severidade média5 nósIA: plausívelR$ 484.248,57
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas são do PT (direções estadual e municipal de São Paulo e São José dos Campos, além de candidatos filiados ao partido). O fluxo de recursos entre direções partidárias e candidatos do mesmo partido é um padrão comum e legítimo, e os valores são modestos (R$ 484 mil no total, com transações individuais de até R$ 442 mil). O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou devoluções de sobras, sem indicar nada atípico.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 481.951,97
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas são do PT (direções estadual e municipal de São Paulo e São José dos Campos, além de candidatos filiados ao partido). O fluxo de recursos entre direção partidária e candidatos, e entre candidatos da mesma legenda, é um padrão comum em campanhas eleitorais, especialmente quando há repasses oficiais do partido. Os valores são modestos e compatíveis com doações e despesas típicas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 486.218,24
IA · deepseek-flash Todas as entidades pertencem ao PT (direções estadual e municipal de São Paulo e São José dos Campos, além de dois candidatos filiados ao partido). O fluxo de recursos entre direções partidárias e candidatos do mesmo partido é um padrão comum e legal na prestação de contas eleitoral, incluindo repasses de campanha e ressarcimentos. Os valores são modestos e distribuídos ao longo de vários anos, sem indício de ciclo fechado suspeito ou desproporção.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 467.422,28
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT (direção estadual e três candidatos do partido em SP), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e doações entre aliados da mesma legenda. Os valores são modestos e desproporcionais entre si: a direção estadual repassou R$ 442.882,28 a Wagner Balieiro, enquanto as demais transações são de R$ 300, R$ 9.000 e R$ 15.240, sem indício de retorno significativo ao doador original. Não há fornecedor estranho ao ramo, nem valor de ordem de grandeza acima do resto da cadeia, nem ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 472.322,28
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas agentes do PT (direção estadual e candidatos do partido em SP), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. A maior parte do volume (R$ 442 mil) é doação da direção estadual para um candidato, o que é rotineiro. Não há indício de fornecedor estranho, valor fora de ordem de grandeza ou empresa doadora recebendo de volta quase o mesmo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 463.212,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes e a direção estadual do PT em São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do valor (R$ 442.882,28) é doação da direção estadual ao candidato Wagner Balieiro, padrão comum de financiamento partidário. As demais transações são de pequeno porte e podem ser ressarcimentos ou doações entre aliados do mesmo partido, sem indicar um loop artificial.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 402.652,91
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT, com valores compatíveis com transferências partidárias e doações entre aliados. A maior transação é uma despesa de R$ 372 mil da campanha de Lula para a direção estadual do PT, o que é típico de repasse a diretório partidário. As demais movimentações são de pequeno porte e dentro do mesmo partido, sem indícios de anomalia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 571.097,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, candidatos do partido e Lula), o que é um padrão comum de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem um encadeamento rápido e fechado que sugira conluio. A maior transação é uma despesa de Lula para a direção estadual (R$ 372 mil), compatível com repasse partidário ou ressarcimento. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor fora de ordem de grandeza.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 196.265,83
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em São Paulo: a direção estadual do partido, um candidato a deputado estadual e uma candidata a deputada federal, todos filiados à mesma legenda. As transações são de valores modestos (R$ 114 mil, R$ 40 mil, R$ 22 mil, R$ 20 mil) e ocorrem em 2020 e 2022, período eleitoral em que repasses internos entre campanhas aliadas e devoluções à direção partidária são comuns. Não há fornecedor externo sem relação com o partido nem salto de ordem de grandeza que fuja do padrão. O loop, portanto, é compatível com movimentação rotineira dentro da mesma coligação/partido.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 189.609,58
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas integrantes do PT de São Paulo (Nilto e Jilmar Tatto, ambos deputados federais pelo partido) e a direção estadual do PT, o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 1,9 mil a R$ 27 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor fora do ramo, valor de ordem de grandeza discrepante ou empresa doando e recebendo de volta quase o mesmo montante.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 12.783,31
IA · deepseek-flash O ciclo envolve valores modestos (R$ 12,7 mil no total) e entidades ligadas ao mesmo campo político (PT e PSB), com o PT estadual repassando recursos a um candidato do próprio partido, o que é padrão legítimo. As demais transações (doação de Pedro Natal a Eduardo, despesa de Eduardo ao diretório e despesa de Nilto a Pedro Natal) não têm valores ou ramos que destoem, mas a cadeia fecha um loop entre pessoas de partidos diferentes sem que se saiba a natureza dos serviços. Não há um fato isolado que salte aos olhos como anômalo, mas também não dá para descartar coincidência de coligação sem checar os vínculos entre Nilto e Pedro Natal.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 183.709,74
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT (direção estadual, dois candidatos do partido) e uma instituição de pagamento (Asaas), que atua como intermediária financeira comum em campanhas. A maior parte do valor (R$ 181.880,00) é repasse da direção partidária para uma candidata, padrão legítimo de financiamento partidário; as demais transações são de baixo valor (R$ 1.489,25, R$ 338,59 e R$ 1,90) e podem ser taxas ou ressarcimentos operacionais via Asaas. Não há fornecedor de ramo alheio, valor discrepante ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 317.236,93
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de São Paulo (direção estadual, candidatos do partido e uma empresa de pagamentos usada como intermediária), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e doações entre aliados. Os valores são modestos e as transações se distribuem por vários anos (2018-2022), sem um elo que destoe ou indique enriquecimento ilícito. O uso da Asaas como intermediária é comum para processar pagamentos de campanha, não configurando por si só um padrão anômalo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 54.382,57
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades da mesma órbita partidária (PT-SP, dois candidatos do PT) e passa por uma instituição de pagamento (Asaas), que é um intermediário financeiro comum em campanhas. Os valores são pequenos e as transações estão distribuídas em anos diferentes (2020 e 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo. O elo de volta é uma despesa de R$ 1,90, valor irrisório que sugere tarifa ou ajuste, não movimentação relevante.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 187.909,76
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de São Paulo (direção estadual, Oriel Moraes, Paulo Cayres e Luiz Marinho), o que é compatível com repasses internos do partido e doações entre aliados da mesma coligação. A presença da Asaas, instituição de pagamento, aparece como intermediária de despesas/doações, padrão comum em campanhas que usam serviços financeiros. Os valores são modestos (R$ 187,9 mil no total) e distribuídos em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora do ramo. Não há, nos fatos apresentados, um elemento concreto que fuja do padrão de movimentação partidária.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 233.575,37
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades da mesma família (Jilmar e Nilto Tatto, ambos do PT-SP) e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum em campanhas de aliados. As transações são doações do partido a candidatos e despesas de campanha pagas a outras campanhas do mesmo grupo, com valores compatíveis entre si. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade estranho ao contexto eleitoral.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 23.736,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, dois candidatos do partido e um terceiro nome sem partido informado), o que é compatível com repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma estrutura partidária. Os valores são modestos (R$ 23,7 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado no mesmo pleito. A maior transação é uma despesa de R$ 10 mil de Jilmar Tatto para Fagner Zulato em 2020, seguida de doação de R$ 1 mil de Zulato a Douglas Izzo em 2022 — padrão que pode refletir prestação de serviços ou repasse entre aliados, não um retorno direto ao doador original. Não há fornecedor com ramo incompatível nem valor de ordem de grandeza destoante.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 74.962,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de São Paulo (direção estadual, dois candidatos do partido e um comitê eleitoral identificado como 'ELEICAO 2022 JOSEMUNDO DARIO QUEIROZ DEPUTADO ESTADUAL'), o que é compatível com repasses internos de campanha, doações entre aliados da mesma coligação e ressarcimentos. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 12,7 mil, R$ 20 mil e R$ 22,2 mil), sem salto que destoe. Não há fornecedor de ramo estranho nem empresa privada devolvendo valor milionário. O loop é fechado, mas dentro de uma mesma estrutura partidária, o que reduz o estranhamento.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 205.675,73
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de São Paulo (direção estadual, dois deputados federais do partido e uma candidata a deputada estadual), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são da mesma ordem de grandeza (R$ 12,7 mil a R$ 132,9 mil) e as transações se distribuem entre 2018 e 2022, sem um elo claramente anômalo. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de valor que destoe do conjunto.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 82.697,99
IA · deepseek-flash Todas as entidades e transações envolvem o PT de São Paulo, com candidatos do mesmo partido em anos variados. O fluxo inclui doações da direção estadual a candidatos e despesas de campanha a fornecedores, padrão comum em prestações de contas partidárias. O ciclo fechado pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou coincidências contábeis dentro da mesma coligação.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 38.619,12
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT em São Paulo, com valores modestos (R$ 38,6 mil no total) e transações que podem ser explicadas por repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. A maior transação é uma despesa de Jilmar Tatto à direção estadual do PT, compatível com contribuição partidária. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de escala ou ausência de vínculo partidário que justifique priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 875.801,68
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT de São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior transação é a doação da direção estadual do PT a Luiz Marinho (R$ 810 mil), típica de financiamento partidário. As demais transações são de menor escala e podem ser explicadas por repasses internos entre campanhas aliadas, como a doação de Enio Francisco Tatto a Jilmar Tatto e despesas de Jilmar com a direção partidária. Não há indício de empresa sem relação partidária ou valores muito acima do padrão.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 906.163,70
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT de São Paulo: a direção estadual do partido, dois deputados federais petistas e uma campanha de Enio Francisco Tatto (provavelmente parente de Nilto Ignacio Tatto). As transações são de valores modestos (R$ 6,7 mil a R$ 810 mil) e ocorrem ao longo de vários anos (2018-2022), típicas de repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. O ciclo fechado é esperado quando campanhas do mesmo partido trocam recursos e pagam despesas entre si, sem indício de empresa de fachada ou valor fora de escala.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 365.408,07
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, dois candidatos do partido e uma campanha de deputado estadual do mesmo campo), o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos. Os valores são modestos (R$ 2.000 a R$ 303 mil) e as transações ocorrem em 2020/2022, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo estranho. O retorno de R$ 22.250 de Symmy à direção estadual pode ser devolução de sobra ou repasse partidário, padrão comum. Não há fato concreto que fuja do roteiro de movimentação entre campanhas da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 337.459,16
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT em São Paulo, com valores compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. A maior parte do volume (R$ 303 mil) é doação da direção estadual ao vereador Orlando Vitoriano, e as demais transações são de pequeno porte entre campanhas da mesma família/coligação (Enio, Jilmar e Orlando Tatto). O fechamento do loop pode ser explicado por repasses internos, ressarcimentos ou despesas compartilhadas dentro do mesmo partido, sem indício de anormalidade que exija priorização.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 367.821,18
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT de São Paulo: a direção estadual do partido, dois candidatos filiados ao PT (Orlando Vitoriano de Oliveira e Nilto Ignacio Tatto) e uma campanha identificada como 'ELEIÇÃO 2022 ENIO FRANCISCO TATTO', que também é do PT. As transações são de valores modestos (R$ 3.800 a R$ 303.157) e ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sendo compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. Não há indício de empresa de ramo alheio, valor fora de escala ou ciclo fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 690.357,29
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades do mesmo campo político (PT): direção estadual do PT-SP, um vereador do PT, o próprio Lula e um intermediário. As transações são de valores modestos (R$ 303 mil da direção estadual para o vereador, R$ 372 mil de Lula para a direção estadual) e podem ser explicadas por repasses partidários, ressarcimentos ou despesas de campanha dentro da mesma coligação. Não há indício de enriquecimento ilícito ou de empresa comercial estranha ao ramo; o fluxo é compatível com a movimentação financeira ordinária de campanhas aliadas.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 156.739,30
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas pessoas e o diretório estadual do PT em SP, com valores modestos e anos distintos (2018-2024), o que é compatível com repasses internos partidários e ressarcimentos. As transações não formam um ciclo curto e fechado no mesmo ano, e a maior parte do fluxo é do partido para candidatos, padrão legítimo. Não há um fato concreto que destoe (fornecedor estranho, valor de ordem de grandeza superior, empresa devolvendo milhões), então não há elemento suficiente para priorizar checagem.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 134.330,64
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT em SP e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos de campanha. O valor dominante (R$ 132.799,30) é uma doação da direção partidária para o candidato Paulo Cayres, compatível com repasse de recursos do fundo partidário. As demais transações são de pequeno valor (R$ 1,90, R$ 40,19 e R$ 1.489,25) e passam por uma instituição de pagamento (Asaas), típica de despesas operacionais. Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante que justifique priorização manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 143.685,81
IA · deepseek-flash Todas as entidades e transações envolvem o PT de São Paulo, com valores modestos e compatíveis com repasses partidários e despesas de campanha. O ciclo fechado é explicável por doações e repasses dentro da mesma coligação/partido, sem valores atípicos ou fornecedores fora do ramo. Não há indício de irregularidade que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 199.201,17
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT de São Paulo (direção estadual, candidatos a deputado federal e uma campanha estadual), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um retorno exato de grande montante a uma mesma origem. Não há fornecedor de ramo estranho nem salto de ordem de grandeza que force uma checagem manual prioritária.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 229.563,19
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT de São Paulo, com repasses da direção estadual do partido para candidatos e despesas de candidatos para comitês de outros candidatos do mesmo campo. Os valores são compatíveis com transferências partidárias e apoios internos, sem salto de ordem de grandeza ou fornecedor fora do contexto. O loop parece refletir a circulação de recursos dentro da mesma coligação/partido, não um esquema fechado entre pessoas sem vínculo.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 215.650,08
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual e dois candidatos a deputado federal por SP em 2022), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro do mesmo partido. Os valores são modestos (R$ 2 mil a R$ 132,8 mil) e compatíveis com doações partidárias e despesas de campanha, sem indício de empresa de ramo alheio ou valor fora de ordem de grandeza. O loop pode ser explicado por repasses da direção estadual a candidatos e destes a outros candidatos da mesma coligação, sem fato concreto que exija checagem manual.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 397.809,36
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT (direção estadual, uma vereadora do PT e o próprio Lula), o que é compatível com repasses internos do partido, doações entre filiados e despesas de campanha. Os valores são modestos e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão de ida e volta imediata de grande monta. A maior transação (R$ 372 mil) é uma despesa da campanha presidencial para a direção estadual, o que pode ser repasse partidário ou ressarcimento, prática comum. Não há indício de empresa privada ou fornecedor sem relação com o serviço.
severidade média4 nósIA: inconclusivoR$ 81.087,26
IA · deepseek-flash O ciclo envolve quatro entidades, mas todas as pessoas identificadas são do PT de SP em 2022 (dois candidatos a deputado federal e uma direção estadual do partido), o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha dentro da mesma coligação. Os valores são modestos (R$ 81 mil no total) e as transações incluem doações da direção partidária e despesas pagas a outros candidatos, o que pode ser explicado por ressarcimentos ou acertos internos. Não há um fato concreto que destoe do esperado, como fornecedor sem relação com o serviço ou valor muito acima do mercado, mas também não é possível afirmar com segurança que é totalmente rotineiro sem checar os vínculos entre as entidades.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 250.076,24
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e pessoas ligadas ao PT de São Paulo, incluindo dois irmãos (Jilmar e Nilto Tatto) e uma vereadora do mesmo partido, o que é compatível com repasses internos, doações entre aliados e ressarcimentos de campanha. Os valores são modestos (R$ 250 mil no total) e as transações se distribuem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre desconhecidos. Não há fornecedor com ramo estranho nem valor de ordem de grandeza acima do restante da cadeia.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 40.237,20
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas agentes do PT em São Paulo (direção estadual, candidatos e um fornecedor), com valores modestos e em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As transações são compatíveis com repasses partidários, doações entre aliados e pagamentos a fornecedor, sem salto de ordem de grandeza nem fornecedor de ramo incompatível. O fechamento do loop parece mais um artefato de agregação de dados do que um fluxo circular suspeito.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 91.463,13
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT de São Paulo (candidatos e direção partidária), e o fluxo envolve doações da direção estadual a candidatos e despesas entre campanhas do mesmo partido, padrão comum em coligações. Os valores são modestos (R$ 91 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018-2022, sem salto de ordem de grandeza. O ciclo fechado é esperado quando campanhas do mesmo partido compartilham recursos e serviços, não havendo indício de fornecedor alheio ao ramo ou empresa doadora recebendo de volta. Não há fato concreto que justifique priorização manual.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 222.176,60
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades e candidatos do PT de São Paulo, com valores compatíveis entre si (R$ 8,2 mil a R$ 132,9 mil) e transações distribuídas em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022). As movimentações são doações entre aliados e repasses da direção estadual/partidária, padrão comum em campanhas do mesmo partido. Não há fornecedor de ramo estranho, valor fora de ordem de grandeza ou ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.001,90
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas são do PT de São Paulo, e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2020 e 2022), o que é compatível com repasses partidários, doações entre aliados e despesas de campanha. O valor total de R$ 56 mil é modesto e as quantias individuais são pequenas, sem indício de enriquecimento ou desvio. O ciclo fechado pode ser explicado por movimentações rotineiras dentro do mesmo partido, como repasses da direção estadual para candidatos e destes para outros candidatos ou para o partido.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 34.220,40
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas pertencem ao PT (direções estadual e municipal, e três candidatos a vereador pelo partido em SP). O fluxo de recursos entre direção partidária e candidatos do próprio partido, incluindo repasses e devoluções/despesas, é um padrão comum em prestações de contas de campanha. Os valores são modestos (R$ 34 mil no total) e distribuídos ao longo de 2018-2022, sem indício de ciclo fechado suspeito ou fornecedor estranho.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 31.923,80
IA · deepseek-flash O ciclo envolve exclusivamente entidades e candidatos do PT (direções estadual e municipal e três candidatos a vereador pelo partido em SP), o que é compatível com repasses internos de campanha, ressarcimentos e devoluções de sobra. Os valores são modestos (R$ 31,9 mil no total) e as transações se distribuem por anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022, 2024), sem concentração temporal que sugira um loop artificial. Não há fornecedor externo nem ramo de atividade incompatível; o padrão é o de movimentação entre aliados da mesma legenda.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 36.190,07
IA · deepseek-flash O loop envolve apenas entidades do PT (direções estadual e municipal) e dois candidatos do mesmo partido, com valores modestos e distribuídos ao longo de vários anos. As transações são compatíveis com repasses internos de partido a candidatos e devoluções/ressarcimentos de campanha, padrão comum em prestações de contas. Não há fornecedor externo, ramo estranho ou valor fora de escala que justifique priorização.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 44.931,48
IA · deepseek-flash Todas as entidades identificadas são do PT de São Paulo, e o loop envolve a direção estadual do partido repassando recursos a candidatos e recebendo despesas de campanha — padrão comum em prestações de contas partidárias. Os valores são modestos (R$ 44,9 mil no total) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos (2018, 2020, 2022), sem um ciclo curto e fechado entre pessoas sem vínculo partidário. Não há indício de fornecedor com ramo estranho ou valor muito acima do mercado.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 127.336,33
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas entidades do PT de São Paulo (direção estadual e dois candidatos a deputado federal em 2022), o que é um padrão comum de repasses internos partidários e despesas de campanha entre aliados. Os valores são modestos (R$ 127 mil no total) e as transações são compatíveis com doações da direção estadual a candidatos e despesas de campanha, sem indício de enriquecimento ou desvio. O fato de o ciclo fechar não é, por si só, anômalo, dado o contexto partidário comum.
severidade média4 nósIA: plausívelR$ 19.346,28
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas candidatos do PT de São Paulo e a direção estadual do próprio partido, o que é um padrão comum de repasses internos e despesas de campanha. A Asaas é uma instituição de pagamento que pode intermediar tanto doações quanto despesas, e os valores são modestos (R$ 19,3 mil no total). Não há fornecedor de ramo estranho nem valor de ordem de grandeza discrepante.
severidade média5 nósIA: inconclusivoR$ 152.873,47
IA · deepseek-flash O ciclo envolve apenas membros e a direção estadual do PT em SP, o que é compatível com repasses internos partidários, ressarcimentos e uso de conta de pagamento (Asaas) para intermediar despesas. Os valores são modestos (R$ 1,5 mil a R$ 132 mil) e as transações ocorrem em anos eleitorais distintos, sem um padrão claro de retorno do dinheiro ao ponto de origem. Não há um fato concreto que destoe do funcionamento normal de uma campanha partidária, mas também não há elementos suficientes para descartar completamente a necessidade de checagem.
severidade média5 nósIA: plausívelR$ 56.863,35
IA · deepseek-flash Todas as entidades e pessoas envolvidas são do PT de São Paulo, e as transações ocorrem dentro do mesmo partido/coligação, o que é um padrão comum e legítimo de repasses internos e doações entre aliados. Os valores são modestos (R$ 56,8 mil no total) e as transações se distribuem entre 2020 e 2022, sem um ciclo curto e fechado no mesmo ano. O loop envolve múltiplas etapas e anos, o que reduz a aparência de circularidade imediata.
severidade média4 nósIA: bizarroR$ 189.652,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve entidades de partidos opostos (PT e PL) e uma empresa privada, sem coligação ou vínculo partidário comum que explique a cadeia. A maior transação é um pagamento de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro à AIXMOBIL, que por sua vez doou R$ 4.590,00 a Carlos Zarattini (PT), criando uma ligação indireta entre adversários políticos. Além disso, há uma doação de R$ 10,00 de Luciana Paes Perpetua a Bolsonaro, valor irrisório que destoa do restante e sugere possível erro de registro ou elo frágil. Esses fatos justificam uma checagem humana para entender a natureza dessas movimentações.
severidade média5 nósIA: bizarroR$ 349.952,21
IA · deepseek-flash O ciclo envolve cinco entidades de partidos e anos diferentes (PT, PTC, PRTB, PL), sem coligação ou vínculo partidário comum evidente. A maior transação é uma despesa de R$ 184.352,21 da campanha de Jair Bolsonaro (2018) à AIXMOBIL, empresa que no mesmo ano doou R$ 4.590,00 a Carlos Zarattini (PT), criando uma ligação indireta entre campos opostos. Além disso, há um salto de escala: a doação de R$ 160.000,00 de Pablo Marçal a Bolsonaro (2022) é duas ordens de grandeza maior que as demais transações do loop, e a doação de R$ 10,00 de Adilson Ferreira a Marçal (2024) parece desproporcional. Esses fatos dificultam uma explicação simples por coincidência de coligação ou ressarcimento e justificam checagem humana.