severidade média4 nósIA: plausívelR$ 346.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, o que é um padrão comum de movimentação partidária. As transações são de anos diferentes (2018, 2020, 2024) e valores distintos, sem um loop fechado de curto prazo. A maior parte do valor (R$ 335.500,00) é uma despesa de campanha de Márcio Luiz França Gomes para a direção estadual, o que pode ser repasse partidário ou contribuição regular. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores absurdamente fora de contexto.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 346.600,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PSB, partido comum a Márcio Luiz França Gomes e Gustavo Bensdorp Palmieri, o que é compatível com repasses internos e despesas partidárias rotineiras. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 335.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem um encadeamento temporal curto que sugira coordenação. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa devolvendo quantia semelhante à doada.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 346.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. As transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024) e não há indício de enriquecimento ou de fornecedor estranho ao ramo. O fluxo é explicável por doações internas e ressarcimentos dentro da mesma estrutura partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 346.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, o que é compatível com repasses partidários e despesas de campanha dentro da mesma legenda. Os valores são modestos (R$ 300 a R$ 335.500) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2024), sem concentração temporal atípica. A maior transação é uma despesa de R$ 335.500 paga por Márcio Luiz França Gomes à direção estadual do PSB, padrão comum de contribuição partidária ou repasse de sobras. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 346.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, com valores modestos (R$ 300 a R$ 335.500) e anos distintos (2018, 2020, 2024), o que é compatível com repasses partidários, ressarcimentos e despesas de campanha dentro do mesmo grupo político. A maior transação é uma despesa de R$ 335.500 de Marcio Luiz Franca Gomes para a direção estadual do PSB, padrão comum de contribuição partidária ou repasse de sobra. Não há fornecedor de ramo alheio, valor fora de ordem de grandeza nem ciclo curto entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 346.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PSB em São Paulo, o que é um padrão comum de movimentação interna de campanha (doações da direção partidária a candidatos e repasses/despesas de candidatos ao partido). Os valores são modestos e compatíveis com contribuições e ressarcimentos típicos, sem indício de empresa privada devolvendo montante expressivo. A cadeia fecha dentro do mesmo partido, o que reduz a estranheza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 562.809,09
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do mesmo partido (REPUBLICANOS-SP), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira triangulação. A maior transação (R$ 480 mil) é uma doação da direção estadual a um candidato do próprio partido, o que é rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.428,40
IA · deepseek-flash O ciclo envolve diretórios municipais de PSC e Progressistas e dois vereadores de partidos diferentes (PP e PL), mas os valores são pequenos e as transações estão espalhadas entre 2020 e 2024, o que enfraquece a ideia de um loop fechado no mesmo pleito. A maior transação (R$ 20.000 de Fernando Portela para a comissão) pode ser devolução de sobra ou repasse partidário, e as doações da comissão a Lidiane somam R$ 3.366 em 2024. Não há um fato isolado que destoe de padrões comuns de movimentação partidária municipal, mas também não dá para descartar coincidência entre aliados locais.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 207.754,90
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PRP e PT) e anos distintos (2014 a 2026), o que dificulta explicar como um simples repasse de mesma coligação. Chama atenção a despesa de R$ 200.000,00 de RAFAEL TAJRA FONTELES (PT) para SAMARA CARVALHO SAMPAIO, que é doadora de REJANE RIBEIRO SOUSA DIAS (PT), enquanto LUCÍDIO BESERRA PRIMO (PRP) doa para RAFAEL TAJRA FONTELES (PT) e REJANE RIBEIRO SOUSA DIAS (PT) paga despesa a FRANCISCO MACIEL DE ARAUJO GOMES, que doou para LUCÍDIO BESERRA PRIMO (PRP). O valor de R$ 200.000,00 é uma ordem de grandeza acima das demais transações da cadeia (R$ 270 a R$ 984,90), sem lote ou justificativa aparente. Esses fatos justificam uma checagem humana mais detalhada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 23.120,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas em Roraima, com valores modestos (R$ 2.020 a R$ 13.100) e anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. As transações misturam doações e despesas de campanhas diferentes, sem que se veja um mesmo partido ou coligação ligando todos os elos. Não há um fato concreto — como valores idênticos de ida e volta ou fornecedor fora do ramo — que force uma checagem, mas também não dá para descartar coincidência entre campanhas locais de Roraima.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 84.063,20
IA · deepseek-flash O sinal descreve um ciclo entre quatro entidades, mas as transações listadas não formam um loop fechado com os mesmos valores e anos: há doações e despesas esparsas entre 2018 e 2024, com valores distintos e sem retorno direto ao doador inicial. As entidades incluem um partido estadual e candidatos de partidos diferentes (PODE e REPUBLICANOS), o que poderia ser explicado por alianças locais ou repasses partidários, mas os dados fornecidos não permitem confirmar a circularidade. Não há um fato concreto que destoe claramente, como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 164.888,85
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (REPUBLICANOS e um vereador do PL), mas as transações ocorrem em anos distintos (2018, 2020, 2022, 2026) e os valores são muito díspares, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e coordenado. A doação de R$ 149.342,24 da direção estadual do REPUBLICANOS para Francisco Cláudio é um repasse partidário típico, e a despesa de R$ 15.000 para Eliseu Ferreira pode ser um pagamento ordinário de campanha. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentação partidária, mas também não é possível afirmar que seja totalmente rotineiro sem checar a identidade de Eliseu e a natureza dos serviços.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 34.378,94
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 34 mil no total) e entidades que compartilham vínculos partidários em MG (PATRIOTA/PRD), o que é compatível com movimentações rotineiras de campanha, como repasses internos e ressarcimentos. As transações ocorrem em anos distintos (2020 e 2022) e não há um único fato que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do restante ou fornecedor sem relação com o serviço. O sinal não aponta para nada obviamente anômalo, mas também não permite descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 24.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas com partidos diferentes (PSDB e PATRIOTA) e em anos distintos (2020, 2022 e 2024), sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. Os valores são idênticos (R$ 6.000,00 em cada ponta), o que sugere uma triangulação artificial em vez de coincidência de campanha. A ausência de nomes/partidos para dois dos quatro elos e a mistura de doações e despesas entre os mesmos atores justificam uma checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 26.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro pessoas físicas ao longo de anos e partidos diferentes (PSDB e PATRIOTA), sem coligação ou vínculo partidário comum declarado. Os valores são quase idênticos (R$ 6.000, R$ 6.000, R$ 8.000, R$ 6.000), formando um loop fechado de R$ 26.000 que sai e volta para o mesmo ponto de origem. A coincidência de montantes e a ausência de explicação simples (mesma coligação, repasse partidário, devolução de sobra) justificam uma checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 53.670,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 53.670,00, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2022) e misturam doações e despesas, o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Há vínculos partidários claros: três pessoas são do PATRIOTA em MG, e a direção estadual do partido aparece tanto recebendo quanto doando, o que é um padrão legítimo de repasse partidário. O valor total não é exorbitante e as quantias individuais são modestas, sem salto de ordem de grandeza. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 31.318,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 31,3 mil) e entidades de partidos diferentes (PP e PSDB) no mesmo município do MA, o que poderia ser coincidência entre campanhas aliadas ou ressarcimento. Porém, o resumo menciona 4 entidades e transações que não aparecem na lista detalhada (ex.: empresa 38558874000131 e 81811810349), dificultando avaliar a cadeia completa. Não há um fato isolado que destoe claramente (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor de ramo incompatível, etc.), mas também não é possível descartar um padrão legítimo sem os dados faltantes.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 25.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas têm cargo/partido identificados (PP e Republicanos, partidos distintos). As transações são de anos diferentes (2020, 2022, 2024) e valores moderados (R$ 1.000 a R$ 15.000), sem um elo claro de coligação ou conta partidária que explique o retorno do dinheiro à origem. Não há um fato agudo — como valor muito acima do padrão ou fornecedor de ramo estranho — que force a classificação como bizarro, mas também não há um padrão legítimo evidente que explique o loop.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 1.687.279,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 1,68 milhão, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018, 2022) e incluem valores de ordens de grandeza distintas (R$ 8 mil a R$ 1,6 milhão). As entidades têm vínculos partidários (PT) e cargos políticos, o que poderia explicar conexões, mas a presença de uma empresa de tecnologia (BG Studios) recebendo despesa de campanha e depois doando para outro político não é imediatamente explicável. Não há um fato único e contundente que caracterize 'bizarro' nem um padrão claramente legítimo que caracterize 'plausível'.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 111.380,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSC, PSDB e diretório estadual do PSD), mas os valores e anos não formam um encadeamento claro: a doação de R$ 1.000.000 ao candidato Patrick ocorre em 2020, enquanto as demais transações são de 2018. O elo de R$ 99.000 do senador Cássio ao diretório estadual é uma despesa de campanha, não uma doação, e não há informação sobre a origem do R$ 1.000.000 repassado a Patrick. Sem saber se há coligação ou relação partidária entre os envolvidos, não dá para afirmar que é um padrão legítimo nem que é um loop suspeito.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 160.325,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades e fecha em 2018, com valores muito díspares: R$ 50.000 de Cássio para Leonardo, R$ 6.000 de Leonardo para Anderson, R$ 325 de Anderson para Pedro e R$ 104.000 de Pedro para Cássio. O retorno a Cássio é cerca de 2.000 vezes maior que a contribuição inicial de Anderson, e o elo de R$ 325 é desproporcional ao restante da cadeia. Embora todos sejam da mesma família política na Paraíba, a assimetria extrema e o ciclo fechado entre campanhas justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 115.380,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve Cássio Cunha Lima (PSDB) e Pedro Cunha Lima (PSDB), mas também Patrick Pires (PSC) e uma pessoa sem partido identificado, o que enfraquece a explicação por mesma coligação. O valor de R$ 104.000,00 pago por Pedro a Cássio é uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop (R$ 500 a R$ 10.000), e o retorno ao ponto de partida em 2018 merece checagem humana. Não é prova de irregularidade, mas o desequilíbrio de valores e a mistura de partidos justificam olhar mais de perto.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 136.445,55
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas com partidos diferentes (PSC e PSDB) e uma pessoa sem partido identificado, o que dificulta a explicação por simples repasse partidário. Além disso, há um fluxo de R$ 104.000,00 de Pedro Oliveira Cunha Lima para Cássio Rodrigues da Cunha Lima classificado como 'despesa', valor de uma ordem de grandeza acima das demais transações do loop, sem que os fatos expliquem a natureza desse gasto. A soma de doações de Cássio a Pedro (R$ 20.065,55) e de Pedro a Cássio (R$ 104.000,00) também chama atenção por não ser um simples ressarcimento equivalente.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 579.698,49
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades e R$ 579.698,49, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são de ordens de grandeza distintas: a maior é uma despesa de R$ 550.000,00 de Alckmin para Cássio, enquanto as demais são doações de R$ 1.795,00 a R$ 25.000,00. Há conexões partidárias plausíveis (Alckmin, Lins e Marinho têm vínculos com PSB/PP na Paraíba), mas a presença de uma empresa (AIXMOBIL) doando para Alckmin e recebendo despesa de Lins Filho não tem explicação óbvia nos dados. Sem informações sobre a natureza dos serviços ou a relação entre as entidades, não dá para classificar como rotineiro nem como claramente estranho.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.485,50
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 28,5 mil no total) e três dos quatro elos são entre pessoas/entidades do mesmo partido (PP) no Rio Grande do Sul, o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos ou doações entre aliados. O elo de maior valor (R$ 23,5 mil) é uma despesa de Mário Augusto para a Direção Municipal, padrão comum de contribuição de candidato ao partido. Não há um fato isolado que destoe claramente do que se espera de movimentação partidária rotineira, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a coincidência.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 16.395,78
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades de partidos diferentes (PSDB, Republicanos, PTB) e uma empresa, com valores baixos (R$ 16,4 mil no total) e transações espalhadas entre 2018, 2020 e 2022. As setas não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e há elos que passam por direção partidária e por uma empresa prestadora, o que é compatível com ressarcimentos, doações entre aliados e pagamentos de serviços. Não há um fato isolado que destoe (valor de ordem de grandeza superior, fornecedor sem relação com o serviço, ciclo imediato entre pessoas sem vínculo), mas também não dá para afirmar que é rotineiro sem checar a natureza dos vínculos entre os envolvidos.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 20.700,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas de partidos diferentes (PL, PSDB, Republicanos) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma única coligação ou conta partidária. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 20.700 no total) e as transações podem ser doações ou despesas legítimas entre candidatos do mesmo estado. Não há um fato isolado que destoe (como valor muito acima do padrão ou fornecedor sem relação), mas também não há um padrão comum óbvio que explique todo o loop.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 24.927,66
IA · deepseek-flash O ciclo envolve pessoas físicas de partidos diferentes (PSD e PSDB) e anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de simples repasse dentro da mesma coligação. Por outro lado, os valores são modestos (R$ 24,9 mil no total) e as transações são poucas e esparsas, podendo refletir relações pessoais ou prestação de serviços. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão, como valor muito acima do mercado ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 27.856,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo que apenas duas aparecem como entidades com partido/cargo identificados (Lucas Bello Redecker, PSD, e Eduardo Figueiredo Cavalheiro Leite, PSDB). As transações são de anos diferentes (2018 e 2022) e valores modestos (R$ 3.000 a R$ 15.000), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado no mesmo pleito. Não há informação suficiente sobre Everton Pacheco Pissaia e Douglas Lucas dos Santos para avaliar se há vínculo partidário ou de coligação que explique as movimentações.
severidade média4 nósR$ 10.656,00
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 196.462,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e esferas diferentes (PSD, PSDB, PL) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que recebeu R$ 184 mil da campanha de Bolsonaro em 2018 e, no mesmo ano, doou R$ 1,1 mil à campanha de Lucas Redecker. O elo de volta é uma despesa de campanha paga a uma empresa que também aparece como doadora na cadeia, o que não é o padrão usual de doação entre aliados. A diferença de magnitude (R$ 184 mil saindo vs. R$ 1,1 mil voltando) e a mistura de anos e cargos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 57.853,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas os valores são muito díspares: a maior transação (R$ 50.000 de Geraldo Alckmin para Eduardo Leite) domina o total de R$ 57.853,95, enquanto as demais somam menos de R$ 8.000. As entidades têm partidos diferentes (PSD e PSB) e a empresa AIXMOBIL aparece tanto como doadora quanto como fornecedora, o que pode ser coincidência ou não. Não há um fato isolado que destoe de forma clara, mas também não há explicação simples e óbvia para o encadeamento.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 20.858,95
IA · deepseek-flash O ciclo envolve 5 entidades e R$ 20,8 mil, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022) e os valores são pequenos e díspares, o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. Há vínculos partidários parciais (PSD entre Lucas Redecker e Paula Ioris), mas Eduardo Leite é do PSDB e a empresa Aixmobil não tem filiação partidária. Sem mais contexto sobre a natureza dos serviços e a relação entre as partes, não há um fato concreto que destoe o suficiente para justificar priorização.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 45.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que quebra a ideia de um loop imediato de dinheiro. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 15.000) e as entidades têm partidos distintos (PSD e PSDB), sem coligação explícita nos dados. Não há um fato concreto que destoe do padrão de doações e despesas entre pessoas físicas em campanhas, mas também não é possível descartar coincidência ou relação pessoal não capturada.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 28.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, sendo duas delas candidatos de partidos diferentes (PSD e PSDB) e em anos distintos (2018 e 2022), o que enfraquece a hipótese de coordenação partidária. Os valores são modestos (R$ 28 mil no total) e as transações ocorrem em anos diferentes, o que é compatível com movimentações normais de campanha, como ressarcimentos ou doações entre aliados. Não há um fato concreto que destoe do padrão comum, como valor muito acima do mercado ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 35.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos diferentes (2018 e 2022), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. Os valores são modestos (R$ 5 mil a R$ 15 mil) e compatíveis com doações e despesas de campanha de pequeno porte. Não há informação suficiente sobre vínculos partidários ou de coligação entre os intermediários para afirmar que se trata de padrão legítimo ou de algo que mereça checagem prioritária.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.000,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas físicas, mas as transações ocorrem em anos distintos (2018 e 2022) e os valores são pequenos (R$ 500 a R$ 10.000), sem um encadeamento temporal curto que caracterize um loop fechado de recursos. As entidades nomeadas são de partidos diferentes (PSD e PSDB), mas os demais participantes não têm partido informado, e não há indício de que os pagamentos e doações se refiram ao mesmo pleito ou à mesma campanha. Não há um fato concreto que destoe do padrão de movimentações eleitorais comuns, como valores muito acima do restante ou fornecedor de ramo incompatível.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 195.153,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PSD e PL) e anos distintos (2018, 2020, 2022), o que enfraquece a ideia de um loop coordenado. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, compatível com despesa de campanha, e a doação de R$ 1,00 de José Paulo Ferreira a Bolsonaro é irrelevante. Não há um fato concreto que destoe claramente do padrão de movimentações eleitorais, mas a cadeia fechada merece verificação humana por precaução.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 14.847,26
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre quatro entidades em 2018, mas os elos centrais são pessoas físicas (RAQUEL PEREIRA / RAQUEL VIEIRA PEREIRA) que não aparecem como candidatas nem têm partido/coligação informados, e o valor que sai de Lucas Bello Redecker para Raquel (R$ 13.500) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 200, R$ 1.100, R$ 47,26). Além disso, a empresa AIXMOBIL doa a Lucas e depois recebe despesa de Nestor Schwertner (PT), enquanto Lucas é do PSD — não há coligação comum declarada que explique o retorno do dinheiro à mesma cadeia. Isso não prova irregularidade, mas o salto de valor e a presença de intermediários sem vínculo partidário declarado justificam checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 19.373,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas filiadas ao PP no RS, com valores que não são absurdamente discrepantes (R$ 100 a R$ 10.873,99). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024) e podem refletir doações entre aliados do mesmo partido ou ressarcimentos, padrão comum em campanhas municipais. Não há um fato concreto que destoe do esperado para justificar priorização manual, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar vínculos e motivações.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 18.023,99
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro pessoas, três delas do PP do RS, e valores que não são absurdamente díspares (R$ 150 a R$ 10.873,99). As transações ocorrem em anos diferentes (2020 e 2024), o que enfraquece a ideia de um loop fechado e imediato. A doação de R$ 5.000 de Genaro para Schamberlaen em 2024, após este ter doado a José Silvano em 2020, pode ser apenas uma relação política legítima dentro do mesmo partido. Não há um fato concreto que destoe a ponto de justificar priorização, mas também não é possível afirmar que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as pessoas.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 16.273,99
IA · deepseek-flash Todas as entidades nomeadas pertencem ao PP do RS, e as transações ocorrem dentro do mesmo grupo político ao longo de 2020 e 2024, o que é compatível com doações entre aliados, repasses internos e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 16 mil no total) e as setas envolvem tanto doações quanto uma despesa, padrão comum em ciclos eleitorais municipais. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 13.200,00
IA · deepseek-flash O ciclo envolve duas campanhas do mesmo partido (PP) e pessoas com sobrenome Franciscatto, o que poderia sugerir um arranjo familiar/partidário comum. Porém, os nomes das contrapartes variam entre MAUREM/MAUREN e MARLY/MARLI, e os valores não fecham: as doações de 2018 somam R$ 3.200, enquanto as despesas de 2022 somam R$ 10.000, sem que o resumo explique a diferença. Além disso, o loop se fecha com transações de anos distintos (2018 e 2022), o que dificulta uma explicação simples de ressarcimento ou coincidência contábil.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 193.432,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos diferentes (PP, PSDB, PL) e inclui uma empresa privada, o que dificulta a explicação por mera coincidência de coligação. O valor pago por Jair Bolsonaro à AIXMOBIL (R$ 184.352,21) é de ordem de grandeza muito superior às demais transações do loop (R$ 3.500, R$ 70, R$ 10, R$ 5.500), e a empresa aparece tanto como doadora de um vereador quanto como fornecedora da campanha presidencial. A cadeia também passa por um intermediário (JAIME DALL AGNESE) que não consta como entidade formal do loop, o que merece checagem humana.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 57.825,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos diferentes (PP e PSB) e uma empresa, mas os valores são pequenos e as transações ocorrem em 2018, ano de eleição geral. A doação de R$ 5.000 de Alckmin para Eduardo Leite pode ser um repasse dentro de uma coligação nacional, e as demais movimentações somam valores baixos. Não há um fato concreto que destoe claramente de um padrão rotineiro de campanha, mas também não é possível afirmar que é totalmente explicável sem mais contexto.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 185.423,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades sem vínculo partidário ou coligação declarada entre si: um vereador do PP/RS, uma empresa, um doador individual e a campanha presidencial do PL. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 70,00 ao vereador; o elo de volta se dá por uma despesa de R$ 1.000,00 do vereador a Rosber Culau Brandão, que doou R$ 1,00 a Bolsonaro. A assimetria extrema de valores e a ausência de relação partidária clara entre os elos dificultam uma explicação rotineira e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 1.436.926,47
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre campanhas de partidos diferentes (PSDB, PL, PSB) e uma empresa, sem coligação comum evidente. Chama atenção a assimetria de valores: uma doação de R$ 1,00 de Keed Worley a Jair Bolsonaro em 2022 e uma despesa de R$ 1.250.000,00 de Alckmin a Ataídes Oliveira em 2018, que não aparece como entidade do loop. A cadeia envolve uma empresa (AIXMOBIL) que doou a Alckmin e recebeu despesas de Bolsonaro, o que dificulta uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 287.669,21
IA · deepseek-flash O ciclo fecha entre entidades de partidos e coligações diferentes (PSDB, PL, PSB) e inclui uma empresa privada (AIXMOBIL) que doou a um candidato e depois recebeu pagamentos de campanha de outro, sem relação partidária evidente. Além disso, há uma diferença de ordens de grandeza entre as transações: R$ 2.200 de doação de um vereador a Bolsonaro contra R$ 184 mil pagos por Bolsonaro à AIXMOBIL, e R$ 100 mil de despesa de Alckmin à direção partidária. Esses fatos dificultam uma explicação simples de mesma coligação ou repasse partidário rotineiro e justificam checagem humana.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 296.157,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PL, PSB), mas as transações não formam um loop fechado no mesmo ano ou contexto: a maior parte ocorre em 2018, com uma doação isolada de R$ 10,00 em 2022. Os valores são díspares e as conexões entre as entidades não são diretas (ex.: Romário doa a Bolsonaro, mas Bolsonaro paga à AIXMOBIL, que doa a Alckmin). Não há um fato único que destoe de padrões comuns de movimentação partidária, mas também não é possível descartar coincidência ou explicar completamente sem mais dados.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 289.530,34
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos e anos diferentes (PSDB, PSB, PL; 2018 e 2022), o que enfraquece a explicação por uma mesma coligação, mas as transações são de naturezas distintas (doações pequenas, despesas de campanha e uma doação empresarial) e não formam um fluxo direto e fechado de retorno de recursos. Os valores são muito díspares (R$ 9,22 a R$ 184 mil) e a maior parte da movimentação é de despesas, não de doações circulares. Não há um fato único e concreto que caracterize um loop suspeito, nem elementos suficientes para descartá-lo como coincidência.