severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 82.010,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos diferentes (PL, PSDB, REPUBLICANOS) em Rondônia, mas os valores são modestos (R$ 82 mil no total) e as transações parecem compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato isolado que destoe, como valor uma ordem de grandeza acima do resto ou fornecedor de ramo incompatível. A conexão entre os atores pode ser explicada por alianças locais ou ressarcimentos, mas a ausência de vínculo partidário claro no ciclo impede tanto descartar quanto confirmar estranheza.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 92.106,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PL e PSDB) em Rondônia, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 100 a R$ 70.000) e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas locais. Não há um fato concreto que destoe do padrão rotineiro, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 62.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em anos eleitorais distintos (2018, 2022, 2024) e partidos diferentes (PL e PODE), o que enfraquece a hipótese de coordenação imediata. Os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 50.000) e as transações podem ser explicadas por doações e despesas usuais de campanha, sem um fato concreto que destoe. Não há indício claro de irregularidade nem de padrão rotineiro evidente, justificando triagem inconclusiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 62.412,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas em Rondônia, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e os valores são modestos (R$ 1.000 a R$ 50.000). Não há evidência de coordenação no mesmo pleito, e as quantias não destoam de doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais. Faltam informações sobre vínculos partidários ou contratuais que expliquem o loop, mas também não há um fato concreto que force uma checagem imediata.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 16.300, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e heterogêneos, sem um padrão claro de retorno do mesmo montante. As entidades têm partidos distintos (PL, PV, PMN) e cargos diferentes, o que dificulta explicar por uma mesma coligação, mas também não há um fato concreto que destoe do comum, como valores muito acima do resto ou fornecedor sem relação. O caso não aponta nem para um padrão legítimo evidente nem para um indício forte que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 28.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas de partidos diferentes (SILMAR REGIS CAMARINI, NOVO, e LINCOLN ASSIS DE ASTRE, PL), sem coligação ou partido comum indicado. Além disso, há uma despesa de R$ 20.000,00 de SILMAR para ARNALDO BATISTA RODRIGUES, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 1.900,00, R$ 6.100,00 e R$ 600,00). Esses dois fatos dificultam uma explicação simples por repasse partidário ou devolução de sobra, justificando checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 35.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve campanhas de partidos diferentes (SILMAR REGIS CAMARINI é do NOVO e LINCOLN ASSIS DE ASTRE é do PL), o que enfraquece a explicação por mesma coligação ou repasse partidário. Além disso, há uma assimetria relevante: SILMAR pagou R$ 30.000,00 a MARCELO DA COSTA DE OLIVEIRA, enquanto as doações de MARCELO a LINCOLN somam apenas R$ 3.000,00, e LINCOLN pagou R$ 600,00 a SILVANI MARIA REIS, que doou R$ 1.900,00 a SILMAR. Esses fatos concretos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.800,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas (duas delas sem nome identificado) e valores modestos (R$ 27.800 no total), com transações espalhadas entre 2020 e 2022. As entidades nomeadas são de partidos diferentes (NOVO e PL) e cargos distintos, mas ambas de RO, o que não permite descartar nem confirmar relação de coligação ou grupo político. Não há um fato concreto que destoe (valor fora de ordem, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 34.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas de partidos diferentes (SILMAR é NOVO e LINCOLN é PL), sem coligação ou partido comum que explique a circulação de recursos. O valor de R$ 30.000 pago por SILMAR a MARCELO é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 700 a R$ 3.000), o que chama atenção. Além disso, o dinheiro sai de SILMAR, passa por MARCELO, retorna a SILMAR via CLEONICE e ainda toca LINCOLN, formando um circuito fechado entre pessoas sem vínculo partidário declarado. Isso justifica uma checagem humana, sem afirmar irregularidade.
severidade média5 nósR$ 10.399,95
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 11.366,59
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (AVANTE, UNIÃO, SOLIDARIEDADE) em Rondônia, mas as transações estão espalhadas por anos distintos (2018, 2020, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Os valores são modestos (R$ 11,3 mil no total) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há um fato concreto que destoe, como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo incompatível, mas também não há vínculo partidário ou coligação explícita que explique tudo de forma trivial.
severidade média4 nósR$ 10.166,00
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 125.212,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas as transações listadas mostram apenas 5 elos, com valores muito díspares (de R$ 500 a R$ 100.000) e anos variados (2020, 2022, 2024). Há vínculos partidários e familiares entre Hildon e Ieda (UNIÃO, RO), o que poderia explicar parte do fluxo, mas a conexão com Leonardo (PODE) e os intermediários sem partido informado não é esclarecida. O valor total do ciclo (R$ 125.212) é modesto e não há um fato isolado que destoe de forma gritante, como um fornecedor de ramo incompatível ou um valor uma ordem de grandeza acima dos demais. Faltam dados para afirmar se é coincidência ou algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 17.125,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 17.125 no total) e transações espalhadas por anos diferentes (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades centrais são de partidos distintos (PODE e MDB), mas ambos de Rondônia, e há um intermediário comum (Jose Nilton Pinheiro dos Santos) que aparece como doador e fornecedor, padrão que pode ser apenas prestação de serviços recorrente. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor fora de ordem, fornecedor de ramo incompatível, ciclo curto entre pessoas sem vínculo), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 104.215,75
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 104 mil, com uma doação de R$ 100.000 de Hildon de Lima Chaves (UNIÃO) para Ieda Pacheco Chaves (UNIÃO) em 2022, valor uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 500 a R$ 1.720). O loop fecha entre pessoas físicas e campanhas de partidos diferentes (PODE e UNIÃO) e em anos distintos, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. A concentração do valor e o retorno do dinheiro à cadeia inicial justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 99.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve dois políticos do mesmo partido (PODE) em Rondônia, o que poderia explicar trocas de recursos dentro de uma mesma coligação ou grupo político. Porém, os valores são muito díspares: Leonardo pagou R$ 90.000 a Thiago, que doou R$ 8.000 a Paulo, que pagou R$ 700 a Adelaide, que doou R$ 1.000 a Leonardo — o elo mais forte é uma despesa de campanha, não uma doação de volta, e os demais valores são pequenos. Não há um fato concreto que force uma checagem (como valores equivalentes ou ausência de vínculo partidário), mas também não dá para afirmar que é um padrão rotineiro sem conhecer a natureza dos serviços prestados por Thiago e Adelaide.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 304.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores de ordens de grandeza muito diferentes (R$ 1.000, R$ 5.000 e R$ 297.500) e anos distintos (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As entidades têm partidos diferentes (PODE e MDB), mas atuam no mesmo estado (RO), e a maior transação é uma despesa de campanha a uma direção partidária, padrão comum e legítimo. Não há um fato específico que destoe claramente do rotineiro, mas também não dá para descartar totalmente sem checar as datas e a relação entre os envolvidos.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.263,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 305 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e a maioria envolve direção partidária ou doadores individuais, não um fluxo direto e fechado entre as mesmas campanhas. O único elo que fecha o loop é uma doação de R$ 763 de Paulo Roberto para Leonardo em 2018, valor irrisório perto do total. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação partidária rotineira.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 749.510,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE e REPUBLICANOS), mas o elo central é a Direção Estadual do PODEMOS-RO, que repassou R$ 450 mil a um vereador do REPUBLICANOS e recebeu R$ 297,5 mil de um candidato do PODE — padrão compatível com repasses partidários e despesas de campanha. Os valores menores entre pessoas físicas (R$ 1.000 e R$ 1.010) são de baixa materialidade e podem ser ressarcimentos ou doações pontuais. Não há um fato isolado que destoe claramente do funcionamento normal de uma coligação estadual, mas o cruzamento entre partidos distintos impede descartar o sinal sem checagem.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 749.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE e REPUBLICANOS) e valores de ordens de grandeza distintas, mas as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2022 e 2024) e podem refletir repasses partidários, doações e despesas de campanha rotineiras. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão legítimo, como um fornecedor sem relação com o serviço ou um valor muito acima do mercado. A ausência de detalhamento sobre a natureza dos serviços e a conexão entre os agentes impede uma classificação mais assertiva.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 750.510,00
IA · deepseek-flash O loop envolve entidades de partidos diferentes (PODE e REPUBLICANOS) e valores de ordens de grandeza distintas (R$ 450 mil de direção partidária para vereador vs. R$ 2 mil de doação individual), o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2022 e 2024) e há um intermediário (ANELIO DA SILVA SOARES) que não aparece como entidade nomeada, impedindo afirmar que o ciclo é fechado e intencional. Faltam dados sobre a relação entre os envolvidos e a natureza dos pagamentos para caracterizar algo rotineiro ou bizarro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 642.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 642 mil, mas as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e incluem doações de diretório partidário e despesas de campanha, padrões comuns em prestações de contas. Não há um fato único e concreto que destoe, como valores muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço. A conexão entre os envolvidos pode ser explicada por atuação no mesmo estado (RO) e partidos aliados, mas a cadeia fechada merece uma checagem humana para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 641.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 641 mil, mas as transações listadas mostram valores e anos dispersos (2020, 2022, 2024) e nem todas as setas do ciclo aparecem detalhadas. Há vínculos partidários indiretos (PODE, MDB, PL em RO) e repasses de direção estadual, o que é comum em coligações. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo estranho, ciclo curto e fechado sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar as transações faltantes.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 309.785,00
IA · deepseek-flash As entidades envolvidas são todas do mesmo partido (PODE) em Rondônia, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020, 2022, 2024), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor total de R$ 309.785,00 é modesto e as transações individuais têm valores plausíveis para o contexto. Não há indício de ciclo fechado no mesmo ano ou de valores atípicos que sugiram algo além do padrão partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 616.789,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE) em Rondônia, no mesmo ano de 2022. A maior parte do valor (R$ 297,5 mil) é uma despesa de Leonardo Barreto para a direção estadual, compatível com repasse partidário, e a doação de R$ 317,4 mil da direção para Helene Abreu Braga é o fluxo típico de financiamento partidário. As transações menores (R$ 1,2 mil e R$ 606) entre pessoas físicas do mesmo grupo são de baixa materialidade e não configuram um ciclo fechado e suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 621.433,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente candidatos do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO) e no mesmo ano (2022), com a direção estadual do partido no centro da movimentação. Os valores são compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha, e a única exceção de partido (JOSE BARBOSA REIS, AVANTE) movimenta valor pequeno (R$ 2.000 e R$ 3.000). Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho; o padrão é típico de circulação de recursos dentro de uma mesma coligação/partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 618.233,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), com a direção estadual repassando recursos a candidatos e estes realizando doações entre si — padrão comum em coligações partidárias. Os valores são modestos (R$ 1.450, R$ 1.000, R$ 800) e compatíveis com transferências internas de campanha, enquanto o valor maior (R$ 297.500) é uma despesa de Leonardo para a direção estadual, não uma doação de retorno. A presença de uma doadora externa (Adelaide) em 2024 não fecha o ciclo no mesmo ano, sugerindo coincidência temporal entre campanhas distintas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 618.233,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO) e no mesmo ano (2022), o que é compatível com repasses internos entre direção estadual e candidatos da mesma legenda. Os valores são modestos e as transações têm cara de doações e despesas ordinárias de campanha, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor fora de contexto. O elo 'LUCIMAR LEITE DA SILVA' aparece como doadora e depois recebedora de valor pequeno (R$ 800), o que pode ser mero ressarcimento ou coincidência de nome. Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 619.933,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE) em Rondônia, em anos eleitorais distintos (2022 e 2024). As transações são compatíveis com repasses da direção partidária a candidatos, doações entre aliados da mesma legenda e despesas de campanha, sem valores de uma ordem de grandeza destoante. O elo de 2024 (EDINALDO SANTOS NUNES) não tem partido informado, mas o valor é pequeno (R$ 500) e não fecha um ciclo no mesmo ano.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 617.118,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), o que é um padrão comum de repasses internos entre direção estadual e candidatos. Os valores são compatíveis com transferências partidárias e doações entre aliados, sem indício de empresa privada devolvendo recursos ou fornecedor fora do ramo. O loop pode ser explicado por movimentações legítimas dentro da mesma coligação, como repasses de campanha e ressarcimentos.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 619.039,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO) e no mesmo ano (2022), o que é compatível com repasses internos de direção estadual a candidatos e devoluções/despesas de campanha. O valor mais alto (R$ 317 mil) é uma doação da direção estadual do partido a uma candidata, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de valores baixos (R$ 600 a R$ 2.975) e podem ser ressarcimentos ou despesas de campanha entre aliados. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 619.045,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PODE) no estado de Rondônia, e a maior parte do fluxo passa pela Direção Estadual/Distrital, que é o canal típico de repasse de recursos partidários a candidatos. As transações entre candidatos têm valores modestos (R$ 1.400 a R$ 1.450) e podem ser doações entre aliados ou ressarcimentos de campanha. O valor mais alto (R$ 297.500) é uma despesa de Leonardo Barreto de Moraes para a direção estadual, compatível com contribuição partidária ou repasse de sobra, não com enriquecimento ilícito evidente.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 618.233,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos e a direção estadual do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO) e no mesmo ano (2022), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 800 a R$ 317 mil) e as transações são poucas, sem indício de empresa privada devolvendo valor milionário ou fornecedor fora do ramo. A maior parte do fluxo é a direção estadual repassando recursos a uma candidata, padrão comum em campanhas proporcionais.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 618.039,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO) e no mesmo ano (2022), o que é compatível com o fluxo normal de repasses da direção estadual para candidatos e destes para a estrutura partidária. Os valores são modestos e as transações entre candidatos (R$ 1.450,00) e para um fornecedor (R$ 606,00) são pequenas, sem indício de desproporção. O elo de retorno a Leonardo Barreto de Moraes se dá via uma despesa de campanha a 'Direção Estadual/Distrital', que é justamente a conta que doou a Helene Abreu Braga, sugerindo circulação dentro da mesma estrutura partidária. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 616.589,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE-RO) no mesmo ano eleitoral de 2022, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e despesas entre aliados. Os valores são de ordens de grandeza distintas (R$ 317 mil de doação partidária, R$ 297 mil de despesa, R$ 1 mil e R$ 606 de movimentações menores), sem salto anômalo que destoe do conjunto. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa doadora recebendo de volta valor equivalente.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 617.589,74
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE-RO), o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. Os valores são compatíveis entre si (R$ 297,5 mil de despesa de Leonardo para a direção estadual e R$ 317,5 mil de doação da direção para Helene), sugerindo transferências partidárias rotineiras. As transações menores (R$ 2.000 e R$ 606) são de baixa materialidade e não indicam nada anômalo.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 315.586,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PODE, PT, PDT) em Rondônia, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior parte dos valores é compatível com doações e despesas típicas de campanha, e a direção estadual do partido aparece como intermediária, padrão comum. Não há um fato isolado que destoe claramente, como valor muito acima do resto ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 400.413,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PODE e REPUBLICANOS) e valores de ordens de grandeza distintas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024) e há uma doação de Direção Estadual/Distrital para Cássia Gomes, o que pode indicar repasse partidário legítimo. A doação de R$ 100.000,00 de Sebastião da Silva Rodrigues para Paulo Roberto em 2024 não se conecta claramente ao restante do ciclo. Não há um fato único e concreto que caracterize um padrão claramente anômalo, mas também não é possível descartar a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.435,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 305.435,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e os valores são modestos, sem indício de enriquecimento ilícito. As entidades compartilham partidos (PODE, UNIÃO) e há uma direção estadual no centro do fluxo, o que é comum em repasses partidários. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentação entre campanhas aliadas, mas a formação de um ciclo fechado justifica uma checagem manual para descartar coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 302.245,00
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo de movimentação entre 5 entidades, mas as transações listadas não formam um loop claro e fechado: há doações e despesas em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2024) e valores que não retornam ao ponto de partida. Além disso, as entidades compartilham partidos (PODE/PODEMOS) ou atuação em Rondônia, o que pode explicar repasses internos e doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum de financiamento político, como valor muito acima dos demais ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.735,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades, mas a maior parte das transações é de valores baixos (R$ 1.000 a R$ 3.990) e há vínculos partidários claros: Leonardo, Milton e a direção estadual do PODE/PODEMOS em RO. A transação de maior valor (R$ 297.500) é uma despesa de Leonardo para a direção estadual, o que pode ser repasse partidário ou contribuição estatutária, e não necessariamente fecha um ciclo de retorno. Não há um fato isolado que destoe de forma gritante (como fornecedor sem relação ou valor uma ordem de grandeza acima), então não dá para classificar como bizarro nem como claramente rotineiro.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.400,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022) e os valores são modestos, exceto a despesa de R$ 297.500,00 de Leonardo para a Direção Estadual, que não tem contrapartida clara no ciclo. Não há um fato isolado que destoe a ponto de justificar priorização, mas a mistura de anos e a ausência de detalhamento sobre a natureza da despesa grande deixam o caso em aberto.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 304.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. Porém, a maior transação (R$ 297.500,00) é uma despesa de Leonardo Barreto de Moraes para a Direção Estadual, valor muito acima das demais (R$ 5.000, R$ 1.200, R$ 1.000, R$ 250), e o ciclo fecha por meio de UELITON/UELINTON VITOR CRUZ DE SOUZA, cuja relação partidária não é informada. Esses dois pontos impedem tanto uma explicação simples quanto uma conclusão de estranheza clara.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 305.950,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente integrantes do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), o que é compatível com repasses internos e doações entre aliados. Porém, as transações ocorrem em anos distintos (2020, 2022, 2024) e há um elo sem nome identificado (35096268268), além de uma despesa de R$ 297.500,00 de Leonardo para a direção estadual que destoa dos demais valores. Esses elementos impedem tanto uma explicação simples e rotineira quanto a caracterização de um fato claramente anômalo.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 304.900,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE-RO), o que é um padrão comum de repasses internos entre candidatos e a estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 1.200 a R$ 5.000) e a maior transação é uma despesa de R$ 297.500 de Leonardo para a direção estadual, compatível com repasse de sobra ou contribuição partidária. Não há fornecedor externo nem ramo estranho ao serviço; as transações se distribuem em anos diferentes (2020, 2022, 2024), o que enfraquece a ideia de ciclo fechado e imediato.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.002.500,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente pessoas e órgãos do mesmo partido (PODE) em Rondônia, no mesmo ano eleitoral (2022), o que é compatível com repasses internos de direção partidária e despesas de campanha. O único elo de partido diferente (JOSE BARBOSA REIS, AVANTE) movimenta valores pequenos (R$ 2.000 e R$ 3.000), compatíveis com doação entre aliados ou ressarcimento. Não há salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho que fuja do padrão de uma coligação estadual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 999.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (PODE) em Rondônia, o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanhas municipais/estaduais, sem indício de enriquecimento ou desvio de grande monta. A diferença de anos entre as transações (2022 e 2024) também enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.000.063,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e órgãos do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são de ordens de grandeza diferentes (R$ 763 a R$ 700.000) e as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2022, 2024), sem um encadeamento temporal fechado que sugira um loop imediato. Não há um fato concreto que destoe claramente do esperado para movimentações partidárias, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 999.300,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve majoritariamente repasses da direção estadual do PODEMOS a uma candidata do mesmo partido (R$ 700 mil) e despesas de um candidato do PODE à própria direção partidária (R$ 297,5 mil), padrão comum de financiamento intrapartidário. As demais transações são de valor baixo (R$ 1.000 e R$ 800) e podem ser doações ou ressarcimentos entre pessoas físicas da mesma rede política. Não há um fato isolado que destoe do funcionamento normal de uma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 1.001.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do mesmo partido (PODE) no mesmo estado (RO), com a direção estadual repassando recursos a uma candidata e um candidato a prefeito pagando despesas à própria direção partidária — padrão comum de transferências internas e ressarcimentos. Os valores são compatíveis com o porte de campanhas estaduais e não há fornecedor externo com ramo estranho ou preço fora de mercado. O loop parece refletir a circulação normal de recursos dentro da mesma estrutura partidária, não um esquema fechado entre desconhecidos.