severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro agentes de partidos diferentes (PL, MDB, PTN) em Rondônia, mas todos os fluxos ocorrem em 2022 e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 2.500 por transação). Não há um fato isolado que destoe, como valor muito acima do padrão, fornecedor de ramo estranho ou empresa devolvendo milhões. A mistura de partidos e a ausência de coligação explícita entre todos os elos gera dúvida, mas sem um elemento concreto que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 15.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades em Rondônia, com valores modestos (R$ 1.500 a R$ 10.000) e todos os eventos em 2022. Há vínculos partidários parciais (Jaime e Luiz Alberto são do PL), mas José Nildo é do PTN e Ronieli não tem partido informado, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. Não há indício de valores fora de escala, fornecedor de ramo estranho ou empresa devolvendo milhões; o padrão pode ser coincidência de repasses entre campanhas ou ressarcimentos, mas a ausência de dados sobre a relação entre as pessoas impede descartar completamente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e fecha em 2022, mas as transações não formam um loop direto: JAIME (PL) paga R$ 10.000 a JOSE NILDO (PTN), que doa R$ 1.500 a LUIZ ALBERTO (PL), que paga R$ 2.500 a ELIANE, que doa R$ 350 a JAIME. O elo entre JAIME (PL) e JOSE NILDO (PTN) é uma despesa de campanha de valor muito superior às demais, sem partido ou coligação em comum indicada, o que dificulta a explicação por mera coincidência partidária. Além disso, a cadeia passa por ELIANE RAMOS DE SOUZA, que não consta como entidade com partido/cargo, e o retorno a JAIME é de apenas R$ 350, valor desproporcional ao fluxo inicial.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades e R$ 13.500, com valores unitários modestos (R$ 1.000 a R$ 10.000) e transações espalhadas entre 2018 e 2022, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculo partidário parcial (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL de RO), mas José Nildo é do PTN e o quarto elo não tem partido informado, dificultando a explicação por simples mesma coligação. Os fatos não bastam para afirmar padrão legítimo nem para apontar algo claramente anômalo.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 13.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades em R$ 13,4 mil, com valores pequenos e a maioria das entidades do PL de Rondônia, o que poderia ser explicado por relações dentro da mesma coligação ou ressarcimentos. Porém, há uma entidade sem nome (35574461153) e outra de partido diferente (PTN), e os fatos não permitem afirmar se há ou não um padrão legítimo. Sem mais contexto, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização, nem elementos que expliquem completamente o loop.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 14.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro agentes de Rondônia, sendo dois do PL (Jaime Bagattoli e Luiz Alberto Goebel), o que poderia indicar coordenação partidária legítima. Porém, os outros dois (Fagner Custódio, PSL, e José Nildo, PTN) não compartilham partido ou coligação conhecida, e as transações ocorrem todas em 2022, com valores modestos (R$ 350 a R$ 10.000). Não há um fato isolado que destoe claramente (valor muito acima, fornecedor fora do ramo, empresa devolvendo milhões), mas o fechamento do ciclo entre pessoas de partidos distintos em um único ano merece uma checagem simples.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.966,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 29.966,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos, sem um elo claro de retorno financeiro direto ao ponto de partida. As entidades têm partidos distintos (PL, PSC, PRD), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária, mas também não há indício forte de simulação. Faltam dados sobre vínculos pessoais ou empresariais entre os envolvidos para concluir se é mera coincidência ou algo a checar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 29.966,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de Rondônia, mas os partidos são diferentes (PRD, PL, PSC) e os anos das transações variam (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 29.966 no total) e as transações parecem doações e despesas de campanha comuns, sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro de movimentação eleitoral, mas também não é possível descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 29.966,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (PL, PSC, PRD) em Rondônia, sem coligação comum declarada, e o elo central é uma doação de R$ 25.000 de Jaime Bagattoli para Isaque Maciel, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações (R$ 954 a R$ 1.800). O dinheiro retorna à cadeia via despesas a pessoas físicas que também doaram a outros elos, fechando um loop entre 2018 e 2022. A combinação de partidos distintos, ciclo fechado e salto de valor justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 26.422,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PTB) em Rondônia, mas os valores são modestos (R$ 26,4 mil no total) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A doação de Jaime Bagattoli a Silmar Camarini (R$ 20 mil) e a devolução de Anderson a Jaime (R$ 5 mil) podem ser explicadas por relações políticas locais ou ressarcimentos, sem um fato concreto que destoe do padrão. Não há elemento claramente anômalo, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço, que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 35.422,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, NOVO, PTB, DC) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. O dinheiro sai de Jaime (PL) para Silmar (NOVO), passa por uma terceira pessoa não identificada, chega a Anderson (PTB), que paga despesa a Alex (DC), e Alex doa de volta a Jaime, fechando o loop em 2022. A ausência de um elo partidário ou coligação que explique naturalmente esse fluxo circular entre adversários políticos justifica uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 30.350,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas filiados e a estrutura estadual do mesmo partido (PL) em Rondônia, com valores modestos (R$ 30.350 no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A doação de R$ 20.000 da Direção Nacional para Ademir David é um repasse partidário típico, e as demais movimentações (R$ 350, R$ 2.000, R$ 8.000) são de baixa monta e compatíveis com o cotidiano de campanhas. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço, nem valores discrepantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 30.150,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PL de Rondônia, com valores baixos (R$ 30.150 no total) e transações típicas de campanha: doação de direção partidária a candidato, despesas entre candidatos do mesmo partido e repasse a diretório estadual. Não há fornecedor externo, empresa de ramo estranho ou valor fora de escala. O padrão é compatível com movimentação rotineira dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 17.800,00
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas pertencem ao PL de Rondônia (Jaime Bagattoli, Eliane Lima Barros e Robert Nigre Oliveira são filiados ao PL, e o PARTIDO LIBERAL - RONDONIA-RO - ESTADUAL é a direção estadual do mesmo partido). O fluxo de recursos entre candidatos da mesma legenda e a direção partidária é um padrão comum em campanhas, podendo incluir repasses internos, ressarcimentos ou despesas compartilhadas. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 8.000) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024), sem indício de ciclo fechado suspeito. Não há elemento concreto que fuja do rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 45.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (PL e PSD) e cargos distintos, sem coligação ou vínculo partidário declarado que explique a cadeia. A transação de maior valor (R$ 40.000,00) é uma despesa de Jaime Bagattoli para Gilberto Costa Silva, que não aparece como candidato ou fornecedor identificado, e o valor é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop. O fechamento do ciclo em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e a ausência de explicação simples (mesma coligação, conta partidária, ressarcimento) justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 44.075,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm vínculo partidário identificado (PL e PSD), sem coligação ou partido comum evidente. As transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 40.000), sem indício de empresa ou fornecedor estranho ao ramo. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas, mas a ausência de informações sobre os dois intermediários sem nome e a diferença temporal impedem uma explicação simples e definitiva.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 46.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em transações cruzadas de doação e despesa, com valores que variam de R$ 1.500 a R$ 40.000. A maior transação (R$ 40.000) é uma despesa de campanha de JAIME MAXIMINO BAGATTOLI para GILBERTO COSTA SILVA, enquanto as demais são doações de valores muito menores, criando uma assimetria que não se explica por um padrão comum de mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e envolvem pessoas sem partido/coligação explicitamente em comum, o que dificulta uma justificativa simples e justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel) são do mesmo partido (PL) e de Rondônia, o que poderia sugerir uma rede política comum. No entanto, a transação de maior valor (R$ 40.000,00) é uma despesa paga por Jaime Bagattoli a Gilberto Costa Silva, que não aparece como candidato ou fornecedor identificado, e o retorno do dinheiro se dá por meio de doações de terceiros (Maria Fernandes Guimaraes Batista) a Jaime, fechando o loop. A assimetria entre o valor que sai (R$ 40 mil) e o que retorna via doação (R$ 700,00) e a participação de pessoas sem cargo/partido declarado dificultam uma explicação simples de ressarcimento ou repasse partidário. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses pagamentos e doações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do PL de RO e dois intermediários sem partido identificado, com valores que não fecham (R$ 45.200 no total, mas a maior transação é de R$ 40.000). As transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop imediato e coordenado. Não há um fato único e concreto que destoe claramente do padrão de doações e despesas entre aliados, mas também não é possível afirmar que seja um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 45.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (Jaime Bagattoli, Luiz Goebel e dois intermediários sem nome/partido identificado) e fecha em loop, com R$ 45,2 mil movimentados. A transação de maior valor é uma despesa de R$ 40.000 de Jaime Bagattoli para Gilberto Costa Silva, que não aparece como candidato/fornecedor identificado, enquanto as demais transações são de R$ 700 a R$ 2.500 — uma diferença de mais de uma ordem de grandeza. Embora Jaime e Luiz sejam ambos do PL/RO, os outros dois elos da cadeia não têm partido/coligação declarados, o que enfraquece a explicação por simples coincidência de mesma coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 46.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel) são do PL de Rondônia, mas as outras duas (Gilberto Costa Silva e Pedro Garcia de Oliveira) aparecem sem partido/cargo identificado. A transação de maior valor (R$ 40.000) é uma despesa de Jaime para Gilberto, enquanto as demais são de R$ 2.000 a R$ 2.500, gerando uma assimetria de uma ordem de grandeza dentro do próprio loop. Embora possa haver explicação por coligação ou ressarcimento, a ausência de vínculo partidário explícito entre todos e o salto de valor justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel) são do mesmo partido (PL) e de Rondônia, o que poderia sugerir coordenação de campanha. Porém, o elo de volta é uma despesa de R$ 40.000,00 paga por Jaime a Gilberto Costa Silva, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 350, R$ 2.000 e R$ 2.500). Além disso, a cadeia mistura anos diferentes (2018 e 2022) e não há indicação de que Gilberto ou Olga tenham vínculo partidário ou de coligação com os dois candidatos, o que dificulta a explicação por mera coincidência de aliados.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 48.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, sendo que duas delas são candidatos do PL de Rondônia (Jaime Bagattoli e Luiz Alberto Goebel), mas as outras duas (Gilberto Costa Silva e Railton Rubens da Silva) aparecem apenas como doadores/fornecedores sem vínculo partidário declarado. A transação de maior valor (R$ 40.000) sai da campanha de Jaime para Gilberto, que no mesmo ciclo já havia doado para Goebel, e a campanha de Goebel paga R$ 3.500 a Railton, que doou R$ 2.500 para Jaime — um encadeamento cruzado que não se explica por mera coincidência de coligação. O padrão de dinheiro saindo de uma campanha e retornando à mesma cadeia em poucos elos justifica checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas, mas as duas entidades identificadas são do mesmo partido (PL) e UF (RO), o que poderia sugerir coordenação de campanha. No entanto, chama atenção que a maior transação (R$ 40.000,00) seja uma despesa de Jaime Bagattoli para Gilberto Costa Silva, enquanto a doação de Gilberto para Luiz Alberto Goebel é de apenas R$ 2.000,00, e a despesa de Goebel para Geraldo Coelho (R$ 2.500,00) supera a doação recebida de Geraldo (R$ 350,00). Esses valores desproporcionais e a direção do fluxo (despesas maiores que doações) dificultam a explicação como simples ressarcimento ou repasse partidário, justificando uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e valores que não fecham: Jaime Bagattoli paga R$ 40.000 a Gilberto Costa Silva, mas este doa apenas R$ 2.000 a Luiz Alberto Goebel; Goebel paga R$ 2.500 a Marcos Antonio da Silva, que doa só R$ 350 a Bagattoli. O elo de maior valor (R$ 40.000) é uma despesa de campanha de Bagattoli a Gilberto, sem que haja partido/coligação comum documentado entre eles, e o retorno pela cadeia é irrisório. Isso justifica checagem humana para entender a natureza do pagamento e a relação entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas e fecha em um loop, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um fluxo coordenado. Ainda assim, chama atenção que Jaime Bagattoli (PL) pagou R$ 40.000,00 a Gilberto Costa Silva, que em 2018 doou R$ 2.000,00 a Luiz Alberto Goebel (mesmo partido), e que Goebel pagou R$ 2.500,00 a Jucielen, que doou R$ 350,00 a Jaime — um ciclo fechado entre pessoas sem coligação explícita nos dados. O valor pago por Jaime é uma ordem de grandeza superior às demais transações da cadeia, o que justifica uma checagem humana para entender a natureza do gasto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 4 entidades, mas os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 40.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (PL entre Bagattoli e Goebel) e a cadeia pode refletir doações e despesas rotineiras entre campanhas da mesma região. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor de ordem de grandeza superior ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 46.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em Rondônia, sendo que as duas entidades identificadas são do PL, o que permite explicar parte da movimentação como relação dentro do mesmo partido/coligação. Porém, as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 40.000), sem um fato concreto que destoe do padrão ou que configure ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário conhecido. Não há elemento suficiente para afirmar que é bizarro nem para descartar completamente.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas e fecha em um loop, com a maior transação (R$ 40.000 de Jaime Bagattoli para Gilberto Costa Silva) sendo uma despesa de campanha em 2022, enquanto as demais são doações de valores muito menores. Embora Jaime e Luiz Alberto sejam ambos do PL de RO, os outros dois elos (Gilberto e Elaine/Eliane) não têm partido ou coligação informados, e a assimetria de valores e a direção do fluxo (despesa de campanha virando doação para outro candidato) dificultam uma explicação simples. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza desses repasses.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (Jaime Bagattoli, Gilberto Costa Silva, Luiz Alberto Goebel e Jonas dos Santos) e fecha em loop, com valores que não batem entre si: a maior transação é uma despesa de R$ 40.000 de Jaime para Gilberto em 2022, enquanto as demais são de R$ 1.000 a R$ 2.000 em 2018. A disparidade de ordem de grandeza e o fato de o elo de retorno ser uma despesa de campanha paga a uma pessoa que também aparece como doadora dificultam a explicação como simples coincidência de coligação.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 43.912,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que duas delas (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel) são do mesmo partido (PL) e do mesmo estado (RO), o que poderia sugerir uma rede política comum. No entanto, a transação de maior valor (R$ 40.000,00) é uma despesa paga por Jaime Bagattoli a Gilberto Costa Silva, que não aparece como candidato ou entidade política nos dados, e o ciclo se fecha com uma doação de Denise de Sousa Cardoso para Jaime Bagattoli, enquanto Luiz Goebel paga uma despesa a Denise de Souza Cardoso Oliveira (nome semelhante, mas não idêntico). A assimetria de valores (R$ 40 mil de um lado, R$ 2 mil, R$ 700 e R$ 1.212 do outro) e a presença de pessoas sem partido/cargo declarado dificultam uma explicação simples de repasse partidário ou ressarcimento rotineiro. Isso justifica uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 44.850,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e envolvem partidos distintos (PL e PSL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria enorme de valores: Jaime Bagattoli paga R$ 40.000,00 a Gilberto Costa Silva, enquanto as demais transações são de R$ 2.000,00, R$ 350,00 e R$ 2.500,00. O retorno ao ponto de partida se dá por uma doação de apenas R$ 350,00 de Fagner Custódio da Silva a Jaime Bagattoli, valor desproporcional ao fluxo inicial.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.045,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores muito díspares (R$ 1.000 a R$ 297.500) e anos diferentes (2018 a 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades compartilham parcialmente o campo PODE/PODEMOS em Rondônia, e parte das transações é compatível com repasses partidários rotineiros. Não há um fato isolado que destoe claramente do padrão, mas também não dá para descartar sem checar.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 13.670 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018 a 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários entre alguns envolvidos (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL de RO), o que poderia explicar doações entre aliados, mas Izrael Dias Moreira é do União e aparece tanto recebendo quanto doando. As transações individuais são de baixo valor e não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de financiamento entre candidatos da mesma região.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.370,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 16.370 no total) e transações espalhadas por vários anos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Há vínculos partidários parciais (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL/RO), mas Izäel Dias Moreira é do UNIÃO, e as transações parecem misturar doações e despesas de campanhas distintas. Não há um fato concreto que destoe claramente (valor fora de escala, fornecedor sem relação, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem mais contexto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.870,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.870,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são modestos. Há vínculos partidários entre alguns envolvidos (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são do PL/RO), o que pode explicar doações e despesas dentro do mesmo grupo político. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas aliadas, nem valores de ordem de grandeza superior.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.870,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.870, mas as transações estão espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2026) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto e fechado. Há vínculo partidário parcial (Jaime e Luiz Alberto são do PL de RO), o que oferece uma explicação plausível de aliança/coligação, mas Izrael é do UNIÃO e aparece como doador em anos distintos. Os valores são modestos e não há um fato concreto que destoe (fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza superior, ciclo curto entre sem vínculo) que justifique priorização clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 14.170,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas apenas 3 são campanhas identificadas (Jaime Bagattoli/PL, Luiz Goebel/PL e Izael Moreira/UNIÃO), e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026), não num ciclo curto e fechado. Há vínculos partidários entre Jaime e Goebel (ambos PL/RO) e valores modestos (R$ 670 a R$ 5.000), compatíveis com doações entre aliados ou ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação entre campanhas da mesma região, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 12.520,00, mas as transações listadas mostram apenas 6 operações entre pessoas físicas e campanhas, com valores baixos e anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026). Há vínculos partidários parciais (Jaime e Luiz Alberto são do PL/RO), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos ou doações entre aliados. No entanto, a presença de Izael Dias Moreira (UNIÃO) e de dois doadores sem partido/cargo identificado impede uma explicação simples e completa, mas também não há um fato isolado que destoe drasticamente (valores, ramos ou ciclo fechado entre os mesmos atores).
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 15.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 15.670,00, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e misturam doações e despesas, sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado. Há vínculos partidários parciais (PL em RO) entre alguns agentes, o que pode explicar movimentações entre aliados, mas a presença de pessoas sem partido informado e a diversidade de anos tornam o caso ambíguo. Não há um fato concreto que destoe (valor, fornecedor ou ciclo curto) que justifique priorização imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.520 no total) e transações espalhadas entre 2018 e 2026, sem concentração temporal que sugira um loop imediato. Há vínculos partidários parciais (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL de RO), o que poderia explicar parte das movimentações como repasses internos ou devoluções. As transações listadas não formam um ciclo fechado claro com os nomes das entidades do resumo, e os valores são pequenos, dificultando apontar um fato concreto que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado e direto entre as mesmas pessoas: há doações e despesas em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e valores que não retornam ao ponto de partida. As entidades nomeadas incluem dois políticos do PL de RO e um prefeito do União, sem evidência de coligação comum em todos os elos. Os fatos são esparsos e não permitem afirmar se há padrão rotineiro ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas os valores são modestos (R$ 12.520 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL de RO), mas Izael Dias Moreira é do UNIÃO, e as transações parecem doações e despesas cruzadas entre campanhas, padrão comum em coligações e ressarcimentos. Não há um fato concreto que destoe (valor muito acima, fornecedor sem relação, ciclo curto e fechado entre sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de Rondônia, mas os partidos são variados (PL, UNIÃO, MDB) e os anos das transações se estendem de 2018 a 2026, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Os valores são modestos (R$ 670 a R$ 5.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor fora de ordem, ciclo curto e fechado entre mesmos atores), mas também não há explicação simples e única que cubra todas as setas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 13.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores baixos (R$ 13.670 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2026, sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Há vínculos partidários parciais (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL de RO), mas as transações incluem pessoas físicas sem partido identificado e um prefeito do UNIÃO, o que enfraquece a hipótese de simples repasse intrapartidário. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas ordinárias de campanha, não havendo um fato concreto que destoe e justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12.520 no total) e transações espaçadas entre 2018 e 2026, sem um encadeamento curto e fechado no mesmo ano. Há vínculos partidários parciais (Jaime Bagattoli e Luiz Goebel são ambos do PL/RO), mas Izrael Dias Moreira é do União, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. As transações parecem doações e despesas pulverizadas, sem um fato concreto que destoe (valor, fornecedor ou ciclo fechado) a ponto de justificar priorização manual.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 11.670, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e não formam um loop fechado no mesmo período. Há vínculos partidários parciais (Jaime e Goebel são PL/RO), mas Izasel é de outro partido, e os valores são pequenos e compatíveis com doações e despesas rotineiras. Não há um fato concreto que destoe, como valores muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.582,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 6 operações entre pessoas físicas, com valores baixos (R$ 670 a R$ 5.000) e anos variados (2018 a 2026). Não há um encadeamento claro e fechado no mesmo ano ou entre as mesmas campanhas que configure um loop suspeito; parte das entidades citadas no resumo nem aparece nas transações detalhadas. Os vínculos partidários (PL e UNIÃO em RO) e a natureza de doações/despesas entre candidatos da mesma região tornam o padrão compatível com movimentações rotineiras, mas a falta de dados completos impede uma conclusão firme.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 12.520,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de Rondônia, mas os valores são modestos (R$ 12.520 no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais diferentes (2018, 2020, 2022, 2026), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há sobreposição partidária parcial (PL entre Jaime e Goebel), mas também partidos distintos (UNIÃO, PSL), e a maioria das transações parece ser doação entre candidatos ou despesa de campanha, padrões comuns. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 92.106,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de Rondônia, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2020, 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. Os valores são modestos (R$ 92 mil no total) e há apenas uma doação direta entre dois políticos (Jaime Bagattoli para Carlos Camurca, R$ 70 mil), que pode ser explicada por aliança partidária ou repasse dentro de coligação. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de movimentação de campanha, como valores muito acima do normal ou fornecedor sem relação com o serviço.