais da mesma cadeia) que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 193.164,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou conta partidária comum que explique a cadeia. O valor de R$ 184.352,21 pago pela campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL é de ordem de grandeza muito superior às demais transações (R$ 6.706,00 e R$ 2.100,00), e a empresa AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PP no mesmo ano em que recebeu da campanha presidencial do PL. Isso configura um loop fechado com valores desproporcionais e sem vínculo partidário evidente, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 191.763,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as magnitudes são muito desiguais: a campanha de Jair Bolsonaro pagou R$ 184.352,21 à AIXMOBIL em 2018, enquanto a AIXMOBIL doou apenas R$ 6.706,00 ao candidato Nilson Leitão no mesmo ano. Além disso, há uma doação de R$ 5,00 de Janaina Steffany de Oliveira a Bolsonaro em 2022, sem relação partidária ou coligação evidente com os demais. A assimetria entre o valor que sai da campanha presidencial e o que retorna à cadeia, somada à participação de uma pessoa física sem vínculo claro, justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.341,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas os valores são pequenos (R$ 13,3 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. As entidades nomeadas são de partidos distintos (PL e PV), mas não há informação sobre as demais pessoas da cadeia, impossibilitando avaliar vínculos partidários ou de coligação. Não há um fato concreto que destoe (valor muito alto, fornecedor sem relação, ciclo curto entre mesmos atores) que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 214.147,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 214 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há vínculos partidários entre alguns envolvidos (SIDNEY DE SOUZA é do PRTB, partido que também aparece como entidade; FAISSAL e ABILIO são do PL). O valor mais expressivo (R$ 200 mil) é uma despesa de ABILIO para a direção municipal, que pode ser repasse partidário rotineiro. Não há um fato único e gritante que fuja de explicações comuns, como empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo valor no mesmo ano.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 223.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há elos faltantes na cadeia (ex.: RICARDO DE SOUZA FREITAS não aparece como entidade listada). As conexões partidárias são parcialmente coerentes (SIDNEY/PRTB e FAISSAL/PL/ABILIO/PL em MT), mas a maior transação (R$ 200 mil de ABILIO para Direção Municipal) não fecha o loop diretamente com SIDNEY. Sem mais detalhes sobre os elos ausentes e a natureza das entidades, não há um fato concreto que caracterize padrão rotineiro nem anomalia clara.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 217.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades com valores modestos (R$ 3.750, R$ 7.500, R$ 6.000) e uma despesa de R$ 200.000 paga por Abilio Jacques Brunini Moumer à Direção Municipal/Comissão Provisória, que não é a mesma entidade que fecha o ciclo (Sidney de Souza). As transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e há vínculos partidários parciais (PL entre Faissal e Abilio; PRTB entre Sidney e o partido), mas a cadeia não é um loop fechado e imediato entre os mesmos atores. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas de campanha, nem um elemento que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 217.250,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PRTB, PL, Republicanos) e valores que variam de R$ 1.000 a R$ 200.000, sem um padrão claro de devolução do mesmo montante. As transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como valor uma ordem de grandeza acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço. O caso carece de mais contexto para ser classificado como bizarro ou plausível.
severidade média4 nósR$ 10.500,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 57.928,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (PL-GO e PRTB-DF) e duas empresas de ramos distintos (rede social e serviços financeiros), o que à primeira vista não forma um padrão partidário comum. Porém, os valores são pequenos e as transações ocorrem em anos diferentes (2022 e 2024), com a maior parte sendo despesas de campanha comuns (anúncios no Facebook e serviços financeiros). Não há um fato concreto que force uma checagem manual, como valores muito acima do mercado ou ciclo fechado no mesmo ano entre os mesmos atores.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.430,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os nomes nas transações não batem exatamente com os das entidades listadas (ex.: AGEU LACERDA NETO vs AGEU LACERDA NEVES; ELIEL CANDIDO PEREIRA não aparece como entidade). Os valores são modestos (R$ 1.500 a R$ 8.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Além disso, há dois candidatos do PL de RO, partido em comum, o que oferece uma explicação plausível de rede de aliados. Não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização sem mais checagem.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 201.374,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PSDB, PL) e uma empresa privada, sem coligação comum que explique a cadeia. O valor que retorna à empresa (R$ 184.352,21 pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL) é cerca de 3.686 vezes a doação que a própria AIXMOBIL fez a Bruno Cavalcanti (R$ 500), uma assimetria de ordem de grandeza que merece checagem. Além disso, a AIXMOBIL aparece doando para um candidato do PSDB e recebendo despesa de campanha do PL, sem relação partidária evidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 209.862,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB em 2018, PL em 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares (R$ 500 a R$ 184 mil) e as transações ocorrem em anos distintos, sem um encadeamento temporal claro que configure um loop fechado e coordenado. O maior fluxo (Jair Bolsonaro -> Aixmobil, R$ 184 mil em 7 despesas) pode ser gasto de campanha com fornecedor, e a doação de R$ 500 da Aixmobil a Bruno Cavalcanti é pequena e possivelmente coincidente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 203.235,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSDB e PL) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Porém, os valores são muito díspares e as transações parecem desconexas: a maior parte do volume (R$ 184 mil) é uma despesa de Bolsonaro à AIXMOBIL, enquanto as demais são doações de baixo valor. Sem mais contexto sobre a relação entre AIXMOBIL e os demais, não há um fato único que caracterize um loop fechado e suspeito.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 2.196.192,22
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSD-RJ, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado e sugere coincidências contábeis entre campanhas do mesmo partido. Não há indício de empresa privada devolvendo valores ou de fornecedor fora do ramo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 2.168.401,95
IA · deepseek-flash O loop envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSD, PL, MDB) e valores muito díspares: a maior transação é uma doação de R$ 2,16 milhões da Direção Estadual do PSD para Maria Laura, enquanto as demais são de R$ 1.000 a R$ 3.000. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e a maioria não conecta diretamente as mesmas pessoas, o que enfraquece a ideia de um ciclo fechado e coordenado. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo (doação partidária, ressarcimento, apoio entre aliados), nem elementos que tornem a explicação simples implausível. Falta informação sobre a relação entre as entidades e os destinatários finais para uma triagem mais segura.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 923.992,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2024) e os valores são modestos, exceto por uma despesa de R$ 900 mil de Eduardo Paes para a direção municipal do PSD em 2024. Não há um encadeamento claro e imediato que caracterize um loop fechado no mesmo período, e as relações partidárias (todos do PSD) oferecem uma explicação plausível para movimentações entre aliados. Faltam detalhes sobre a natureza dos pagamentos e a identidade da entidade sem nome para uma triagem mais conclusiva.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 28.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (não campanhas/partidos) e fecha em R$ 28 mil, com dois intermediários sem nome/partido identificado. As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022), o que enfraquece a explicação de uma mesma coligação ou repasse partidário no mesmo pleito. O valor de R$ 18.000 pago por Aldo a Edivan é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia, sem justificativa aparente. Isso justifica checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e a relação entre as partes.
severidade média4 nósR$ 10.200,00
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 33.004,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas campanhas do mesmo partido (REPUBLICANOS/TO) e dois intermediários sem partido/cargo informado. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato, mas os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato isolado que destoe (valor fora de ordem, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 46.868,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PSDB, PMB, PSD) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado. As transações têm valores e naturezas variadas (doação, despesa com gráfica, repasse a direção partidária), sem um padrão claro de retorno do mesmo valor. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.933,45
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSOL/SC em 2018, PRTB/DF em 2022), o que dificulta uma explicação por coligação comum. Porém, as transações são de baixo valor, incluem grandes empresas de serviços digitais (Facebook) e uma financeira, e podem refletir reembolsos ou pagamentos rotineiros de campanha. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.820,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas apenas duas são campanhas identificadas (Maria Lucia e Odair Vargas), ambas do PL de MT, o que poderia ser explicado por uma coligação ou grupo político comum. Os valores são modestos (R$ 2.400 a R$ 8.500) e as transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2024), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não há elementos suficientes para afirmar que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 74.063,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que as duas entidades identificadas (Talíria Petrone e Patrícia Padula) são do mesmo partido (PSOL/RJ), o que oferece uma explicação plausível de coordenação de campanha ou ressarcimento entre aliadas. Por outro lado, os valores são díspares (R$ 7.800, R$ 2.000, R$ 56.263 e R$ 8.000) e a transação de maior valor (despesa de Talíria para 'Manuela Pereira Lima Green') não tem ramo ou justificativa clara nos dados, mas também não é uma ordem de grandeza absurda frente ao total. Sem informação sobre a natureza dos serviços ou vínculos entre as pessoas sem partido listado, não há um fato concreto que force a classificação como bizarro, nem elementos suficientes para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 21.350,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os valores citados: há doações de terceiros (MARCIA ANGELITA TIBURI, COMPANHIA BRASILEIRA DE STARTUPS) e uma despesa de R$ 45,00 de Danieli para a CBS, além de uma despesa de Reimont para a EDG. Não há elementos suficientes para afirmar que o dinheiro retorna à mesma cadeia de forma suspeita, nem para descartar coincidência entre campanhas de partidos diferentes (PT e PCdoB) no mesmo estado. O valor total de R$ 21.350,50 é modesto e as transações ocorrem em 2018, sem indício claro de anormalidade.
severidade média5 nósR$ 10.477,80
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 10.980,70
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 10.980,70 no total) e entidades de naturezas distintas, com transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PT entre Reimont e Luis Francisco), mas a cadeia inclui empresas e uma candidata do PCdoB sem relação partidária clara com os demais. Os fatos não permitem afirmar que é um padrão rotineiro nem que há algo claramente anômalo a justificar priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.067,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2024) e não formam um loop fechado no mesmo período. As conexões entre os atores são majoritariamente partidárias (PT/PCDOB) e valores são modestos, compatíveis com doações e despesas típicas de campanha. Não há um fato concreto que destoe, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do padrão.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.100,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.100,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores não retornam de forma equivalente ao ponto de origem. Há vínculos familiares prováveis (WELITON e ELISMAR FERNANDES PRADO, ambos do PSD/MG) e um intermediário de partido diferente (ODAIR JOSE DA SILVA, SOLIDARIEDADE), o que impede tanto uma explicação simples por mesma coligação quanto a identificação de um fato claramente anômalo. Sem mais contexto sobre a natureza dos pagamentos (ex.: serviços, ressarcimentos), não dá para classificar como rotineiro nem como bizarro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 14.219,27
IA · deepseek-flash O ciclo envolve três pessoas com o mesmo sobrenome PRADO (Weliton, Elismar e Liza Fernandes Prado), o que sugere vínculo familiar, mas elas aparecem em partidos diferentes (PSD e CIDADANIA) e cargos distintos, sem coligação comum declarada. Além disso, há um quarto nome (Valério Lopes de Morais) que doa valores altos a Liza em 2020 e 2024 e recebe despesa de Elismar em 2018, fechando um circuito indireto entre as campanhas. O valor de R$ 6.000,00 pago por Liza a Idair Oliveira de Menezes (que havia doado R$ 800,00 a Weliton) é uma ordem de grandeza acima das demais transações e não tem justificativa aparente no ramo de atividade. Esses elementos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário e merecem checagem humana.